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Pós Tribulação ou Pré?

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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Pereira em Ter 23 Nov 2010, 20:17

Amado Diego,

Está seno prazeroso conversar com voc~esobre essas coisas.

O AMADO PERGUNTA: A é ??? E a igreja vai para onde depois de arrebatada e fazer o que ??

Amado, enquanto o desenrolar da profecia na terra refertente aos Yaohudim (jude-s) e os Goym (Nações) a Igreja estará no shuaolmayao (corrompidopara céu) com o Seu amado Salvador.

São dois os acontecimentos relacionados a Igreja neste período:

- O TRIBUNAL DE YAOHUSHUA, O MESSIAS

Ao referir-se ao Tribunal de YAOHUSHUA, O Messias, o Emissário Shaúl usa a palavra “Bema” (Gr) significa Tribunal Compensatório.

Não trata-se de um Tribunal de Condenação ou Juízo, mas sim, de recompensa, prêmios e galardões.

Será o momento de prestação de contas (Rm 14:7),
da recompensa (Lc 14:41; I Co 4:5),
da entrega de galardões (II Tm 4:8; I Pe 5:4).

- AS BODAS DO CORDEIRO

As Bodas do Cordeiro ocorrerá entre o Arrebatamento e a Revelação de YAOHUSHUA, O Messias em Glória (2ª fase de sua vinda).Na ocasião o Inicio do Milênioaqui na terra. Logo no final dagrande Tribulação.

Uma evidencia disso é que, ao descer o Ungio, as Bodas já ocorreram, como se vê comparando Ap 19:7-9, com 19:11-14.

Assim enquanto os juízos de YAOHU UL caem sobre a Terra, durante a Grande Tribulação, haverá festa entre os salvos, com a presença do Grande Rei e Salvador e por fim YAOHUSHUA, O Messias entrará com sua noiva adornada no céu e depois desce a terra para implantar oReino MIlênial.

Observe amado que após o Milênio as nações que herdarão a terra precisarão de cura. Por que está escrito que as folhas a árvore da vida que está nos céus servirá para cura das nações.

É impossivel que essas nações que precisarão de cura nessa nova terra seja contaa ente a Igreja.

A Igreja estará nos shuaolmayao com seu Ungido,enquando as nações não.

Pereira
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Pereira em Ter 23 Nov 2010, 20:41

Amado Diego,
Permita-me falar sómais um pouco. ;-)

O AMADO DIZ: Eu percebi uma coisa, ou seja, sua teologia é separatista.

Amao,essa separação quem faz é a Escrituras. Não eu.

A Bíblia é clara em ientificar os YAOHUDIM (Jude-s)NAÇÃO - Filhos de Abruhám por descendência genética.

Hebre-s 11 8Pela emunáh (fé) Abruhám obedeceu quando YÁOHU UL o chamou, e partiu para uma terra que lhe prometia dar, como uma herança. E foi, sem mesmo saber para onde ia." 9Sempre em resultado da sua fé, ele aceitou habitar nessa outra terra como um estrangeiro, vivendo em tendas, tal como YÁOHUtz-kaq e YÁOHU-caf, aos quais YÁOHU UL fez também a mesma promessa 10É que Abruhám esperava aquela cidade solidamente estabelecida, cujo arquitecto e construtor é YÁOHU UL mesmo


Esses são Filhos de Abruhám por descendência genética somente. Foi a promessa de YAOHUH UL a Abruhám por juramento.
Pela obediência, de Abruhám , foi gerado todo um povo: os yaohudim (judaicos). Aqui é gerado um povo e uma nação.
Bereshít 22:16-18"Eu, YÁOHU ULHÍM, juro por mim mesmo que por teres feito o que fizeste, por me teres obedecido, sem sequer me recusares até o teu próprio filho querido, te abençoarei com enormes bênçãos, multiplicarei os teus descendentes, que serão milhões sem conto, tal como as 'cocavím' (est-elas) do shua-ol-mayao (céu), como os grãos da areia das praias; além de que virão a ser vitoriosos sobre os seus inimigos. Serão ainda um meio de bênção para todos os outros povos da terra. Tudo isto por me teres obedecido".
YAOHUH UL estabeleceu uma promessa com Abruhám , em resultado da emunáh (fé) manifesta por Abruhám em sacrificar seu único filho, por ordem de YAOHUH UL.
Foi por essa emunáh (fé), que é obediência, que Abruhám herdou a promessa de ter uma numerosa descendência, a qual se tornaria um grande povo e uma grande nação.
O princípio e conceito inicial era que esse povo, a exemplo de seu patriarca, fosse um povo de emunáh (fé), que amasse a verdade e a obediência a YAOHUH UL, exatamente como seu patriarca, Abruhám .
Contudo, tal não sucedeu, tendo esse povo inúmeras vezes se desviado para os ídolos, desviado da emunáh (fé) e finalmente, muitos entre eles (embora não todos) vieram a rejeitar o Mehushkhay YAOHUSHUA em Sua vinda.
Os yaohudim (jude-s) são referidos nas escrituras como os ramos naturais da oliveira, por serem a descendência de Abruhám , o patriarca que herdou tal promessa.
Contudo, ao rejeitarem a verdade e a emunáh (fé), se tornaram cortados do princípio original estabelecido, e cortados da comunhão com YAOHUH UL, uma vez que não seguiram a verdade e a emunáh (fé) que lhes foi proposta.
"E não pensemos que a palavra de YAOHUH UL haja falhado, porque nem todos os de Yaoshorul são, de fato, Yaohudim".

Nos Qoatáv os Yaohudim estão divididos em dois grupos distintos.

grupo B – Não Salvos e
grupo A – Salvos


Verdadeiramente, houve uma grave divisão nesse povo, divisão essa de natureza espiritual, entre os que viveram, vivem ou viverão pela emunáh (fé), e os que se desviaram do propósito inicial de serem um povo, não somente descendentes genéticos, mas principalmente descendentes espirituais da emunáh (fé) de Abruhám .

Romanos 2:28-29 - "Porque não é yaohudi (judaico) quem o é apenas exteriormente, nem é circuncisão a que é somente na carne. Porém yaohudi (judaico) é aquele que o é interiormente, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de YAOHUH UL".

Portanto, na revelação Bíblica temos:

Yaohudim (jude-s) que compõem o Grupo A - Esse grupo é composto por aqueles que rejeitaram a emunáh (fé) e se desviaram da emunáh (fé) proposta no Mehushkhay YAOHUSHUA, a qual foi o fato gerador inicial com Abruhám .

Os yaohudim (judaicos) que compõem o grupo B - São os que receberam a Yaohushua o Ungido e nEle creram para a sua salvação.


IMPORTANTE: O correto e justo é sabermos que houve (e há) yaohudim (judaicos) que rejeitaram o Mehushkhay YAOHUSHUA, do mesmo modo que houve (e há) yaohudim (judaicos) que O aceitaram e creram nEle. Essa é a clara distinção entre os grupos A e B.

Yaohudim (judaicos) do Grupo B - Salvos
Filhos de Abruhám por descendência espiritual somente
Gálatas 3:7 - "Sabei, pois, que os da emunáh (fé) é que são filhos de Abruhám ".

Romanos 4:9-13 - "Vem, pois, esta bem-aventurança exclusivamente sobre os circuncisos ou também sobre os incircuncisos? Visto que dizemos: a emunáh (fé) foi imputada a Abruhám para justiça. Como, pois, lhe foi atribuída? Estando ele já circuncidado ou ainda incircunciso? Não no regime da circuncisão, e sim quando incircunciso. E recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça da emunáh (fé) que teve quando ainda incircunciso; para vir a ser o pai de todos os que crêem, embora não circuncidados, a fim de que lhes fosse imputada a justiça, e pai da circuncisão, isto é, daqueles que não são apenas circuncisos, mas também andam nas pisadas da emunáh (fé) que teve Abruhám , nosso pai, antes de ser circuncidado. Não foi por intermédio da lei que a Abruhám ou a sua descendência coube a promessa de ser herdeiro do mundo, e sim mediante a justiça da emunáh (fé)"..

Romanos 4:18 - "Abruhám , esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe fora dito: Assim será a tua descendência".

Os yaohudim (judaicos) do grupo B são aqueles que permaneceram firmes na verdade e na emunáh (fé) que lhes foi proposta, recebendo e crendo em YAOHUSHUA em sua vinda, e até os dias de hoje. Esses são descendentes genéticos, mas principalmente descendentes espirituais de Abruhám , pois as escrituras chamam Abruhám de "pai da emunáh (fé)", tornando todos os que crêem, yaohudim (judaicos) ou goym (gentios), seus filhos espirituais, como que herdeiros do bem supremo e dos princípios originais da vida espiritual, onde a emunáh (fé) está posta como principal pilar.
· Destinados à salvação
Pela emunáh (fé), esses yaohudim (judaicos) do grupo B encontraram a adoção de filhos, não somente de Abruhám , mas principalmente de YAOHUH UL, e encontraram a salvação em YAOHUSHUA, o Ungido, Filho Unigênito de YAOHUH UL.

IMPORTANTE: Pela emunáh (fé), esses yaohudim (judaicos) do grupo B passam a formar um único povo com os goym (gentios) do grupo C, uma vez que as premissas de adoção e de salvação são exatamente as mesmas para ambos, quais sejam: a emunáh (fé) em YAOHUSHUA, o Ungido, em decorrência do amor à verdade.

GOYM (NAÇÕES) - Homens e Mulheres de todos os povos, tribos e línguas inclui-se aqui os Yaohudim indiferentes e rebeldes a Yaohushua hol Mehushkhay

Atos 13: 47 ...Eu te pus para luz dos gentios, a fim de que sejas para salvação até os confins da terra.

