O QUE É UM PRINCÍPIO ?
Eu comparo o princípio, em primeiro lugar a uma semente, que uma vez plantada, vai crescer e se transformar numa planta completa com seus próprios frutos. O princípio é a semente que plantamos em nossos corações. A árvore que nasce desta semente é a nossa vida. O princípio que plantamos em nosso coração produz do íntimo do nosso ser as nossas palavras, ações, atitudes, gostos, crenças, opiniões, etc. Se esse princípio for de luz, construirá uma vida luminosa para nós, uma árvore boa, repleta de bons frutos. Se o princípio for de trevas produzirá uma árvore má, com maus frutos.
O princípio não é um ser vivo. Não é um espírito. Não pode ser morto, não pode ser destruído; contudo, pode ser vencido, superado por um princípio mais forte, mais eficaz. Não podemos matar a soberba. A soberba não tem vida própria; não é um ser, nem um espírito. Contudo a soberba pode ser vencida por um princípio mais forte e mais eficaz, o princípio contrário a ela, que é a humildade.
Em segundo lugar eu comparo o princípio a uma música. Nenhuma música se manifesta por si mesma pois não possui vida própria. Qualquer música para se manifestar, aparecer, precisa de um instrumento que a exiba. Pode ser tocada por um piano, um violão, ou pode ser cantada, e a voz humana é um instrumento natural dado pelo Altíssimo. Sem o instrumento, contudo, não há como qualquer música aparecer, ser ouvida. Assim, o princípio se compara a música pelo fato de precisar um “instrumento” para se manifestar. O “instrumento” capaz de exibir princípios espirituais é um espírito, seja ele de um homem, de um anjo ou mesmo do Altíssimo.
É igualmente importante notar que, provavelmente o leitor neste momento não está ouvindo o Hino Nacional; contudo, o Hino Nacional existe e é fato, embora não esteja sendo exibido no momento. Isto é para exemplificar coisas abstratas como um principio e uma determinada música.
Eu comparo o princípio, em primeiro lugar a uma semente, que uma vez plantada, vai crescer e se transformar numa planta completa com seus próprios frutos. O princípio é a semente que plantamos em nossos corações. A árvore que nasce desta semente é a nossa vida. O princípio que plantamos em nosso coração produz do íntimo do nosso ser as nossas palavras, ações, atitudes, gostos, crenças, opiniões, etc. Se esse princípio for de luz, construirá uma vida luminosa para nós, uma árvore boa, repleta de bons frutos. Se o princípio for de trevas produzirá uma árvore má, com maus frutos.
O princípio não é um ser vivo. Não é um espírito. Não pode ser morto, não pode ser destruído; contudo, pode ser vencido, superado por um princípio mais forte, mais eficaz. Não podemos matar a soberba. A soberba não tem vida própria; não é um ser, nem um espírito. Contudo a soberba pode ser vencida por um princípio mais forte e mais eficaz, o princípio contrário a ela, que é a humildade.
Em segundo lugar eu comparo o princípio a uma música. Nenhuma música se manifesta por si mesma pois não possui vida própria. Qualquer música para se manifestar, aparecer, precisa de um instrumento que a exiba. Pode ser tocada por um piano, um violão, ou pode ser cantada, e a voz humana é um instrumento natural dado pelo Altíssimo. Sem o instrumento, contudo, não há como qualquer música aparecer, ser ouvida. Assim, o princípio se compara a música pelo fato de precisar um “instrumento” para se manifestar. O “instrumento” capaz de exibir princípios espirituais é um espírito, seja ele de um homem, de um anjo ou mesmo do Altíssimo.
É igualmente importante notar que, provavelmente o leitor neste momento não está ouvindo o Hino Nacional; contudo, o Hino Nacional existe e é fato, embora não esteja sendo exibido no momento. Isto é para exemplificar coisas abstratas como um principio e uma determinada música.




