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Norberto
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Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

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Edison
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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Edison em Qui 18 Jun 2009, 20:26

Jefté disse:

Edison

Discordo veemente de você!
Deus não só é Deus dos judeus: "É porventura Deus somente dos judeus? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente." (Rom. 3:29)

E outra vez diz: "Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá."

Ora, também não está escrito? "Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio." (Ef. 2:14)

Então, pergunto: O Senhor derrubou a parede, ou ela ainda está de pe?
Será que o Senhor não a derrubou?
Creio que não existe mais nem haverá de existir jamais!
Por que se Ele derrubou, quem é que vai levantar?

E:
Acaso cessar a transgressão, seria somente com Israel?
Acaso dar fim aos pecados, seria só os de Israel?
Acaso expiar a iniqüidade, seria só para Israel?
Acaso trazer a justiça eterna, seria só a Israel?
Acaso selar a visão e a profecia tem alguma coisa haver com Israel?
Acaso ungir o Santíssimo, seria por causa de Israel?

Não pode ser, pois diz: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."

Então, Edison, acabou-se (a muito) o tempo em que Deus considerava Israel como especial!
Deus enviou a Jesus porque amou ao mundo!
Essa barreira grandíssima foi extinguida na cruz de Cristo!
Foi quebrada para sempre! E nunca mais voltará, porquanto o evangelho de Cristo é eterno! E nunca passará!

E por que os cristãos hoje estão levantando-a? Com ordem e permissão de quem?
Paulo, quando pregava aos gentios, dizia aos Coríntios: "Nossos pais estiveram no deserto..." (I Cor. 10:1) Ora, a união é tão grande que Paulo fala "nossos pais" aos coríntios.

Então, Edison, a justiça eterna, a qual chega ao findar as 70 semanas não é somente aos judeus, mas a todos!
A todos os que crêem em Cristo! Quanto aos judeus, se não crerem, Deus não está apaixonado por ninguém, nem forçará a ninguém jamais, a crer!
Pelo contrário, se o judeu não crer, vai sofrer a mesma coisa, somente que a ira a ele vem primeiro. (Rom. 2:9)

E outra vez digo: A justiça eterna (aquela que é e sempre será) vem de uma vez, e para todos!


Jefté, as 70 semanas não são para os gentios. Você tem de partir daí.

O tempo dos gentios não é contado. O tempo dos gentios se inicia a partir da rejeição do Messias pelos judeus.

Israel continua tendo a mesma importância para Deus desde Abraão. Porem veja; A quantos séculos Israel não tem profetas?

O Calvário, a Graça, o Espírito Santo foi dado à Israel, porem Israel rejeitou. Por que rejeitou? Rejeitou porque foram cegados. Foram cegados por quem? Por Deus. Por que foram cegados? Para que nós pudéssemos ver.

"Pois quê? O que Israel buscava não o alcançou; mas os eleitos o alcançaram, e os outros foram endurecidos.
Como está escrito: Deus lhes deu espírito de profundo sono, olhos para não verem, e ouvidos para não ouvirem, até ao dia de hoje"
(Rom. 11:7-13).

Agora, aqueles seis propósitos (cessar a transgressão, dar fim aos pecados, expiar a iniquidade, trazer justiça eterna, etc) na Igreja-Noiva já tem se cumprido porque ela é parte Dele. Ela foi crucificada com Ele. Ela morreu com Ele. Ela ressusitou com Ele. Ela é nova criatura Nele. Ele não está mais com ela, Ele está nela.

Por isso ela não passa pelo juizo da Grande Tribulação. Não há juizo para aqueles que estão em Cristo Jesus. Ela está limpa, virgem, purificada e ataviada para as bodas.

Edison

Pereira
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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Pereira em Qui 18 Jun 2009, 21:19

Amado Jefté,

Como o amado explica o texto: Apocalipse 22: 2... as suas folhas são utilizadas para curar as nações.

Observe amado que há distinção de Nações, Jude-s e Igreja.

O amado não vê que essa distinção é importante para entender as Profecias?


Shalom
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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Pereira em Qui 18 Jun 2009, 21:21

Amado Edison,

Observe que o inicio da ultima semana é marcado com o surgimento do Anti Ungido.

Isso mostra que a Ultima semana ainda não começou.

E mais, somente terá seu inico quando o que resiste (A Igreja, o Sal, a Luz) for retirada.)

