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do SÁBADO para o DOMINGO...

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Norberto
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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Norberto em Qui 07 Maio 2015, 08:15

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Participação do M Alves, sobre o tema, publicada em:
https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ForumEvangelho/conversations/messages/29323



E todas as llnhagens que não guardam o sábado não poderão refutara o que etá escrito abaixo.

Em Hb 13:8 está escrito: “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente.” Ou na tradução que eu gosto mais: “Jesus Cristo é o mesmo ontem e hoje; e o será para sempre (Bíblia de Jerusalém)”.

É intenção de Deus que sejamos transformados a imagem de Cristo. Rm 8:29.

Porque Jesus mesmo falou que Ele deve estar em nós e que sem Ele nada podemos fazer. Jo 15:5.

Para ser cristão devemos fazer aquilo que Paulo esplendidamente define em Gl 2:20: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”. Então, todos nós devemos buscar fazer isso ou nunca seremos verdadeiramente cristãos.

Como Cristo vive no cristão? Através do Espírito Santo: “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele”. Rm 8:9

Porém há um problema : “Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.” Rm 8:7.

Porém a Graça de Deus nos transforma: É quando o Espírito de Cristo, que vive em nós, provoca essa mudança: “Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito.” Rm 8:4.


Mas isso não acontece de maneira imediata: “Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor”. 2 Co 3:18.

E qual é o Cristo (através do Espírito Santo) que deve viver no cristão?

Só pode ser o Cristo que está apresentado pela Bíblia. Não há outro.

Jesus Cristo da Bíblia nunca pecou conforme Hb 4:15.

Portanto, Jesus nunca transgrediu a Lei de Deus, pois pecado é transgredir a Lei de Deus conforme 1 Jo 3:4.

E como nunca pecou, o Jesus Cristo da Bíblia guardava o sábado conforme lemos em Lc 4:16. Cristo guardava, não somente o sábado, mas todos os Dez Mandamentos conforme Jo 15:10.

Jesus, que não somente guardou o sábado, como ensinou a correta guarda do sábado conforme MT 12:12. Quem ensina a forma correta de um mandamento não o está abolindo, mas confirmando o mandamento.

Se alguém diz que é cristão, mas não faz o que Jesus fez, só pode ser três coisas:

1 - Está enganado, pois foi apresentado a um Jesus que não é o Jesus Bíblico. E se você foi apresentado a um Jesus que não é o que está na Bíblia, tenho que dizer que você não conhece Jesus nenhum até hoje.

2 – É orgulhoso, pois sabe o que Jesus fez, mas não quer fazer igual. Pois saiba que orgulho e Jesus não ocupam o mesmo lugar.

“Ah não, você está dizendo: Isso é para Jesus fazer e não para mim”.

“Ah não, isso era para o Velho Testamento e não para mim”.

“Ah não, isso era para o judeu e não para mim”.

Quantos “ah, não” você ainda falará na sua vida?

3- Ou sabe o que Jesus fez em relação ao sábado e está, a partir de agora, buscando Nele mesmo Jesus, resolver os impedimentos para fazer igual.

Eu espero que você que está lendo essas palavras reflita o seguinte:

1 - Se estiver no primeiro grupo, agora você sabe a verdade e quando vier o juízo de Deus não poderá usar o verbo “lular”, pois desde agora você já sabe algumas coisas que Jesus fez. Somos salvos pela graça, mediante a fé, conforme Ef. 2:8-9 e Rm. 3:24. Mas seremos julgados pelas nossas obras:

“Mt. 16:27 "Porque o Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então retribuirá a cada um segundo as suas obras".

São as nossas obras que dizem que somos de Cristo ou não e não as palavras que dizemos ( Mt 7:15:28). Jesus alerta aos que não irão para o céu, que eles não irão porque praticaram a INIQUIDADE. INIQUIDADE no grego aqui é anomia = negação da lei.

