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Moral da História

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Pereira
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Dom 26 Jul 2009, 11:59

Parábola da Convivência

Durante um era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto por densa camada de gelo, muitos animais não resistiram e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa desesperada de sobreviverem, começou a se unir, a juntarem-se mais e mais. Cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.

Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que forneciam mais calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos... Dispersaram-se por não suportar mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

Mas essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal modo que unidos, cada qual conservava certa distância do outro. Mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim, suportaram-se resistindo à longa era glacial.

Sobrevivência.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor!
É fácil sentir amor, difícil é conter a sua torrente!

Pereira
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Ter 28 Jul 2009, 19:54

A TEORIA DE MEHER BABA

Um dia Meher Baba perguntou aos seus discípulos o seguinte:
Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
Os homens pensaram por alguns momentos...
- Porque perdemos a calma, disse um deles, Por isso gritamos.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao teu lado? perguntou Baba. Não é possível falar-lhe em voz baixa? Por que gritas a uma pessoa quando estas aborrecido?
Os homens deram algumas respostas, mas nenhuma delas satisfazia ao Baba.
Finalmente ele explicou:
- Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poder escutar-se. Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para escutar-se um ao outro através desta grande distância.
Em seguida Baba perguntou:
- O que sucede quando duas pessoas se enamoram? Elas não gritam, mas sim, se falam suavemente, por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Baba continuou:
- Quando se enamoram acontece mais alguma coisa? Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor. Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo. Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Então Baba disse:

- "QUANDO DISCUTIREM, NÃO DEIXEM QUE SEUS CORAÇÕES SE AFASTEM. NÃO DIGAM PALAVRAS QUE OS DISTANCIEM MAIS.
CHEGARÁ UM DIA EM QUE A DISTÂNCIA SERÁ TANTA QUE NÃO MAIS ENCONTRARÃO O CAMINHO DE VOLTA."
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qua 29 Jul 2009, 15:19

Alexandre o Grande.

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:

1º - Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época.

2º - Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados

(prata, ouro, pedras preciosas...).

3º - Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.


Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.

Alexandre explicou:


1 - Quero que os mais eminentes médicos carreguem meu caixão, para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte.


2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros, para que as pessoas possam ver, que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem.


3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Não levaremos nada!!!