Shalom

Edison
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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Edison em Qui 18 Jun 2009, 21:28

Pereira,

Você está confundindo a semana do anti-Cristo com as 70 semanas.

A última metade pode até se desenrolar em meio à semana do anti-Cristo, porem não é a mesma coisa.

Outra coisa, a destruição de Jerusalem no ano 70 aconteceu mais ou menos 40 anos após a crucificação e uma semana profética tem apenas 7 anos.

Como o irmão sabe 40 é juizo.
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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Pereira em Qui 18 Jun 2009, 21:39

Amado Edison,

Não é vergonha admitir que estamos errado. Verganha é saber que se está errando e permanecer no erro.

Veja amado como seus argunmentos estão contrarios as Escrituras:

As Setenta Semanas estão divididas em três períodos:

1. Sete Semanas, ou quarenta e nove anos

Marca o 1º período das setenta semanas e com um fato notável a história: “Sabe e entende, desde a ordem para restaurar e para edificar YAOHUshuaoleym, até ao Messias, sete semanas e sessenta e duas semanas. Dn 9:25.

O primeiro período começa então com o reinado de Artaxerxes em 445 a.M.

Esta ordem é identificada, pôr muitos comentaristas, como os decretos elaborados pôr Ciro, Dario e Artaxerxes, registrado no livro de Esdras (Ed 6:14) Mas estes decretos, sem nenhuma exceção, são acerca da “reconstrução do templo” e não da cidade. Leia cuidadosamente Ed 1:1,2; 4:1-5; 11-24; 6:1-5; 14,15; 7:11:20,27 e note que a referência ao decreto fala da “Casa do YAOHU”. Mas não há autorização para a reconstrução da cidade. A reconstrução do templo foi interrompida pôr certo tempo, devido às acusações dos inimigos dos YAOHUdim de que estes estavam tentando reconstruir também a cidade sem autorização. (Ed 4:1-24)

Existe somente um decreto na história do Antigo Testamento, fora de todas as manipulações de interpretação, que tem a possibilidade de ser identificado como a referida “ordem” da profecia de DayanUL.

Este decreto se acha no livro de NaorremYAOHU(Ne). Leia cuidadosamente Ne 1:4 e 2:1-8, notando alguns fatos.

Primeiro foi a notícia da condição ruinosa do “muro” e dos “portões” da cidade que desperta profunda preocupação em Naorrem YAOHU(Ne), o copeiro do rei Artaxerxes.

Segundo foi que, após a oração, ele “ousou” pedir ao rei: Peço-te que me envieis a Judá, à cidade dos sepulcros de meu pai, para que eu a reedifique” (Ne 2:5).

Terceiro, é que seu pedido ousado, lhe foi concedido pela graça de YAOHU UL : “E o rei mas deu, porque a boa mão do meu YAOHU UL era comigo” (Ne 2:Cool.

O mais importante, entretanto, é notar como NaorremYAOHU(Ne) registra cuidadosamente sob inspiração de ULHIM, a data exata desse decreto: “No mês de Nisã, no ano vigésimo do rei Artaxerxes” (Ne 2:1).

Interessante que até mesmo a mais recente edição da Enciclopédia britânica, certamente sem preconceito favorável à profecia, marca a data da ascensão de Artexerxes como 465 a.M., assim seu vigésimo ano vem a ser exatamente 445 a.M.


2. Sessenta e Duas Semanas, ou quatrocentos e trinta e quatro anos

Somando os 49 anos do 1º período mais esses 434, formam exatamente 483 anos.

Pôr meio de cálculos cuidadosos, os eruditos tem encontrado:

Que essas 62 semanas (434 anos) terminam com a entrada triunfal do Odmorul YAOHUSHUA em YAOHUshuaoleym, e também:

Que essas 62 semanas (434 anos) somadas às sete semanas (49 anos) marca a data certa da primeira vinda do Messias e determina o período do reinado do AntiMessias.

Para encontrar o final das sessenta e nove semanas, temos que reduzi-las a dias. Desde que há 69 semanas de 7 anos cada uma, e cada ano tem 360 dias, a equação à qual chegamos é 69 x 7 x 360 = 173.880 dias.

Começando a contar no dia 14 de março (dia da preparação para a Páscoa) de 445 a.M. este total nos leva até 6 de abril de 32 d.M.