2 – Se estiver no segundo grupo, peço que deixe o orgulho imediatamente e mude de lado, pois a palavra diz que os orgulhosos NUNCA entrarão nos reinos dos céus. 2 Tm 3:4. Mude logo.

3 – Se estiver no 3º grupo, parabéns. Pois você está tentando responder ao plano original de Deus para todos os habitantes da Terra:

“Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.Rm 8:29.

Nunca uma imagem poderá buscar ser diferente do real.

M Alves

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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Norberto em Qui 07 Maio 2015, 08:17

.
Participação do João Fonseca, sobre o tema, publicada em:
https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ForumEvangelho/conversations/messages/29322



Só para aqueles que não concordam com a palavra de Yahwéh, e dizem que o Domingo é o dia a ser guardado como descanso, eu só vos lembro que Yeshua[jesus], em toda sua existência aqui na terra, em todas as semanas dos meses em que viveu aqui, ele sempre guardou o dia de Sábado como dia de descanso. Então vcs que se dizem seguidores do ungido[cristo], tem a falta de senso de irem na conversa fiada da Igreja, que deu a vcs o mandamento de guardar o Domingo, e guardam este dia do deus sol, o Domingo! Alias..vcs nem tem dia nenhum para guardar, porque perguntam a vcs que dia é o dia a ser guardado da semana? E vcs respondem. Não existe dia a se guardar, quando jesus veio ele aboliu está lei. Como que ele aboliu, se ele mesmo cumpria a lei de guarda do Sábado? " Aquele que segue a Yeshua, será recompensado por ele no dia de Yahwéh." Eu pergunto, como o cristão será salvo, se ele não segue o que Yeshua vivia e ensinava? O cristão só fala mas não faz! A mesma coisa é quando se fala sobre o nome do Senhor! O sacerdote cristão diz: Bom Irmãos hoje estamos neste culto, para falar em nome do senhor! Pronto e não diz o nome! Isto é descaramento e falta de estudo! Quero fugir um pouco do dia de descanso, e falar sobre os absurdos que os lideres da igreja ensinam a seu povo. Quando eu frequentava a igreja crista, muitas vezes abandonei este local[igreja]. E era justamente quando o sacerdote dizia: Em nome do pai, do filho e do espirito santo. ou; Agora vou falar em nome do santo nome do senhor, e não falava nada em nome dele, pq não pronunciava o nome de Yahwéh! Na mesma hora eu saia! Eu ia na igreja para escutar a palavra de Yahwéh, e lá, estava escutando a palavra de um homem! Eu não ia a igreja dar reverencia a entidades que não pertenciam a Yahwéh, eu ia lá para escutar a palavra de Yahwéh. Infelizmente milhares e milhares de pessoas de bom coração e de boa vontade, são enganadas dentro das igrejas pelo mundo a fora.

joaozinho

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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Norberto em Qui 07 Maio 2015, 08:24

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Participação do Aldo Mario Pedro Ferraro, sobre o tema, publicada em:
https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ForumEvangelho/conversations/messages/29338



Cabe aqui citar um fato no mínimo curioso: a lingua portuguesa é a única que conserva os dias da semana em sua origem latina.

Em Roma os dias da semana eram: prima feria, secunda feria, etc até septima feria.

Após o concílio de Costantinopla, ocasião em que foi fundada a Igreja Católica Apostolica Romana (ICAR) pelo imperador Teodosio, a "prima feria" foi dedicada ao Senhor e passou a ser "Die Domini", a "septima feria" tomou a tradição hebráica de Jesus e possou a ser "sabato" e o dia do descanso passou a ser o "Die Domini". Portanto o descanso aos domingos é uma "invenção" da ICAR, mas o Sabath foi mantido como um "meio descanso".

No idioma Italiano, no Francês e no Espanhol, em conseqüencia das descobertas dos planetas, os dias passaram a homenagea-los: a secunda feria passou "dia da Lua" (lunedí, lundí e lunes), a "tertia feria" passou a "dia de Marte" (martedí, mardí e martes) e assim por diante. Nas línguas anglo-germanicas a "prima feria" ou "die Domini" homenageia o sol (Sunday, Zontag).

