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    O Dizimo e a Nova Aliança

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    Marcelo Almoedo
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    Re: O Dizimo e a Nova Aliança

    Mensagem por Marcelo Almoedo em Ter 06 Set 2011, 11:35

    Olá Pereira

    Onde você diz: O fato de termos apenas um registro nao invalida que essa prática já existia 430 anos antes da lei.

    Favor defina - PRÁTICA.

    Pereira
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    Re: O Dizimo e a Nova Aliança

    Mensagem por Pereira em Ter 06 Set 2011, 13:35

    Abraão não praticou? Seu Filho entregando não praticou?

    Marcelo Almoedo
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    Re: O Dizimo e a Nova Aliança

    Mensagem por Marcelo Almoedo em Ter 06 Set 2011, 15:30

    Ola

    Pereira

    A pergunta foi:

    Favor defina - ATO DE PRÁTICAR.

    Pereira
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    Re: O Dizimo e a Nova Aliança

    Mensagem por Pereira em Ter 06 Set 2011, 21:02

    Amado do Altíssimo,

    O simples fato do registro Bíblico fazer diferença entre DIZIMO e OFERTA já denota que essa era uma prática comum naquela época. E com certeza não tinha nenhum relacionamento com a Lei dada no Sinai que só veio a existir 430 anos após Abraão.

    Marcelo Almoedo
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    Re: O Dizimo e a Nova Aliança

    Mensagem por Marcelo Almoedo em Ter 06 Set 2011, 21:09

    Pereira
    Qual foi a pergunta?
    Vou repetir:
    Favor defina - ATO DE PRÁTICAR

    Pereira
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    Re: O Dizimo e a Nova Aliança

    Mensagem por Pereira em Qua 07 Set 2011, 11:10

    Amado do Altíssimo,

    PRATICAR: Levar a efeito; fazer, realizar, cometer, executar:
    PRATICA: experiência. b) exercício. c) perícia, destreza. costume • hábito • rotina, uso

    Observe que ambos temos são aplicados a esse ato de Abrão.

    Primeiro, Abrão ao entregar Dízimo ao Sacertote, ele Levar a efeito; fazer, realizar, cometer, executar:

    Segundo, Com o registro de Abraão entregando Dízimo e logo após o regitro de seu Filho também entregando Dízimo podemos afirmar que já naquela época havia experiência. b) exercício. c) perícia, destreza. costume • hábito • rotina, uso referentes a Dízimos.

    Por esse mesmo motivo temos registrado em Hebreus: Hebreus 7:6 mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou ao que tinha as promessas.

    OBSERVE AGORA O VERSO 8 (8 E aqui certamente recebem dízimos homens que morrem; ali, porém, os recebe aquele de quem se testifica que vive.)


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    MUDANDO O SACERDÓCIO, NECESSARIAMENTE se faz a mudança das leis

