A ALMA HUMANA
Muitos, infelizmente, ainda não perceberam um inimigo grande da submissão que está muito perto de nós, ou melhor, faz parte de nós: a nossa carne. A palavra carne nas escrituras nem sempre fica clara para muitos com relação a que se refere. O ser humano, criado à imagem e semelhança do Altíssimo, é espírito, pois o Altíssimo é espírito.
O ser humano possui uma alma. A Bíblia diz que somente algo extremamente afiado como a palavra do Altíssimo pode separar alma de espírito. Espírito e alma, no ser humano, apesar de extremamente ligados e relacionados, são duas partes diferentes.
O corpo é a terceira parte do ser humano à qual a Bíblia se refere. Muitos confundem carne com corpo, mas na realidade não são a mesma coisa. A carne a qual a Bíblia se refere está muito mais relacionada à alma humana do que ao corpo humano.
Há três componentes na alma humana que podemos destacar e estudar para que trabalhem a nosso favor e não contra nós. São eles: vontade, intelecto e emoção.
A vontade (ou volitivo) é o lado da nossa alma de onde aflora aquilo que queremos.
O intelecto (ou razão) é a área da nossa alma de onde aflora a lógica.
A emoção (ou sentimentos) é a área da nossa alma de onde aflora o que sentimos.
Vontade, intelecto e emoção nos foram dados por YAOHU UL para nos serem úteis e não para serem causa de tropeço. Vontade, intelecto e emoção não nos devem conduzir a princípios de trevas e sim, devem estar sob o nosso controle (só os que tem o Espírito Santo conseguem controlar) para não serem empecilhos ao exercício da submissão.
A vontade, o intelecto e a emoção, apesar de fazerem parte de nós, não é o que nós realmente somos, mas sim parte do que temos. Do mesmo modo que no corpo temos mãos, pés, pernas, cabeça, na alma temos vontade, intelecto e emoção.
O que nós somos é o nosso espírito. É no espírito que tem lugar as decisões. O espírito é quem diz “sim” ou diz “não”. No nosso espírito é onde fica uma enorme dádiva de YAOHU UL aos homens: o livre arbítrio. O livre arbítrio é quem determina tudo na nossa vida. Tudo em nós tem de passar por uma decisão do livre arbítrio.
Para entendermos melhor esta questão de alma, espírito, livre arbítrio, vamos exemplificar para esclarecer e veremos os princípios em ação.
Suponhamos que alguém procurou um médico de emagrecimento e foi proibido por ele de ingerir açúcar. Esta pessoa então passa à frente de uma sorveteria onde vê um apetitoso sorvete. A imagem captada pelos olhos faz aflorar da alma a vontade de tomar aquele sorvete (concupiscência dos olhos).
Esta requisição, se podemos assim chamar, é passada ao nível superior, o espírito, para que o livre arbítrio decida sobre a sua autorização. Se o livre arbítrio diz “sim” você entra na lanchonete e pede o tal sorvete e o toma. Se o livre arbítrio diz “não” você vira as costas e segue seu caminho sem tomar o sorvete.
Conseguimos perceber aqui que há duas coisas diferentes operando dentro de nosso ser: a vontade e o livre arbítrio. Não somos mais obrigados a fazer tudo o que temos vontade, porque não somos mais escravos da carne, como quando ainda não tínhamos renascido em YAOHUSHUA. Os ímpios, que ainda não se renderam à YAOHUSHUA para serem salvos, são escravos de suas vontades, razões e emoções. O livre arbítrio deles não é livre. A Bíblia diz que para a liberdade foi que YAOHUSHUA nos libertou.
A Bíblia nos ensina que a carne (vontade, intelecto e emoção) não está sujeita a YAOHU UL (não é submissa). Ora, se a nossa carne não é submissa a YAOHU UL, é claro que ela nos requisitará coisas que estão fora da vontade de YAOHU UL, sendo pois um empecilho ao exercício da submissão.