Abraços, Aldo

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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Joselei em Qui 07 Maio 2015, 23:34

Rodaram. Rodaram e rodaram. Não chegaram ao acordo e nem vão chegar. Pois, acreditam que há bençãos reduzidos a um só dia. Se isso fosse relevante, Jesus recomendaria urgentemente para os discípulos guardarem os sábados. Mas para que não seja imposta nenhum fardo sabático alguns podem entender esta bênção como se fosse "o que Deus quis dizer" quando guardou seu sábado -  essa vaga frase pode-se interpretar muita coisa. Observo que ver certas compreensões nas entrelinhas há um risco de enfiar coisas que estão fora da obviedade que já está na Escritura.

Como o nosso irmão Marcelo Almoedo insiste dizer, e eu confirmo: O Pai trabalha até agora criando e fazendo obras sem cessar.

"E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também." - João 5:17

Eu creio em Jesus. O único teólogo credenciado por Deus.
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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Norberto em Qui 14 Maio 2015, 19:32

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Participação do arcolino ferreira de santana neto, sobre o tema, publicada em:
https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ForumEvangelho/conversations/messages/29385



Creio que teleologicamente a existência das criaturas humanas não se resolve no plano do "Cronos" (enquanto a tempos), e sim no plano Eterno, falo num sentido contemporâneo, e nunca escatológico que também refere-se a um determinado tempo final.

O cronos ficou para os astros nos seus movimentos regulares dando condições de que seja estabelecidos estações dentro de variedades de tempos em seus movimentos regulares.

Por sua vez, a cronologia é servido a humanidade, para estabelecer condições de estipular metas dentro dum objetivo por um determinado tempo estipulado, desde de projetos pessoais, contratos que deverão serem respeitados pelo fator temporário, e em questões agrícolas, o fator de estações e climáticas tem servido a humanidade para melhorarem suas produções, levando em consideração a vida vegetativa em sua particularidade que somente dão seus frutos no tempo certo, nesse sentido vemos a questão tempo serem características de criaturas inanimadas no universo que se resolvem pelos movimentos regulares e na vida vegetativa em caso de plantas frutíferas que somente dão fruto no tempo certo.

Voltando para as criaturas humanas, que para existirem, precisarem igualmente de alguma forma, igual aos astros e plantas e demais criaturas, do espaço e do tempo, no entanto, vemos nas criaturas humanas, um fenômeno que revelam a sua natureza atemporal, e isso desde sua tenra existência,vemos que as criaturas humanas trás dentro dela uma natureza que arremete a uma atemporalidade, vejamos essas características, a criança não aceita nenhuma forma de desconforto, enquanto:fome,frauda molhada,e necessidade de segurança e afeto. Como vemos isso? no choro, e gritos chorosos, pelo um pronto atendimento,não adianta a mãe ou o pai dizerem espere um pouquinho, já vai, só um momentinho, nada disso vai parar o choro, e gritaria, exigindo-o o pronto atendimento, ou seja as inquietações e ansiedade revelam intensidade a intensidade fala do que é imenso e infinito tendo como fim resolutivo o prazer, na forma de segurança, conforto e saciabilidade, isso está se falando duma criança de mama, porém se fosse apenas um fenômeno de bebê, então não seguiria por toda a existência subsequente da existência da criatura humana essas mesmas inquietações exigindo uma resposta que nos conceda a satisfação e segurança e o prazer, de forma que as inquietações que as criaturas humanas adultas trazem continuam falando duma exigência existencial em que não poderá contar com o fator cronológico para serem supridas, somente o Inefável que é o Eterno poderá conceder as criaturas humanas a plena saciabilidade e segurança e felicidade.

