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MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

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Prof. Azenilto G. Brito
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sex 11 Abr 2014, 22:21


Vejo que o Almoedo não resolveu as questões suscitadas sobre Heb. 7:12, muito menos de 8:6-10.

Não analisou devidamente o que diz Heb. 7:14 onde claramente a referência é à procedência de Jesus DE JUDÁ. Então a lei do sacerdócio é que teria de ser mudada (mas nem foi), para permitir que alguém da tribo de Judá ocupasse o sacerdócio sem ter legítimo direito a isso (pois só os da tribo de Levi poderiam).

Detalhes sobre a mãe de Jesus não passam nem de longe pela cabeça do autor de Hebreus, então nem sei para que levantar isso.

E nossa pergunta tira-teima não foi nem de longe resolvida também. Há uma escrita das “Minhas leis” (de Deus) nos corações dos que aceitam esse Novo Concerto [Novo Testamento], e não é dito em parte alguma que dessas “Minhas leis”, Deus resolve, sabe-se lá por que, eliminar SOMENTE o preceito do dia de repouso, mantendo todos os demais do Decálogo (a Lei Moral). Por que iria Deus dispensar o necessário descanso físico e mental para o homem (cientificamente demonstrado como fator importante para a saúde humana), associado a um tempo a ser-Lhe especialmente dedicado?

E sendo que Heb. 8:6-10 é mera reprodução de Jer. 31:31-33, então essas “Minhas leis” são AS MESMAS do tempo do profeta, exceto, logicamente, os preceitos rituais, cerimoniais, prefigurativos. Mas o sábado não preenche tais requisitos, pois os ritos e cerimônias apontam ao futuro--ao “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (João 1:29), enquanto o sábado aponta ao PASSADO--à criação de todas as coisas. É o “memorial da criação” (ver Sal. 111:2-4).

Marcelo Almoedo
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Sab 12 Abr 2014, 01:08

Bom dia

Professor
Azenilto msg 118 
De qualquer modo, Hebreus 7:12 não fala da mudança de lei nenhuma que realmente se deu NA PRÁTICA. A lei do sacerdócio não foi alterada na realidade, pois os judeus não aceitavam a Cristo nem como Messias, quanto mais O aceitariam como sacerdote, menos ainda Sumo-Sacerdote.
Replica Almoedo
Professor, isso não é nenhuma novidade, todos nós sabemos que os Judeus não reconhecem o Jesus como sendo o Cristo, o Messias, portando Eles não então sujeitos aos seus ensinamentos e nem tampouco o Novo Testamento, Mas TODOS Vocês Estão, correto?
Azenilto
Vejo que o Almoedo não resolveu as questões suscitadas sobre Heb. 7:12, muito menos de 8:6-10.
Como não? Você poderia ser mais especifico quanto a isso?

Porque não sei qual o motivo e não estou compreendendo de você está envolvendo os Judeus nessa parada, conforme vocês, Eles não estão salvos, por não acreditar em Jesus e muito menos no Novo Testamento, portanto é inultil e desnecessário aplicar quaisquer práticas de ensino do N.T. que envolvam os judeus. Está claro professor?. 

Agora caro professor presta atenção no que o escritor aos Hebreus tenta explica no contexto do tema que ele introduziu em Hebreus 2:17: Jesus como nosso Sumo Sacerdote.
 (17 - Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo.) Ele começou a discutir a questão em Hebreus 5:10, mas teve de passar algum tempo alertando os cristãos desanimados sobre o perigo de não continuar e progredir em sua vida cristã.

Acompanhe o grifo em (Hebreus 7: 11-14

11 - De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois sob este o povo recebeu a lei), que necessidade havia ainda de que OUTRO SACERDOTE se levantasse, segundo a ORDEM DE MELQUISEDEQUE, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?

Você diz que em Hebreu 7:12 NÃO houve mudança na lei, Leia dnovo por favor

12 - Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também MUDANÇA DA LEI.
13 - Porque aquele, de quem estas coisas se dizem, PERTENCE A OUTRO TRIBO, DA QUAL NINGUÉM SERVIU AO ALTAR,
14 - visto ser manifesto que nosso NOSSO SENHOR PROCEDEU DE JUDÁ, tribo da qual Moisés nada falou acerca de sacerdotes.