Felizmente não estamos sozinhos nesta luta. O nosso espírito possui algo muito especial dado por YAOHU UL para ser a sua voz em nós. A nossa consciência. É extremamente interessante notarmos que a nossa consciência, a exemplo de muitos órgãos do nosso corpo, e mesmo de componentes de nossa alma, tanto mais se desenvolve quanto mais nos utilizamos dela, e chega a atrofiar completamente se não a utilizamos. Mesmo o mais ímpio dos ímpios tem uma consciência; muito atrofiada, é verdade, mas uma consciência. É esta consciência, mesmo que atrofiada, que lhe vai permitir um dia (queira YAOHU UL) se arrepender e se converter de seus maus caminhos.
A consciência é a voz de RUKHA hol-HODSHUA (Espírito Santo) que auxilia o nosso livre arbítrio na tomada de decisões. Sempre que uma requisição qualquer, venha ela da nossa vontade, ou venha de nosso intelecto ou de nossas emoções, chega ao nosso livre arbítrio para decisão, a nossa consciência nos ajuda.
É muito importante notar que, a nossa consciência nunca toma a decisão por nós, senão estaríamos sendo subjugados por YAOHU UL. A nossa consciência nos auxilia por aconselhamento, nunca por tomar decisões por nós.
Na Bíblia podemos encontrar inúmeras situações em que vontade, intelecto e emoção (carne) foram causa de tropeço para pessoas. Dentre elas gostaria de separar aqui uma que diz respeito ao intelecto traindo um homem e sendo um empecilho ao exercício dos princípios de luz. Este homem foi Naamã, conforme podemos ler em II Reis 5.
Naamã não era YAOHUdi (judeu) e estava leproso. Ouviu Naamã falar que em Yaoshorul (Israel) havia profeta (e falaram a verdade). Lá estava em Yaoshorul (Israel) o profeta Ulishua (O Supremo é minha Salvação) erroneamente traduzido por Eliseu (EL é Zeus).
Naamã decidiu ir até Yaoshorul (Israel) e encontrar-se com Ulishua para ser curado de sua lepra. A caminho de Yaoshorul (Israel) o intelecto de Naamã foi solicitando coisas e mais coisas e o livre arbítrio de Naamã foi autorizando.
Seu intelecto sugeriu que o profeta deveria sair de sua casa ao encontro dele. Seu intelecto sugeriu que o profeta deveria parar em pé diante de si e, levantando as mãos aos céus, orar ao Altíssimo. Seu intelecto sugeriu que então o profeta com suas mãos arrancaria toda a sua lepra e que ele assim seria curado, retornando a sua casa. Porém tudo aconteceu de forma diferente do que Naamã havia meticulosamente planejado. O profeta Ulishua não saiu, e sim, mandou o seu mensageiro com a ordem para Naamã banhar-se sete vezes no rio Yardayan (Jordão). Naamã achou tudo isso um absurdo! O profeta não saiu ao seu encontro, não orou, não arrancou a lepra com suas mãos e ainda por cima mandou que ele se banhasse num rio que ele considerava bem insignificante, se comparado aos rios de sua terra. Naamã virou as costas e foi embora.
Contudo, bem aventurado era Naamã, que apesar de escravo de seu intelecto, era cercado de homens sábios e que o aconselharam a obedecer a ordem do profeta. Colocar a submissão como fator de decisão e não o intelecto. Bem aventurado foi Naamã de ouvir aos seus oficiais que o dissuadiram de retornar leproso por nada daquilo estar lhe parecendo “lógico” nem muito bem “planejado”.
Naamã acabou por obedecer a ordem do profeta tomando sete banhos no rio Yardayan (Jordão) e eis que estava completamente limpo de sua lepra.
Situações como a de Naamã estão até os nossos dias preservadas nas escrituras para que aprendamos a viver os princípios de luz, nos desembaraçando dos empecilhos, nesta maravilhosa aula de princípios que envolve toda a criação.