Para provar que os 173.880 dias são exatamente iguais ao período desde 14 de março de 445 a.M. até 6 de abril de 32 d.M., é necessário calcular este período pôr nosso próprio calendário, assim:

445 a.M até 32 d.M = 476 (a.M 1 até d.M 1 = 1 ano)

476 x dias = 173.740 dias

aumento dos anos bissextos: .............. 116 dias (3 a menos em 4 séculos)

(dividir 476 pôr 4 = 119 anos bissextos) porque 476 envolve 4 séculos e subtrai 3 de 119 para obter o número preciso de anos bissextos em 476 anos.

14 de março a 6 de abril = 24 dias Total: 173.880 dias

Portanto se somar 173.880 dias a partir de 14 de março de 445 a.M dará exatamente: 6 de abril de 32 d.M. (Zc 9:9; Lc 19:29-40)

3. Uma Semana

Este é o terceiro e último período das Setenta Semanas. Completa dessa forma setenta semanas e como são semanas de anos, quatrocentos e noventa anos.

É natural pensar que esses sete anos ou esta última semana seguir-se-á logo após as sessenta e duas semanas (os 483 anos); porém esta última semana se torna separada pôr um grande intervalo de tempo.

E então pôr que DayanUL não menciona o intervalo imenso que há entre a 69ª (sexagésima nona) semana e a 70ª (septuagésima)?

Porque as setenta semanas tratam somente do plano de YAOHU UL com Yaoshorul e, assim, não lhe incluem o intervalo, a época da Oholyao.

Devemos lembrar que o livro de DayanUL é, antes de tudo, para os YAOHUdim. Foi um mistério não revelado no Antigo Testamento, que YAOHU UL quis formar depois da primeira vinda do Messias e antes da segunda vinda, um outro povo escolhido e composto de YAOHUdim e Gentios. O profeta avistou de longe dois cumes da cordilheira de eventos sem considerar os muitos picos menores que sempre existiram entre os dois. (Ef 3:3-6; 5:32; I Pe 1:10-12)

Existe um grupo que segue e defende o argumento da interpretação contínua (incorreta). Segundo este argumento o período inteiro das setenta semanas é contínua e sem interrupção ou seja a septuagésima semana segue a sexagésima-nona sem nenhum intervalo de tempo.
Evidentemente, se esta teoria fosse certa, a septuagésima semana já teria passado, tendo terminado na primeira parte do livro de atos.

Os defensores desta teoria não concordam entre si em todos os detalhes, mas o grupo mais importante acredita que o Messias morreu no meio da septuagésima semana, e, portanto, que esta última semana deveria ter findado três anos e meio depois da cruz.

Tal intervalo de tempo antes da septuagésima semana implicado pela leitura mais natural da profecia.

Quando lemos no versículo 24: “Setenta semanas estão determinadas”, imediatamente concluímos que todas as semanas (setenta) são contínuas, e, então poderá se arrastar esta interpretação errada através do restante da profecia.

Porém, no versículo 25, encontramos um período de 69 semanas terminando com um acontecimento histórico definido, o aparecimento do Messias, o Príncipe. Então depois destas 69 semanas vêm dois outros eventos: a morte do Messias e a destruição da cidade. Se seguirmos a ordem do texto, a morte do Messias e a destruição de YAOHUshuaoleym se encontram entre as semanas sexagésima-nona e a septuagésima semana da profecia.

Um intervalo de tempo entre as semanas sexagésima-nona e a septuagésima é exigido pelo cumprimento histórico dos dois eventos preditos no versículo 26.

Estes eventos foram a morte do Messias e a destruição de YAOHUshuaoleym e ambos são colocados depois e não dentro das 69 semanas.

É conhecido na história que no ano 70 d.M., o General romano Tito, destruiu YAOHUshuaoleym e seu santuário num dos cercos mais poderosos de todos os tempos.

Sendo certo que as primeiras sessenta e nove semanas terminaram depois de 32 AD, destruição da cidade ocorreu quase quarenta anos depois do fim das sessenta e nove semanas. Mas na narrativa da profecia a destruição da cidade é colocada antes da última semana.