Segundo a Bíblia, São Filhos de ha-satan, o pai da mentira E nisso, não há distinção entre yaohudim (judaicos) e goym (gentios), pois todos os filhos de ha-satan, sejam yaohudim (judaicos) ou goym (gentios), certamente estão em rebeldia contra o Filho, YAOHUSHUA, o Qual é a Verdade.
Yaohukhanan (João) 8:44 - "Vós sois de ha-satan, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira".
Romanos 9:1-3O meu coração está abatido dentro de mim, e entristeço dia após dia porque desejo a salvação do meu povo, os meus irmãos e irmãs YAOHÚ-dim. Hol-MEHUSHKHÁY sabe, e o RÚKHA hol-HODSHÚA é testemunha, que eu estou a dizer a verdade quando digo que preferia ser separado de hol-MEHUSHKHÁY, se isso pudesse ser condição para a salvação deles 4-5 YÁOHU UL os tomou como seu próprio povo escolhido, e lhes revelou a sua hodayao. Fez com eles alianças. Deu-lhes a sua lei. Ensinou-os a adorá-lo e deu-lhes promessas. Seus pais foram grandes homens de YÁOHU UL, e hol-MEHUSHKHÁY, ele próprio, era YAOHÚ-di como eles, no que diz respeito à sua natureza humana, ele que agora é YÁOHU UL de tudo, para sempre. YÁOHU UL seja louvado! 6Pois bem, terá YÁOHU UL falhado no cumprimento da sua promessa aos YAOHÚ-dim? Naturalmente que não. O que acontece é que nem todo o que é nascido duma família YAOHÚ-di é um verdadeiro YAOHÚ-di. 7O simples facto de serem da descendência de Abruhám, não os faz filhos de Abruhám. Ora as Qaotáv dizem: "Só através de YÁOHUtz-kaq é que a minha promessa terá cumprimento", embora Abruhám tivesse outros filhos. 8Isto significa portanto que nem todos os filhos de Abruhám são necessariamente filhos de YÁOHU UL. São os filhos da promessa que são considerados ser filhos de Abruhám.

Esses goym (gentios) formam DOIS grandes grupo:

C – Goym Salvos e
D – Goym Não salvos.


Goym (gentios) do Grupo C - Homens e Mulheres de todos os povos, tribos e línguas. São os que receberam a Yaohushua o Ungido e nEle creram para a sua salvação.
A este grupo está reservado o Arrebatamento e por fim o Milênio aqui nessa terra.

Goym (gentios) do Grupo D - Homens e Mulheres de todos os povos, tribos e línguas. Esse grupo é composto por aqueles que rejeitaram a emunáh (fé) e se desviaram da emunáh (fé) proposta no Mehushkhay YAOHUSHUA.

A este grupo, os que não aceitarem a Mensagem de Yaohushua e forem inimigos dos Yaohudim, está reservado ficarem nessa terra aguardando A Grande Tribulação e por fim o Sheol (Inferno)


O AMADO DIZ: Se eu fosse seguir sua linha de raciocinio teria que pegar o versículo da Biblia que atesta que Yeshua veio para os Yehudim e automaticamente anular Joao 3:16 que diz que mesmo que Yeshua tenha vindo exclusivamente para os Judeus ainda sim seu sacrificio é universal.


Amado, não devemos anular as Escrituras. Pois é nas Escrituras que que está revelado que Ele o Ungido veio para os SEUS e por ter sido reijeitado pelos SEUS, buscou as ovelhas de Outro aprisco.


O AMADO DIZ: As profecias TODAS elas se estendem ao povo de Dan'el, mas quem é esse povo ? E Vc não é desse povo?


O povo de Dani-l todos nós sabemos que são os Yaohudim (Jude-s). Agora o amado pergunta quem sou eu? Essa foi a mesma pergunta feita a YAOHÚ-nah (Jonas)

Jonas
YAOHÚ-nah 1:8 “...De que nacionalidade é que és?"

Todos precisam saber que quando um pecador confessa o Ungido Yaohushua como Goivernante e Salvador de sua vida, imediatamente lhe é garantido uma nova pátria, uma Nova Nacionalidade.

Em Yaohushua o Yaohudim (jude-s) deixa de ser Yaohudim (jude-s), o Goym (gentio) deixa de ser goym (gentios).

Colossenses 3:11 onde não há grego nem Yaohudim (jude-s), circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo ou livre, mas o Ungido é tudo em todos.

Romanos 10:10-13 - "Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. Porquanto a Escritura diz: Todo aquele que nele crê não será confundido. Pois não há distinção entre yaohudi (judaico) e goy (gentio), uma vez que o mesmo é o ULHIM de todos, rico para com todos os que O invocam. Porque: Todo aquele que invocar o Nome YAOHUH será salvo".
Gálatas 3:28 - "Dessarte, não pode haver yaohudi (judaico) nem goy (gentio); nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em YAOHUSHUA o Mehushkhay".


Com a vinda de Yaohushua, o Reino dos Shua-ol-mayao invadiu esse mundo e nos torna concidadãos dos Shua-olmayao. Em Yaohushua, o pecador arrependido passa ter um lugar de habitação preparado pelo Ungido.

Yaohukhána 14: 3 E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.

Filipenses 3: 20 Mas a nossa pátria está nos Shua-olmayao, donde também aguardamos um Salvador, o Govbernante Yaohushua o Ungido,

Hebre-s 11: 16 Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial. Pelo que também ULHIM não se envergonha deles, de ser chamado seu ULHIM, porque já lhes preparou uma cidade.

Efésios 2: 19 Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos santos e membros da família de ULHIM,


Em Yaohushua recebemos a adoção de filhos.

Romanos 8: 15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adoção, pelo qual clamamos: Aba, Pai!

Galatas 4: 5 para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.

Efésios 1: 5 e nos predestinou para sermos filhos de adoção por Yaohushua o Ungido, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade,

Amados, é muito importante atentarmos para essas coisas pois, nós antigamente também éramos por natureza filhos desse mundo separados da vida de ULHIM, perdidos e por natureza filhos da ira.

Efésios 2: 3 entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais.

Agora com o grande amor que ULHIM nos tem dispensado, somos feitos filhos de ULHIM. Nos tornamos filhos de ULHIM pelo Seu Grande Amor.

Gálatas 3: 26 Pois todos sois filhos de ULHIM pela emunáh (fé) em Mehushkhay Yaohushua.

Lucas 20: 36 porque já não podem mais morrer; pois são iguais aos mensageiros, e são filhos de ULHIM, sendo filhos da ressurreição.

Romanos 8: 16 O Rúkha mesmo testifica com o nosso rúkha que somos filhos de ULHIM;

Portanto, a Igreja são os que pertencem a família de YAOHU ULHIM. Não pertencem mais a este mundo, receberam uma pátria nos shua-olmayao.
Efésios 2:19 Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos separados e membros da família de ULHIM,
Importante é lembrarmos sempre e com muito temor, é que o homem que nasce nesse mundo não é chamado Filho de ULHIM, porém pode “TORNAR-SE” um filho de ULHIM.

ManYaohu 5: 45 para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos Shua-ol-mayaos; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

Yaohukhana 1: 12 Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de ULHIM;

Yaohuhana 12: 36 Enquanto tendes a luz, crede na luz, para que vos torneis filhos da luz. Havendo Yaohushua assim falado, retirou-se e escondeu-se deles.
Romanos 9: 26 E sucederá que no lugar em que lhes foi dito: Vós não sois meu povo; aí serão chamados filhos do ULHIM vivo.

1 Yaohuhana 3: 1 Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de ULHIM; e nós o somos. Por isso o mundo não nos conhece; porque não conheceu a ele.

1 Yaohuhana 3:2 Amados, agora somos filhos de ULHIM, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é, o veremos.
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Diego em Qua 24 Nov 2010, 15:50


Shalom Bruno..

Além de sua interpretação alegorista


Eu Alegorista ?? Amigo quem está fanatsiando as coisas é vc, a Passagem é direcionada a discípulos em particcular, ai vc vem que eles ali não eram a igreja e quem alegora sou eu ??.


Interpretação literal e contextual agora, ok? Quem é Israel neste contexto? É os ramos naturais (v.24). Ora, se Israel é os ramos da oliveira, não pode ser a própria oliveira, na qual os gentios são enxertados.

Poquissimo conhecimento de botânica heim, Ramo são galhos ok!! Dic Aurélio: Substantivo masculino.
1.Bot. Subdivisão do caule das plantas; galho.

O que foi cortado foram os galhos, RAMOS. Os Galhos da Oliveira sendo cortados, resta o tronco ok! Se há reenxerto implica que a árvore a qual recebe está em pé.

Pouquissimo conhecimento profético: Vejamos o que foi dito de Israel:

O SENHOR te chamou de oliveira verde, formosa por seus deliciosos frutos; mas agora, à voz de grande tumulto, acendeu fogo ao redor dela e consumiu os seus ramos.(Jr 11:16)

E isso se cumpriu, e Paulo ensinou em Rm 11 agora se vc quiser desconsiderar ai é com vc mesmo.

Bem o resto da sus postagem segue apenas fora de contexto..

Shalom irmão.

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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Diego em Qua 24 Nov 2010, 16:45

Pereira Shalom...

Amado,essa separação quem faz é a Escrituras. Não eu.

É claro que há nitidas diferenças, mas o que eu digo é que a Igreja assumiu o papel de Ysrael ponto final. A Nação não está abandonada, Deus não os rejeitou basta apenas que creiam para serem denovo enxertados, mas isso não é um privilégio exclusivo, as nações estão no mesmo patamar.

Bem esse assunto nos tira do foco e não quero ser chamado a atenção, vc pode abrir um tópico e tratamos dos enxertos.

Voltando ao assunto:

Amado, enquanto o desenrolar da profecia na terra refertente aos Yaohudim (jude-s) e os Goym (Nações) a Igreja estará no shuaolmayao (corrompidopara céu) com o Seu amado Salvador.

Então a Igreja vai estar no céu tocando harpa, sendo galardoada e bebendo vinho ?

Bem, eu aprendi a discordar disso e não simplesmente por querer ser do contra mas porque li as Escrituras e elas me ensinaram de forma diferente.

Entendendo o que é as Bodas do Cordeiro:

Jesus, após a última páscoa e pouco antes da sua morte e ressurreição, prometeu que aquele momento se repetiria um dia no reino dos céus: “E digo-vos que, desde agora, não beberei deste fruto da vide, até aquele dia em que o beba novo convosco no reino de meu Pai” (Mateus 26:29).

Leiamos ATENTAMENTE o seguite texto e contexto:

6 ​Então, ouvi uma como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo: Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso.
7 ​Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou, 8 ​pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.
9 ​Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus.

No dado texto do Apocalipse, vemos que o ANÚNCIO das bodas do Cordeiro dado pelo anjo ocorrerá após a destruição do sistema religioso mundial (Babilônia), ou seja, no final da grande tribulação, momentos antes da destruição do anticristo e seus exércitos no Armagedom (Apocalipse 19:6-9), opondo-se à idéia pré-tribulacionista que sustenta a realização dessas bodas logo após o arrebatamento pré-tribulacional. Na sua visão pré-tribulacionista, as bodas durarão nos céus o mesmo tempo que a tribulação estiver ocorrendo na Terra, ou seja, durante sete anos. Essa postura não condiz com Apocalipse 19:6-9. Nesse texto, fica claro que o ANÚNCIO das bodas ocorrerá no final da tribulação, sem contudo fixar um momento ou lugar determinado, não descrevendo as bodas em si e sim ANUNCIANDO as mesmas como um acontecimento próximo ainda não ocorrido.