    Mensagem por Edinêr em Qua 07 Set 2011, 11:48

    O DÍZIMO NO EVANGELHO DE CRISTO
    No Evangelho de Marcos 16. 15, 16, disse Jesus: Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado, será salvo, mas quem não crer será condenado.
    Observem que o Senhor Jesus mandou pregar o Evangelho, para que crendo, recebamos a salvação (I Coríntios 15.1, 2). Foi para isso que Ele deu a sua vida. E onde está a ordenança para o dízimo, senão no Antigo Testamento? Porque então o homem persiste em pregar e manter as ordenanças da lei, as quais foram por Cristo, abolidas? Pregar a velha aliança é mutilar o Evangelho de Cristo, e sobrecarregar as ovelhas do pesado fardo que Cristo levou sobre si.
    No Evangelho de Cristo Ele nos ensina fazer caridade, nos ensina a orar, a jejuar (Mateus 6.1 a 18), e uma infinidade de outros ensinamentos, porém nas duas únicas vezes que Ele referiu-se aos dízimos, foi com censura. Vejamos:
    Mateus 23.23 – Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé;deveis, porém, fazer estas coisas e não omitir aquelas.
    Alguém poderá considerar que Jesus ordenou que se dizimássemos, porque Ele disse: Deveis fazer estas coisas. Vamos buscar o entendimento espiritual na palavra do Mestre:
    Jesus era um judeu, nascido sob a lei (Gálatas 4.4).Portanto, viveu Jesus na tutela da lei de Moisés, reconheceu-a, e disse dessa forma, pela responsabilidade de cumprir a lei. Vejamos:
    Mateus 5.17,18: Disse Jesus: Não cuideis que vim abolir a lei e os profetas, mas vim para cumpri-la, e, nem um jota ou til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
    E verdadeiramente Ele cumpriu a lei. Foi circuncidado aos oito dias, foi apresentado na sinagoga (Lucas 2. 21-24), assumiu o seu sacerdócio aos trinta anos (Lucas 3.23, Números 4.43, 47), curou o leproso e depois o mandou apresentar ao Sacerdote a oferta que Moisés ordenou (Mateus 8.4, Levíticos 14.1...), e cumpriu outras formalidades cerimoniais da lei.
    Porém, quando Cristo rendeu o seu espírito a Deus (Mateus 27.50,51), o véu do templo rasgou-se de alto a baixo, então passamos a viver pela graça do Senhor Jesus, encerrando-se ali, toda ordenança da lei de Moisés, sendo abolido o Antigo e introduzido o Novo Testamento, o Evangelho da salvação do Senhor Jesus Cristo.
    O que precisamos entender de vez por todas, que Cristo não veio a ensinar os Judeus a viverem bem a Velha Aliança, Ele disse: Um novo mandamento vos dou João 13.34. Se a justiça provem da lei, segue-se que Cristo morreu em vão (Gálatas 2.21).
    Em Mateus 5.20 disse Jesus: Se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.
    Observem que o Senhor Jesus Cristo mandou justamente os escribas e fariseus (os quais o Senhor sempre os tratava por hipócritas, falsos) que cumprissem a lei de Moisés, lei que ordena o pagamento do dízimo. Nós porém, para herdarmos o reino dos céus, não podemos de forma alguma voltar no ritual da lei Mosaica como faziam os escribas e fariseus, com hipocrisia, mas precisamos exceder essa lei, a qual foi por Cristo abolida. A Graça do Senhor Jesus excede a lei de Moisés e todo entendimento humano.
    A Segunda vez que o Senhor Jesus referiu-se ao dízimo, foi na Parábola do Fariseu e do Publicano (Lucas 18.9 a 14) e outra vez censurou os dizimistas. Tomou como exemplo um homem religioso, que jejuava duas vezes por semana e dizia ser dizimista fiel, porém, exaltava a si mesmo e humilhava um pecador que suplicava a misericórdia do Senhor.
    Hoje não é diferente, muitos ainda exaltam-se dizendo: “Eu sou dizimista fiel”, mas nesta narrativa alegórica, o Senhor Jesus Cristo exemplificou que no Evangelho não há galardão para os dizimistas fieis, ao contrário, Jesus sempre os censurou.

    Pereira
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    Re: O Dizimo e a Nova Aliança

    Mensagem por Pereira em Sab 10 Set 2011, 17:17

    Amado Ediner,

    O amado está esquecendo-se que o Mestre disse sobre dísimos: "estas coisas, porém, devíeis fazer".

    Mate-s 23:23 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.

    Gerson Witezak
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    Re: O Dizimo e a Nova Aliança

    Mensagem por Gerson Witezak em Qui 01 Dez 2011, 20:32

    """""""""""por Pereira em Sab 10 Set 2011, 16:17
    Amado Ediner,

    O amado está esquecendo-se que o Mestre disse sobre dísimos: "estas coisas, porém, devíeis fazer".

    Mate-s 23:23 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas. """"""""""



    Amado Pereira,

    O amado está esquecendo-se que o mestre disse isso para os escribas e fariseus, os seguidores da Lei de Moisés; Não para os seus discípulos!

    Se fosse para os seus discípulos, Jesus diria assim: Ai de vós, meus discípulos, que dais os dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.

    O ensino Pereira, não foi direcionado aos discípulos, mais sim aos seguidores da Lei!



      Data/hora atual: Ter 22 Maio 2012, 23:09