Portanto o cumprimento histórico deste detalhe da profecia, sobre o qual quase todos concordam, exige um intervalo de mais ou menos 38 anos e assim fornece evidência infalível ao problema que tem confundido tantos comentaristas. Porque mesmo que um ano só seja admitido entre as últimas duas semanas, o princípio da interpretação do intervalo fica admitido. E se pode haver 38 anos, não há nenhuma razão apriorística para negar que possa haver dezenove séculos.

Pode se observar também que os cumprimentos dos acontecimentos tremendos do versículo 24 não se acham em lugar algum da história, logicamente pôr serem futuros, e estão aguardando a realização de septuagésima semana:
• Extinguir a transgressão
• Dar fim aos pecados
• Expiar a iniquidade
• Trazer a justiça eterna
• Selar a visão e a profecia
• Ungir o Santo dos Santos.
Pôr outro lado podemos argumentar que um intervalo imprevisto no tempo profético não é fenômeno raro nas profecias do Antigo Testamento (Is 9:6; Zc 9:9,10; Is 61:1,2)

Sabe-se que muitas vezes há pouca ou nenhuma perspectiva de tempo nas visões do profeta do Antigo Testamento. Ele via junto no panorama da profecia eventos que no seu cumprimento ficaram separados por séculos. Esta característica curiosa, tão estranha ao modo de pensar ocidental, era perfeitamente compatível como o modo oriental que pouco se preocupa com a cronologia contínua.

O Dr. M. G. Kyle dizia aos seus alunos, o oriental se interessa pelo próximo evento importante e não pelo tempo que possa intervir. A Bíblia é um livro oriental, humanamente falando. Contudo, vemos que mesmo os profetas se confundiam pela falta de perspectiva de tempo. Káfos relata que depois de terem escrito, os profetas procuravam o significado do que haviam dito: “Investigando atentamente qual ocasião ou quais circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito do Messias que estava neles, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes ao Messias, e sobre as Hodayaos que os seguiriam” I Pe 1:11.

Evidentemente os profetas viam claramente tantos os sofrimentos quanto as Hodayaos do Messias. Ainda mais, sabiam da ordem cronológica ou seja: primeiro os sofrimentos e depois as Hodayaos. Porém uma coisa era obscura para eles: o tempo. “Qual ocasião ou qual circunstância”.

Isto é precisamente o problema das profecias das setenta semanas. Dayan UL viu claramente os sofrimentos do Messias - O Messias seria “exterminado” depois da sexagésima-nona semana, mas antes da septuagésima. É igualmente certo que DayanUL viu as Hodayaos do Messias que viriam ao fim da septuagésima semana (Dn 9:24).

Mas parece evidente que o problema do tempo intercalado ficou além do seu entendimento, porque este problema foi discutido pêlos mensageiros angélicos (Dn 12:6,7).

DayanUL confessa: “Ouvi, porém não entendi” (Dn 12:Cool. Esta falta de entendimento, não foi pôr falta de compreensão espiritual; mas sim pôr parte do plano soberano de YAOHU UL ; vemos pelo versículo 9: “Vai-te DayanUL; pois as palavras estão encerradas e seladas até o tempo do fim”. Este dito não se refere a todo o livro de DayanUL, mas somente ao tempo implicado na septuagésima semana da profecia.

O tempo do fim chegará com o início da septuagésima semana, e então a cronologia profética ficará tão clara que só os ímpios é que não poderão entendê-la. (Dn 12:10)

Jefté
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Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Jefté em Qui 18 Jun 2009, 21:49

Pereira

Quem não tiver parte na Primeira ressurreição terá que ir ao Juizo.
No dia do juízo não importa se foi judeu, grego, bárbaro, cita, servo, livre, pagão, religioso ou ímpio: quem não estiver inscrito no Livro da Vida vai ao lago de fogo.
E quem estiver no Livro da Vida deve vai à Nova Terra, e nela não se fala no em distinção de povos. Me mostre em Apocalipse onde se fala dessa distinção de povos na Nova Terra?
Quanto à árvore da vida, do seu fruto só terá parte os da Nova Jerusalém, e as suas folhas serão p/ a cura das nações - Nova Terra.
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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Pereira em Qui 18 Jun 2009, 21:55

O amado postou que não haverá mais transgressão nem pecado. Postou que carne e sanguem não terá lugar. Pergunto: Por que as nações precisarão de CURA? haverá transgessaão e pecado após todas essas coisas?
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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Pereira em Qui 18 Jun 2009, 21:56

Amado Jefté,

Não se esqueça que o Eterno fez promessa sEternas a Abraão e seu povo.

