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Norberto
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Moral da História

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Moral da História

Mensagem por Pereira em Sex 26 Jun 2009, 19:50

Mate-s
Man-YÁOHU 6
15O vosso Pai celestial vos perdoará se perdoarem àqueles que contra vocês pecam; mas, se não quiserem perdoar-lhes, ele não vos perdoará a vocês.

A Importância do Perdão
O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo.
Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra.
O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você.
O mal que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os
resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos; Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter; Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 27 Jun 2009, 13:56


Gálatas 1:10... Se procurasse conformar-me às opiniões de homens não poderia ser servo de hol-MEHUSHKHÁY.


Todas as manhãs

"Todas as manhãs, a caminho do trabalho, João e seu amigo passavam pela banca de jornal do seu Joaquim.
Ao pagar pelo seu jornal, João sempre agradecia com um sorriso nos lábios e desejava ao Sr. Joaquim um bom dia!
Como resposta, recebia sempre o mesmo silêncio e a mesma carranca. Certo dia, seu amigo lhe perguntou:
- João, por que você insiste em desejar bom dia ao seu Joaquim e tratá-lo de forma tão amável se ele é sempre grosseiro e sem educação? E então, sabiamente, João lhe respondeu:

- Simplesmente porque não quero que ele decida como eu devo agir!"
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Dom 28 Jun 2009, 09:02

Mate-s
Man-YÁOHU 28: 20"Portanto, vão e façam discípulos entre todos os povos. Baptizem-nos em Shúam (Nome) de YÁOHU ABí, de ha-BOR, e de RÚKHA hol-HODSHÚA. Ensinem-lhes a obedecer a todos os mandamentos que vos dei.


A Ratoeira

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa !!!

A galinha, disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, aliás não me incomodo com isto.

O rato foi até o porco e lhe disse: - Trago uma terrível notícia!
- Que notícia Sr. Rato?
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira !!!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse: - O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.
E quando se aproximou... batata! A cobra picou a mulher!

O fazendeiro quando viu o circo armado, levou-a imediatamente ao hospital. Alguns dias se passaram e a mulher voltou pra casa ainda com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma boa canja de galinha. Então o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal: A GALINHAAAAAAAA!

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o PORCO.

A coisa estava feia pois a mulher do fazendeiro não melhorava e quem diria... acabou morrendo!!!
Quanta gente veio ver... foi um funeral e tanto!
Apesar do desconsolo, o fazendeiro resolveu reconheceu o carinho dos amigos e resolveu sacrificar a VACA, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História


Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Seg 29 Jun 2009, 20:53


1 Coríntios 1:10... Imploro-vos que sejam unidos numa só maneira de pensar, num só propósito.


Diferenças

Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola.
Reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas.
O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo.
O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída.
E assim foi feito.
Incluíram tudo, mas cometeram um grande erro.
Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos.
O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele.
Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: "Voa,Coelho". Ele saltou lá de cima e "pluft"... coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também.
O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas e, depois, já não conseguia voar tão bem e nem mais cavar buracos.
Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades.
Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram e, no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem ou, ainda pior, poderão não mais fazer o que faziam bem feito.

Respeitar as diferenças é amar as pessoas como elas são!

"Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos!"
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Ter 30 Jun 2009, 20:52

Mate-s
Man-YÁOHU 7:12... Façam aos outros o que querem que vos façam.

O nobre presente

Era uma vez um senhor muito rico que resolveu, ironicamente, presentear um pobre homem no dia de seu aniversário.
Ordenou que seus serviçais recolhessem todo o lixo que encontrassem pelo caminho colocando-os em uma bandeja embrulhada para presente com um grande laço vermelho.
Na presença de todos, o rico senhor mandou que um de seus servos entregasse o presente ao pobre homem, que o recebeu com alegria sem tamanho! Ao abrir o presente, o aniversariante gentilmente agradeceu ao servo a generosidade do rico senhor, dizendo-lhe que iria retribuir tamanha bondade.
Rapidamente, o pobre homem separou todo o lixo que recebeu, cobriu a bandeja com lindas flores que colheu pelo caminho e devolveu-a ao servo que observa perplexo àquela nobre atitude.
Gentilmente, o pobre homem pediu ao servo que, ao entregar a bandeja com flores ao rico senhor, não esquecesse de dizer-lhe o humilde recado: "A gente dá o que tem de melhor".
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qua 01 Jul 2009, 22:02

Lucas 6:45 O que está no coração vem à superfície no falar.

