F.E. A Doutrina de Jesus Cristo.

--------------------------------------
OLÁ, SEJA BEM VINDO AO FÓRUM EVANGELHO.

CASO DESEJE PARTICIPAR DE DEBATES FAÇA SEU REGISTRO.

ESTE FÓRUM É ABERTO A PESSOAS DE TODOS OS CREDOS.

SE PREFERIR SER APENAS UM LEITOR, ACOMPANHE AS POSTAGENS.

"Conheçamos e prossigamos em conhecer a YHVH ( י ה ו ה )..." (Oséias 6.3)

Norberto
Administrador do Fórum Evangelho

Fórum evangélico, aberto à participação de pessoas de qualquer credo ou religião.


Satanismo: O caso das duas crianças mortas em ritual de magia negra no RS

Compartilhe

Chico Costa
- Áqüila / Priscila -
- Áqüila / Priscila -

Status : no perfil, defina seu status ou deixe em branco.
Sexo : Masculino
Número de Mensagens : 1611
Idade : 51
Cidade/Estado : Gravataí/RS
Religião : Sem Religião
Igreja : Sem Igreja
País : Brasil
Mensagens Curtidas : 56
Pontos de participação : 3202
Data de inscrição : 02/01/2012

Satanismo: O caso das duas crianças mortas em ritual de magia negra no RS

Mensagem por Chico Costa em Sex 09 Fev 2018, 08:11

"Delegado disse que era Deus e veio prender Satanás", relata líder de templo após ser solto

https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/dono-de-templo-nega-ser-bruxo-e-diz-que-sofreu-perseguicao-religiosa-apos-ser-considerado-suspeito-em-caso-de-morte-de-criancas.ghtml


Dono de templo nega ser bruxo e diz que sofreu perseguição religiosa após ser considerado suspeito em caso de morte de crianças

Sílvio Fernandes Rodrigues foi preso em 27 de dezembro, junto com outros quatro apontados inicialmente como envolvidos em suposto ritual. Todos foram soltos após polícia descobrir que testemunhas haviam mentido.

Apontado pela investigação como líder de um templo satânico, Sílvio Fernandes Rodrigues, de 44 anos, negou ser bruxo e afirmou, em entrevista ao G1, que foi vítima de uma perseguição religiosa ao ser considerado suspeito no caso das crianças encontradas mortas em Novo Hamburgo. "Não sou satanista, não sou bruxo. Sou mestre de magia com mais de 20 anos de religiosidade", sentenciou Sílvio.

Ele saiu da Penitenciária Estadual do Jacuí (PEJ) na noite de quarta-feira (7), onde estava desde 27 de dezembro, após o delegado que investiga o caso, Rogério Baggio, pedir à justiça a revogação dos mandados impetrados contra sete homens considerados suspeitos. As testemunhas que baseavam a investigação até então, descobriu o delegado, haviam mentido. Um homem foi preso no mesmo dia por ter incentivado os falsos testemunhos.

Sílvio falou com o G1 em um escritório em Porto Alegre.

"É uma situação bastante complicada, porque ainda não consegui organizar nada, ver nada. Estou preocupado agora em dar segurança para minha família", disse Sílvio. Segundo ele, a esposa e os três filhos, de 11, 21 e 23 anos, foram "quase linchados" na rua após sua prisão.

"A sociedade inteira está condenando. A repercussão foi nacional e internacional. Eu tenho amigos na Argentina. Como vou voltar lá se fui acusado de raptar e matar duas crianças argentinas?", comentou.

Sílvio acredita ter sido vítima de perseguição religiosa, em função do seu envolvimento com a magia. "Houve uma tendência, sim. Isso foi nítido na mídia pelo delegado da época ser cristão. Eu creio que foi perseguição religiosa e tendenciosa", afirmou.

Na época da prisão de Sílvio e outros três apontados pela polícia como envolvidos no caso, o delegado substituto Moacir Fermino afirmou que teve uma "revelação divina" por meio de dois profetas para relacionar a morte das crianças aos suspeitos.

Sílvio lembrou o dia em que foi preso. "Eu estava em casa e aí adentraram com as viaturas, eram quatro viaturas, muitos policiais. O delegado deu voz de prisão. Chegou e disse: 'Eu sou Deus e vim prender satanás'. Perguntei qual era a acusação e ele disse que eu saberia na delegacia. Não fazia ideia do que se tratava", comentou.

De lá, foi levado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde permaneceu por sete dias, até ser levado à PEJ, em Charqueadas, a 60 km da capital.

A conduta de Moacir será investigada pela Corregedoria da Polícia Civil. O G1 tentou contato com o delegado, mas ele não foi localizado.

As crianças teriam sido mortas em sacrifício durante um ritual para atrair prosperidade nos negócios do ramo imobiliário, encomendado por duas pessoas. Uma delas, Paulo Ademir Norbert, afirmou em entrevista ao G1 que não teve envolvimento com o caso, e que sequer conhecia Sílvio. Sílvio também negou conhecer os demais apontados.

Ano Novo na cadeia
Sílvio ficou preso por 43 dias. Ele dividia a cela na PEJ com outros cinco homens e recebia visitas dos familiares duas vezes por semana. No dia 31 de dezembro, na virada do ano, ele estava na cadeia. "Minha família ficou na esquina do presídio. Gritavam de lá pra eu ouvir", lembrou ele.

    Data/hora atual: Sex 25 Maio 2018, 02:14