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Moral da História

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Pereira
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qui 09 Jul 2009, 20:42

Nuvens e água

Nos mosteiros zen, os noviços são chamados unsui (nuvem-água) e as decorações do templo zen comportam frequentemente desenhos de nuvens e água.
As nuvens movem-se livremente, formando-se e reformando-se em conformidade com as condições externas e sua própria natureza, que não é tolhida por obstáculos.
A água é submissa, mas tudo conquista.

A água extingue o fogo ou, diante de uma provável derrota, escapa como vapor e se refaz.

A água carrega a terra macia, ou quando se defronta com rochedos, procura um caminho ao redor.

A água corrói o ferro até que ele se desintegre em poeira. A água dá lugar aos obstáculos com aparente humildade, pois nenhuma força pode impedi-la de seguir seu curso traçado para o mar. A água conquista pela submissão; jamais ataca, mas sempre ganha a última batalha.
Essas virtudes da água são as do homem zen perfeito, cuja vida se caracteriza pela liberdade, espontaneidade, humildade e força interior, além da capacidade de adaptar-se às circustâncias mutáveis sem tensão ou ansiedade.

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 11 Jul 2009, 12:03

O vestido azul

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.
Ela freqüentava a escola local.
Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja com roupas muito velhas e maltratadas.
O professor, penalizado com a situação da menina, comentou: "Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".
Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo.
Ela ficou linda no vestido azul!
Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola.
Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.
Quando acabou a semana, o pai falou: "Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal ajeitarmos a casa? Nas horas vagas, vou pintar as paredes, consertar a cerca e plantar um jardim."
Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim e o cuidado em todos os detalhes.
Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.
Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado.
Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.
A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
E tudo começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte.
Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.
Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?
Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?
Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.
É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.
Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.
Você acaba de receber um lindo "vestido azul".
Faça a sua parte.

As vezes cometemos pequenos deslizes para evitar grandes constrangimentos e acabamos magoando pessoas desnecessariamente. Nessas horas, devemos escolher o caminho da verdade.

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 11 Jul 2009, 12:03

Peixe Fresco

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes ha décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco.
E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos.
Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo.
Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado. Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas".
Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porem, vivos.
Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor ?
Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria ?
Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dividas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões .
Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.
Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução e bem simples.
L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".
Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você e, mais você gosta de um bom problema.
Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções.
Você se diverte. Você fica vivo!
Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo".
Os peixes são desafiados.
Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os.
Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista.
Se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.
Se voce alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e ate mesmo da humanidade.
Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.
Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.

"Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar".