Por uma questão muito lógica a igreja não estará em bodas nenhuma durante o Tribulo. Se o anjo de apocalipse no auge da tribulação lança o aviso que as Bodas ainda são chegadas, ainda é vinda fazendo assim o anúncio da mesma, fica claro que não existe ninguém em tal bodas, pois as bodas se quer começou até o fim do tribulo. Portanto vc terá que arrumar outra coisa para a igreja fazer durante esses sete anos, ou então continuar arrumando desculpas, por não aceitar os textos biblicos kkkkkkkk.

Jesus profetizou que a sua vinda seria visível a nível mundial (Mateus 24:30) e que, por ocasião dessa vinda em glória, os ESCOLHIDOS seriam arrebatados para encontrá-lo nos céus (Mateus 24:31). Nesse arrebatamento, os mortos serão ressuscitados e os vivos serão transformados, em ambos casos recebendo corpos glorificados (I Tessaloniceses 4:13-18). Neste ponto, o pré-tribulacionismo poderia perguntar: Como seria possível o arrebatamento da Igreja no final da tribulação, a realização das bodas e a posterior descida de Cristo com a Igreja como Rei ao Monte das Oliveiras, de onde derrotará o anticristo e seus exércitos? Como poderiam esses acontecimentos dar-se num curto espaço de tempo?

Para começar, em nenhum texto bíblico fica determinado explicitamente que as bodas do Cordeiro acontecerão entre o arrebatamento e a derrota do anticristo, podendo até mesmo ser celebrada no começo do reino milenar de Cristo na Terra. Jesus anunciou que voltaria a celebrar a ceia com os seus discípulos no reino do Pai, podendo estar referindo-se ao Milênio, que será a implantação do reino de Deus na Terra, tendo Jesus como Rei e Senhor.

Mesmo considerando a hipótese que as bodas sejam celebradas nos céus, entre o arrebatamento e a descida de Jesus com a sua Igreja para derrotar o anticristo, colocando teoricamente os três eventos numa sequencia vertiginosa, não podemos cair no erro básico de condicionar a atuação divina às regras e medidas de tempo humanas. Deus é o criador do universo e de todas as leis que o sustentam. Porém, Ele não está restrito a essas leis físicas, o mesmo acontecendo com os seres celestiais. Não podemos pretender “cronometrar” a manifestação divina, sobretudo nos eventos do final da tribulação (aparecimento do sinal, arrebatamento, glorificação da Igreja, bodas e derrota do anticristo e sistema). Esses eventos, em seu conjunto, podem acontecer em segundos, minutos, horas ou até mesmo dias, pois Deus não está restrito às dimensões de espaço e tempo concebidas pela mente humana. A Igreja também não estará sujeita a essas leis, pois seus membros possuirão corpos glorificados. Para chegar a conclusões mais apropriadas à respeito da sequencia desses acontecimentos, devemos considerar os fatos concretos que a Bíblia nos revela:

1. O arrebatamento da Igreja será repentino, como um ladrão, num momento impensado e inesperado pelo mundo e num abrir e fechar de olhos, ou seja, em uma fração de segundos (I Coríntios 15:52). Esse arrebatamento, de acordo com Jesus, ocorrerá logo após a tribulação (Mateus 24:29-31)

2. Por uma questão de lógica, as bodas acontecerão após o arrebatamento que, como vimos no item anterior, ocorrerão após a grande tribulação. Em Apocalipse 19: 6-9, o ANÚNCIO e preparativos para as bodas se dão após a queda da grande Babilônia, nos momentos finais da grande tribulação, indo contra a concepção pré-tribulacionista, como já vimos anteriormente.

3. As bodas do Cordeiro, de acordo com Mateus 26:29 acontecerão no reino do Pai, lugar que está relacionado ao reino milenar de Cristo na Terra.

4. Jesus, em sua vinda, retornará como Rei e Senhor, para vencer os exércitos do anticristo. Ele pousará seus pés no Monte das Oliveiras (Zacarias 14:1-Cool, de onde vencerá ao anticristo e os seus exércitos reunidos no Armagedom e logo se inicia as bodas e o Milênio

Agora temos que ter um fato de suma IMPORTANCIA,o evangelista Lucas nos fornece um detalhe importantíssimo a respeito da futura celebração da ceia entre Jesus e a Igreja. Em Lucas 22:18, Jesus declara: "Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de Deus". Nessa passagem, Jesus coloca um evento específico como marco para a celebração da ceia futura com a Igreja glorificada, retirando toda hipótese de iminência atual desse acontecimento e colocando-o mais uma vez após a tribulação.

De acordo com o próprio Mestre em Lucas 21:31, os seus servos saberiam que o reino de Deus estaria chegando após o cumprimento de todos os sinais descritos no sermão profético. Portanto, ao determinar que não mais beberia do fruto da vide até que viesse o reino de Deus, Jesus coloca a realização das bodas como um glorioso evento pós-tribulacional e não anterior à chegada plena do reino de Deus, que só chegará após o cumprimento de todos os sinais apocalípticos! (Lucas 21:31).

Muito mais importante do que o local ou o momento no qual se dará esse evento maravilhoso, é o sentimento que devemos ter no mais profundo dos nossos corações: Desejar a cada segundo de nossa existência estar frente a frente com o nosso amado Mestre e cear com Ele. Essa esperança deve ultrapassar todo desejo terreno e toda possível tribulação que venhamos enfrentar enquanto povo de Deus.
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Bruno Azeredo
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Bruno Azeredo em Qua 24 Nov 2010, 19:10

Diego C,
Poquissimo conhecimento de botânica heim, Ramo são galhos ok!! Dic Aurélio: Substantivo masculino.
1.Bot. Subdivisão do caule das plantas; galho.

O que foi cortado foram os galhos, RAMOS. Os Galhos da Oliveira sendo cortados, resta o tronco ok! Se há reenxerto implica que a árvore a qual recebe está em pé.
Parece que você não entendeu o que eu disse. Ramo é o mesmo que galho. Ok, não era novidade para mim. Vou usar teu vocabulário então... Vejamos... Israel é o galho natural da oliveira. Corta-se o galho natural (Israel) resta-se o tronco, conforme você disse. Aqui está o X da questão. O tronco com a raíz representa o lugar de bençãos, no qual o galho (Israel) está. Ou seja, Israel por si mesmo não é o tronco, no qual um outro gralho (não natural, gentios) é enxertado, FORMANDO UMA SÓ ENTIDADE, CONFORME TUA INTERPRETAÇÃO. Pelo contrário! O galho natural (Israel) foi cortado, e o galho não natural (gentios) foi enxertado em seu lugar, ou seja, atualmente o galho Israel sequer está no tronco; mas será re-enxertado depois. O que o tronco e a raíz representam eu já lhe informei. Perceba, até aqui você não ofereceu refutação a isto. Eu estou claramente dizendo que até mesmo neste texto de Rm 11 que você usou para defender Israel e Igreja como entidade única, está na verdade, havendo uma distinção clara entre os supra-citados. Estou te dizendo com todas as letras que Israel não é a oliveira. Você não me mostra argumento algum no contexto imediato que rebata o que estou afirmando. Tudo o que você tem é o que se segue abaixo:

Pouquissimo conhecimento profético: Vejamos o que foi dito de Israel:

O SENHOR te chamou de oliveira verde, formosa por seus deliciosos frutos; mas agora, à voz de grande tumulto, acendeu fogo ao redor dela e consumiu os seus ramos.(Jr 11:16)

E isso se cumpriu, e Paulo ensinou em Rm 11 agora se vc quiser desconsiderar ai é com vc mesmo.
Percebi que tudo o que você tem para interpretar Israel como sendo a oliveira em Rm 11 é um texto paralelo onde Israel é chamado de oliveira. Bem, eu já demonstrei o teu erro com a lógica e com o contexto imediato. Com a lógica porque Israel é dito ser o galho natural da oliveira, em Rm 11, e não a oliveira em si (raíz e tronco). O galho foi cortado, mas o tronco, conforme você disse, fica de pé. O tronco, porém, é o lugar de bençãos onde o galho Israel foi enxertado. Ou seja, a ilustração Paulina aqui faz distinção entre o galho da oliveira e a oliveira em si. A oliveira e sua raíz é o pacto abraãmico. Assim, Israel não é a oliveira, neste contexto.
Você apela para o contexto paralelo em Jeremias, esquecendo que em hermenêutica sadia, o contexto imediato é o que determina o significado do texto, em primeiro lugar. Se este não for claro, aí sim, recorremos ao contexto paralelo. O contexto paralelo em Jeremias não pode ser usado em apoio a tua interpretação porque chama Israel de oliveira, mas o contexto imediato em Rm 11 chama-lhe de galho da oliveira, e faz distinção entre a oliveira em si, e o galho Israel, e o outro galho não natural, os gentios. Mas agora permita-me usar o contexto paralelo para continuar demonstrando o teu erro em Rm 11. Vejamos: em vários lugares da Escritura do Antigo Testamento Israel é chamado de "figueira". Daí, em alguns inferem que em Mt 24.32, a "figueira" também representa Israel, e aí chegaram a interpretar que a segunda vinda teria de ocorrer dentro de uma geração (70 anos) a partir de 1948, ano em que a suposta "figueira" (Israel, conforme Mt 24.32) deu flores, etc, ou seja, resurgiu como estado. Bem, neste caso o que está havendo é uma advinhação da data da segunda vinda, afora outras implicações que demonstram claramente que esta interpretação é para lá de esdruxula. Mas espere! Esta é o mesmo tipo de hermenêutica aplicada por você em Rm 11. O contexto imediado de Mt 24.32 foi abandonado e deu-se preferência a contextos paralelos onde Israel é chamado de "figueira", e daí iferiu-se que em Mt 24.32 Israel é a própria figueira, uma interpretação grosseira. Ou seja, este exemplo demonstra claramente como o teu tipo de hermenêutica em Rm 11 é falha. Contexto imediato sempre tem mais peso que contexto paralelo. Contexto paralelo não pode contradizer o contexto imediato, mas apoia-lo. No entanto, tenho demonstrado em minhas postagens que este não é o caso entre os textos que você citou em Jeremias, e a ilustração da oliveira em Rm 11.