Muitos, infelizmente, ainda não perceberam um inimigo grande da submissão que está muito perto de nós, ou melhor, faz parte de nós: a nossa carne. A palavra carne nas escrituras nem sempre fica clara para muitos com relação a que se refere. O ser humano, criado à imagem e semelhança do Altíssimo, é espírito, pois o Altíssimo é espírito.
O ser humano possui uma alma. A Bíblia diz que somente algo extremamente afiado como a palavra do Altíssimo pode separar alma de espírito. Espírito e alma, no ser humano, apesar de extremamente ligados e relacionados, são duas partes diferentes.
O corpo é a terceira parte do ser humano à qual a Bíblia se refere. Muitos confundem carne com corpo, mas na realidade não são a mesma coisa. A carne a qual a Bíblia se refere está muito mais relacionada à alma humana do que ao corpo humano.
Há três componentes na alma humana que podemos destacar e estudar para que trabalhem a nosso favor e não contra nós. São eles: vontade, intelecto e emoção.
A vontade (ou volitivo) é o lado da nossa alma de onde aflora aquilo que queremos.
O intelecto (ou razão) é a área da nossa alma de onde aflora a lógica.
A emoção (ou sentimentos) é a área da nossa alma de onde aflora o que sentimos.
Vontade, intelecto e emoção nos foram dados por YAOHU UL para nos serem úteis e não para serem causa de tropeço. Vontade, intelecto e emoção não nos devem conduzir a princípios de trevas e sim, devem estar sob o nosso controle (só os que tem o Espírito Santo conseguem controlar) para não serem empecilhos ao exercício da submissão.
A vontade, o intelecto e a emoção, apesar de fazerem parte de nós, não é o que nós realmente somos, mas sim parte do que temos. Do mesmo modo que no corpo temos mãos, pés, pernas, cabeça, na alma temos vontade, intelecto e emoção.
O que nós somos é o nosso espírito. É no espírito que tem lugar as decisões. O espírito é quem diz “sim” ou diz “não”. No nosso espírito é onde fica uma enorme dádiva de YAOHU UL aos homens: o livre arbítrio. O livre arbítrio é quem determina tudo na nossa vida. Tudo em nós tem de passar por uma decisão do livre arbítrio.
Para entendermos melhor esta questão de alma, espírito, livre arbítrio, vamos exemplificar para esclarecer e veremos os princípios em ação.
Suponhamos que alguém procurou um médico de emagrecimento e foi proibido por ele de ingerir açúcar. Esta pessoa então passa à frente de uma sorveteria onde vê um apetitoso sorvete. A imagem captada pelos olhos faz aflorar da alma a vontade de tomar aquele sorvete (concupiscência dos olhos).
Esta requisição, se podemos assim chamar, é passada ao nível superior, o espírito, para que o livre arbítrio decida sobre a sua autorização. Se o livre arbítrio diz “sim” você entra na lanchonete e pede o tal sorvete e o toma. Se o livre arbítrio diz “não” você vira as costas e segue seu caminho sem tomar o sorvete.
Conseguimos perceber aqui que há duas coisas diferentes operando dentro de nosso ser: a vontade e o livre arbítrio. Não somos mais obrigados a fazer tudo o que temos vontade, porque não somos mais escravos da carne, como quando ainda não tínhamos renascido em YAOHUSHUA. Os ímpios, que ainda não se renderam à YAOHUSHUA para serem salvos, são escravos de suas vontades, razões e emoções. O livre arbítrio deles não é livre. A Bíblia diz que para a liberdade foi que YAOHUSHUA nos libertou.
A Bíblia nos ensina que a carne (vontade, intelecto e emoção) não está sujeita a YAOHU UL (não é submissa). Ora, se a nossa carne não é submissa a YAOHU UL, é claro que ela nos requisitará coisas que estão fora da vontade de YAOHU UL, sendo pois um empecilho ao exercício da submissão.