Ora o mandamento da guarda do sábado era um memorial ao criador, até chegar a plenitude dos tempos, realizados com Cristo Jesus o nosso Senhor, não podemos depois do advento da incursão do Eterno no meio dos homens com Cristo Jesus e agora o seu preposto o Espírito Santo, falarmos de guardar tempo específico, quer seja sábado ou domingo, porque não lidamos com temporalidade como forma de conferir a nossa lealdade ou fé, na guarda de qualquer que seja um suposto dia "santo"porque o Eterno Santo está em nós conferindo aquilo pelo qual as nossas almas em suas inquietações achará, o pleno contentamento e saciabilidade e segurança, não vivemos uma Teocracia e sim uma Teocentria Cristocêntrica, onde estiver o seu coração ai estará o Reino de Deus, era por isso que o martírio era tido como uma benção para muito crentes que pela fé entendia que o tempo real chegou em suas vidas de forma que o morrer era tido por ganho, já que nesse mundo somente havia descaminho do Caminho .

Arcolino

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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Vasuilvan em Ter 16 Jun 2015, 17:03

//////

  CONTINUANDO...

  O DIA DA RESSURREIÇÃO: A NOVA CRIAÇÃO
2174. Jesus ressuscitou de entre os mortos «no primeiro dia da semana»(Mc 16, 2) (89). Enquanto «primeiro dia», o dia da ressurreição de Cristo lembra a primeira criação. Enquanto «oitavo dia», a seguir ao sábado (90), significa a nova criação, inaugurada com a ressurreição de Cristo. Este dia tornou-se para os cristãos o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor (Hê kuriakê hêméra, dies dominica), o«Domingo»:
«Reunimo-nos todos no dia do Sol, porque foi o primeiro dia [após o Sábado judaico, mas também o primeiro dia] em que Deus, tirando das trevas a matéria, criou o mundo, mas também porque Jesus Cristo, nosso Salvador, nesse mesmo dia ressuscitou dos mortos» (91).
O DOMINGO – REALIZAÇÃO DO SÁBADO
2175. O domingo distingue-se expressamente do sábado, ao qual sucede cronologicamente, em cada semana, e cuja prescrição ritual substitui, para os cristãos. O domingo realiza plenamente, na Páscoa de Cristo, a verdade espiritual do sábado judaico e anuncia o descanso eterno do homem, em Deus. Porque o culto da Lei preparava para o mistério de Cristo e o que nela se praticava era figura de algum aspecto relativo a Cristo (92):
«Os que viveram segundo a antiga ordem das coisas alcançaram uma nova esperança, não guardando já o sábado mas o dia do Senhor, em que a nossa vida foi abençoada por Ele e pela sua morte» (93).
2176. A celebração do domingo é o cumprimento da prescrição moral, naturalmente inscrita no coração do homem, de «prestar a Deus um culto exterior, visível, público e regular, sob o signo da sua bondade universal para com os homens» (94). O culto dominical cumpre o preceito moral da Antiga Aliança, cujo ritmo e espírito retoma, ao celebrar em cada semana o Criador e o Redentor do seu povo.



http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p3s2cap1_2083-2195_po.html

Jorge Paulo Barbosa
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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Jorge Paulo Barbosa em Ter 23 Jun 2015, 16:17

Posto aos interessados parte do debate entre Pr. Alonzo T. Jones e o senador Blair, quando da audiência preliminar sobre a lei dominical nacional em 1888.
Talvez os defensores do domingo como dia sagrado, não tenham noção do caminho que estão seguindo e seus resultados.