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Re: Moral da História

Mensagem por Santos em Qui 30 Jul 2009, 16:49

EU SOU O MILAGRE
Claudio Marcio

Todo dia acordo, levanto, trabalho... Estou em busca de um milagre.
Minhas decepções, frustrações pessoais e desilusões me fizeram ir a busca desse milagre.
Milagre que mude minha atual situação, minha condição limitante de não poder fazer o que desejo ou o que penso que desejo.
Um milagre ou uma maravilha, algo que seja extraordinário, que me faça sair do chão, que arrebate meus sentidos e me faça, praticamente, me tornar outra pessoa: perfeita, sem problemas, sem dificuldades, sem...
É aí o ponto chave do meu problema! Buscar um milagre fora de mim, um milagre que venha de algum lugar que não seja eu mesmo, enquanto Jesus devolveu: “Se quiseres, posso curá-lo... Eu quero!” Tem que iniciar dentro de mim: Eu sou o milagre, sem falsa modéstia, sem pieguismo, exagero, ufanismo ou empáfia.
Aceitar o extraordinário que vem dos outros é comum, aceitar-se como extraordinário é desconcertante. É mais cômodo dizer: “Não sou capaz! Não consigo! Não aprendo isto!
Tenho limitações que me impedem de superar esta dificuldade.” Desculpas, nocivas desculpas, que acabam me matando aos poucos, ao longo de segundos, que se multiplicam em minutos, que se somam até se tornarem horas, que se elevam ao ponto de virarem: dias, meses e anos, e...
Quando menos percebo me fazem mais velho e me limitam o tempo da ação.
O que mais dói não é saber que se tem menos tempo, mas sim que, em todo tempo se tinha a solução: Eu mesmo!
Mas não é fácil chegar a essa conclusão, precisa-se de um tempo, a cada um é dado o mesmo número de segundos, minutos e horas por dia. O que fazemos com eles?
Esse é o Milagre!
Eu sou o Milagre!
Você é o Milagre!
Nós somos “o Milagre!”
Só posso chegar a essa conclusão do outro, do nós, enquanto Milagres, depois que eu me encontro, me percebo e, principalmente, me aceito como um genuíno milagre, sem efeitos especiais, sem fogos, sem alarde, porém no silêncio de meu âmago, na solidão do pensamento que busca se encontrar: Não sou maior ou menor, pior ou melhor que alguém, sou maior quando me sinto assim, sou menor quando me considero assim, posso melhorar ou até mesmo piorar, depende diretamente de mim: ser reprimido ou recalcado, influenciar ou ser influenciado, quando consigo me achar, enquanto fonte de virtudes e gerador de benefícios permanentes à humanidade e não poço de vergonhas e canal de desilusões ao meu semelhante.
E Deus? Perguntaria alguém. E eu respondo: É o autor do Milagre!
Ele não nos fez para andarmos errantes, nos fez contendo em nosso interior as respostas às perguntas que somos confrontados a fazer ou nos fazem diariamente.
E a fim de esclarecimento: Ser milagre, não é ser perfeito, não ter problemas, não errar. O que é então?
Ser gente, se aceitar como gente, não aceitar ficar errando, não aceitar o viver indiferente à vida e aos semelhantes, é desejar intensamente: com o espírito, corpo e alma o que se há de melhor e jamais o pior, e, se acaso acontecer do pior chegar pule por cima, saia da frente e deixe-o passar e, se apesar disso, ele insistir em ficar, não desista jamais, pois você é o milagre, e o pior não suporta milagres!
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sex 31 Jul 2009, 19:05

Evita-se Atrito com Delicadeza

Gina era uma ostra que vivia no fundo do oceano. Morava dentro de duas conchas que lhe serviam de proteção contra animais predadores. Achava sua vida muito boa: passeava pelo oceano, conhecendo lugares maravilhosos e, quando sentia fome, bastava abrir suas conchas e esperar que algumas algas marinhas se acomodassem no seu interior.
Um dia, quando Gina se alimentava de algas, um grão de areia aproveitou a oportunidade e se alojou em seu delicado corpo. Ao sentir aquele corpo estranho dentro de si, tentou expulsá-lo. Abriu novamente as conchas para que ele saísse naturalmente. O esforço porém foi em vão, pois o grão de areia havia se agarrado fortemente ao seu corpinho. Percebendo que não havia a menor possibilidade de se livrar do intruso, Gina procurou uma outra solução. Foi quando teve a idéia: "Já que não é possível fazer com que o grão saia da minha casa, preciso descobrir uma maneira de conviver bem com ele".
Assim, Gina produziu um invólucro para o grão e descobriu uma forma de sua aspereza não mais incomodá-la. A partir de então, gerou-se dentro da ostra uma pedra lisa e brilhante.
Certo dia, quando Gina abriu suas conchas para se alimentar, um pescador que passava por ali notou a linda pedra no seu interior e delicadamente a retirou dali. Maravilhado com a delicadeza da pedra, batizou-a com o nome de "pérola", levando-a de presente para sua esposa. Assim Gina pôde livrar-se do intruso.
Transformou algo que a incomodava em um delicado presente, que hoje todos admiram.
Diante das situações ásperas da Vida, você pode agir como a ostra: criar um sábio mecanismo de defesa, capaz de envolver a aspereza comum do material com algo mais delicado, para assim evitar atritos.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 01 Ago 2009, 10:27