Os Amigos e a Tábua

Era uma vez um rapazinho que tinha um temperamento muito explosivo.
Um dia, o pai deu-lhe um saco cheio de pregos e uma tábua de madeira.
Disse-lhe que martelasse um prego na tábua cada vez que perdesse a paciência com alguém.
No primeiro dia o rapaz pregou 37 pregos na tábua.
Já nos dias seguintes, enquanto ia aprendendo a controlar a ira, o número de pregos martelados por dia foram diminuindo gradualmente.
Ele foi descobrindo que dava menos trabalho controlar a ira do que ter que ir todos os dias pregar vários pregos na tábua...
Finalmente chegou o dia em que não perdeu a paciência uma vez que fosse.
Falou com o pai sobre seu sucesso e sobre como se sentia melhor por não explodir com os outros.
O pai sugeriu-lhe que retirasse todos os pregos da tábua e que lha trouxesse.
O rapaz trouxe então a tábua, já sem os pregos, e entregou-a ao pai.
Este disse-lhe:
- Estás de parabéns, filho! Mas repara nos buracos que os pregos deixaram na tábua. Nunca mais ela será como antes.

Quando falas enquanto estás com raiva, as tuas palavras deixam marcas como essas.

Podes enfiar uma faca em alguém e depois retirá-la, mas não importa quantas vezes peças desculpas, a cicatriz ainda continuará lá.
Uma agressão verbal é tão violenta como uma agressão física.

Amigos são jóias raras, cada vez mais raras.
Eles fazem-te sorrir e encorajam-te a alcançar o sucesso.

Eles emprestam-te o ombro, compartilham os teus momentos de alegria, e têm sempre o coração aberto para ti.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qui 02 Jul 2009, 20:05

Hebreus 10:24Procuremos desenvolver entre nós o amor fraternal e estimulemo-nos a fazer o bem.

Além do Dever

Um homem foi chamado à pintar um barco.
Trouxe tinta e pincéis e enquanto pintava, notou que a tinta passava pelo fundo do barco. Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um pequeno buraco.
Então, fez o reparo e tampou o buraco.
Ao Terminar o serviço, recebeu seu pagamento e foi embora.
Passados alguns dias, o proprietário do barco procurou o pintor e muito agradecido, lhe entregou um cheque de grande valor.
O pintor surpreso falou:
- O senhor já me pagou pelo serviço da pintura do barco.
- Esse valor não é pelo trabalho de pintura... é por ter consertado o vazamento do barco.
- Mas é uma quantia muito alta por algo tão insignificante...
- Deixe-me contar o que aconteceu... Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento que existia.
Após a secagem, meus filhos saíram com o barco para uma pescaria.
Eu não estava em casa naquele momento.
Ao retornar, notei que haviam saído com o barco e fiquei desesperado. Achei que o buraco no casco do barco provocaria grande acidente!
Quando vi meus filhos retornando sãos e salvos não pude acreditar. Corri para examinar o barco e constatei que você havia consertado o vazamento.
Percebe agora o que fez.....Salvou a vida dos meus filhos!!! Não tem dinheiro suficiente que pague sua "pequena" boa ação.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sex 03 Jul 2009, 20:25

QUEBRANDO PARADIGMAS

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas.

Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo nao mais subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato. Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o ultimo dos veteranos foi substituído.
Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar as bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."
Você não deve perder a oportunidade de passar esta historia para seus amigos, para que, vez por outra, questionem-se porque estão batendo...