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Dom 12 Jul 2009, 09:24

A mentira descoberta

Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do Instituto
M.Gandhi para a Vida Sem Violência, em sua palestra de 9 de junho, na Universidade de Porto Rico, compartilhou a seguinte história como exemplo da vida sem violência exemplificada por seus pais:
"Eu tinha 16 anos e estava vivendo com meus pais no instituto que meu avô havia fundado, a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul, em meio a plantações de cana de açúcar. Estávamos bem no interior do país e não tínhamos vizinhos. Assim, sempre nos entusiasmava, às duas irmãs e a mim, poder ir à cidade visitar amigos ou ir ao cinema.
Certo dia, meu pai me pediu que o levasse à cidade para assistir a uma conferência que duraria o dia inteiro, e eu me apressei de imediato diante da oportunidade.
Como iria à cidade, minha mãe me deu uma lista de coisas do supermercado, as quais necessitava, e como iria passar todo o dia na cidade, meu pai me pediu que me encarregasse de algumas tarefas pendentes, como levar o carro à oficina.
Quando me despedi de meu pai, ele me disse: ‘Nós nos veremos neste local às 5 horas da tarde e retornaremos à casa juntos.’
Após, muito rapidamente, completar todas as tarefas, fui ao cinema mais próximo. Estava tão concentrado no filme, um filme duplo de John Wayne, que me esqueci do tempo. Eram 5:30 horas da tarde, quando me lembrei.
Corri à oficina, peguei o carro e corri até onde meu pai estava me esperando. Já eram quase 6 horas da tarde.
Ele me perguntou com ansiedade:
- Por que chegaste tarde?
Eu me sentia mal com o fato e não lhe podia dizer que estava assistindo um filme de John Wayne. Então, eu lhe disse que o carro não estava pronto e que tive que esperar... isto eu disse sem saber que meu pai já havia ligado para a oficina.
Quando ele se deu conta de que eu havia mentido, disse-me:
- Algo não anda bem na maneira pela qual te tenho educado, que não te tem proporcionado confiança em dizer-me a verdade. Vou refletir sobre o que fiz de errado contigo. Vou caminhar as 18 milhas ate em casa e pensar sobre isto.
Assim, vestido com seu traje e seus sapatos elegantes, começou a caminhar até à casa, por caminhos que nem estavam asfaltados nem iluminados. Não podia deixá-lo só. Assim, dirigi por 5 horas e meia atrás dele... vendo meu pai sofrer a agonia de uma mentira estúpida que eu havia dito.
Decidi, desde aquele momento, que nunca mais iria mentir.
Muitas vezes me recordo desse episódio e penso.. Se ele me tivesse castigado do modo que castigamos nossos filhos, teria eu aprendido a lição? Não acredito... Se tivesse sofrido o castigo, continuaria fazendo o mesmo... Mas, tal ação de não-violência foi tão forte que a tenho impressa na memória como se fosse ontem... Este é o poder da vida sem violência."

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Ter 14 Jul 2009, 20:34

Sons do silêncio

Um rei mandou seu filho estudar no templo de um grande mestre com o objetivo de prepará-lo para ser uma grande pessoa.
Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre o mandou sozinho para uma floresta. Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever todos os sons da floresta.

Quando o príncipe retornou ao templo, após um ano, o mestre lhe pediu para descrever todos os sons que conseguira ouvir.

Então disse o príncipe: "Mestre, pude ouvir o canto dos pássaros, o barulho das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo na grama, o zumbido das abelhas, o barulho do vento cortando os céus..."

E ao terminar o seu relato, o mestre pediu que o príncipe retornasse a floresta, para ouvir tudo o mais que fosse possível. Apesar de intrigado, o príncipe obedeceu a ordem do mestre, pensando:
"Não entendo, eu já distingui todos os sons da floresta..."

Por dias e noites ficou sozinho ouvindo, ouvindo, ouvindo... mas não conseguiu distinguir nada de novo além daquilo que havia dito ao mestre.
Porém, certa manhã, começou a distinguir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes. E quanto mais prestava atenção, mais claros os sons se tornavam. Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. Pensou: "Esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse..."

E sem pressa, ficou ali ouvindo e ouvindo, pacientemente. Queria ter certeza de que estava no caminho certo. Quando retornou ao templo, o mestre lhe perguntou o que mais conseguira ouvir.
Paciente e respeitosamente o príncipe disse: "Mestre, quando prestei atenção pude ouvir o inaudível som das flores se abrindo, o som do sol nascendo e aquecendo a terra e da grama bebendo o orvalho da noite...

O mestre sorrindo, acenou com a cabeça em sinal de aprovação, e disse: "Ouvir o inaudível é ter a calma necessária para se tornar uma grande pessoa. Apenas quando se aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, seus medos não confessados e suas queixas silenciosas, uma pessoa pode inspirar confiança ao seu redor; entender o que está errado e atender as reais necessidades de cada um.

A morte do espírito começa quando as pessoas ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem se atentarem no que vai no interior das pessoas para ouvir os seus sentimentos, desejos e opiniões reais. É preciso, portanto, ouvir o lado inaudível das coisas, o lado não mensurado, mas que tem o seu valor, pois é o lado mais importante do ser humano...