Bem o resto da sus postagem segue apenas fora de contexto..
Se você diz...


Shalom irmão.

Na Paz, cara! Ah, e leia minha interpretação de Mateus 24, abaixo. Talvez te esclareça um pouco.
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Pereira em Qua 24 Nov 2010, 19:46

Amado Diego,

O AMADO DIZ: É claro que há nitidas diferenças, mas o que eu digo é que a Igreja assumiu o papel de Ysrael ponto final.

Fico feliz por estarmos chegando a uma unidade de entendimento.

Sim a Igreja assumiu o seu papel no que refere-se as coisas espirituais. Agora no Plano terreno é nítido que Yaoshorul (corrompido para Isra-l) tem o seu papel na VISÃO PROFÉTICA.

O AMADO DIZ:A Nação não está abandonada,

De certo que não. As palavras o Eterno são fieis e verdadeira e todas as profecias referentes a essa maravilhosa nação hão de se cumprir.

O AMADO DIZ: Deus não os rejeitou basta apenas que creiam para serem de novo enxertados, mas isso não é um privilégio exclusivo, as nações estão no mesmo patamar.

De fato ainda há tempo. E esse tempo findará quando a Igreja for Arrebatada. E com certeza na visão profética quando a Igreja for arrebatada o anti-ungido se manifestará dando inicio A ULTIMA SEMANA DEANOS. Que chamado de A Grande Tribulação que há de vir sobre toda aterra.

O AMADO DIZ: Então a Igreja vai estar no céu tocando harpa, sendo galardoada e bebendo vinho ?

A caso o amado não sabe nada sobre a morada dos santos?

O Céu é um lugar atrativo, belo e perfeito. Com certeza a medida que a eternidade for “passando” conheceremos mais e mais as infinitas belezas celestiais.

1. YAOHU é o criador dos Céus, Gn 1:1; Ap 10:6

2. Existem pelo menos 3 Céus, Sl 8:3.

3. O primeiro Céu: Gn 1:8; Sl 77:17,18; 104:2 (atmosférico)

4. O segundo Céu: Gn 15:5; 22:17; Dt. 1:10; Is. 13:10 (sideral)

5. O Terceiro Céu, II Co 12:2; Paraíso, Lc 23:43 (espiritual)

6. O Céu dos Céus, o lugar central e altíssimo, Dt 10:14; I Rs 8:27.

7. Os Céus declaram a Glória de YAOHU, Sl 19:1.

8. O Céu é habitação de YAOHU , I Rs 8:30; 6:9; Sl 20:6.

9. No Céu está o Trono de YAOHU , Is 66:1; At 7:49; Ne 9:37; Sl 11:4; Hb 8:1.

10. YAOHUSHUA, O Messias, antes da encarnação, veio do Céu.

11. YAOHUSHUA, O Messias, depois da Ressurreição, voltou ao Céu, At 3:21; Hb 6:20.

12. Seis homens viram o Céu Aberto: Ez 1:1; Mc 1:10; Jo 1:51; At 7:56; At 10:11; Ap 4:1.

13. O Céu é um lugar Eterno, Sl 89:29; II Co 5:1.

14. O Céu é um lugar Alto, Sl 103:11; Is 57:15; Ef 1:21; 4:10; Jo 22:12.
15. O Céu é um lugar Santo, Dt 26:15; Sl 20:6; Is 57:15.

16. O Céu é um lugar Alegre, Lc 15:7; Sl 16:11; I Cr 16:27.

17. O Céu é um lugar Feliz, Ap 7:16; 22:12.

18. O Céu é um lugar Justo, II Pe 3:13.

19. O Céu é um lugar de Perfeita Comunhão com YAOHU UL , Ap 22:3,4.

20. O Céu é um lugar Imensurável, Jr 31:37.

21. O Céu é um lugar de Descanso, Hb 4:9.

22. O Céu é um lugar de Atividade espiritual, Ap 7:15.

23. O Céu é um lugar de Glória, Sl 73:24; Is 63:15.

24. Os anjos vivem no Céu, Mt 18:10; 24:36.

25. Os nomes dos crentes estão escritos no Céu, Lc 12:23.

26. Os tesouros no Céu nunca parecem, Mt 6:20; Lc 12:33.

27. Carne e sangue não tem acesso ao Céu, Gl 5:21; Ef 5:5; Ap 22:15.

28. Os pecadores não entrarão no Céu, Gl 5:21; Ef 5:5; Ap 22:15.

29. Os flagelos da terra não se encontram no Céu, Ap 21:4.

30. O Céu será a Futura, Definitiva e Eterna Habitação dos Crentes, Redimidos pelo Sangue do Cordeiro, Sl 23:6; Ap 3:21; Hb 11:16; Fp 3:20.



A Natureza do Céu

Os justos são destinados a vida eterna na presença do seu Altíssimo, Salvador e Criador.


Títulos do Céu na Bíblia.

1. Paraíso (Gr. literalmente “JARDIM”) Lembra o estado dos primeiros pais e sua perfeita comunhão com seu Criador (Gn 3:8; Ap 2:7; II Co 2:4).

2. Casa de meu Pai (Jo 14:2) com muitas mansões, comunhão, conforto e muito mais no lar.


Como Será o Céu?

1. O Céu é um lugar real, literal (Jo 14:2,3).

2. O Céu é um lugar espaçoso (Ap 7:9).

3. O Céu fica literalmente em cima (Ap 21:9-27; 22:1-22; At 1:9; II Rs 2:11; II Co 12:2,4; Ez 40:2; Is 60:3; 21:24).



As Sete Glórias do Céu

1. Nunca mais haverá maldições (Ap 22:3).

2. Lá estará o Trono do Cordeiro (Ap 22:3).

3. Os Santos o servirão lá (Ap 22:3).

4. Lá veremos o Seu rosto (Ap 22:4).

5. Seu nome estará em nós (Ap 22:4).

6. Os dias serão sem fim (Ap 22:5).

7. Será um Reino Eterno (Ap 22:5).


O AMADO DIZ: Bem, eu aprendi a discordar disso ....


Infelizmente lhe foi tirado aogo que lhe foi garantido no calvário.


O AMADO DIZ: No dado texto do Apocalipse, vemos que o ANÚNCIO das bodas do Cordeiro dado pelo anjo ocorrerá após a destruição do sistema religioso mundial (Babilônia), ...


Acaso o amado não consegue ver que se estes acontecimentos estão se ano em paralelo aos acontecimentos aqui na terra. São na realidade dois eventos com duas classes de povos diferentes.

A Igreja nas alturas como Pai e o Filho.

Aqui na terra os que ficaram quando se deu o arrebatamento da Igreja.

Sobre este segundo grupo o que temos a dizer é o que segue:

Após o mensageiro mostrar a cidade santa, mostra-lhe também o rio da água da vida e no meio da praça a Árvore da Vida, cujas folhas serve de cura para as nações (Ez 47:12).

É importante lembrar que três classes de povos habitarão a terra no milênio: os YAOHUdim, os amigos dos YAOHUdim (nações ovelhas) e os nascidos no milênio e nenhum deles possuirão corpo glorificado!

E são estes que habitarão a NOVA TERRA CRIADA PELO Eterno.

Com certeza a Igreja não precisará de cura, estarápara sempre com o Ungido.

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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Bruno Azeredo em Qua 24 Nov 2010, 20:06

LEIA ISTO...
Aos amigos do forum... tenho percebido que este tópico tem trazido interpretações muito confusas de Mt 24-25 devido a não distinção entre Israel e Igreja. Isto é comum entre os pentecostais e neo-pentecostais (que são usualmente "dispensacionalistas" progressivos, os quais não fazem esta distinção), e comum também entre igrejas reformadas, que usualmente aderem às teologias do pacto e da substituição, a qual evidentemente também não faz distinção entre Israel e Igreja. Pois bem; abaixo segue uma pequena interpretação dispensacional (dispensacionalismo clássico, de Darby) de Mt 24-25, observando-se a questão da distinção entre Israel e Igreja, e respeitando-se muito o contexto imediato. Vocês dificilmente encontrarão uma interpretação desta na internet, em português, justamente pelo que falei: No Brasil, as Igrejas dominantes são pentecostais e neo-pentecostais, os quais adotam o dispensacionalismo progressivo, que rejeita a distinção entre Israel e Igreja. Aliás, se digitarem no google "dispensacionalismo", encontrarão um site que contem uma apostila de escatologia de um dispensacionalista chamado "Hélio". Ele não faz uma interpretação em maiores detalhes de Mateus 24-25, mas explica que a sessão de dirige ao Israel nacional. Eu indico esta apostila. A interpretação que se segue abaixo é minha, mas não se preocupem por eu não ter erudição nem diplomas de teologia, pois se por um lado isto é verdade, por outro lado também é verdade que a interpretação abaixo é altamente baseada na sessão de artigos "An interpretation of Matthew 24-25", do doutor dispensacionalista Thomas Ice, professor no Dallas Theological Seminary; e baseada também na mais nova edição da Bíblia de Estudo Scofield. Me desculpem pela formatação pobre. No word usei itálicos para palavras gregas, por exemplo, mas aqui ficou complicado. A interpretação é editada como numa bíblia de estudo, confome vocês irão perceber logo no início. Aliás, ela é parte de um comentário dispensacional meu de todo o evangelho de Mateus. Desta forma, talvez voces encontrem uma expressão assim: "ver versículo tal e nota", mas aí a referência é fora de Mt 24-25. Bem, isto é devido ao que acabdo de explicar.
Sinceramente, eu não espero que vocês "gostem". O que realmente quero é que vocês leiam com atenção e verifiquem tudo, tudo mesmo, num exemplar da Escritura, e julguem isto com a maior imparcialidade que lhes for possível. Espero realmente que um bom número de pessoas deste forum leiam isto.
Mãos à obra!!


Caps 24-25 o sermão profético - Introdução. O pano de fundo do sermão profético é o seguinte: O Messias e Rei de Israel apresentou-se à nação como tal, pela última vez oficialmente (21.1-11), e acabou sendo rejeitado (23.37). Em vista disto, o juízo Divino iria cair sobre aquela geração (23.38; 24.1-2; Lc 19.41-44; 21.20-24), e o Rei não mais seria visto por Israel até que este clamasse por sua presença (23.39). Ao ser revelado este juízo, os discípulos fazem, em 24.3, as duas perguntas-chave de todo o sermão. Primeiro: “Quando serão estas coisas?”, isto é, a destruição do templo e de Jerusalém (24.2). Segundo: “Que sinais haverá da tua vinda e do fim do mundo?”. A resposta para a primeira pergunta está em Lc 21.20-24. A resposta para a segunda pergunta está em Mt 24.4-33.
O sermão, evidentemente, não é dirigido à Igreja, e Esta nem mesmo é mencionada. O sermão é dirigido a Israel. Os judeus são o foco. Mais precisamente, duas gerações de judeus: A geração de 70 d.C (em Lc 21.20-24), e a geração da futura tribulação por vir. O assunto em Mt 24, portanto, é Israel na tribulação, e a segunda vinda.