O Caminho do Bezerro

Um dia um bezerro desgarrou-se da sua manada e embrenhou-se na floresta virgem. Fez uma picada sinuosa e corcoveada como fazem os bezerros em seu caminhar. Trezentos anos se passaram desde então. Deduzo que o bezerro já esteja morto.
Mas atrás de si ele deixou o seu rastro e nisto se estrutura a moral do nosso conto.
Seu rastro foi seguido no dia seguinte por um cão vagabundo que percorreu a mesma trilha. Depois foi a vez de um carneiro-guia que conduzia todo o rebanho, como fazem os bons guias. E, desde esse dia, por sobre morros e várzeas foi-se abrindo um caminho através daquela imensa floresta. Muitos homens se indignavam por causa das curvas do caminho, mas continuavam repetindo o mesmo traçado da primeira emigração do bezerro.
O caminho da floresta transformou-se em uma tortuosa estrada onde pobres cavalos, arqueados sob penosas cargas, troteavam ao sol ardente e andavam três milhas para percorrem uma. Os anos foram passando e a estrada converteu-se numa via de aldeia e depois numa movimentada avenida de cidade.
Dia a dia milhares de homens se submetem àquelas pegadas. Repetem o mesmo ziguezague e se orientam pelo traçado feito por um bezerro morto há quase três séculos. Perdem, se somados, semanas ou meses a cada ano. Tal é a importância que muitos dão a um precedente estabelecido.
Os homens se inclinam a seguir, cegamente, o caminho do bezerro imaginário. Trabalham de sol a sol imitando os que os outros fazem. Só palmilham trilhas já batidas. E oscilando para dentro e para fora, para diante e para trás, fazem dos tortuosos caminhos já encontrados uma rota única pela qual se movimentam durante toda a sua vida.
E como deles riem os antigos deuses da floresta que testemunharam outrora o primeiro andar incerto do bezerro vadio.

Quanta coisa esta "estória" poderá ensinar. Fica a mensagem que será interpretada por cada um de acordo com a sua maneira de pensar e agir. Poder continuar seguindo as pegadas tortuosas de um bezerro, morto há três séculos ou abrir trilhas nunca dantes palmilhadas, construindo o seu próprio caminho.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Dom 02 Ago 2009, 09:59

O Nó do Afeto

Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.

Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicarem e entenderem as crianças.
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando ele voltava do serviço já era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que ficava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.

O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente.
E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo. Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas que esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou desculpas vazias.

É válido que nos preocupemos com as pessoas, mas é importante que elas saibam, que elas sintam isso. Para que haja a comunicação é preciso que as pessoas "ouçam" a linguagem do nosso coração, pois, em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras. É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro.

As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó...Um nó cheio de afeto e carinho.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Seg 03 Ago 2009, 14:08

O MAL EXISTE?



Um professor universitário desafiou seus alunos com esta pergunta:



“De-s criou tudo o que existe?"



Um aluno respondeu valentemente: Sim, Ele fez



De-s criou tudo?, perguntou novamente o professor

- Sim senhor, respondeu o jovem



O professor respondeu, “Se De-s criou tudo, então De-s fez o mal, pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então De-s é mau"



O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito



Outro estudante levantou a mão e disse: Posso fazer uma pregunta, professor?

Lógico, foi a resposta do professor.



O jovem ficou de pé e perguntou: professor, existe o frio?

Que pregunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?



O rapaz respondeu:" De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor"



E, existe a escuridão? Continuou o estudante.

O professor respondeu: Existe.



O estudante respondeu: Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.



“A luz pode-se estudar,a escuridão não, até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não. Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”



Finalmente, o jovem perguntou ao professor: Senhor, o mal existe?



O professor respondeu: Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.



Ao que o estudante respondeu: O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência de De-s, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever essa ausência de De-s.



De-s não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter De-s presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.



Então o professor, depois de balançar a cabeça, ficou calado



O nome do jovem era... ALBERT EINSTEIN.