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qua 15 Jul 2009, 21:02

A PARÁBOLA DOS LÁPIS

O Fabricante de lápis falou com cada um de seus lápis:
Existem cinco coisas que você precisa saber antes de eu lhe enviar para o mundo. Sempre se lembre delas e você se tornará o melhor lápis que você pode ser.
Primeira:
Você poderá fazer grandes coisas, mas só se você permitir-se estar seguro na mão de alguém.
Segunda:
Você experimentará um doloroso processo de ser afiado de vez em quando mas isto é exigido se você quiser se tornar um lápis melhor.
Terceira:
Você tem a habilidade de corrigir qualquer mal entendido que você puder ocasionar.
Quarta:
A parte mais importante de você sempre estará do lado de dentro.

Quinta:
Não importa a condição, você deve continuar a escrever.
Você deve sempre deixar uma marca clara e legível não importa o quão difícil a situação.

Todos os lápis entenderam prometendo lembrar-se sempre, e entraram na caixa compreendendo completamente o propósito do seu Fabricante.

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qui 16 Jul 2009, 20:37

A outra janela

A menina debruçada na janela trazia nos olhos grossas lágrimas e o peito oprimido pelo sentimento de dor causado pela morte de seu cão de estimação.
Com pesar observava atenta ao jardineiro a enterrar o corpo do amigo de tantas brincadeiras.
A cada pá de terra jogada sobre o animal, sentia como se sua felicidade estivesse sendo soterrada também.
O avô que observava a aproximou-se a envolveu em um abraço e falou-lhe com serenidade:
- "Triste a cena, não é verdade?"
A netinha ficou ainda mais triste e as lágrimas rolaram em abundância.
No entanto, o avô que desejava confortá-la, chamou-lhe a atenção para outra realidade pegou-lhe pela mão e a conduziu para uma janela opostamente localizada na ampla sala.
Abriu as cortinas e permitiu-a que visse o jardim florido a sua frente
e lhe perguntou carinhosamente:
-Está vendo aquele pé de rosas amarelas bem ali a frente? Lembra que você me ajudou a plantá-lo? Foi em um dia de sol como hoje que nós dois o plantamos. Era apenas um pequeno galho cheio de espinhos e hoje veja como está lindo, carregado de flores perfumadas e botões como promessa de novas rosas.
A menina enxugou as lágrimas que ainda teimavam em permanecer em suas faces e abriu um largo sorriso mostrando as abelhas que pousavam sobre as flores e as borboletas que faziam festa entre umas e outras das tantas rosas de variados matizes que enfeitavam o jardim. O avô, satisfeito pôr tê-la ajudado a superar o momento de dor falou-lhe com afeto:
-Veja, minha filha. A vida nos oferece sempre várias janelas.
Quando a paisagem de uma delas nos causa tristeza sem que possamos alterar o quadro, voltamo-nos para outra e certamente nos deparamos com uma paisagem diferente. Tantos são os momentos de nossa existência, tantas as oportunidades de aprendizado que nos visitam no dia-a-dia que não vale a pena sofrer diante de quadros que não podemos alterar.
São experiências valiosas da vida, das quais devemos tirar lições oportunas sem nos deixar tragar pelo desespero e revolta que só infelicitam e denotam a falta de confiança em Deus.

Se hoje você está a observar um quadro desolador, lembre-se de que existem tantas outras janelas, com paisagens repletas de promessas de melhores dias.

Não se permita contemplar a janela da dor.
Aproveite a lição e siga em frente, com ânimo e disposição.
Agindo assim, o gosto amargo do sofrimento logo cede lugar ao sabor
agradável de viver e saber que De-s nos ampara em todos os momentos da nossa vida.

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 18 Jul 2009, 00:24

ATO DE ACEITAR

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso que se dedicava a ensinar Zen aos jovens.
Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.
O velho aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso Guerreiro retirou-se.

Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade. Ele explicou:

— Se alguém chega até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente?
— A quem tentou entregá-lo, respondeu um de seus discípulos.
— O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.
— A sua paz interior depende exclusivamente de você.
— As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir...

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 18 Jul 2009, 20:08

As 5 grandes lições

Primeira importante lição:

Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era: "Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?"

Sinceramente, isso parecia uma piada.

Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?

Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.

"É claro!", respondeu o professor. "Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples "alô".

Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Dom 19 Jul 2009, 10:58

As 5 grandes lições

Segunda lição importante:

Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.

Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam.

Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela.

Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.

Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia:

"Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. De-s o abençoe por ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole"

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Seg 20 Jul 2009, 13:38

Nadar contra a correnteza

Aprenda a nadar contra a correnteza. Todo processo tende a entropia, ou seja, ao descontrole. Na estrada, se você soltar as mãos da direção do carro, ele tende a sair do rumo certo. Quando você tem uma idéia nova, sempre, sempre, sem dúvida, aparece alguém com um monte de dados e argumentos que justifiquem o seu futuro fracasso. Cabe a você decidir se vai aceitar estes argumentos ou não. Todos nós conhecemos pessoas que têm idéias, em princípio loucas, sem lógica e que com todas as indicações de que vão dar errado. Porém, o idealizador faz dar certo. Depende de você! É claro que nem tudo dá certo e que, muitas vezes, temos que abandonar um determinado projeto ou ponto de vista. Mas, pelo menos, tente. Veja estes exemplos:

- pela lógica e pela nossa saúde, deveríamos fazer, no mínimo, duas refeições por dia de maneira equilibrada. Deveríamos comer legumes e verduras e evitar frituras e refrigerantes. Então, por que os restaurantes e lanchonetes fast-food vivem lotados, diferentemente dos poucos ambientes que oferecem comida saudável e nutritiva?

- pela lógica o gostoso é conhecer pessoas ao vivo, trocar idéias, paquerar olho no olho. Então, por que os chats de bate-papo e paquera virtual vivem cheios?

Em princípio, são idéias e produtos que, pela lógica, não dariam certo, mas hoje são grandes sucessos. Entenda que a vida, o mercado e as pessoas não funcionam de acordo com a lógica. Aliás, nada funciona...

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Ter 21 Jul 2009, 21:05

As 5 grandes lições

Terceira importante lição:

Sempre se lembre daqueles que te serviram. Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou- se a uma mesa.

Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.

- "Quanto custa um sundae?" ele perguntou.
- "50 centavos" - respondeu a garçonete.

O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.

- "Bem, quanto custa o sorvete simples?" ele perguntou.

A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma
mesa e a garçonete perdendo a paciência.

- "35 centavos" - respondeu ela, de maneira brusca.

O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse:

- "Eu vou querer, então, o sorvete simples".

A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.

O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.

Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas - ou seja, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qua 22 Jul 2009, 22:08

As 5 grandes lições

Quarta importante lição:

O obstáculo no nosso caminho. Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.

De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.

Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.

O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu: "Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qui 23 Jul 2009, 22:46

As 5 grandes lições

Quinta importante lição:

Dando quando se conta. Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.

O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã. Eu vi ele hesitar um pouco mas depois de uma profunda respiração ele disse: - "Tá certo, eu topo já que é para salvá-la...".

À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.

De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:

- "Eu vou começar a morrer logo?"

Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!