24.3 sinal... da tua vinda e do fim do mundo. Esta segunda questão dos discípulos não é dividida em duas seções, como alguns defendem. Tendo-se em vista a regra gramatical de Granville Sharp, ou seja, dado o fato de que o artigo definido não se repete antes de “fim”, então a frase pode ser mais literalmente lida como: “sinal da tua vinda e fim do mundo”. Assim, “vinda” e “fim do mundo” são idéias interligadas.

24.4-14. A tribulação divide-se em duas partes pela “abominação da desolação” (Dn 9.27), mencionada por Jesus no v.15. Desta forma, os vs. 4-14 também devem se referir à tribulação, mais precisamente, a primeira metade da tribulação, e não a algum tempo antes do arrebatamento, como alguns entendem. Os vs. 4-14 formam um paralelo nítido com os cinco primeiros selos de Ap cap. 6, que tratam a tribulação. (Ver notas sobre o referido capítulo).
Assim, os sinais descritos nesta seção dos vs. 4-14 não se referem ao arrebatamento e nem a qualquer coisa relacionada com a Igreja, conforme alguns entendem, mas como diz a Escritura, referem-se “a tua vinda e fim do mundo”. O arrebatamento não é a “segunda vinda e fim do mundo”. Ver 1Ts 4.16-17, nota.

24.5. Ver 24.23-27, nota.

24.6-7 guerras... fomes, pestes. Fomes e pestes ocorrerão na tribulação em muito maior volume do que atualmente, como consequencia das várias guerras simultâneas que surgirão na primeira metade da tribulação (comp. Ap 6.3-9).

24.8 princípio das dores. Os eventos dos vs. 4-7 são o “princípio das dores”. O grego para esta expressão é dinon, e significa “dores de parto”. É provável que o Senhor tenha em mente as palavras de Jr 30.6-7. Sobre as dores de parto ou princípio das dores, alguns teólogos dispensacionalistas explicam que a primeira metade da tribulação (vs. 4-7) é apenas o “princípio” das dores, tendo em vista a expectativa da segunda metade da tribulação, que é a dor ainda maior. Deste modo, todo o período da tribulação é tido como dores de parto (gr, dinon). Como uma mulher deve suportar a dor até que dê a luz, assim Israel deve perseverar até ao fim da tribulação, quando então ocorrerá a segunda vinda (vs. 30-31) – explicam. Também é lembrado que Paulo usa o termo dinon (dores de parto) em 1Ts 5.3, cujo contexto trata do período da tribulação.

24.9 matar-vos-ão. Comp. Ap 6.9-11.

24.11. Ver 24.23-27, nota.

24.12 se multiplicar a iniquidade. Refere-se aos vs. 5-11, que falam do aumento da iniquidade durante a primeira metade da tribulação, em proporções jamais vistas.

24.12 o amor de muitos se esfriará. O termo “muitos”, aqui, significa “a maioria”. A Escritura não dá fundamento à idéia de que a maior parte dos cristãos irá apostatar durante o tempo da tribulação. O termo deve referir-se aos ímpios do referido tempo.

24.13 perseverar até o fim será salvo. Ser salvo, na Escritura, também pode se referir a livramento físico (Mt 8.25; 14.30; 27.49; At 27.31; Hb 5.7; Jd 5; etc). Aqui, significa que o judeu que permanecer vivo até ao fim da tribulação, será livrado da perseguição, através da segunda vinda, e entrará no reino milenial em seus corpos não glorificados (Mt 25.21, 34).

24.14. A palavra evangelho significa “boas notícias”. No Novo Testamento, refere-se a diferentes aspectos da revelação Divina. O “evangelho do reino” não é o mesmo que o “evangelho da Graça de Deus” (Rm 2.16). Este é as boas novas sobre a morte e ressurreição de Cristo, que possibilitam a salvação do crente (1Co 15.1-4). É chamado também de evangelho “de Cristo” (Rm 1.16; 2Co 10.14), “de Deus” (Rm 1.1), “da vossa salvação” (Ef 1.13), “da paz” (Ef 6.15). Por outro lado aquele, isto é, o “evangelho do reino”, é a boa notícia a respeito do estabelecimento do reino milenial, tal como em Mt 3.2 e 4.17. Neste contexto, está sendo dito que durante a tribulação o estabelecimento do reino milenial será anunciado em todo o mundo, e então virá a segunda vinda.

24.15 quando pois. Este “pois” (gr, oun), expressa sucessão ou consequencia. É a conexão entre os vs. 4-14 e 15-33. Desta forma, uma interpretação literal de Mt 24 exige que os vs. 4-14 refiram-se ao tempo da tribulação, visto que o v.15 se refere à mesma.

24.15 abominação da desolação... no lugar santo. O Senhor tem em mente Dn 9.27 e 12.11. O “lugar santo” se refere a certa parte interior do templo judaico. O primeiro livro dos Macabeus narra quando Antíoco Epifânio inseriu no lugar santo uma imagem de um deus grego, fazendo cessar os sacrifícios diários e poluindo o templo, por volta de 175-164 a.C, e assim o templo tornou-se uma “abominação”, em cumprimento de Dn 11.31. Este evento passado é uma figura ou padrão do evento futuro descrito em Dn 9.27 e 12.11, e mencionado pelo Senhor aqui em MT 24.15. Em Dn 9.27 e 12.11 é dito que a abominação da desolação (uma imagem de culto pagão, tal como feito por Antíoco Epifânio), será introduzida na metade do período de sete anos de tribulação, e que após essa introdução, haverá 1260 dias, isto é, três anos e meio (sempre conforme o ano judaico, 360 dias/ano). Em MT 24.15, o Senhor coloca Dn 9.27 e 12.11 num contexto futurista. Isto contrasta com a destruição do templo em 70 d.C pelo general romano Tito, em cumprimento de Lc 21.20-24 (ver nota na referida passagem). Em 70 d.C, não houve introdução de imagem no templo, não fora exigida adoração à imagem, não houve um período de três anos e meio entre aquele evento e a segunda vinda, etc (comp. 2Ts 2.4; Ap 13.14-15). Com isso, o Senhor, em Mt 24.15, tem em mente o “lugar santo” de um templo ainda por ser construído em Jerusalém, visto que o templo do primeiro século fora destruído em 70 d.C.

24.16-20. Esta passagem é a orientação do Senhor aos judeus para que após a introdução da imagem desoladora no templo, fujam. Alguns dispensacionalistas vêem em AP 12.14 um paralelo com a ordem de fuga nessa passagem.

24.20 fuga... nem no inverno nem no sábado. O inverno em Israel é o período chuvoso que aumentas as dificuldades de locomoção nos montes da Judéia. O sábado impõe restrições de locomoção ao judeu que o observa.

24.22 abreviados aqueles dias.Teólogos dispensacionalistas têm observado que o verbo grego para “abreviados” é tempo aoristo, no modo indicativo com aumento, ampliação. Embora o aoristo em si não expresse tempo, esta forma com aumento ou ampliação, do aoristo, expressa necessariamente ação num tempo passado. Portanto, dizem alguns teólogos dispensacionalistas que, o ato da abreviação dos dias da tribulação se deu num tempo passado, levando-os a concluir que haveria mais de 1260 dias de tribulação (AP 11.3; 12.6) se num tempo passado “não fossem abreviados aqueles dias” para apenas 1260. Isto contraria a interpretação de que os 1260 dias ainda serão abreviados para algo menos do que isto.

24.22 por causa dos escolhidos. Embora em muitos lugares das epístolas o termo “escolhidos” ou “eleitos” se refira aos eleitos da Igreja, é evidente que nesse contexto os escolhidos são o remanescente do Israel nacional (comp. Sl 89.3; 105.6; 106.5; Is 43.20; 45.4; 65.9; 15 22).

24.23-27 falsos cristos e falsos profetas.O termo christos (Cristo) é o equivalente grego para o termo hebraico mãsîah (Messias). Israel está esperando por um Messias, visto que ainda mantém sua rejeição a Jesus como tal. A expressão “falsos cristos” neste contexto (vs. 23-27), só faz sentido dentro desta mentalidade. Isto é, o que está sendo dito é que muitos falsos profetas e falsos messias surgirão em Israel durante a tribulação, na tentativa de enganar a nação. O remanescente dela, porém, não crerá neles.

24.31 ajuntarão seus escolhidos. O Senhor reafirma a promessa de ajuntar seus escolhidos israelitas no território de Israel (Dt 30.1-5; Is 11.12).

24.32 parábola da figueira. Embora em vários lugares da Escritura a figueira seja usada como um símbolo de Israel, aqui neste contexto não o é, portanto, a parábola nada tem a ver com o surgimento do estado moderno de Israel, como interpretam alguns. Pela expressão “igualmente”, no v.33, nota-se que o mesmo é a correta interpretação da parábola. Nele é esclarecido que a parábola da figueira não é uma profecia sobre Israel, mas antes, simplesmente os estágios de uma figueira estão sendo usados como uma ilustração a respeito do tempo da segunda vinda. Isto, inclusive, explica o “mas” do v.36. E finalmente, a passagem paralela de Lc 21.29-30 dá fim à disputa, mostrando que “figueira” e “todas as árvores” são a mesma coisa na parábola. Desta forma, nessa parábola, exceto se “todas as árvores” também é um símbolo de Israel, “figueira” não poderia sê-lo.

24.36 daquele dia e hora. Gramatical e contextualmente, “aquele dia e hora” se refere ao mesmo descrito nos vs. 30-31, os quais são uma referência à segunda vinda e, portanto, “aquele dia e hora” não pode se referir ao arrebatamento da Igreja, como entendem alguns, visto que este é um evento distinto da segunda vinda.