Ele cumpre suas promessas.

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Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Jefté em Qui 18 Jun 2009, 22:21

Edison

Que tempo dos gentios é esse?
Não existe isso.
Primeiro que os judeus também receberam o Senhor, os apóstolos eram judeus e em Atos se fala de milhares de conversões de judeus.
E não estamos no tempo dos gentios, mas no tempo da graça!
Novamente digo, não podemos interpretar as profecias a nossa maneira.
E não estamos vivendo no tempo dos gentios mas no tempo da Graça!

E a promessa da profecia de Daniel 9 em que será findado o pecado, cessado a transgressão, expiado a iniquidade, trazido a justiça eterna, selado a visão e a profecia e ungido o Santo dos santos é para todos.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça mas tenha a vida eterna.
Então, se é judeu e creu, é filho amado; se é gentio e creu, é filho amado!
Se é judeu e não creu, ira sobre ele; se é gentio e não creu, ira sobre ele da mesma forma!

Só lembrando uma advertência de Jesus: "Comiam, bebiam, casavam, e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio, e os consumiu a todos." Luc. 17:27

"Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os consumiu a todos.
Assim será no dia em que o Filho do homem se há de manifestar."
(Luc. 17:29)

Olha, Jesus disse que a Sua vinda há de ser como o dilúvio, e como Sodoma, em que os consumiu a todos.

Só pra lembrar: O que aconteceu no dilúvio e em Sodoma?
Resposta:
no dilúvio, os justos, isto é, 8 almas é que se salvaram. Os demais pereceram.

E em Sodoma?
Resposta:
3 almas (justos) foram tiradas e os demais pereceram.

Então se Jesus disse que o fim vai consumir a todos, e será como o dilúvio, e como Sodoma; se os santos hão de ser arrebatados (não ficando nenhum) logicamente que os demais hão de perecer então, porque será como no dilúvio!
E porque foi Jesus quem disse!
Alguém poderá ir de contra?

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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Edison em Qui 18 Jun 2009, 23:05

Pereira, vamos combinar?
Vamor discutir pontualmente?
Senão o irmão fica colando esses baitas textos e confesso sou preguiçoso para ler tudo isso.

A minha pergunta é: Por que o irmão acha que o intervalo é entre as duas últimas semanas e não entre as duas metades da última semana?

A rejeição do Messias é efetivada na crucificação e isso aconteceu depois da 69a semana.
A interrupção é quando o Messias é tirado.

Alem disso o ano 445 ac não é definitivo. Há muita controvérsia. O ano mais provavel da saída de Esdras é 457 ac.

Achei este site agora e não lí tudo. Se quiser dar uma olhada aqui vai:http://www.concertoeterno.com/estudos/cronologia/index_cronologia.htm

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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Jefté em Sex 19 Jun 2009, 10:32

Edson
Vejamos se o cumprimento da 70ª semana e seus efeitos tem haver somente com os judeus:

Primeiro:
"hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra." Apc. 3:10 - A tentação há de vir sobre todos!
"Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro." Apc. 7:14b - Também os que lavaram as suas vestes no sangue do Cordeiro estarão na grande tribulação!
"porque haverá grande aperto na terra, e ira sobre este povo." Luc. 21:23b - Vem grande apertos sobre a terra!
"profanarão o santuário e a fortaleza, e tirarão o sacrifício contínuo, estabelecendo abominação desoladora." Dan.11:31b - Vem a abominação da desolação!
"E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará." Mat.24:12 - A iniquidade vai se multiplicar em todos!
"E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo." Apc. 13:8 - Todos os que habitam sobre a terra adorarão a besta (excetuando-se somente os do livro da vida do Cordeiro).

--------------------------------

Em suma:
Se o poder do anticristo e seu pecado e os efeitos desse, vem sobre todos os que habitam sobre a terra. Tanto que é dito que todos os habitantes da terra adoraram a besta (exceto os do livro da vida do Cordeiro).
Ora, se os efeitos do pecado e de sua assolação vem sobre todos os que habitam sobre terra; como não há de cessar a transgressão de todos? (sendo maior, a transgressão da abominação da desolação e da marca da besta, porque nega a Jesus) Como não cessará a transgressão para todos? Acaso Deus não é Deus também dos gentios? Acaso Jesus não morreu por todos? Acaso é só o judeu que foi feito e imagem e semelhança de Deus?