Como autoridade para o domingo e como base para esta legislação, o
Dr. Johnson apelou aqui hoje para o quarto mandamento. A “União Americana
do Sábado”, agora em sessão nesta cidade, que está trabalhando
para a aprovação desta lei, também declara que o quarto mandamento é
a base de todo o seu movimento. É apropriado, portanto, indagar: Que
autoridade existe para as leis dominicais no quarto mandamento? Como
essa é uma questão de legislação e de direito, vou examinar o assunto do
ponto de vista legal. Suponhamos, então, que este projeto de lei se torne
de fato um decreto, e os tribunais, ao interpretá-la, admitam judicialmente
que o quarto mandamento é a base para esta lei.
Os tribunais são guiados por certas regras bem estabelecidas para a
interpretação das leis. De acordo com essas regras, qual seria o resultado
de uma interpretação judicial desta lei com base no quarto mandamento?
1. “O que um tribunal deve fazer é declarar a lei conforme foi
redigida.”
O quarto mandamento foi redigido desta forma:
“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás
e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do
Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu
filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu
150 | Lei Dominical Nacional
animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em
seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles
há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia
de sábado e o santificou.”
Esse mandamento, conforme está escrito, diz: “o sétimo dia é o
sábado”. Consequentemente, já de início, o primeiro dia da semana, conforme
declarado no projeto de lei, e segundo as alegações dessas pessoas,
estaria completamente excluído. Mas se alguém perguntar inocentemente:
o sétimo dia de quê? O próprio mandamento tem uma resposta pronta e
explícita. É o dia em que o Senhor descansou da obra da criação. Nessa
obra Ele empregou seis dias e no sétimo descansou; e foi somente esse
fato, como o Dr. Johnson disse, que estabeleceu a divisão semanal de
tempo. Como esses sete dias formaram a primeira semana de tempo, o
sétimo desses sete dias foi o sétimo dia da semana, e este é o sétimo dia
fixado no mandamento. Isso é confirmado por toda a Bíblia. O próprio
Novo Testamento declara que o sábado termina antes do primeiro dia da
semana começar. Marcos 16:1, 2 diz:
“Passado o sábado, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé,
compraram aromas para irem embalsamá-lo. E, muito cedo, no
primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo.”
Essas pessoas citadas nas Escrituras foram ao sepulcro bem cedo na
manhã do primeiro da semana, e o sábado já tinha passado. O projeto
de uma lei dominical nacional que está aqui em discussão se propõe a
assegurar a observância religiosa do sábado no primeiro dia da semana.
Mas tal coisa jamais poderá ser feita, porque, de acordo com as Escrituras,
o sábado termina antes de começar o primeiro dia da semana. Isso quer
dizer que não importa quão cedo as pessoas chegarem ao primeiro dia da
semana para guardá-lo; elas chegarão atrasadas para encontrar o sábado
[Sabbath] nele, pois, segundo a Palavra do Senhor, o sábado termina antes
de chegar o primeiro dia da semana.
Como se isso não bastasse, a ideia se faz ainda mais explícita no
registro de Lucas 23:56 e 24:1, que diz:
“Então, se retiraram para preparar aromas e bálsamos. E, no sábado,
descansaram, segundo o mandamento. Mas, no primeiro dia da
semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas
que haviam preparado.”
Defesa | 151
Aqui é declarado que certas pessoas descansaram no dia de sábado
de acordo com o mandamento, e em seguida, no primeiro dia da semana,
fizeram o que não fariam no sábado. Isso prova conclusivamente que o dia
de descanso, segundo o mandamento que esses homens citaram, o qual se
espera que os tribunais terão de interpretar quando este projeto se tornar
uma lei –, sim, isso prova que o dia de descanso é o dia que antecede o primeiro
dia da semana; e demonstra claramente que o sétimo dia nomeado
no mandamento não é nada mais nada menos do que o sétimo dia da
semana. Sendo assim, se os tribunais, ao interpretarem esse mandamento
como base de uma lei dominical, declararem a lei como está escrita e conforme
definida pela clara palavra de Deus, terão que declarar que o sétimo
dia da semana, e não o primeiro, é o sábado.
2. “Com relação a todas as leis, é a intenção do legislador que
deve ser aplicada.”
Qual então foi a intenção do Legislador ao dar o quarto mandamento?
O Legislador declarou ou mostrou de alguma forma Sua intenção?
Certamente que sim. Quando o Senhor deu a lei no Sinai, não a
deixou à mercê das pessoas para que a interpretassem segundo suas conveniências,
ou que não a interpretassem de forma alguma. Por meio de
três atos especiais a cada semana, realizados continuamente por quase 40
anos, Ele mostrou Sua intenção na lei. O povo foi alimentado com o maná
em sua peregrinação de 40 anos. Mas no sétimo dia da semana nenhum
maná jamais caiu. No sexto dia da semana, havia uma porção dobrada, e o
que era recolhido naquele dia era preservado para o sétimo dia, o que não
ocorria em qualquer outro período, ou em qualquer outro dia da semana.
Por esse meio, o Legislador mostrou Sua intenção sobre a questão da
observância desse dia mencionado na lei; e ao mantê-lo continuamente
por tanto tempo diante do povo por meio desse milagre semanal, Deus