24.36, 42-50. O acordo entre o Anticristo e a nação de Israel assinala o início da última semana de Daniel, conhecida também como o período da tribulação (Dn 9.27). Através de Dn 9.27 e textos paralelos como Mt 24.15; Ap 11.3; 12.6 sabe-se que o período da tribulação consiste de sete anos judaicos, isto é, sete anos de 360 dias, ou seja, 2560 dias ao todo, divididos em duas partes de 1260 dias (ver 24.22, nota). A abominação da desolação é o marco divisório entre essas metades (Ver 24.15, nota). Desta forma, com o acordo entre o Anticristo e Israel selado, conta-se 2560 dias de tribulação, ou ainda, com a introdução da abominação da desolação no futuro templo judaico, conta-se 1560 dias, para que se tenha a data precisa da segunda vinda. Isto é o que uma interpretação literal dos textos envolvidos claramente mostra ao intérprete. No entanto, um problema surge imediatamente. Este problema está nas passagens de Mt 24.36, 42-50. Alguns dispensacionalistas propõem o seguinte:
(1) Essas passagens proíbem o estabelecimento de datas, e ensinam que de fato, até ao arrebatamento ninguém pode saber o dia da segunda vinda, mas não dizem que jamais se poderá saber. A geração de judeus da tribulação poderá (Lc 21.28).
(2) Os judeus da tribulação estarão preocupados em sobreviver à tribulação, e não em contar os dias restantes para o fim da mesma. Desta forma, não saberão ao certo o dia da segunda vinda.
A teoria 2 parece ter maior fundamento bíblico. Todo tipo de caos estará instalado no planeta, colaborando para que se torne impossível uma previsão sobre o dia da segunda vinda. Além disso, ainda que uma noção aproximada realmente exista (24.32-33; Lc 21.28), falsas datas para o acordo entre o Anticristo e Israel, ou coisas semelhantes, podem ser divulgadas, levando a erros e incertezas diversas para se estabelecer a data da segunda vinda. Com exceção daquilo tocante ao fato de que até ao arrebatamento ninguém pode saber o dia da segunda vinda, a teoria 1, acima, apresenta evidentes problemas contextuais. Por exemplo, quando diz que ninguém sabe agora, mas que a geração da tribulação saberá, parece que somente o v.36 está sendo considerado. Os vs. 48-50 deixam evidente o erro dessa teoria. Em suma, embora a segunda vinda não seja um evento iminente, isto é, que pode ocorrer a qualquer momento, a mesma surpreenderá tal “como o ladrão de noite” (1Ts 5.2). Sobre iminência, ver 1Ts 4.16-17, nota sobre as diferenças entre o arrebatamento e a segunda vinda.

24.37 como foi nos dias de Noé. Ambos os lados, pré e pós-tribulacionismo, têm sido defendidos por alguns de seus advogados com argumentos baseados em Mt 24.37-39 e textos paralelos. Nenhum dos dois lados deveria usar essa passagem ou suas paralelas para defender sua posição, especialmente o pré-tribulacionismo. Não existem detalhes sendo dados para se comparar os dias de Noé com a segunda vinda, tampouco com o arrebatamento. Apenas está sendo dito que a segunda vinda, com seu juízo, será inesperada pelos incrédulos (comp. Ap 1.7).

24.40-41 então... será levado.Este “então” vem do grego oun, que indica sucessão ou consequencia. Neste caso, a idéia do v.40 é uma sucessão ou continuação do que está sendo dito nos vs. 37-39. No v.39, “levar” é o mesmo que remover (gr, airõ) e refere-se ao juízo do dilúvio, usado pelo Senhor como ilustração da segunda vinda. Assim, com a idéia de sucessão entre os vs. 37-39 e o v.40, torna-se evidente que “levar”, no v.40, (gr, paralambano), refere-se ao juízo da segunda vinda. O termo grego paralambano é também usado num sentido negativo (Mt 4.5, 8; Jo 19.16).
Os demais serão “deixados” neste mundo para entrarem no reino milenial, evento que se segue à segunda vinda.

24.51. Se o arrebatamento estivesse em vista nos vs. 36-50, uma interpretação literal do v.51 obrigaria a ver o juízo do inferno vindo imediatamente após o arrebatamento. No entanto, o que vem após o arrebatamento é a tribulação. Logo, é evidente que Mt 24.36-50 trata não o arrebatamento, mas sim a segunda vinda, evento após o qual imediatamente ocorrerá o juízo descrito no v.51, o inferno (Mt 25.31-46).

25.1-13 dez virgens. Aqui, as virgens não representam a Igreja. O “então” (gr, oun) é novamente usado, mostrando que a idéia desta parábola é sucessiva ao que fora dito em 24.44-51, ou seja, a idéia é de vigilância quanto à segunda vinda (25.13). Visto que a idéia é de vigilância quanto à segunda vinda, as virgens não podem representar a Igreja, pois esta espera não pela segunda vinda, mas sim pelo arrebatamento (comp. 9.15, nota). Além disso, dado que esta parábola é continuação do sermão profético, ela também se dirige a Israel (ver Introdução aos caps. 24-25). As cinco virgens prudentes representam o remanescente judaico na tribulação. As loucas representam os judeus infiéis.

25.6 meia-noite. A linguagem é peculiar à segunda vinda. Meia-noite trás idéia de tempo arredondado e pré-determinado, o que pode ser comparado com o tempo da tribulação e a subseqüente segunda vinda.

25.11 abre-nos. Abrir a porta do reino dos céus (v.1), isto é, o reino milenial (comp. Lc 13.28).

25.14-28. A parábola dos talentos se assemelha à parábola das dez virgens. Trata-se da prestação de contas da geração de judeus da tribulação, em vista de sua responsabilidade. O remanescente judaico é representado nos dois bons e fieis servos. O servo mau e infiel representa os israelitas apóstatas.

25.30. Observação semelhante a de Mt 24.51 deve ser feita aqui. Ver nota na referida passagem.

25.31-46. Este é o julgamento das nações de gentios vivos na terra após a segunda vinda. Portanto, é distinto do julgamento da Igreja (1Co 5.10-11) e do juízo final (Ap 20.11-15). As ovelhas e os bodes (v.33) representam, respectivamente, os gentios salvos e os gentios condenados, enquanto “meus pequeninos irmãos” (v.40) se refere ao remanescente judaico. Os vs. 40 e 45 ensinam que este julgamento das nações gentílicas levará em conta como os gentios trataram o remanescente judaico durante a tribulação.



Última edição por Bruno Azeredo em Qua 24 Nov 2010, 20:26, editado 1 vez(es)
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Bruno Azeredo em Qua 24 Nov 2010, 20:13

Diego C,
Ah, só mais um detalhe: Eu havia dito o seguinte: "O contexto paralelo em Jeremias não pode ser usado em apoio a tua interpretação porque chama Israel de oliveira, mas o contexto imediato em Rm 11 chama-lhe de galho da oliveira, e faz distinção entre a oliveira em si, e o galho Israel, e o outro galho não natural, os gentios."
Ora, é evidente que entendi o que voce quis dizer sobre a botânica, e estou querendo demonstrar que você está errado no contexto de Rm 11. Para que fique claro, usarei um contexto paralelo para comparar. Vejamos: "Eu sou a videria, vós as varas... toda vara que em mim não dá fruto, corta-a." Aqui, videira e vara são coisas distintas, embora na botânica, a vara seja parte da videira. Então, aquele teu argumento sobre a definição botânica realmente não se sustenta na ilustração bíblica de Jo 15, por exemplo, o qual obviamente suporta meu argumento de que em Rm 11, há uma distinção entre a oliveira (leia-se tronco) e o galho.
Obrigado.

Jefté
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Jefté em Qua 24 Nov 2010, 20:58

Olá Bruno

Só uma pergunta:
Onde diz na Bíblia, e/ou quem te convenceu a crer que Mateus 24 não é p/ a igreja de Cristo????

Por favor: referências...
E me diga também quais capítulos do evangelho (sendo que ele foi dividido em capítulos 15 séculos depois), me diga quais capítulos do evangelho são p/ os judeus; quais são p/ os gentios e quais são p/ os cristãos - porque parece que virou uma salada...
Pergunto isso...
mas de forma alguma creio nisso; creio que o evangelho é um só; e o homem também!
Mas se puder responder...
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Diego em Qui 25 Nov 2010, 10:00

Shalom Bruno...

Israel é o galho natural da oliveira. Corta-se o galho natural (Israel) resta-se o tronco, conforme você disse.

Eu disse isso?? Nunca!!

Israel é a oliveira (Jr), os galhos (ramos) cortados são os israelitas incrédulos, os gentios eram oliveira braba e foram enxertados na verdadeira oliveira frondosa, e os israelitas incrédulos (ramos) podem ser reexertados pela fé (e não depois rsrs), portanto a oliveira (Yisrael)é formada de judeus crentes e gentios crentes. Aceitar essa realidade é com vc. Apartir da Palavra eu bem sei que estou na Oliveira, dai tudo que segue sobre essa oliveira infere a mim.

Percebi que tudo o que você tem para interpretar Israel como sendo a oliveira em Rm 11 é um texto paralelo onde Israel é chamado de oliveira.

Tais brincando ?? Texto paralelo ???

Irmão, Paulo explicou em RM 11 como a P R O F E C I A de Jeremias se cumpriu, Paulo não está inventando assunto de botânica, ele se referia a profecia que atesta que alguns galhos naturais seriam cortados de Ysrael, ficando apenas os galhos que dão frutos. Leia e Entenda Jr 11:16 e só depois tente entender Rm 11 ok. Jr 11:16 é uma profecia que se cumpriu e Paulo demonstrou como.

Ah, só mais um detalhe: Eu havia dito o seguinte: "O contexto paralelo em Jeremias não pode ser usado em apoio a tua interpretação porque chama Israel de oliveira

affraid "Tá certo", então Paulo falou um monte de abobrinha sobre essa profecia e ela não se cumpriu. confused .

Brunão se vc tem tanta certeza que a igreja será arrebatada sem os fiés do tribulo por favor me diga com TEXTOS e contextos o que a igreja irá fazer durante o periodo do tribulo. Espero que vc leia o que eu escrevi para o irmão Pereira antes de responder. No aguardo.

Shalom...
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Diego em Qui 25 Nov 2010, 10:21

Pereirão..

Começaremos a nadar no seco???

Vc me disse que a igreja estará no céu durante o tempo de tribulo aqui na Terra, eu provei com A + B, que é impossivel pois em Ap 19:7 um anjo em PLENO climax tribulaçional AVISA que as bodas "ainda são chegadas", ou seja, que não está acontecendo, nem que já aconteceu mas que acontecerá (futuro mais que perfeito rsrs) assim que a Babilônia, Anticristo e besta forem destruidos,ficando assim muito claro que não existe bodas alguma antes da derrocada da Babilônia que ocorrerá somente no final da tribulação com a vinda gloriosa do Messias que por sinal tbm fica claro que é apenas uma e não dividida já que ninguém está no céu tomando vinho e comendo pão.