Hebreus 7:18-19 Pois, com efeito, o mandamento anterior é AB-ROGADO por causa da sua fraqueza  e INUTILIDADE 19 - (pois A LEI nenhuma coisa aperfeiçoou), e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual nos aproximamos de Deus. 

muito menos de 8:6-10.

Professor, Consagrar o Sábado e a regra de sustentação do ministério mediante do dízimos,  tudo isso e todas as leis foram sub rogado por um novo pacto, uma nova aliança, porque se o primeiro pacto tivesse sido infalível, irrefragável não teria havido necessidade de outro pacto uma nova aliança (Hebreus 8:07) O escritor de Hebreus percebe que a falha estava realmente no povo de Deus,(os Judeus/Israel) e não na aliança (8:08-09). Um homem poderia ser declarado justo sob a Antiga Lei se a guardasse perfeitamente, nunca violando um único preceito (Levítico 18:04-05). Mas o povo Judeus não guardava a lei de Deus e assim ela se tornou um instrumento de morte espiritual para ele (Romanos 7:10-13). Mas segundo a bíblia, Deus deu ao homem a esperança, prometendo através do profeta Jeremias que ele faria um novo pacto com seu povo. O novo pacto, contudo, é diferente, como Jeremias profetizou.Jeremias 31:31. Que é ensinado que às pessoas devem primeiro se tornarem parte da nação escolhida de Deus somente depois de aceitarem as condições do novo pacto para se tornarem parte dessa nação (Hebreus 8:11).

Isso deve resolver e responder aos seus questionamentos.

Assim esta escrito e assim entendi

Almoedo
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sab 12 Abr 2014, 15:30


O problema crucial, meu caro, é que você confunde LEI com PACTO. Não consegue reparar que sob o Novo Pacto DEUS MESMO ESCREVE a Lei nos corações dos Seus filhos. Que lei? As “Minhas leis” (de Deus).

Daí nossa pergunta faz todo o sentido, e não foi respondida nem de longe:

E onde é dito na passagem de Heb. 8:6-10 que no processo de escrever o que é tratado como “Minhas leis” (de Deus), nos corações e mentes dos seguidores de Cristo Ele, a) deixa de fora o preceito do sábado; b) mantém esse preceito, mas transferindo a santidade do 7o. para o 1o. dia da semana; c) deixa esse suposto novo dia de observância à base de um “domingão do crentão”, nele se podendo comprar, vender, ver o esporte no estádio ou na TV; OU, d) deixa a questão do dia de observância como uma prática vaga, voluntária e variável, que se ajusta aos interesses ou conveniências do crente (ou do seu empregador)?

Para esclarecer a diferença entre Lei e Pacto (ou Concerto) veja esta reflexão abaixo:

O que é concerto? Vários sentidos podem ser dados: acordo, combinação, aliança, contrato, convênio, pacto. Se alguém aluga uma casa, estabelecerá um contrato (concerto) com o inquilino pelo qual ele se dispõe a cumprir suas estipulações—cuidar bem do imóvel, não cortar árvores do quintal sem autorização do proprietário, pagar os aluguéis e impostos incidentes sobre o imóvel em dia, etc. Esta é a “lei” que rege o contrato, firmado entre as partes. Se o inquilino falha em cumprir tais estipulações, o que termina é o contrato, não as estipulações referentes à locação da casa que vigorarão para serem cumpridas por novo inquilino com quem o contrato vier a ser firmado. Daí, o fim do contrato não é o fim de sua “lei”.

Aplicando isso ao ensino bíblico sobre Velho e Novo Concerto, o concerto para os cristãos é “novo”, mas não o seu conceito, e a lei é a mesma. Princípios como “não matarás”, “não furtarás”, “não adulterarás”, são acatados pelos cristãos como válidos e vigentes da lei divina sob o Novo Concerto.  Caso contrário, teríamos o caos universal, a nível público e privado.

O contrato entre Deus e Israel findou, não por que houvesse falha na lei que justificasse sua abolição (“a lei do Senhor é perfeita”—Sal. 19:7), mas porque o povo, que havia prometido “tudo quanto o Senhor falou, nós faremos” (Êxodo 19:8'), falhou miseravelmente em cumpri-la. Logo, a falha estava NO POVO, não NA LEI.