tornou absolutamente impossível que Sua intenção fosse mal interpretada.
Portanto, se os tribunais dos Estados Unidos reconhecerem judicialmente
o quarto mandamento, aceito por essas pessoas como a base e a
autoridade para o movimento deles, de acordo com esta regra, o sétimo dia
da semana, e não o primeiro dia, terá de ser declarado como o sábado – o
dia de repouso cristão.
3. “Quando as palavras são claras numa lei escrita, põe-se um fim
a toda interpretação: elas devem ser seguidas.”
152 | Lei Dominical Nacional
Será que as palavras do quarto mandamento são claras? Sim. Não há
nenhuma palavra obscura ou ambígua no mandamento.
Então, de acordo com essa regra, se isso vier a se tornar uma questão
de competência judicial nos tribunais dos Estados Unidos, o sétimo dia
da semana, e não o primeiro, terá de ser declarado o dia de descanso – o
sábado. Isso é tudo o que os tribunais podem legitimamente declarar.
Portanto, a conclusão de todo o assunto discutido até agora é que,
se nossos tribunais têm a intenção de permanecer como cortes de justiça
e ser guiados pelas regras estabelecidas para a interpretação da lei, eles
nunca poderão defender qualquer lei visando a imposição do dia de descanso
ou do dia do Senhor no primeiro dia da semana.
A essa altura, contudo, há outro aspecto que precisa ser analisado: o
teológico. Os teólogos intervêm exatamente neste ponto e declaram que
a intenção do quarto mandamento foi alterada, e que agora, em vez desse
mandamento exigir a observância do sétimo dia em memória da criação,
ele requer a observância do primeiro dia da semana em memória da
ressurreição de Cristo. Para chegar a essa conclusão, eles primeiramente
declaram que a frase “o sétimo dia” no mandamento representa um tempo
indeterminado, e que ele não ordena a observância de qualquer dia específico,
mas apenas de um dia em sete. Mas tal interpretação não é apenas
uma clara violação das regras estabelecidas para a interpretação das leis,
mas também envolve uma apropriação de poder por parte deles que jamais
pode ser permitida. Admitindo-se a hipótese de que essa frase no mandamento
seja indefinida, então se deve admitir também que o Senhor,
ao escrevê-la, a deixou intencionalmente indefinida, porque as Escrituras
dizem que, após Deus ter falado essas palavras, Ele nada mais acrescentou.
Ele não tinha mais nada a dizer sobre o assunto. O que Ele disse ali
foi definitivo. Se, então, essa declaração é de fato indefinida, é assim que
Ele pretendia que ela fosse; e ninguém a não ser Deus pode, ou tem o
direito de tornar a expressão definida. Mas os teólogos, imediatamente
após tornarem a frase indefinida com o intuito de escapar da obrigação
de observar o sétimo dia especificada na frase, a tornam definida a fim de
defender a suposta obrigação de guardar o primeiro dia da semana. Consequentemente,
quando eles a tornam definida, depois de terem declarado
que o Senhor a deixou indefinida, assumem então o poder e a prerrogativa
Defesa | 153
de fazer o que o Senhor intencionalmente se recusou a fazer; e nisso se
colocam acima de Deus.
Deixemos de lado suas conjecturas teológicas. Esse método de argumentação
não é apenas uma alegação teológica de onipotência, mas, com
base no direito, é uma violação da regra jurídica de que:
4. “Nenhuma interpretação forçada ou artificial deve ser imposta
sobre a linguagem de um estatuto.”
Tornar a frase “o sétimo dia” nesse mandamento indefinida, e fazê-la
significar que se trata de qualquer dia em sete e não do sétimo dia em particular,
nada mais é do que que impor uma interpretação forçada e artificial
à linguagem, não somente do próprio mandamento como um todo, mas a
toda a linguagem das Escrituras sobre o assunto do quarto mandamento.
Além disso, fazer com que o mandamento apoie a observância do
primeiro dia da semana, em comemoração à ressurreição, não é apenas
impor sobre ele uma interpretação forçada e antinatural, mas cometer uma
violação direta de outra regra jurídica que declara:
5. “Não se deve fazer com que uma constituição [ou estatuto]
signifique uma coisa em um momento e outra coisa em outro
momento subsequente quando as circunstâncias tiverem mudado
de tal forma que uma regra diferente possa parecer desejável [...].
O significado da constituição [ou estatuto] é fixado por ocasião
de sua aprovação, e não é diferente em qualquer momento posterior
quando algum tribunal precisar fazer uso dela.”
Como já provei claramente, o significado do quarto mandamento,
na ocasião em que foi dado, era que o sétimo dia da semana deveria
ser guardado, pelo motivo de que Deus descansou nesse dia da obra da
criação, e o abençoou e santificou. Aquele dia de sábado, por essa razão,
foi estabelecido antes de o homem ter pecado, e antes de haver qualquer
necessidade da ressurreição de Cristo. Se o homem nunca houvesse
pecado, o dia teria sido observado pela razão dada, em comemoração ao
descanso do Criador quanto à obra da criação. Sendo este o sentido do
mandamento ao ser dado, esse também deve ser o significado do mandamento
enquanto ele perdurar. E de acordo com a regra citada acima, não
se pode dar ao mandamento qualquer outro significado, embora, para os
teólogos que assim desejam, as circunstâncias referentes à ressurreição
pareçam fazer disso algo desejável.
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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Joselei em Ter 30 Jun 2015, 11:08