Tenha sempre De-s presente em seu coração!!!
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qui 06 Ago 2009, 21:26

ECO ou VIDA

Um filho e seu pai caminhavam pelas montanhas.
De repente o filho cai, machuca e grita:
- Aai!
Para sua surpresa escuta a voz se repetir, em algum lugar da montanha:
- Aai!
Curioso, pergunta:
- Quem é você?
Recebe como resposta:
- Quem é você?
Contrariado, grita:
- Seu covarde!
Escuta como resposta:
- Seu covarde!
Olha para o pai e pergunta aflito:
- O que é isso?
O pai sorri e fala:
- Meu filho, preste atenção.
Então o pai grita em direção a montanha:
- Eu admiro você!
A voz responde:
- Eu admiro você!
De novo o homem grita:
- Você é um campeão!
A voz responde:
- Você é um campeão!
O menino fica espantado, não entende.
Então o pai explica:
As pessoas chamam isso de ECO, mas na verdade isso é a VIDA.
Ela lhe dá de volta tudo o que você diz ou faz. Nossa vida é simplesmente o reflexo das nossas ações.
Se você quer mais amor no mundo, crie mais amor no seu coração.
Se você quer mais responsabilidade da sua equipe, desenvolva a sua responsabilidade.
O mundo é somente a prova da nossa capacidade.
Tanto no plano pessoal quanto no profissional, a vida vai lhe dar de volta o que você deu a ela.

SUA VIDA NÃO É UMA COINCIDÊNCIA.
É CONSEQUÊNCIA DE VOCÊ!
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sex 07 Ago 2009, 21:39

As três peneiras


Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva.
Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:
- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram.
Mas eu acho que...

E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Claro que não! De-s me livre, chefe! - diz Olavo, assustado.
- Então, - continua o chefe - sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante?

- Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar - fala Olavo, surpreendido.
- Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? - diz o chefe e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras: VERDADE, BONDADE e NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante,

porque: pessoas inteligentes falam sobre idéias, pessoas comuns falam sobre coisas, pessoas medíocres falam sobre pessoas.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qui 13 Ago 2009, 11:23

As normalidades do mundo


Cuidado com as normalidades do mundo…

A normalidade do mundo é doença segundo De-s...

Tal é a normalidade do mundo que pelo voto se pode escolher Barrabás...

No mundo um homem que salve uma vida em situação de por a sua própria em risco, é um herói; enquanto aqueles que vivem todos os dias salvando vidas, são apenas pessoas que fazem isso...

No mundo..., poder é domínio sobre outros...

O mundo diz que o Grande é o quantificável...

O Evangelho diz que o quantificável é nada, pois o que É não é mensurável...

No mundo quem não aceita um desafio é covarde...

Na normalidade anestesiada do mundo, todo sucesso é prisão e mais escravidão ainda ao sucesso como deus...

O mundo do qual falo é apenas um: esse feito de ideologias, grifes, objetivos e cronogramas de alcance de alvos bem materiais e terrenos... Sim, o mundo do qual falo é esse ente sem dono humano aparente, mas que controla todas as nossas decisões, dando-nos a ilusão de livre arbítrio...

Ora, nesse mundo pode-se odiar quem nos odeia; pode-se antipatizar gratuitamente; pode-se tudo o que se pode...; exceto matar... [exceto nas exceções convencionadas] ou roubar [a menos que se evite ser “pego”].

No mundo é normal ser aflito, angustiado, preocupado, desejoso, insatisfeito, sempre em busca de algo, sempre se medindo por outros, sempre na Maratona das Comparações...

No mundo o normal é consumir...

Ser normal segundo o mundo é fazer-se louco diante de De-s e da vida.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sex 14 Ago 2009, 13:13

Completamente louco.


Davi tinha uma pergunta: que fazer quando alguém arremete uma lança contra nós?

Não lhe parece estranho que Davi não sobesse responder a essa pergunta? Afinal, todos no mundo sabem como proceder quando alguém atira uma lança contra eles. Ora, a gente agarra a lança e a arremessa de volta!