Pereira
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 25 Jul 2009, 10:48

Um enorme coração

Uma sorveteria famosa sempre lotada nos dias de calor.
Sorvete delicioso. Sabores variados. Clientela bem atendida.
Homens, mulheres, crianças, todos fazem fila e aguardam
pacientemente a sua vez.
Tudo por um sorvete gostoso. Refrescante.
A menina sozinha, com o dinheiro na mão, também entrou na fila.
Esperou, sem reclamar, mesmo quando uns garotos passaram à sua frente, sem cerimônia e sem polidez.
Quando chegou ao caixa, antes que pudesse falar qualquer coisa,
o funcionário lhe ordenou que saísse e lesse o cartaz na porta.
Ela baixou a cabeça, engoliu em seco e saiu. E leu o cartaz, bem
grande, na porta de entrada: proibido entrar descalço!
Olhou para os seus pés descalços e sentiu as lágrimas chegarem
aos olhos. O gosto do sorvete não comprado se diluindo na boca.
Ia se retirando, cabisbaixa, quando uma mão forte a tocou no
ombro. Era um homem alto, grande. Para a menininha, ele parecia um gigante. Foi com ela até o meio-fio, sentou-se e tirou os seus sapatos número 44 e os colocou em frente a ela.
Depois, a suspendeu e enfiou os pés dela nos seus sapatos.
"Eu fico aqui, esperando." - disse ele.
"Vá buscar o seu sorvete! Não tenho pressa."
Ela foi deslizando os pés, arrastando os sapatos, até o caixa.
Comprou sua ficha e saiu, vitoriosa, com seu sorvete na mão.
Quando foi devolver os sapatos para aquele homem, de pés
grandes, barriga grande, ela se deu conta de que se ele tinha pés enormes, muito maior ainda era o seu coração.
" Amar ao próximo é fazer a alegria de alguém, por mais
insignificante que ela possa parecer. É ter olhos de ver a necessidade embutida nos olhos tristes. É ter ouvidos de ouvir os soluços afogados na garganta e os pedidos jamais expressos. Amar ao próximo é simplesmente ter a capacidade de olhar um
pouco além de si mesmo."

Pereira
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Dom 26 Jul 2009, 11:59

Parábola da Convivência

Durante um era glacial muito remota, quando parte do globo terrestre estava coberto por densa camada de gelo, muitos animais não resistiram e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa desesperada de sobreviverem, começou a se unir, a juntarem-se mais e mais. Cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.

Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que forneciam mais calor vital, questão de vida ou morte. E afastaram-se feridos, magoados, sofridos... Dispersaram-se por não suportar mais tempo os espinhos dos seus semelhantes. Doíam muito...

Mas essa não foi a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal modo que unidos, cada qual conservava certa distância do outro. Mínima, mas o suficiente para conviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim, suportaram-se resistindo à longa era glacial.

Sobrevivência.

É fácil trocar palavras, difícil é interpretar o silêncio!
É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos, difícil é reter o seu calor!
É fácil sentir amor, difícil é conter a sua torrente!

Pereira
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Ter 28 Jul 2009, 19:54

A TEORIA DE MEHER BABA

Um dia Meher Baba perguntou aos seus discípulos o seguinte:
Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
Os homens pensaram por alguns momentos...
- Porque perdemos a calma, disse um deles, Por isso gritamos.
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao teu lado? perguntou Baba. Não é possível falar-lhe em voz baixa? Por que gritas a uma pessoa quando estas aborrecido?
Os homens deram algumas respostas, mas nenhuma delas satisfazia ao Baba.
Finalmente ele explicou:
- Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito.
Para cobrir esta distância precisam gritar para poder escutar-se. Quanto mais aborrecidas estejam, mais forte terão que gritar para escutar-se um ao outro através desta grande distância.
Em seguida Baba perguntou:
- O que sucede quando duas pessoas se enamoram? Elas não gritam, mas sim, se falam suavemente, por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Baba continuou:
- Quando se enamoram acontece mais alguma coisa? Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor. Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo. Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Então Baba disse:

- "QUANDO DISCUTIREM, NÃO DEIXEM QUE SEUS CORAÇÕES SE AFASTEM. NÃO DIGAM PALAVRAS QUE OS DISTANCIEM MAIS.
CHEGARÁ UM DIA EM QUE A DISTÂNCIA SERÁ TANTA QUE NÃO MAIS ENCONTRARÃO O CAMINHO DE VOLTA."

    Data/hora atual: Qua 03 Set 2014, 03:57