Ao longo da história do povo escolhido, novo concerto foi-lhe repetidamente oferecido (Eze. 36:26, 27; Jer. 31:31-33), mas os filhos de Israel não quiseram volver de seus maus caminhos. Assim, esse Concerto proposto ao antigo Israel é reiterado ao “Israel expandido” em Heb. 8:6-10; 10:16, que incorpora todos quantos são descendentes de Abraão pela fé (Rom. 2:29; Gál. 3:7 e 29).

Quando alguns pensam em termos de Novo Concerto [Novo Testamento] logo imaginam que isso significa o FIM DA LEI como norma para os filhos de Deus. Só que uma leitura atenta do texto bíblico que trata diretamente da mudança do velho para o novo concerto, ao contrário, destaca exatamente . . . A LEI! Pois é, mostra que sob o Novo Concerto, o que é chamado de “Minhas leis”, é sua base, sendo agora escritas pelo Espírito Santo nos corações e mentes dos que aceitam os termos desse Novo Concerto (ver Rom. 8:3 e 4). O texto de Hebreus NADA INFORMA sobre ausência ou substituição da lei de Deus em todos ou qualquer de seus mandamentos morais, sob o Novo Concerto.

Para desconsolo dos neoantinomistas/dispensacionalistas, o texto referido não fala em “lei do Espírito”, “lei da fé”, “lei de Cristo” ou “lei do amor”, mas “Minhas leis [de Deus]” que, obviamente abrangem todas estas e são as mesmas válidas e vigentes ao tempo de Jeremias. Afinal, o texto de Heb. 8:6-10 é mera reprodução de Jer. 31:31-33. Aqueles aos quais a epístola foi primeiro dirigida saberiam perfeitamente a que “Minhas leis” o autor se referia. Entendiam que a fé não anulou a lei divina, como Paulo explica em Romanos 3:31: “Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes, confirmamos a lei”.

Mas, e o cerimonialismo todo da lei do tempo de Jeremias?, alguém poderá perguntar. Não há problema nenhum. Os leitores primários da epístola também sabiam que àquelas alturas o véu do Templo se havia rasgado de alto a baixo, e o que isso significava—que os aspectos prefigurativos da lei cessaram, mas não os mandamentos da Lei Moral.

Aliás, esta SEMPRE foi a posição dos cristãos batistas, metodistas, presbiterianos, luteranos, anglicanos, etc., e até católicos, segundo se lê em suas confissões de fé e catecismos de séculos.

E veja como Calvino analisou o texto de Heb. 8:10, inclusive fazendo a necessária conexão com 2a. Cor. 3:3:

Em vão então Deus proclama a Sua lei pela voz do homem, a menos que Ele a escreva por Seu Espírito em nossos corações, ou seja, a menos que nos forme e nos prepare para a obediência. . . . A lei nos é ruinosa e fatal na medida em que permaneça escrita somente nas tábuas de pedra, como Paulo nos ensina (2 Coríntios 3:3).

Em suma, somente abraçamos os mandamentos de Deus obedientemente, quando por Seu Espírito Ele muda e corrige a depravação natural de nossos corações; doutra maneira ele nada encontra em nós a não ser afeições corruptas e um coração inteiramente entregue ao mal. A asserção é de fato clara, de que um novo concerto é estabelecido segundo o qual Deus grava as Suas leis em nossos corações, pois doutro modo seria em vão e de nenhum efeito.

.
Fonte: http://www.ccel.org/ccel/calvin/calcom44.xiv.ii.html

E antes que venha objetar que não segue “homens”, só a Bíblia, eu lembraria duas coisas:

1o. - Calvino diz isso no seu comentário de análise da Bíblia, como um teólogo do maior reconhecimento que é. As Confissões de Fé, Credos, Catecismos, Declarações Doutrinárias são declarações sobre o entendimento DA BÍBLIA, com muitas passagens indicadas da mesma para confirmar suas posições.