Felizmente não estamos sozinhos nesta luta. O nosso espírito possui algo muito especial dado por YAOHU UL para ser a sua voz em nós. A nossa consciência. É extremamente interessante notarmos que a nossa consciência, a exemplo de muitos órgãos do nosso corpo, e mesmo de componentes de nossa alma, tanto mais se desenvolve quanto mais nos utilizamos dela, e chega a atrofiar completamente se não a utilizamos. Mesmo o mais ímpio dos ímpios tem uma consciência; muito atrofiada, é verdade, mas uma consciência. É esta consciência, mesmo que atrofiada, que lhe vai permitir um dia (queira YAOHU UL) se arrepender e se converter de seus maus caminhos.
A consciência é a voz de RUKHA hol-HODSHUA (Espírito Santo) que auxilia o nosso livre arbítrio na tomada de decisões. Sempre que uma requisição qualquer, venha ela da nossa vontade, ou venha de nosso intelecto ou de nossas emoções, chega ao nosso livre arbítrio para decisão, a nossa consciência nos ajuda.
É muito importante notar que, a nossa consciência nunca toma a decisão por nós, senão estaríamos sendo subjugados por YAOHU UL. A nossa consciência nos auxilia por aconselhamento, nunca por tomar decisões por nós.
Na Bíblia podemos encontrar inúmeras situações em que vontade, intelecto e emoção (carne) foram causa de tropeço para pessoas. Dentre elas gostaria de separar aqui uma que diz respeito ao intelecto traindo um homem e sendo um empecilho ao exercício dos princípios de luz. Este homem foi Naamã, conforme podemos ler em II Reis 5.
Naamã não era YAOHUdi (judeu) e estava leproso. Ouviu Naamã falar que em Yaoshorul (Israel) havia profeta (e falaram a verdade). Lá estava em Yaoshorul (Israel) o profeta Ulishua (O Supremo é minha Salvação) erroneamente traduzido por Eliseu (EL é Zeus).
Naamã decidiu ir até Yaoshorul (Israel) e encontrar-se com Ulishua para ser curado de sua lepra. A caminho de Yaoshorul (Israel) o intelecto de Naamã foi solicitando coisas e mais coisas e o livre arbítrio de Naamã foi autorizando.
Seu intelecto sugeriu que o profeta deveria sair de sua casa ao encontro dele. Seu intelecto sugeriu que o profeta deveria parar em pé diante de si e, levantando as mãos aos céus, orar ao Altíssimo. Seu intelecto sugeriu que então o profeta com suas mãos arrancaria toda a sua lepra e que ele assim seria curado, retornando a sua casa. Porém tudo aconteceu de forma diferente do que Naamã havia meticulosamente planejado. O profeta Ulishua não saiu, e sim, mandou o seu mensageiro com a ordem para Naamã banhar-se sete vezes no rio Yardayan (Jordão). Naamã achou tudo isso um absurdo! O profeta não saiu ao seu encontro, não orou, não arrancou a lepra com suas mãos e ainda por cima mandou que ele se banhasse num rio que ele considerava bem insignificante, se comparado aos rios de sua terra. Naamã virou as costas e foi embora.
Contudo, bem aventurado era Naamã, que apesar de escravo de seu intelecto, era cercado de homens sábios e que o aconselharam a obedecer a ordem do profeta. Colocar a submissão como fator de decisão e não o intelecto. Bem aventurado foi Naamã de ouvir aos seus oficiais que o dissuadiram de retornar leproso por nada daquilo estar lhe parecendo “lógico” nem muito bem “planejado”.
Naamã acabou por obedecer a ordem do profeta tomando sete banhos no rio Yardayan (Jordão) e eis que estava completamente limpo de sua lepra.
Situações como a de Naamã estão até os nossos dias preservadas nas escrituras para que aprendamos a viver os princípios de luz, nos desembaraçando dos empecilhos, nesta maravilhosa aula de princípios que envolve toda a criação.