Não há necessidades de se fazer diferenciação de dias.

Em Cristo, quem procura o bem este é o bem-aventurado.

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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Jorge Paulo Barbosa em Ter 30 Jun 2015, 11:35

Bom seria se os protestantes e católicos tivessem esta mesma postura, mas não é desta forma que agem nos bastidores.

Se de fato tivessem esta postura, não teriam apelado aos tribunais para que condenassem um pobre fazendeiro observador do sábado a 12 anos de prisão por trabalhar aos domingos.

Isto é justiça? É princípio cristão?

No ES, esta turma se juntaram na praça 8, em Vitória, junto com um monte de deputados e simpatizantes de várias denominações para a aprovação de decreto legislativo proibindo a abertura do comércio aos domingos. Sob aplausos e gritos de ondem afirmavam: O DOMINGO É O DIA DO SENHOR. O decreto legislativo foi aprovado e derrubado pelo governador Paulo Hartung.

Posteriormente os sindicatos entraram em acordo e conseguiram o que as igrejas tanto queriam, pelo menos parcialmente.

Pergunto: qual é o dia do Senhor nas Escrituras? Então porque quando a situação é favorável aos que afirmam que o domingo é o dia do "Senhor", buscam o braço do estado para favorecer esta interpretação?

Deveriam retornar a Isaias 58:13-14.
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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Tzaruch em Ter 07 Jun 2016, 00:44

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Olá a todos.




O verdadeiro problema não é o sábado ou o domingo,, mas sim o que fazem ou o que querem fazer nesse dia.



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Re: do SÁBADO para o DOMINGO...

Mensagem por Tzaruch em Dom 07 Maio 2017, 23:10

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Olá a todos.






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