Mas apenas para jogar um pouquinho de lenha na fogueira, vou adiantar: EU CREIO QUE O DÍZIMO É VÁLIDO PARA A IGREJA.
De noite explico melhor.

Fórum evangélico, aberto à participação de pessoas de qualquer credo ou religião.

Re: O Dizimo e a Nova Aliança
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Re: O Dizimo e a Nova AliançaZilton Alencar escreveu:Norberto, você postou exatamente aquilo que eu entendo ser a postura mais coerente.Norberto escreveu:Aquele que não vê o dízimo como obrigação na igreja, e venha estabelecer a si próprio - sem imposição de outrem, que sua oferta deva ser de, no mínimo, 10%, acho válida. Essa pessoa, sempre que possível, ofertará mensalmente, no mínimo 10%, porque foi isso que ela propôs de coração a ofertar.
Quando eu falo em "tomar a lei dos dízimos como referencial" quero transmitir exatamente a idéia de que o dízimo deve servir de "piso" para as minhas ofertas, sem limite de "teto". Assim, se os meus ganhos mensais são de R$ 1 mil, ao invés de eu ter a obrigação de "devolver" R$ 100, eu tenho o referencial de que as minhas ofertas naquele mês devem ser de R$ 100, podendo este valor ser ultrapassado de conformidade com a minha prosperidade e a minha liberalidade (generosidade para com a Ora do Senhor).
Eu costumo fazer assim. Contudo, para não haver escândalo eu dou as minhas ofertas no envelope de dízimos da igreja, e tudo fica em paz!

Re: O Dizimo e a Nova AliançaDevaney escreveu:Valdomiro, eu concordaria, desde que houvesse Lei de Dízimo no tempo de Abraão. Mas não existia lei alguma e ele estipulou 10%. Se estava errado ou não, não me compete decidir. O que eu quis ressaltar é que a contribuição semelhante à de Abraão, foi confirmada em Hebreus como sendo devida ao sacerdócio de Melquisedeque, que não se acabou.

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Re: O Dizimo e a Nova AliançaMárcio Gomes escreveu:Irmão Devaney,
Note que assim como o dízimo (ainda que voluntário e singular), Abraão circuncidou-se. Então se Abrahão praticou estes dois atos, não seria, baseado na sua interpretação, mais coerente manter também a circuncisão? Já que ele está consagrando algo de muito mais valor para Deus?

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Re: O Dizimo e a Nova AliançaDevaney escreveu:Márcio Gomes escreveu:Irmão Devaney,
Note que assim como o dízimo (ainda que voluntário e singular), Abraão circuncidou-se. Então se Abrahão praticou estes dois atos, não seria, baseado na sua interpretação, mais coerente manter também a circuncisão? Já que ele está consagrando algo de muito mais valor para Deus?
Márcio, não penso assim por dois motivos:
- Hebreus não diz que a circuncisão é vinculada ao novo Sacerdócio. Pelo contrário, a circuncisão é claramente abolida em textos específicos do NT.
- O dízimo foi mencionado contendo essa vinculação ao Sacerdócio de Melquisedeque, e relacionando o próprio Cristo.
Acho que o mal estar que está sendo causado é porque acham que eu tomo como LEI OBRIGATÓRIA dizimar. Não é bem isso. No Novo Testamento - e eu e você defendemos essa tese juntos - existe a Lei do Amor, a Lei de Cristo, que Paulo fala. E somente ela.
Mas eu sinto paz no meu íntimo em cooperar com a Obra com um valor que foi verificado antes da Lei, e sobre o qual não há peso de Lei.
E também acho que Deus está interessado sim em abençoar-nos materialmente, contanto que também façamos a nossa parte. Eu leio o profeta AGEU e sei que no coração de Deus existe a premissa de abençoar os que cooperam na Obra de uma maneira constante e abnegada.
Tenho testemunhos pessoais e oportunamente estarei postando no grupo devido... Amém ?
Por favor, não julgo a ninguém que queira somente ofertar, pois para mim não cola essa história de que "quem não dá dízimos, rouba a Deus (segundo Malaquias) e os ladrões não entram no céu (segundo apóstolo João)". Isso é de uma infantilidade enorme, e parte geralmente de quem não conhece o poder da salvação que há em Cristo.
Acho que o mal estar que está sendo causado é porque acham que eu tomo como LEI OBRIGATÓRIA dizimar. Não é bem isso. No Novo Testamento - e eu e você defendemos essa tese juntos - existe a Lei do Amor, a Lei de Cristo, que Paulo fala. E somente ela.
Mas eu sinto paz no meu íntimo em cooperar com a Obra com um valor que foi verificado antes da Lei, e sobre o qual não há peso de Lei.
E também acho que Deus está interessado sim em abençoar-nos materialmente, contanto que também façamos a nossa parte. Eu leio o profeta AGEU e sei que no coração de Deus existe a premissa de abençoar os que cooperam na Obra de uma maneira constante e abnegada.
Tenho testemunhos pessoais e oportunamente estarei postando no grupo devido... Amém ?
Por favor, não julgo a ninguém que queira somente ofertar, pois para mim não cola essa história de que "quem não dá dízimos, rouba a Deus (segundo Malaquias) e os ladrões não entram no céu (segundo apóstolo João)". Isso é de uma infantilidade enorme, e parte geralmente de quem não conhece o poder da salvação que há em Cristo.

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