Gostaria que vc nos explicasse o porque o pré-tribulacionismo não consegue explicar esse fato, ou então vc nos arrumasse outra função para a Igreja desempenhar durante o tribulo, pois as bodas fica dificil diante de Ap 19:7.

Shalom e no aguardo...

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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Diego em Qui 25 Nov 2010, 10:49

Shalom Jefté..

Olá Bruno

Só uma pergunta:
Onde diz na Bíblia, e/ou quem te convenceu a crer que Mateus 24 não é p/ a igreja de Cristo????

Por favor: referências...
E me diga também quais capítulos do evangelho (sendo que ele foi dividido em capítulos 15 séculos depois), me diga quais capítulos do evangelho são p/ os judeus; quais são p/ os gentios e quais são p/ os cristãos - porque parece que virou uma salada...
Pergunto isso...
mas de forma alguma creio nisso; creio que o evangelho é um só; e o homem também!
Mas se puder responder...

Eu já fiz essas perguntas!! E a resposta que eu tive é que sou igual a Origenes, e pra ser sincero eu nem sei nem que é esse sujeito kkkkkkk.

Irmão essa divisão é um tanto estranha, pois se temos que um Diálogo em PARTICULAR (Mc 13:3) com os discípulos não se refere a ensinos proféticos para a Igreja e sim para uma nação específica, fica dificil de acreditar que qualquer outra coisa dita diretamente para Ysrael seja possível se cumprir em nós, é melhor rasgarmos a Biblia e ficarmos apenas com os livros de Jó, Lucas e Atos, pois foram os únicos entregues a não judeus.

Irmão Jefté, são pertinentes suas perguntas e devem ser levadas a diante e a sério.

Shalom. Lehi



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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Bruno Azeredo em Qui 25 Nov 2010, 19:49

Olá Bruno

Só uma pergunta:
Onde diz na Bíblia, e/ou quem te convenceu a crer que Mateus 24 não é p/ a igreja de Cristo????

Por favor: referências...
E me diga também quais capítulos do evangelho (sendo que ele foi dividido em capítulos 15 séculos depois), me diga quais capítulos do evangelho são p/ os judeus; quais são p/ os gentios e quais são p/ os cristãos - porque parece que virou uma salada...
Pergunto isso...
mas de forma alguma creio nisso; creio que o evangelho é um só; e o homem também!
Mas se puder responder...
A "salada" só acontece quando não fazemos distinção entre Israel e Igreja. O que eu estou querendo dizer aqui é que precisamos (na verdade temos obrigação, justamente para evitar "saladas") de discernir o que é o plano de Deus para Israel e o que é o plano de Deus para a Igreja. Deixa eu tentar clarear: Os quatro evangelhos, por exemplo, cobrem parte do período de tempo em que a Lei Mosaica dada estritamente ao povo Israelita estava ainda em virgor. Portanto, quando nós gentios lemos esses livros, precisamos discernir o que é aplicável também à Igreja, e o que é aplicável somente a Israel. Por exemplo, o sermão do monte é dirigido aos Israelitas que aguardavam o reino davídico anunciado por Cristo (Mt 4.17) e pelos profetas. É o princípio regulador desse reino. No entanto, sabemos que em qualquer época da história e para qualquer povo, é verdadeiro que "os limpos de coração verão a Deus". Mas o que dizer, por exemplo, de textos com as características de Lc 5.14, pra ficar só neste exemplo? A Igreja deve aplicá-lo a si? Ora, com as PROFECIAS o princípio de interpretação é o mesmo! É uma INCONSISTÊNCIA ABSURDA fazer distinção entre Israel e Igreja só nos quesitos doutrina, e profecias historicamente cumpridas, mas não nas profecias ainda por se cumprir, que é o que acontece nas teologias não dispensacionais. É disso que estou falando quando digo que Mateus 24 se dirige a Israel somente. O capítulo claramente nos mostra o futuro de Israel. Eu escrevi na minha postagem sobre Mt 24-25 acima, a seguinte introdução:

"""Caps 24-25 o sermão profético - Introdução. O pano de fundo do sermão profético é o seguinte: O Messias e Rei de Israel apresentou-se à nação como tal, pela última vez oficialmente (21.1-11), e acabou sendo rejeitado (23.37). Em vista disto, o juízo Divino iria cair sobre aquela geração (23.38; 24.1-2; Lc 19.41-44; 21.20-24), e o Rei não mais seria visto por Israel até que este clamasse por sua presença (23.39). Ao ser revelado este juízo, os discípulos fazem, em 24.3, as duas perguntas-chave de todo o sermão. Primeiro: “Quando serão estas coisas?”, isto é, a destruição do templo e de Jerusalém (24.2). Segundo: “Que sinais haverá da tua vinda e do fim do mundo?”. A resposta para a primeira pergunta está em Lc 21.20-24. A resposta para a segunda pergunta está em Mt 24.4-33.
O sermão, evidentemente, não é dirigido à Igreja, e Esta nem mesmo é mencionada. O sermão é dirigido a Israel. Os judeus são o foco. Mais precisamente, duas gerações de judeus: A geração de 70 d.C (em Lc 21.20-24), e a geração da futura tribulação por vir. O assunto em Mt 24, portanto, é Israel na tribulação, e a segunda vinda."""

Será que sou eu mesmo que estou "fora de contexto" ou fazendo "salada", ou não são vocês que estão??? Eu perguntei ao Diego: "Onde você vê Igreja em Lc 21.20-24?". E completei: "Mateus 24 e Marcos 13 são igualmente claros; a diferença é que Lc 21.20-24 fala de juízo sobre a geração presente de Israelitas, que rejeitou o Messias, enquanto Mt 24 fala de redenção futura para a geração de judeus que finalmente crerá em seu Messias". Um estudante sincero da Escritura só nega este fato quando não faz uma interpretação literal da Bíblia. Se fizer, não vai interpretar "Israel" e "Igreja" como termos sinônimos, e portanto, não vai meter Igreja em Mt 24 em canto algum, pois obviamente o sermão fala do futuro de Israel como nação. Contexto imediato, contexto paralelo, contexto histórico, peculiaridades nos detalhes do sermão (24.20, por exemplo)... enfim, tudo deixa isso como fato estabelecido. Porque então devo meter Igreja em Mt 24? A única resposta racional que eu encontro para essa atitude é não distinguir Israel de Igreja; não distinguir o plano Divino para Israel e o plano Divino para a Igreja. Meu conselho é: Se querem ser pós-tribulacionistas, sejam, mas procurem outros textos, porque Mt 24 não os ajuda em nada.
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Bruno Azeredo em Qui 25 Nov 2010, 20:19

Diego C,

Brunão se vc tem tanta certeza que a igreja será arrebatada sem os fiés do tribulo por favor me diga com TEXTOS e contextos o que a igreja irá fazer durante o periodo do tribulo. Espero que vc leia o que eu escrevi para o irmão Pereira antes de responder. No aguardo.
Jo 14.2-3, "vou preparar-vos lugar, e se Eu for, voltarei para vós e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também". Respondido: estaremos com Cristo na casa do Pai. 1Ts 4.17, "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, à voz do arcanjo, com a trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós que estivermos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles às nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim ESTAREMOS SEMPRE COM O SENHOR". Respondido: Estaremos sempre com o Senhor.

Pereirão..
Vc me disse que a igreja estará no céu durante o tempo de tribulo aqui na Terra, eu provei com A + B, que é impossivel pois em Ap 19:7 um anjo em PLENO climax tribulaçional AVISA que as bodas "ainda são chegadas", ou seja, que não está acontecendo, nem que já aconteceu mas que acontecerá (futuro mais que perfeito rsrs) assim que a Babilônia, Anticristo e besta forem destruidos,ficando assim muito claro que não existe bodas alguma antes da derrocada da Babilônia que ocorrerá somente no final da tribulação com a vinda gloriosa do Messias que por sinal tbm fica claro que é apenas uma e não dividida já que ninguém está no céu tomando vinho e comendo pão.

Gostaria que vc nos explicasse o porque o pré-tribulacionismo não consegue explicar esse fato, ou então vc nos arrumasse outra função para a Igreja desempenhar durante o tribulo, pois as bodas fica dificil diante de Ap 19:7.
Não é dito que as bodas acontecem depois da derrota das forças malignas no armagedom. Na verdade, contrariando esta idéia, João narra que "vinda são as bodas do Cordeiro, e JÁ A SUA ESPOSA SE APRONTOU (pretérito), e foi-lhe dado se vestir de linho fino, branco e puro". Em seguida, João narra a vinda de Cristo juntamente com a Igreja: "E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro." É evidente que embora Cristo virá com os anjos também, neste contexto porém, o termo "exércitos", no mínimo inclui a Igreja (isto se não se refere unicamente a ela, o que é uma interpretação mais literal na minha opinião) - porque é ela quem está no contexo dessas visões, e porque o paralelo entre "linho fino" no v.8, que são "as justiças dos santos", e "linho fino" no v.14 evidenciam isto. Desta forma, é obvio que há um intervalo de tempo entre Ap 19.7-8 e Ap 19.11. Assim, aquilo que você pensa que é um problema para o pré-tribulacionismo, na verdade é um problema para o pós-tribulacionismo, pois se a Igreja participa das bodas (vs.7-8 ) e em seguida aparece retornado do céu com Cristo na segunda vinda (19.11-14), conclui-se que já havia sido arrebatada.

Fica na Paz!

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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Pereira em Qui 25 Nov 2010, 20:56

Amado Diego,

Após o mensageiro mostrar a cidade santa, mostra-lhe também o rio da água da vida e no meio da praça a Árvore da Vida, cujas folhas serve de cura para as nações (Ez 47:12).

Por favor, me responda. Para você quem são essas nações que precisarão de curas após o milênio.


O AMADO DIZ:....ficando assim muito claro que não existe bodas alguma antes da derrocada da Babilônia que ocorrerá somente no final da tribulação.....