2o. - Os que levantam essas objeções também são homens (ou será que se consideram semideuses?!), logo, por que as interpretações particulares desses homens devem suplantar a de outros homens estudiosos sérios da Bíblia de séculos passados e do maior reconhecimento em todos os tempos?


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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Marcelo Almoedo em Sab 12 Abr 2014, 21:47

[b][size=16]Boa noite[/size][/b]

Professor
O que é concerto? Vários sentidos podem ser dados: acordo, combinação, aliança, contrato, convênio, pacto. Se alguém aluga uma casa, estabelecerá um contrato (concerto) (........)
Eu tenho certeza que já li essa resenha em outro fórum gospel, não me lembro onde foi........mais que li, li...........................

Deixamos pra lá

Professor para resumir, irei lhe solicitar mais uma vez essa distinção entre esses preceitos que o senhor tanto apela e no frigir dos ovos tá tudo no mesmo.

Vc diz
O problema crucial, meu caro, é que você confunde LEI com PACTO.
É talves esteja confundindo mesmo, mais o Sr. poderá me ajudar a compreender a fazer essa distinção,inclusive, eu já lhe pedi por várias vezes sem retorno , mas quem sabe agora eu paro de confundi, caso o Sr responda esse simples questionamento.

01 -Favor indique um versículo que aponte para essa Lei que seja diferente desse Pacto........................

Favor indique um versículo que aponte para esse Pacto...................

Favor indique um versículo que aponte para Lei cerimonial...............

Favor indique um versículo que aponte para leis dietética.................

02 - Como o sr. interpreta Hebreus 7:12 <> Pois, quando se muda o sacerdócio, a lei também precisa ser mudada.

03 - Por que não há mandamento no Novo Testamento para os cristãos  santificar o sábado?

04 -  Se o sábado (sabbath) não é uma lei cerimonial, então por que é agrupado em uma mesma classe idêntica de "santas convocações", como o resto dos dias de festa judaica? Levítico 23:02-03 <> Êxodo 20:09  <>  Êxodo 31:17

05 - Se há uma distinção entre as leis morais e cerimoniais, por que os dias de festa judaica chamada parte da Lei do Senhor? (2 Crônica 31:03)

06 - Se há uma distinção entre as leis morais e cerimoniais, porque em um único capítulo de Neemias 8 estão as seguintes frases usados ​​como sinônimos: "livro da lei de Moisés" Verso 01, "a leiVerso 02, "Livro da Lei" Verso 03 , "a lei de Deus" Verso 08 ", livro da lei de DeusVerso 18?

09 - Por que os dois mandamentos mais importantes contidos dentro da "lei cerimonial de Moisés que os sabatistas dizem foi pregado na cruz? (Mateus 22:36-40)

36 - Mestre, qual é o grande mandamento da lei?

37 - E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.

38 - Este é o primeiro e grande mandamento.

39 - E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

40 - Desses dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.


Tente responder com suas própria palavras dentro do questionamento e respeitando a ordem da seguência, quem só assim eu para de confundi essas leis dentro do Grande Livro.

Almoedo
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sex 18 Abr 2014, 08:14


Muitas das perguntas que me dirige já foram inteiramente respondidas, no próprio contexto desta discussão. Leia meus comentários anteriores e verá como explico plenamente Heb. 7:12, mostro a distinção entre as leis (“Moral”, “Cerimonial”, “Civil”), até valendo-me de um interessante trecho do livro Criação, antiga obra das “testemunhas de Jeová”, que traz excelente exposição sobre a diferença entre Lei de Deus básica e Concerto, que bem fariam as próprias TJ’s em atentar (ver Mensagem 114).

Até mostrei como o próprio Marcelo Almoedo FAZ DISTINÇÃO entre as leis, pois admite haver as de caráter MORAL e UNIVERSAL (“não matarás”, “não furtarás”, “honra a teu pai e a tua mãe”) e as que não praticaria mais hoje (pois não leva sacrificios ao altar, não se circuncida como rito religioso, não celebra as festas de Israel).

Mas sobre a diferença entre Lei e Concerto, creio que o questionário abaixo lança excelente luz a respeito:


10 PERGUNTAS QUANTO À QUESTÃO DOS 10 MANDAMENTOS COMO SENDO BASE DO VELHO CONCERTO, OU COMO SENDO O PRÓPRIO VELHO CONCERTO
1 – Se o concerto tem POR BASE os 10 Mandamentos, como pode ser os próprios Dez Mandamentos. Afinal, não se teria que definir o que é a base do concerto e o que vem a ser o próprio concerto?