E sendo a marca da besta o grande pecado que vem sobre a humanidade, a ponto de ser advertido que hão de ser atormetados com fogo e enxofre (Apc. 14:9-10). Como não será findado os pecados de todos, sendo que a marca da besta vem para todos e não somente p/ os judeus?

E como não há de ser expiada a iniquidade, se Jesus já morreu, já ressuscitou e já veio ao mundo e todo olho vendo-O e concluido toda a obra de Deus nos homens?
Pode estar certo: quando Jesus voltar, quem não O conheceu nem O recebeu não terá como recebê-lo jamais, porque findou o tempo de se achar o Senhor. (Is. 55:6 - Luc. 13:25-27 - Heb. 9:28)

Exatamente como diz Dan.9:24 - Pois há de se extinguir a transgressão; dar fim aos pecados; expiar a iniquidade...
Pois todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.

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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Edison em Sex 19 Jun 2009, 12:33

Jefté,
Desculpe, mas o irmão gosta d'uma farofa, não? (rsrsrs)

Brincadeira! Eu também já fiz essas misturadas todas.

Mas vamos lá.

"E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem" (Luc. 21:24).

"Porque não quero, irmãos, que ignoreis este segredo (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado" (Rom. 11:25).

"Mas Paulo e Barnabé, usando de ousadia, disseram: Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de Deus; mas, visto que a rejeitais, e não vos julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios;
Porque o Senhor assim no-lo mandou: Eu te pus para luz dos gentios, A fim de que sejas para salvação até os confins da terra"
(At 13:46-47).

O tempo dos gentios compreende as Sete Eras da Igreja representadas nas sete cartas às igrejas da Ásia (Apoc. 2 e 3).

Se o irmão não distinguir uma coisa da outra continuará comendo farofa e isso pode afogar (rsrsrs).

E farofa é boa só na taínha recheada. Aliás, agora é tempo.

Não leve a mal estou brincando. Mas é a verdade.

A gente aprende muito com este fórum.

Eu era unicista e só fui descobrir isso participando do FE antigo. Hoje não sou mais unicista e muito menos trinitariano.

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Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Jefté em Sex 19 Jun 2009, 20:12

Edison
Esse tempo dos gentios do qual o Senhor cita não é a graça de Deus: "Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens". (Tito 2:11)

Repito, a graça não é o "tempo dos gentios", a graça é graça.
A graça veio para judeus e gregos.
A graça é o mistério que estava oculto em Deus desde os tempos eternos. (Ef. 3:9)

Agora, o tempo dos gentios citado em Lucas 21, o mesmo da sua postagem, que diz: "E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem."

Esse tempo dos gentios em que Jerusalém será pisada é o mesmo desse: "E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses." (Apc. 11:2)

Jesus disse: Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.
Apocalipse diz: porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.

Então esse é o tempo em que jerusalém será pisada: 42 meses, ou seja, 3 anos e meio.
Esse tempo é justamente a segunda metade da 70ª semana de Daniel 9 - quando o anticristo quebra o concerto e estabelece a abominação da desolação, nos 3 anos e meio finais (porque Jerusalém dentros das 70 semanas é santa para o Senhor)
E nesse tempo em que o anticristo se manifesta Jerusalém será pisada pelos gentios 42 meses até a consumação, ou seja, volta de Cristo nas nuvens.
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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Pereira em Sex 19 Jun 2009, 20:22

Amado Edison e Jefté,

Concordo em uma discussão pontual.

Vamos então ao primeiro ponto:

1 PONTO Todos concordamos que são SETENTA SEMANAS?

Compare com Ap. 12:6; 13:5 vê-se que o Ano Bíblico ou Profético é de 360 dias, pois 1260 (Ap. 12:6) dá 31/2 anos de 360 dias, ou 42 meses de 30 dias cada (Ap 13:5).

DayanUL(Dn) lê nas Escrituras que o tempo determinado para o exílio Babilônico seria de setenta semanas de anos (YarmiYAOHU(Jr) 25:10-13)

As setenta semanas são semanas de anos, isto é, cada dia da semana corresponde a um ano. 70x7=490 anos.