Infelizmente o amado em detrimento de sua fé se nega ver o que está obvio. Observe que minha afirmação foi que enquanto A grande Tribulação estiver acontecendo aqui na terra com as nações e os Yaohuim (jude-s) a Igreja estará como Seu Salvador. Os acontecimentos ali em especial resumem-se no Tribunal do Ungido, para galardoar os fieis e por fim As Bodas. Após as Bodas a Igreja desce a terra com o Ungido para reinar no Milênio. Neste tempo se dá o JULGAMENTO DAS NAÇÕES.
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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Diego em Sex 26 Nov 2010, 14:41

Uma pequena revisão:

O pré-tribulacionismo, desde seu surgimento em meados do século XIX, se viu diante de um desafio explícito: no sermão profético, pronunciado por Jesus no Monte das Oliveiras poucos dias antes de sua crucificação, fica evidenciado que os escolhidos enfrentariam um período tribulacional nunca antes visto, testemunhariam a abominação da desolação e, após a concretização de todos os sinais e logo em seguida àquela tribulação, seriam ajuntados dos quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus (Mateus 24:1-51, Marcos 13:1-37, Lucas 21:5-38).

A solução encontrada pelos criadores do modelo dispensacionalista foi negar a aplicabilidade do sermão profético, principalmente no que concerne à tribulação e ao ajuntamento dos escolhidos, à igreja e atribuir essas revelações tribulacionais somente ao povo judeu e aos “ex-desviados” que forem “deixados para trás” após o rapto pré-tribulacional. Só desta forma, o sermão profético se encaixaria dentro do modelo pré-tribulacionista. Seguindo essa linha interpretativa, as palavras do Mestre no cenáculo, pronunciadas somente dois dias após o sermão do Monte das Oliveiras e descritas em João 14:1-4, seriam uma revelação diferenciada da primeira, no que se refere à inserção da Igreja na tribulação e ao tempo do arrebatamento. Mais adiante, explicarei porque não creio que João 14:1-4 trata-se de uma descrição do arrebatamento ou revelação escatológica diferente às revelações do sermão profético contidas em Mateus, Marcos e Lucas.

Referente ao conteúdo do sermão profético, registrado em Mateus, Marcos e Lucas, vemos que a posição dos teóricos pré-tribulacionistas é arriscada e temerária. Separar cronologicamente partes do sermão profético para judeus e outras partes para a Igreja, não nos parece o método mais congruente nem o mais aconselhável do ponto de vista de embasamento bíblico. Em primeiro lugar, Jesus não dirigiu seu discurso no Monte das Oliveiras a uma grande multidão da nação israelense, e sim a um grupo restrito de discípulos, àqueles que começariam a pregar as boas novas dentro de poucos dias a todas as nações (Mateus 24:3). Estes discípulos, entre eles os apóstolos, seriam os arautos da fé e líderes da Igreja. Essa é a primeira razão para não retirar a Igreja do contexto das profecias do sermão profético, no que se refere à tribulação e ao arrebatamento. O sermão foi dirigido àqueles que seriam os primeiros cristãos.

Paulo nos dá uma grande amostra de como os cristãos primitivos guardavam os ensinamentos de Jesus contidos no sermão profético. Ao escrever aos tessalonicenses (gentios), no intuito de alerta-los contra erros que começavam a ser difundidos na época, relacionados à iminência da volta de Jesus, o apóstolo mostra que considerava o sermão profético uma revelação escatológica para a Igreja. Paulo deixa claro para os irmãos da igreja em Tessalônica que, a volta de Jesus e a nossa reunião com Ele (arrebatamento), não se daria antes da apostasia e da revelação do homem do pecado, o filho da perdição. Sem dúvidas, Paulo se baseou na seqüência escatológica já revelada pelo Mestre no Monte das Oliveiras. Jesus revelou que por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriaria (apostasia) e que ocorreria a abominação da desolação no lugar santo, momento em que o anticristo se revelará como tal (II Tessalonicenses 2:1-3, Mateus 24:12-15). Há uma sujeição total de Paulo às revelações do Senhor no sermão profético.

Feito o resumo e dado mais elementos que suportam o que eu tenhi dito sigamos com as refutações e concordância do que se refere aos escritos dos irmãos....

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Re: Pós Tribulação ou Pré?

Mensagem por Diego em Sex 26 Nov 2010, 16:33

Shalom irmãos;

Bruno Escreveu: Jo 14.2-3, "vou preparar-vos lugar, e se Eu for, voltarei para vós e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também". Respondido: estaremos com Cristo na casa do Pai. 1Ts 4.17, "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, à voz do arcanjo, com a trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro; depois nós que estivermos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles às nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim ESTAREMOS SEMPRE COM O SENHOR". Respondido: Estaremos sempre com o Senhor.

Bem, eu concordo com vc, quando Yeshua vier nos buscar estaremos para sempre com ele, e essa não foi a pergunta que lhe fiz, eu perguntei onde e o que os arrebatados estarão fazendo. Agora surge outra pergunta, vc tbm acha que João 14 é só para Ysrael ? ou esse texto serve para a Igreja ??

Vc fez referência a um texto e por sinal muito interessante o Texto:

13 ​Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem (MORTOS), para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança. 14 ​Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. 15 ​Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. 16 ​Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; 17 ​DEPOIS, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor. 18 ​Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.

Aqui não me parece antecipado dizer que os Tessalonissences estavam ficando preocupados com a demora da vinda em glória de Jesus, eles estavam vendo seus familiares morrerem e "nada" acontecer, então paulo como lider humano da igreja pois a lhes explicar o que tbm explicou em I Cor 15:21-23 e 54, ou seja, que os mortos ressuscitarão mediante a VINDA GLORIOSA de Jesus depois do toque da corneta. Paulo em momento algum fala de vinda secreta, ou dividida e como eu já disse as semelhanças como anjos, trombeta, alarido, glória só demonstra que Paulo está falando do que aprendeu com os discípulos sobre o sermão de Mt 24 e não um outro assunto.

Paulo deixou claro que cria na ressurreição (era fariseu), mas para que essa ressurreição ocorra se segue uma ordem e assim está escrito:

22 ​Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.
23 ​Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.... ​num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. ( I cor 15) ​

Isso já derruba qualquer expectativa que o morto vai imediatamente ao céu, mas deixa claro que os mortos aguardam ressurreição, que se dá na ULTIMA cornetada com a VINDA visivel de Yeshua. Paulo deixou bem claro que para se ressuscitar é necessário que Yeshua venha e esse momento é posterior a última corneta e segundo Apocalipse 11:15/ a ultima corneta se dá no fim do Tribulo e ali é relatada a única vinda do Messias e essa se mostra visivel a todos, tanto que se diz, que os homens verão o templo de Deus no céu aberto, verão a arca do concerto, trovões relâmpagos etc (19), só um cego para não ver, Jesus volta sob a ultima corneta e os mortos só ressuscitam nesse momento e a última cornetada revela uma vinda visivel e manifestada de todo o poder de Deus é assim fica claro e evidente que não existe vinda dividida e muito menos vinda sem glória para ressuscitar mortos.

Nesse ponto temos que ter uma coisa em mente, se vc estiver correto na sua interpretação pré-tribulo, uma coisa não fica clara nas Escrituras e gostaria da sua máxima atenção, para poder me responder corretamente; "SE" durante o tribulo estarão aqui na terra judeus e alguns desses se salvarão, obviamente que existe conversão nesse periodo, as tbm existirá uma forte perseguição a esses por não receberem a marca da besta e certamente muitos desses morrerão, gostaria então de saber onde a Biblia fala da ressurreição desses crentes ??

Não é dito que as bodas acontecem depois da derrota das forças malignas no armagedom. Na verdade, contrariando esta idéia, João narra que "vinda são as bodas do Cordeiro, e JÁ A SUA ESPOSA SE APRONTOU (pretérito), e foi-lhe dado se vestir de linho fino, branco e puro"
.

Desculpe, mas isso foi a besteira de maior tamanho que já ouvi, isso que é o chamo de dar uma ajeitada.

Vamos ao Texto:

7 ​Alegremo-nos, exultemos e demos-lhe a glória, porque são chegadas(FUTURO) as bodas do Cordeiro, cuja esposa a si mesma já se ataviou (nesse momento o número de martires está completo), 8 ​pois lhe foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro. Porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.
9 ​Então, me falou o anjo: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E acrescentou: São estas as verdadeiras palavras de Deus.

Mas antes de comentar devo esclarecer que o contexto é esse:

2 ​porquanto verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou (passado)a grande meretriz que corrompia a terra com a sua prostituição e das mãos dela vingou (Passado) o sangue dos seus servos.

Ou seja, quando o anjo anuncia as Bodas a prostituta que corrompia a Terra já havia recebido da parte do Eterno o seu castigo, e isso se dá exclusivamente no final do Tribulo, portanto quando o anjo anuncia qua a festa se iniciará, o tribulo já terá passado, só não encherga isso quem não lê os contextos. Fica mais uma vez dito que a igreja não poderá estar nas bodas enquanto a tribulação ocorre na Terra, arrume outro passatempo para a igreja rsrsrs.

Uma perguntinha constrangedora: Bem, para quem não sabe, Bodas é casamento e "SE" vc estiver certo na sua interpretação, pra mim então terá algo cheirando podre, O anjo diz que a noiva se ataviou e está pronta, ai segundo vc nesse texto se trata do arrebatamento da igreja antes do tribulo, contudo sabemos que pessoas ficarão de fora desse arrebatamento porque até o presente momento da primeira vinda ainda não terão aceito a Yeshua, porém poderão aceitar depois no tribulo, mas serão martirizados, então surgem as dúvidas: esses que ficarão de fora mas se converterão ficarão de fora das bodas? eles não se casarão com o Messias ? Teremos por acaso duas bodas, uma durante o tribulo e outra depois ?? Esses crentes do tribulo serão segundas noivas?? Yeshua terá dois casamentos?? Esses "deixados para trás" não são igreja ? não precisam se ataviar?

Bem, por uma questão de lógica e tbm por clareza do texto, fica certo que Yeshua voltará para sua noiva quando a trombeta soar, e a prostituta estiver derrotada e por "coincidência" essas coisas ocorrem no fim do tribulo, portanto a conclusão é que Yeshua só volta para a noiva depois desse periodo e não de forma parcelada, pois é necessário que o número de conservos seja inteirado pra assim TODOS participarem da Ceia, que segundo as Escrituras será um evento para TODOS que fazem parte da eleição divina e não uma parcela dela.

É como Jesus disse, para que as bodas ocorrão é necessário que o Reino esteja completo, e sem os atribulados jamais haverá bodas, pois o Reino estará incompleto.

Analise com amor as Palavras só quero vosso crescimento.. Leia várias vezes e se coloque nos eventos.

Shalom...










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Re: Pós Tribulação ou Pré?

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    Data/hora atual: Sab 18 Nov 2017, 13:50