— Quando alguém atirar uma lança contra você, Davi, arranque-a da parede e atire-a de volta. Esteja certo de que qualquer pessoa reagiria assim.

E, ao praticar essa pequena façanha de devolver lanças que lhe atiram, você provará muitas coisas: você é valente. Você defende o direito. Você toma corajosamente posição contra o erro. Você é forte e não se deixa levar, por onde queiram. Você não dá lugar à injustiça nem ao tratamento desleal. Você é o defensor da fé, guarda da chama, detector de toda a heresia. Você não será vítima da injustiça. Todos esses atributos combinam-se então para provar que você também é, obviamente, candidato ao trono real. Sim, talvez você seja o ungido do Senhor!

Segundo a ordem do rei Saul.

Existe ainda a possibilidade de que uns 20 anos após a sua coroação, você venha a ser o mais incrível especialista na arte do arremesso de lanças em todo o reino. E também, com certeza, nessa altura...

Completamente louco.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 15 Ago 2009, 10:16

A VERDADE LIBERTA

Quando a alma está em fuga da verdade, os primeiros sintomas são de negação, depois de transferência para outros, e, depois, de ódio por alguém que se pareça com o objeto de nossa negação; e, em havendo persistência, a pessoa se inimizará em relação a todo aquele que tente lhe abrir os olhos...

Existem fugas da verdade em relação a nós mesmos; ou em relação a quem amemos e não estejamos querendo enxergar em seus defeitos ou doenças de alma e caráter; ou em relação a quem quer que gostemos e que tenhamos idolatrado...

O pior auto-engano é aquele que se instala em nós como negação do que esteja acontecendo com a gente...

O segundo pior é aquele que nos faz negar que algo ruim esteja sendo feito e praticado por quem quer que amemos...

O terceiro pior auto-engano é aquele que nos faz transferir para outrem aquilo que deveríamos tratar com o implicado; mas que nós negamos para nós mesmos que seja aquilo mesmo que esteja acontecendo..., apenas porque tememos que a verdade desconstrua a pessoa ante os nossos olhos...

O quarto pior auto-engano é quando alguém que julguemos que nos deve algo, e que nos ama o suficiente para não nos deixar no engano, e nos diga o que é..., o que de fato está acontecendo...; ou seja: como são as coisas... Então, tal pessoa torna-se objeto de nossa antipatia; ou, então, dizemos que a pessoa não gosta da outra, simplesmente por que diz o que se não quer ouvir e ver...

O fato é que o auto-enganado que se veja como lúcido e verdadeiro, é a pior pessoa para sair do auto-engano uma vez que tenha cedido a ele...

Sim, pois tais pessoas fazem malabarismos mentais e históricos para fazer de conta que o mal vem de fora, vem de outro; ou está na cabeça dos que dizem..., mas que pelo auto-enganado não são ouvidos...

Eu só conheço um modo de acabar com o auto-engano: reunir os implicados; tratar nos olhos; ver quem diz a verdade; observar quem sustenta os fatos...

Entretanto, quem está no auto-engano não quer “acareações” na verdade...

Nem tampouco aquele que engana alguém que se auto-engana pelo amor e pela afeição..., não se dispõe a tirar nada a limpo na cara e direto...

Não! Tal pessoa opta pelas relações públicas individuais; um a um; tentando sempre dissimular; e nunca enfrentando os fatos; posto que saiba que não teria como sustentar sua dissimulação diante de quem já percebeu e viu...

Quando vejo gente dizendo coisa de gente em família, mas ninguém querendo enfrentar os fatos, para mim que fui criado com tudo sendo tratado na cara, não há como não pensar que um grande sistema de deliberado ou cultural auto-engano esteja em curso...

O pior é que deixar assim é a receita para as separações, para as suspeições; e, sobretudo, para a prevalência da mentira; sim, daquele que não quer trazer tudo ante aqueles que dizem: Não é assim...