2 PONTO Concordamos também que a profecia inteira trata do “POVO” de DayanUL, isto é, YAOSHORUL? (v. 24), aqui o futuro de Yaoshorul é predito, mas o mundo todo sofrerá seus efeitos (Jr 25:29-32; Ap 13:7,Cool




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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Edison em Sab 20 Jun 2009, 13:34

Jefté disse:

Edison
Esse tempo dos gentios do qual o Senhor cita não é a graça de Deus: "Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens". (Tito 2:11)

Repito, a graça não é o "tempo dos gentios", a graça é graça.
A graça veio para judeus e gregos.
A graça é o mistério que estava oculto em Deus desde os tempos eternos. (Ef. 3:9)

Agora, o tempo dos gentios citado em Lucas 21, o mesmo da sua postagem, que diz: "E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem."

Esse tempo dos gentios em que Jerusalém será pisada é o mesmo desse: "E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses." (Apc. 11:2)

Jesus disse: Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem.
Apocalipse diz: porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.

Então esse é o tempo em que jerusalém será pisada: 42 meses, ou seja, 3 anos e meio.
Esse tempo é justamente a segunda metade da 70ª semana de Daniel 9 - quando o anticristo quebra o concerto e estabelece a abominação da desolação, nos 3 anos e meio finais (porque Jerusalém dentros das 70 semanas é santa para o Senhor)
E nesse tempo em que o anticristo se manifesta Jerusalém será pisada pelos gentios 42 meses até a consumação, ou seja, volta de Cristo nas nuvens.

Jefté, você continua fazendo farofa.

O tempo dos gentios já ultrapassou os 2000 anos.
O tempo de Apoc. 11 é apenas 42 meses.

Graça é graça e tempo dos gentios é tempo dos gentios.
A Graça foi derramada no CAlvcário para Israel e estendida para os gentios depois de pentecostes.
Ela (a Graça) volta para os judeus através das duas testemunhas de Apoc. 11.

A Graça (José) estava com Israel e foi rejeitada. Ela veio para os gentios (Egito) e depois retornou para Israel.

Se você não enxerga a movimentação de Deus você continuará guardando o manah da quinta porque na sexta estava chovendo. E aí come manah podre.
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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Pereira em Sab 20 Jun 2009, 13:44

Amado Jefté,

Creio que o mais produtivos deva ser uma discussão pontual.

Vamos então aos primeiros pontos:

1 PONTO Todos concordamos que são SETENTA SEMANAS?

Compare com Ap. 12:6; 13:5 vê-se que o Ano Bíblico ou Profético é de 360 dias, pois 1260 (Ap. 12:6) dá 31/2 anos de 360 dias, ou 42 meses de 30 dias cada (Ap 13:5).

DayanUL(Dn) lê nas Escrituras que o tempo determinado para o exílio Babilônico seria de setenta semanas de anos (YarmiYAOHU(Jr) 25:10-13)

As setenta semanas são semanas de anos, isto é, cada dia da semana corresponde a um ano. 70x7=490 anos.

2 PONTO Concordamos também que a profecia inteira trata do “POVO” de DayanUL, isto é, YAOSHORUL? (v. 24), aqui o futuro de Yaoshorul é predito, mas o mundo todo sofrerá seus efeitos (Jr 25:29-32; Ap 13:7,Cool

Shalom

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Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

Mensagem por Jefté em Sab 20 Jun 2009, 19:32

Edison

Só porque não creio da sua maneira não significa que estou comendo maná podre!
Do seu ponto de vista eu estou fazendo farofa da palavra de Deus, mas e do meu ponto de vista, o que acontece com você?

O tempo dos gentios em que Jerusalém será pisada, não quer dizer graça aos gentios, quer dizer que Jerusalém será pisada!
Isso não é nenhuma virtude aos gentios ou dos gentios!
Isso é uma manifestação do mal, pois hão de pisar Jerusalém!

E repito, por eu não crer nas coisas que você crê, não significa que não estou na graça do meu Deus!
Aliás, tenho visto cada parecer seu que me deixa de cabelo em pé.
Como é o caso da serpente fazer sexo com Eva.
Lembremos o que diz Paulo: Não devemos ir além do que está escrito!
No que está escrito, devemos crer! No que não está escrito não cremos, e não devemos ir além do que está escrito.
E creio que esse está sendo o seu caso!

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Re: Que diferença há entre o Arrebatamento e a Segunda vinda do Messias?

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