"É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO". Albert Einstein
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 04 Jul 2009, 18:52

Ter idéias é influenciar o rumo dos acontecimentos.

Os acontecimentos giram em torno de três coisas.

PESSOAS – Escolher as pessoas certas.
VALORES – Estabelecer valores certos.
IDÉIAS – Praticar de imediato. Não perder tempo

A associação perfeita destes três itens é as chaves do sucesso.

Walter Disney certa vez disse que, se você puder sonhar com algo, então conseguirá transformar esse sonho em realidade.

Quando uma organização tem uma imagem razoavelmente clara de um futuro desejável, isso é uma visão “sugere Hal Leavitt. A visão requer: Inovação, iniciativa, criatividade”.

Os exemplos seguintes podem contribuir para ilustrar o significado de uma visão.

Em 1928, aos 27 anos de idade, William Paley assumiu o controle da CBS. Nessa época, a companhia não tinha emissoras de rádio próprias, não figurava entre as maiores do ramo (que era dominado pela NBC) e, na verdade, estava tendo prejuízos. No período de 10 anos, Paley montara uma rede de 114 emissoras e a companhia estava tendo lucros de 28 milhões de dólares por ano. Quatro décadas depois – com Paley ainda à testa da CBS – a empresa era a primeira da indústria radiofônica.

O que Paley tinha desde o início era uma visão, daquilo que poderia ser. Era como se ele em Nova York, sentado no pequeno escritório de uma empresa quase falida, pudesse ver não apenas a sua escrivaninha e uma série de anunciantes em potencial, ao longo da Avenida Madison, mas milhões de americanos do interior, muitos deles em casas ainda sem eletricidade. Pessoas solitárias para as quais o rádio era praticamente a única forma de diversão.
O que o tornou diferente foi a sua percepção, sua confiança de que poderia chegar até elas e de que tinha algo para lhes oferecer. Ele pode ver uma audiência onde, de fato, não havia audiência alguma.

Em outro caso, extraído do mundo das atividades empresariais, Theodore Vail, presidente da AT&T, (Micors computadores), teve uma visão de um serviço universal de telefonia nos Estados Unidos. Ele demorou 50 anos para realizar o seu sonho, mas, em conseqüência disso, há nos Estados Unidos pelo menos um telefone em cada casa.

Estar imerso numa visão estimula a disposição para correr riscos e a experimentação. Um bom exemplo é o caso de Steve Jobs e da fundação da Apple. Quando ele tentou convencer várias das grandes empresas de computação a comprar a sua idéia de desenvolver um computador pessoal para uma grande parcela da população - as firmas estabelecidas, citando suas próprias pesquisas de mercados (fatos e números!) disseram-lhe que, no seu modo de ver, não havia mercado para se poder falar em computadores pessoais.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Dom 05 Jul 2009, 11:46

COMUNICAR NÃO É O QUE A GENTE FALA, MAS SIM,
O QUE O OUTRO ENTENDE!



Assunto do Dia:

DO MAJOR AO CAPITÃO: “Dando-se, amanhã, um eclipse do sol, determino que a Companhia esteja
formada no campo de exercícios, em uniforme de campanha, onde darei
explicações em torno de um raro fenômeno, que não acontece todos os dias. Se
chover, nada poderá ser visto. Neste caso, a Companhia ficará de folga
dentro do quartel”.
Transmita a ordem ao Tenente.


DO CAPITÃO AO TENENTE:
“De ordem do Senhor Major, haverá um eclipse do sol, no campo de campanha.
Se chover, o que não acontece todos os dias, nada poderá ser visto. Neste
caso, o Major, que é um fenômeno raro, dará explicações necessárias, dentro
do quartel, em uniforme de campanha”.
Transmita a ordem ao Sargento.

DO TENENTE AO SARGENTO: “O Major fará, amanhã, um eclipse do sol, em uniforme de campanha. Toda a
Companhia deverá formar no campo de exercícios, onde o Major dará
explicações necessárias, o que não acontece todos os dias. Se chover, o
fenômeno será mesmo dentro do quartel, o que, aliás, é raríssimo”.
Transmita a ordem ao Cabo.