2 – Se o concerto é tão somente o Decálogo, as leis cerimoniais, civis, penais, higiênicas que reconhecidamente eram também parte daquele concerto, não estariam excluídas? E sendo aquele pacto reiteração do que Deus havia estabelecido com os patriarcas de Israel (Abraão, Isaque e Jacó--Deu. 8:18), não abrangeria logicamente, muito mais do que um código de leis básicas, como os sacrifícios e a circuncisão (e as muitas promessas para os seus descendentes eram parte do pacto)?

3 - Em Deuteronômio 5:2 é dito que Deus FEZ um pacto com o povo de Israel, em vez de dizer que ENTREGOU um pacto àquele povo (o que se confirma em 9:9--”as tábuas do pacto que o Senhor fizera convosco”). Não mostra isso que não faz sentido dizer que o Decálogo É o pacto, quando é apenas a sua base?

4 – É dito que Israel poderia “entrar no pacto”, em Deut. 29:12. Assim, como poderiam eles entrar nos 10 Mandamentos? Não fica claro que o “pacto” ou “concerto” é muito mais abrangente do que o Decálogo, a sua base? E o que dizer de Deu. 26:16-19 onde temos como que a “assinatura” do pacto entre os ‘signatários’, num contexto que indica muitas regras ADICIONAIS ao Decálogo?

5 – Em Deuteronômio 29:21 constam as “maldições do pacto, escrito no livro desta lei”, o que não existe no Decálogo. Como, pois, o “pacto” não seria mais do que somente o Decálogo?

6 – Levítico 2:13 fala do “sal do pacto”, para ser acrescentado em TODAS as ofertas e sacrifícios, sendo que no Decálogo nada existe sobre “sal” e nem ofertas e sacrifícios. Não fica, pois, patente que o “pacto”, ou “concerto” não se limitava ao Decálogo, abrangendo a parte cerimonial da lei? Ademais, não diz Hebreus 9:1 claramente que “a primeira aliança também tinha preceitos de serviço sagrado”, com o que se evidencia que a concepção de “aliança” envolve MUITO MAIS do que o conteúdo das tábuas de pedra?

7 – Ao Moisés ressaltar a expressão “tábuas do concerto”, “tábuas do pacto”, e ocorrer ainda a expressão “arca do concerto”, mostrando que essas tábuas continham o fundamento legal de tal concerto, não se faz claro que, o concerto era “a respeito de todas estas palavras” do LIVRO da lei, não só do Decálogo (Êxo. 24:1-8')?

8 – Do texto indicado no tópico anterior o vs. 7 é iluminador e liqüida de vez com esta questão: “Também tomou o livro do pacto e o leu perante o povo; e o povo disse: Tudo o que o Senhor tem falado faremos, e obedeceremos”. Não fica claríssimo que o “pacto” não era só o que estava nas tábuas de pedra, como também NO LIVRO DO PACTO, que continha todos os regulamentos cerimoniais pelos quais o povo viveria e a que obedeceria, como prometeu solenemente (mas falhou miseravelmente vez pós vez)?

9 – Sendo que o povo prometeu – “tudo quanto o Senhor falou, nós faremos” (Êxo. 19:8'), segundo o que ouviram o Senhor proferir (e que registrou por escrito com o Seu próprio dedo), não temos aí o encontro dos dois “contratantes” do concerto, estabelecendo-o, o que é diferente do Decálogo, base legal do mesmo (ver também Deu. 26:16-19 e o que consta da pergunta 4)?

10 - Na repetição da promessa divina feita primeiro a Israel, mais tarde, Deus fala em escrever “as minhas leis” nos corações, indicando ser mais de uma (Jer. 31:31-33). Não prova isso que o concerto não se limitava ao Decálogo?

Obs.: É verdade que em Deu. 4:13 lemos: “Então vos anunciou ele a sua aliança [ou concerto] que vos ordenou cumprir, os dez mandamentos, e os escreveu em duas tábuas de pedra”.