Ora, alguém que ame quem engane ou dissimule, e que por isto se auto-engane a fim de não tratar do assunto com quem assim procede, não apenas se fará muito mal, mas fará mal a todo aquele que apenas almeje o bem na verdade; e, sobretudo, fará mal ao próprio individuo, o que engana e dissimula, pois, sem confrontação nunca há cura.

Ao contrário, o que dissimula e seduz vai aumentando seu compromisso com a sedução como arte de enganar...

Ora, tal coisa destrói o caráter...

Na Bíblia a recomendação é simples e universal:

1.Se teu irmão pecar contra você, vá ter com ele; se ele ouvir você, você ganhou o seu irmão;

2.Se, porém, ele não der ouvidos, leve mais um ou dois..., gente de confiança...; e chame o irmão à verdade; se ele ouvir você, você ganhou o seu irmão;

3.Se, porém, ele não ouvir..., leve o caso a um grupo maior, ao qual ambos pertençam, seja a família, a empresa, negócio ou a Igreja; se ele ouvir você, você ganhou o seu irmão;

4.Se, porém, ele não ouvir, considere-o como alguém que está em fuga da verdade; que decidiu fazer de seu erro a sua ideologia.

Nesse caso, é deixar...De-s cuidará dele...

O que não pode acontecer é que não haja mudanças em relação a ele. Sim, a pessoa tem que saber que não terá o patrocínio de ninguém para que viva no engano que deseja fazer passar por fato e razão...

Infelizmente quase todos homens, mesmo os mais amantes da verdade, são seletivos até onde vão com as implicações da verdade...

Pena! Sim, pois quem ama o suficiente para dizer que não gosta do que alguém faça contra o fluxo da verdade, da vida e do bem comum, esse ama muito mais do que aquele que esconde e que faz de conta que tudo está bem...

Se o que digo servir para alguém, que se faça bom proveito!
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Dom 16 Ago 2009, 14:25

Não devemos aprende arremessar lanças.

Ao contrário de qualquer outro na história do arremesso de lanças, Davi não sabia o que fazer quando uma era atirada contra ele. Não arremessava as lanças de Saul de volta contra o Rei. Nem fabricava ele mesmo lanças para as atirar de volta. Havia algo diferente em Davi. Só fazia desviar-se.

O que pode um homem fazer, especialmente se for jovem, quando o rei decide utilizá-lo para seus exercícios de tiro ao alvo? Que acontecerá se o jovem preferir não retribuir o cumprimento?

Primeiro, tem de fingir que não vê as lanças. Ainda que elas venham bem na sua direção. Segundo, tem também de aprender a abaixar-se rapidamente. Por fim, deve fingir que não aconteceu absolutamente nada.

Pode-se facilmente perceber quando alguém foi atingido por uma lança. A pessoa reflete a cor profunda da amargura. Davi jamais foi atingido. Pouco a pouco aprendeu um segredo muito bem guardado. Descobriu três coisas que lhe impediram de ser atingido.

Primeira: jamais aprenda algo da elegante e fácil arte de arremessar lanças. Segunda: fique longe da companhia de quantos atiram lanças. E, terceira: mantenha a boca bem fechada.

Desse modo, as lanças jamais o atingirão ainda que lhe atravessem o coração.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Seg 17 Ago 2009, 13:55

Um vaso digno de confiança.