DO SARGENTO AO CABO: “Amanhã, a Companhia formará para receber um tal Eclipse do Sol, que dará
explicações necessárias sobre o nosso raro Major. O fenômeno sairá do
quartel em uniforme de campanha, para o campo de exercícios. Isso, se não
chover dentro do quartel, o que não acontece todos os dias”.
Transmita a ordem aos Soldados.

DO CABO AOS SOLDADOS: “Companhia, sentido! Amanhã o raro Major Eclipse dará explicações
necessárias do sol, em uniforme de campanha, sob a chuva, no campo de
exercícios. Se não chover, o fenômeno formará todos os dias até chover em
torno do quartel. Vocês estão proibidos de olhar, pois nada poderá ser
visto. Companhia, dispersar!”
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Seg 06 Jul 2009, 21:40

Força interior

Duas crianças estavam patinando num lago congelado.
Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas quando, de repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.

A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo, por fim, quebrá-lo e libertar o amigo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou:

- Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram:
- Pode nos dizer como?!
- É simples, respondeu o velho. Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Ter 07 Jul 2009, 19:52

Um gesto de amor

Um garoto pobre, com cerca de doze anos de idade, vestido e calçado de forma humilde, entra na loja, escolhe um sabonete comum e pede ao proprietário que embrulhe para presente.
"É para minha mãe!" Diz com orgulho.
O dono da loja ficou comovido diante da singeleza daquele presente. Olhou com piedade para o seu freguês e, sentindo uma grande compaixão, teve vontade de ajudá-lo.
Pensou que poderia embrulhar, junto com o sabonete comum, algum artigo mais significativo. Entretanto, ficou indeciso: ora olhava para o garoto, ora para os artigos que tinha em sua loja.
Devia ou não fazer? O coração dizia sim, a mente dizia não.
O garoto, notando a indecisão do homem, pensou que ele estivesse duvidando de sua capacidade de pagar.
Colocou a mão no bolso, retirou as moedinhas que dispunha e as colocou sobre o balcão.
O homem ficou ainda mais comovido quando viu as moedas, de valor tão insignificante. Continuava seu conflito mental.
Em sua intimidade concluíra que, se o garoto pudesse, ele compraria algo bem melhor para sua mãe.
Lembrou então de sua própria mãe.
Fora pobre e muitas vezes, em sua infância e adolescência, também desejara presentear sua mãe.
Quando conseguiu emprego, ela já havia partido para o mundo espiritual.
O garoto, com aquele gesto, estava mexendo nas profundezas dos seus sentimentos.
Do outro lado do balcão, o menino começou a ficar ansioso.
Alguma coisa parecia estar errada.
Por que o homem não embrulhava logo o sabonete?
Ele já escolhera, pedira para embrulhar e até tinha mostrado as moedas para o pagamento.
Por que a demora? Qual o problema?
No campo da emoção, dois sentimentos se entreolhavam: a compaixão do lado do homem, a desconfiança por parte do garoto.
Impaciente, ele perguntou:
- Moço, está faltando alguma coisa?
- Não, respondeu o proprietário da loja.
- É que de repente me lembrei de minha mãe. Ela morreu quando eu ainda era muito jovem. Sempre quis dar um presente para ela, mas, desempregado, nunca consegui comprar nada.
Na espontaneidade de seus doze anos, perguntou o menino:
- Nem um sabonete?
O homem se calou. Refletiu um pouco e desistiu da idéia de melhorar o presente do garoto.
Embrulhou o sabonete com o melhor papel que tinha na loja, colocou uma fita e despachou o freguês sem responder mais nada.
A sós, pôs-se a pensar. Como é que nunca pensara em dar algo pequeno e simples para sua mãe?
Sempre entendera que presente tinha que ser alguma coisa significativa, tanto assim que, minutos antes, sentira piedade da singela compra e pensara em melhorar o presente adquirido.
Comovido, entendeu que naquele dia tinha recebido uma grande lição.
Junto com o sabonete do menino, seguia algo muito mais importante e grandioso, o melhor de todos os presentes:
O gesto de amor!
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qua 08 Jul 2009, 14:49

Uma lição de gestão diferenciada

João trabalhava em uma empresa há muitos anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com seus 20 anos de casa.