Contudo, também lemos em Deu. 9:21: “Porém eu tomei o vosso pecado, o bezerro que tínheis feito, e o queimei a fogo, e o pisei, moendo-o bem, até que se desfez em pó; e o seu pó lancei no ribeiro que descia do monte”.

Logicamente Moisés não tomou o pecado em si, e sim o objeto do pecado—o bezerro de ouro. No hebraico é comum ocorrerem essas construções em que o que representa algo é apresentado como sendo a coisa representada. Isso explica o uso das expressões de Cristo, “eu sou o pão”, “este é o Meu corpo”; “este é o Meu sangue”, já que essa forma de linguagem do aramaico repete o que caracteriza sua língua básica, o hebraico.



Última edição por Prof. Azenilto G. Brito em Sex 18 Abr 2014, 08:17, editado 1 vez(es)
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DIÁLOGO COM 'TESTEMUNHA DE JEOVÁ' INSPIRA ESCLARECEDOR ESTUDO

Mensagem por Prof. Azenilto G. Brito em Sex 18 Abr 2014, 08:15


Recebi esta semana a visita de um cavalheiro que é testemunha de Jeová, acompanhado da esposa, para um estudo que se dispôs a fazer, após um contato anterior com minha esposa, pretendendo explicar-lhe por que sua organização não ensina a observância do sábado.

Ela me convidou para o diálogo com eles, mas tal diálogo não avançou muito porque a única coisa que ele queria era ler-nos a “explicação oficial” a respeito, como consta de seu livro Raciocínios à Base das Escrituras, o que não me pareceu apropriado. Ele não estava nem um pouco disposto a admitir a possibilidade de que podia APRENDER algo conosco, pois julgava que sua missão era só a de ENSINAR (coisa típica desses religosos).

Seja como for, preparei um esboço (que imprimirei e buscarei entregar-lhe no próprio Salão do Reino que ele frequenta) mostrando alguns pontos que eu ressaltei em tal diálogo:

1 – As teorias sobre a lei de Deus nos seus 10 Mandamentos ter sido abolida procede de uma interpretação tradicional de cristãos dispensacionalistas, que influenciaram o fundador da organização das TJ’s—Carlos Russell. Prova disso é que Russell defendeu até sua morte em 1916 as teses dispensacionalistas envolvendo profecias relativas ao futuro da nação de Israel (como ensinam até hoje os dispensacionalistas), interpretações que só foram descartadas pelas TJ’s em 1932, na presidência de Joseph F. Rutherford (ver o livro Proclamadores do Reino, págs. 140 e 141).

Rutherford e seus sucessores, porém, mantiveram o viés desses ensinos sobre a “dispensação da lei” que teria sido suplantada pela atual “dispensação da graça” (que desfaria a regra dos 10 Mandamentos para os cristãos). Mas ele mesmo, tanto no livro Criação quanto Inimigos, oferece esclarecedora exposição sobre o tema da lei e concertos, como fotocópias anexas mostram.

2 – Os dois mandamentos de amar a Deus sobre todas as coisas e amar o próximo como a si mesmo não foram originados por Cristo ao falar sobre isso em Mat. 22:36-40, pois Ele apenas reitera o que Moisés já havia dito em Deut. 6:5 e Levt. 19:18. Não é um substituto da Lei Moral de Deus, e sim a sua síntese. Não se deve confundir síntese (ou resumo) da lei com substituto da lei, como faz a literatura das TJ’s.

3 – Sendo que Jesus disse que TODA a lei e os profetas dependem desse duplo princípio de amor a Deus e ao próximo em Mat. 22:36-40, isso inclui o sábado, sendo, pois, parte dos demais preceitos relacionados com amor a Deus—não ter outros deuses, não cultuar ídolos, não falar o nome de Deus em vão, e dedicar ao Senhor o Seu dia. Portanto, o sábado é um mandamento do amor tanto quanto não cultuar imagens ou não desonrar o nome de Deus.