1 Shamu-Úl 24: 1-2Voltando Shaúl de combater os Palestinos, disseram-lhe que Dáoud tinha ido para os lugares desertos de Engedi. Levou então consigo três mil homens da tropa de elite e foi em busca dele por entre os desfiladeiros rochosos e por caminhos de acesso a cabras monteses! 3Chegado a um sítio onde costumavam descansar rebanhos de ovelhas, Shaúl retirou-se para uma gruta, para fazer as suas necessidades. Ora aconteceu que nessa gruta estavam justamente escondidos Dáoud e os companheiros! 4"É agora a tua vez!", murmuraram-lhe os seus homens. "Este é o dia do que YÁOHU ULHÍM falava quando dizia, 'Dar-te-ei o teu inimigo nas tuas mãos e far-lhe-ás como melhor entenderes'." Dáoud rastejou com muito cuidado até Shaúl e cortou-lhe, sem ele sentir, um pedação da capa que trazia. 5Contudo, logo a seguir, a sua consciência ficou a acusá-lo. 6"Não devia ter feito isto", disse para a sua gente. "É um grave pecado atacar de alguma maneira o rei que foi escolhido por YÁOHU ULHÍM." 7E foi com estas palavras que persuadiu os companheiros a não matarem Shaúl epois de deixar aquela gruta, Shaúl continuou o seu caminho.



— Por que, Davi, por quê?

O local era outra caverna sem nome.

Os homens agitavam-se de um lado para outro irrequietos. Aos poucos, e muito apreensivamente, começaram a acomodar-se. Todos estavam tão confusos como Joabe, que, finalmente, apresentou as perguntas deles.

Joabe queria algumas respostas. Imediatamente!

Davi devia ter mostrado uma aparência de vergonha ou pelo menos ter-se colocado na defensiva. Nem uma nem outra coisa. Ele olhava para além de Joabe, como quem contemplava outro reino que somente ele podia ver.

Joabe postou-se na frente de Davi; olhou-o com desprezo e se pôs a urrar suas frustrações.

— Muitas vezes ele quase o matou com a lança, no castelo. Eu o vi com meus próprios olhos. Finalmente, você fugiu. Mas, agora, há muito tempo, você não tem sido mais do que um coelho que ele caça. Além disso, todo o mundo acredita nas mentiras que ele espalha a seu respeito. O próprio rei o caça por toda a parte, nas cavernas, nas grutas e nos poços na ânsia de achá-lo e matá-lo como se mata um cão. Esta noite, porém, você o teve ao alcance da sua lança, e não fez nada!

— Olhe para nós. Somos todos animais de novo. Há menos de uma hora você podia ter-nos libertado a todos. Sim, senhor, poderíamos estar neste mesmo instante livres. Livres! E também Israel. Também Israel poderia estar agora livre. Por que, Davi, por que não pôs fim a todos estes anos de miséria?

Seguiu-se um longo silêncio. Os homens moviam-se apreensivos novamente. Não estavam habituados a ver Davi sendo assim repreendido.

— Porque — disse Davi, bem devagar (e com uma delicadeza que parecia dizer: "Ouvi o que você perguntou, mas não do jeito que perguntou"), porque muito, muito tempo atrás ele não era louco. Era ainda jovem. Um grande jovem. Grande aos olhos de Deus e diante dos homens. E Deus foi quem o fez rei. Deus, não os homens.

Joabe explodiu em resposta:

— Mas agora ele está louco! E Deus não está mais com ele. E, esteja certo, Davi: ele ainda o matará!

Desta vez foi a voz de Davi que explodiu inflamada.

— Prefiro que ele me mate a aprender os seus caminhos. Prefiro morrer a vir a ser como ele. Não seguirei a estrada que leva os reis à loucura. Não atirarei lanças, nem permitirei que o ódio se aninhe no meu coração. Nem me vingarei. Nem agora, nem nunca!

Joabe não conseguiu entender uma resposta tão sem sentido, e se afastou para dentro da escuridão.

Naquela noite, os homens foram dormir sobre pedras úmidas e frias, e comentavam a perspectiva estranha e masoquista do seu líder acerca de relacionamentos com reis, principalmente com reis loucos.

Os anjos também foram para a cama naquela noite e sonharam, no reflexo do esplendor daquele dia tão excepcional, que Deus ainda poderia dar a sua autoridade a um vaso digno de confiança.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Ter 18 Ago 2009, 17:14

SUCESSO PROFISSIONAL

Ele depende de você e de como você se relaciona com o mundo!