Um belo dia, ele procura o dono da empresa para fazer uma reclamação:

- Patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Juca, que está conosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.

O patrão escutou atentamente e disse

- João, foi muito bom você vir aqui.

- Antes de tocarmos nesse assunto, tenho um problema para resolver e gostaria da sua ajuda. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço.

Aqui na esquina tem uma quitanda. Por favor, vá até lá e verifique se eles têm abacaxi .

João, meio sem jeito, saiu da sala e foi cumprir a missão.

Em cinco minutos estava de volta.

- E aí, João?

- Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.

- E quanto custa?

- Isso eu não perguntei, não.

- Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários?

- Também não perguntei isso, não.

- Há alguma outra fruta que possa substituir o abacaxi?

- Não sei, não.

O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Deu a ele a mesma orientação que dera a João:

- Juca, estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço. Aqui na esquina tem uma quitanda. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi, por favor.

Em oito minutos o Juca voltou.

- Eles têm abacaxi, sim, e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal; e se o senhor preferir, tem também laranja, banana e mamão.

- Abacaxi é vendido a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; melão R$ 1,20 a unidade e a laranja a R$ 20,00 o cento, já descascado.

- Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles darão um desconto de 15%. Aí aproveitei e já deixei reservado.

- Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo - explicou Juca.

Agradecendo as informações, o patrão dispensou-o para retornar ao trabalho.

Voltou-se para o João, que permanecia sentado ao lado, e perguntou-lhe:

- João, o que foi mesmo que você estava me dizendo?

- Nada. Respondeu João, saindo cabisbaixo da presença do patrão.


Moral da História

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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Qui 09 Jul 2009, 20:42

Nuvens e água

Nos mosteiros zen, os noviços são chamados unsui (nuvem-água) e as decorações do templo zen comportam frequentemente desenhos de nuvens e água.
As nuvens movem-se livremente, formando-se e reformando-se em conformidade com as condições externas e sua própria natureza, que não é tolhida por obstáculos.
A água é submissa, mas tudo conquista.

A água extingue o fogo ou, diante de uma provável derrota, escapa como vapor e se refaz.

A água carrega a terra macia, ou quando se defronta com rochedos, procura um caminho ao redor.

A água corrói o ferro até que ele se desintegre em poeira. A água dá lugar aos obstáculos com aparente humildade, pois nenhuma força pode impedi-la de seguir seu curso traçado para o mar. A água conquista pela submissão; jamais ataca, mas sempre ganha a última batalha.
Essas virtudes da água são as do homem zen perfeito, cuja vida se caracteriza pela liberdade, espontaneidade, humildade e força interior, além da capacidade de adaptar-se às circustâncias mutáveis sem tensão ou ansiedade.
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Re: Moral da História

Mensagem por Pereira em Sab 11 Jul 2009, 12:03

O vestido azul

Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita.
Ela freqüentava a escola local.
Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja com roupas muito velhas e maltratadas.
O professor, penalizado com a situação da menina, comentou: "Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".
Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo.
Ela ficou linda no vestido azul!
Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola.
Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.
Quando acabou a semana, o pai falou: "Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal ajeitarmos a casa? Nas horas vagas, vou pintar as paredes, consertar a cerca e plantar um jardim."
Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim e o cuidado em todos os detalhes.
Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.
Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado.
Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.
A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.
E tudo começou com um vestido azul.
Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte.
Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.
Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?
Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?
Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.
É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.
Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.
Você acaba de receber um lindo "vestido azul".
Faça a sua parte.

As vezes cometemos pequenos deslizes para evitar grandes constrangimentos e acabamos magoando pessoas desnecessariamente. Nessas horas, devemos escolher o caminho da verdade.

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Re: Moral da História

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