4 – A passagem de 2ª. Cor. 3:2-11 em vez de provar o fim dos 10 Mandamentos, como dá a entender o livro Raciocínios à Base das Escrituras, indica exatamente o contrário—mostra como Paulo confirma que o cristão deve ter a lei divina escrita, não como letra morta sobre tábuas de pedra, e sim no coração, como é a promessa da Nova Aliança em Heb. 8:10. E Paulo jamais diz que somente 90% do conteúdo das tábuas de pedra é que devia estar nas tábuas de carne do coração, e sim fica claro pelo que ele diz que seria 100% desse conteúdo.

5 – Prova adicional de que para Paulo os 10 Mandamentos ainda eram vigentes no seu tempo temos no fato de o Apóstolo recomendar aos efésios “o primeiro mandamento com promessa”, que é o 5º. do Decálogo (do respeito de filhos aos pais—ver Efé. 6:1-3). Pela linguagem do texto, fica evidente que os efésios sabiam a que lei ele se referia, e a aplicação de “longa vida sobre a Terra” do mandamento original (Canaã—ver Êxo. 20:12) Paulo aplica a longa vida para os cristãos obedientes a tal preceito em qualquer terra. Ver também Rom. 7:7 e 8, 12, 14, 22 e 8:7.

6 – Na promessa da Nova Aliança em Heb. 8:10 não é dito em parte alguma que no processo de escrever as Suas leis nos corações dos Seus filhos que aceitam os termos dessa Nova Aliança [ou Concerto] Deus deixa de fora o preceito do sábado. E é importante observar que o texto de Heb. 8:10 é repetição de Jer. 31:31-33, portanto as “Minhas leis” [de Deus] são as mesmas conhecidas pelo profeta, o que inclui o sábado.

7 – O cerimonialismo não será escrito nesses corações, pois há muitas explicações nos escritos paulinos sobre o fim da parte prefigurativa, ritual, da lei, mas o sábado não é cerimonial, e sim foi proclamado solenemente por Deus com as demais regras da Lei Moral (Deuteronômio 5, Êxodo 20) e deriva da criação do mundo (Gên. 2:2, 3 cf. Heb. 4:4). A própria Tradução do Novo Mundo deixa claro que “Deus descansou no sétimo dia de todas as suas obras” em Heb. 4:4, e em Êxo. 31:17 diz que “repousou”, com o que fica claro o erro da tradução de Gên. 2:3 como “passou a repousar” (aliás, no próprio verso a mesma tradução diz, “nele tem repousado de toda a sua obra”, indicado o tempo verbal PASSADO).

Quando Hebreus foi escrito, tanto o seu autor quanto os seus leitores primários sabiam que o véu do Templo se havia rasgado de alto abaixo quando Cristo morreu sobre o cimo do Calvário (Mat. 27:51), e entendiam o sentido do cerimonialismo todo de Israel como abolido, não as leis morais.

8 – Em Mat. 5:17-20, no primeiro discurso de Cristo para grandes multidões (o que inclui Seus discípulos, continuadores de Sua obra), Ele não declara só que não veio abolir a lei mas cumpri-la, como diz a Seus ouvintes que deviam cumprir TUDO da lei, até seus mandamentos menores, do contrário não teriam justiça superior à dos escribas e fariseus.

9 – Em Mat. 23:1-3, no último discurso de Cristo a grandes multidões (o que incluiu Seus discípulos, continuadores de Sua obra), Cristo confirma que TUDO da lei devia ser cumprido por eles, segundo ensinavam seus líderes religiosos, só não devendo ser hipócritas como eles, à base do “façam como eu digo, mas não como faço”. Nesse TUDO está inescapavelmente incluído o preceito do sábado.

10 – A divisão das leis como “Moral”, “Cerimonial” ou “Civil” não é expressa em palavras, mas em fatos. Só os 10 Mandamentos foram proferidos solenemente por Deus, e escritos por Seu próprio dedo nas tábuas de pedra, sendo a primeira e única vez na história que todo o povo reunido ouviu diretamente a voz de Deus (Deu. 5:1-22). É dito que após proferir essa lei, Deus “nada acrescentou” e a escreveu nas tábuas de pedra. Essa lei é inteiramente diferente de todas as demais leis que Deus transmitiu ao povo mediante Moisés.