Você já parou para pensar na relação que existe entre relacionamento humano e sucesso profissional? Segundo especialistas, o relacionamento interpessoal é a base do sucesso profissional.

Estudos científicos recentes atribuem à habilidade de se relacionar com pessoas o êxito na profissão, nos negócios e na felicidade pessoal.

O que fazer para o sucesso acontecer em nossas vidas?

Os entendidos no assunto recomendam que devemos aprender o máximo sobre a natureza humana como ela é, e não como gostaríamos que fosse.



Diante destes fatos, preparamos algumas dicas para você:



· Ouvir é mais importante do que falar

Quem ouve com atenção compreende o que está sendo dito e pode responder com propriedade, elegância e segurança.

· O processo do diálogo é mais importante que seu resultado

O objetivo de uma conversa será alcançado se houver fluência, transparência e clareza de idéias.

Tentar inverter esta ordem impõe riscos desnecessários.

· Um contato existe quando se estabelece o nós



A relação humana bem sucedida enxerga o "eu" e o "tu" como nós. Somente a partir desta união é que a verdadeira relação se estabelece.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qua 19 Ago 2009, 09:42

Ter idéias é influenciar o rumo dos acontecimentos.


Os acontecimentos giram em torno de três coisas.

PESSOAS – Escolher as pessoas certas.
DINHEIRO – Estabelecer valores certos.
IDÉIAS – Praticar de imediato. Não perder tempo

A associação perfeita destes três itens é as chaves do sucesso.

Walter Disney certa vez disse que, se você puder sonhar com algo, então conseguirá transformar esse sonho em realidade.

Quando uma organização tem uma imagem razoavelmente clara de um futuro desejável, isso é uma visão “sugere Hal Leavitt. A visão requer: Inovação, iniciativa, criatividade”.

Os exemplos seguintes podem contribuir para ilustrar o significado de uma visão.

Em 1928, aos 27 anos de idade, William Paley assumiu o controle da CBS. Nessa época, a companhia não tinha emissoras de rádio próprias, não figurava entre as maiores do ramo (que era dominado pela NBC) e, na verdade, estava tendo prejuízos. No período de 10 anos, Paley montara uma rede de 114 emissoras e a companhia estava tendo lucros de 28 milhões de dólares por ano. Quatro décadas depois – com Paley ainda à testa da CBS – a empresa era a primeira da indústria radiofônica.

O que Paley tinha desde o início era uma visão, daquilo que poderia ser. Era como se ele em Nova York, sentado no pequeno escritório de uma empresa quase falida, pudesse ver não apenas a sua escrivaninha e uma série de anunciantes em potencial, ao longo da Avenida Madison, mas milhões de americanos do interior, muitos deles em casas ainda sem eletricidade. Pessoas solitárias para as quais o rádio era praticamente a única forma de diversão.

O que o tornou diferente foi a sua percepção, sua confiança de que poderia chegar até elas e de que tinha algo para lhes oferecer. Ele pode ver uma audiência onde, de fato, não havia audiência alguma.

Em outro caso, extraído do mundo das atividades empresariais, Theodore Vail, presidente da AT&T, (Micors computadores), teve uma visão de um serviço universal de telefonia nos Estados Unidos. Ele demorou 50 anos para realizar o seu sonho, mas, em conseqüência disso, há nos Estados Unidos pelo menos um telefone em cada casa.

Estar imerso numa visão estimula a disposição para correr riscos e a experimentação. Um bom exemplo é o caso de Steve Jobs e da fundação da Apple. Quando ele tentou convencer várias das grandes empresas de computação a comprar a sua idéia de desenvolver um computador pessoal para uma grande parcela da população - as firmas estabelecidas, citando suas próprias pesquisas de mercados (fatos e números!) disseram-lhe que, no seu modo de ver, não havia mercado para se poder falar em computadores pessoais.

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Re: Moral da História

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