Se os termos “Moral”, “Cerimonial” e “Civil”, referindo-se à lei divina, não aparecem na Bíblia, também dela não constam as palavras “teocracia”, “corpo governante”, “onisciência”, “onipotência”, “onipresença”, “ascensão”, “milênio” e tantos outros termos ligados a estudos e questões teológicas e religiosas. Paulo fala de regras outrora importantes da lei que agora não mais importam, sendo que o que importa agora aos cristãos é “obedecer os mandamentos de Deus” (1 Cor. 7:19). Assim, ele mesmo mostra uma divisão das leis.

Estamos às ordens para um estudo mais detalhado, numa base de diálogo construtivo, como eu propus, com divisão de tempo para cada participante. O convite fica estendido ao prezado amigo, sua esposa ou qualquer outro de seus irmãos na fé em nossa residência.

Ah sim, veja junto com esta uma fotocópia de páginas do livro das próprias Testemunhas de Jeová que expõe muito bem o tema da lei divina e a diferença entre Lei e Concerto, como é o caso do livro de 1927 Criação, págs 340 e 341, e do livro Inimigos, de 1937, pág. 81.

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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Vasuilvan em Qua 07 Maio 2014, 15:44

“A violação do mandamento sabático não é tanto um pecado como tal, mas um sintoma que revela uma atitude que toca todos os mandamentos. 
    A quebra do Sábado em sua natureza essencial é uma rejeição de Deus, uma espécie de rebelião. Não é como matar ou roubar ou cometer adultério. Ela revela um estado interior de desobediência; e desobediência é a essência de todo o pecado.” – M. L. Andreasen, The Sabbath, págs. 76 e 77.
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Gilcimar em Qui 07 Ago 2014, 00:03



Por que o homem foi a causa para que Deus estabelecesse o sábado ?

Quem relação tem a existência do sábado ( Sétimo dia ) com o Homem ?

dar ainda para discutir aqui...!

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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Gilcimar em Seg 03 Ago 2015, 11:57

Eu ainda gostaria de tratar a pergunta abaixo:

Por que o homem foi a causa para que Deus estabelecesse o sábado?
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Vasuilvan em Seg 03 Ago 2015, 12:44

;;;;;

Eu queria agora analisar esse verso sob esse aspecto...

Muitos consideram que a segunda parte do verso, torna a primeira parte do verso inválida.

E, se apresentarmos o verso invertido assim...


O HOMEM NÃO FEITO POR CAUSA DO SÁBADO, MAS SIM, O SÁBADO POR CAUSA DO HOMEM...
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Gilcimar em Seg 03 Ago 2015, 12:59

O HOMEM NÃO FEITO POR CAUSA DO SÁBADO, MAS SIM, O SÁBADO POR CAUSA DO HOMEM...

Pensam que  o fato de Jesus ter dito que o homem  não ter sido feito por causa do sábado diminua a importância  que damos para o dia  ou que o  fato do sábado  ter sido feito  por causa do homem para que ele pudesse fazer nesse dia o que bem entender....

Mas esquecem que o sábado foi feito por causa do homem desde quando Deus  Santificou o sétimo dia....

A Bíblia diz em Êxodo 20:10 que o sétimo dia é o sábado do Senhor Deus....

Não tem coimo separar  uma coisa da outra como se fosse dias distintos...

Abraços..!!!
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Tzaruch em Ter 19 Jul 2016, 20:52

.
Resposta à Mensagem Nº129

Olá Gilcimar.

Gilcimar escreveu:Eu ainda gostaria de tratar a pergunta abaixo:

Por que o homem foi a causa para que Deus estabelecesse o sábado?

E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra,
e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus,
e sobre todo o animal que se move sobre a terra. E disse Deus:
Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente,
que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore,

em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.
E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra,
em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi.

-Gênesis 1:28-30-


E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom;
e foi a tarde e a manhã, o dia sexto.

-Gênesis 1:31-

Gilcimar, veja que até ao dia sexto DEUS viu tudo quanto tinha feito,, e nesse momento
era muito bom,,, o homem depois fez algo que foi a causa do sétimo dia,
que se entende por ser a desobediência.



.
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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

Mensagem por Tzaruch em Qui 01 Jun 2017, 23:20

.
Olá a todos.





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Re: MARCOS 2.27 - O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado

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