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O Dizimo e a Nova Aliança

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Devaney
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Devaney em Qui 12 Fev 2009, 13:05

Estou no trabalho, não posso escrever muito agora. De noite vou fundamentar.

Mas apenas para jogar um pouquinho de lenha na fogueira, vou adiantar: EU CREIO QUE O DÍZIMO É VÁLIDO PARA A IGREJA.

De noite explico melhor. Wink

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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Valdomiro em Qui 12 Fev 2009, 13:20

A questão é realmente delicada irmão Zilton.

Agora, o receio dos pastores de a igreja "encolher" por falta de dízimo é baseado na ilusão de que a igreja seja do tamanho que vemos. Na verdade, ao liberar o dízimo saberemos quem realmente é fiel e comprometido, revelando o verdadeiro tamanho da igreja (isso focando só a questão financeira, fora outros aspectos).

Aqui como dirigente de uma EBD quanto há uma lição falando sobre o dízimo exponho os dois lados. O lado que é igual a praticamente todas as igrejas evangélicas informado na revista e o lado contextualizado biblicamente. Até agora os irmãos têm ponderado e vários já começaram a criar uma consciência sobre isso sem causarem "escândalos" na igreja.

A dirigente do círculo da oração me confessou um dia desses que se sentiu aliviada ao ouvir sobre o dízimo de forma contextual, pois achava que estava errada e em falta com Deus por usar o dízimo para benefício da própria festa anual do círculo da oração, já que segundo o ensino atual o dinheiro tinha que ser entregue ao "tesouro do templo".

Devaney certamente tua opinião vai enriquecer o debate!


Na Paz!
Valdomiro.
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Bruno em Qui 12 Fev 2009, 13:37

Vou aguardar o Devaney, creio que neste ponto concordarei com ele.

Mas de qualquer forma, creio que as maldições da lei, não operam sobre nós, caso não dermos, somente as bençãos referentes aos dízimos, que virão aos que derem. Mas uma certeza eu tenho: Não é obrigatório, mas uma forma de retribuir a D-us o que recebe, e uma forma de vc mostrar a si e ao inimigo que não é avarento. E uma forma de D-us te ensinar a administrar suas finanças(falo como financista que sou).
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Zilton Alencar em Qui 12 Fev 2009, 15:05

Também estou no aguardo. Até agora, só posições contrárias ao dízzimo na Nova Aliança; uma opinião diferente, e embasada, vai fazer a diferença!
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Devaney em Qui 12 Fev 2009, 19:18

Agora, já devidamente em casa, gostaria de compartilhar o meu entendimento. Reparem que eu era terminantemente contra o dízimo, com base no Antigo Testamento. Para mim, está bem claro que defender o dízimo antes ou depois da Lei é o mesmo que dizer que circuncisão e guarda do sábado também são devidos a nós. Haveria a necessidade de se dizer que há a prática do dízimo no NT, sem qualquer vínculo com a Lei.

Portanto, verifiquem o texto abaixo de Hebreus 7: 4-8,11

Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos. E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão. Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas. Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior. E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive. De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e não fosse chamado segundo a ordem de Arão?

Resumindo:

- nós não pagamos e nunca pagaremos dízimos segundo a ordem de Levi, pois isso é LEI, e a Lei foi ab-rogada com o novo concerto.
- o apóstolo reconhece que Abraão deu dízimos à ordem daquele "de quem se testifica que vive", ou seja, Jesus.
- os dízimos foram dados a Melquisedeque, sumo sacerdote de cuja ordem Jesus também foi ordenado sacerdote, como homem.
- os dízimos que pagamos são para Jesus, nosso Sumo Sacerdote segundo essa ordem que ainda permanece, pois o Senhor está vivo.

Nunca ninguém poderá dizer que pagamos dízimos com base em LEI, mas sim com base na afirmação de Hebreus que pagamos dízimos a Jesus, "aquele de quem se testifica que vive".
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Valdomiro em Qui 12 Fev 2009, 22:42

Paz irmãos,

Aproveitando a postagem do Devaney trago para cá um arrazoado que fiz faz tempo e que confirma a idéia do Devaney de que não há sentido de se falar em dízimo na Nova Aliança, mas, também, não há o que se falar em dízimo (ai já contrariando um pouco o que o irmão falou) para a igreja seguindo o fator da ordem de Melquisedeque.

Em Hb. capítulo 7, como é do conhecimento de todos fala-se da semelhança de Melquisedeque e Cristo, e como nos versos desta epístola há referências ao dízimo e sendo ela um escrito do Novo Testamento, por isso tem sido bastante usado como reforço a tese de obrigação do dízimo hoje. No entanto, nem uma leitura corrida do texto dá a idéia de ordenança à igreja, o que se vê é um paralelo entre as naturezas do sacerdócio, pois Melquisedeque embora não fosse parente de Abraão era sacerdote, ao passo que os descendentes posteriores de Abraão, mais especificamente a casa de Arão, é que foram nomeados por Deus para o sacerdócio. Assim Cristo é sacerdote segunda a ordem de Melquisedeque v.17, pois o Senhor não descendeu de Levi, mas de Judá V.14.

Antes de prosseguir nesse comentário quero me reportar a Hb. 7.9, pois na versão de João Ferreira de Almeida e outras se diz que Levi “... pagou dízimos.” Pagar subtende retribuição, obrigação, situação na qual Abraão não se encontrava. Ele não foi obrigado a dar, não há o menor indício no relato de Gênesis 14 que apóie essa idéia, ou seja, de que tenha havido um pagamento, o próprio texto original de Hebreus não traz a palavra “pagou”. Ela foi posta em substituição a uma tradução literal do grego , Perfeito do Indicativo Passivo do verbo DIZIMAR, e não tem equivalente em Português podendo ser traduzida por DIZIMOU, ou entregou o dízimo.

Outras versões traduzem Hb. 7.9 mais coerentemente:
“... entregou-os por meio de Abraão”. Nova Versão Internacional
“... entregou a sua décima parte na pessoa de Abraão” Edição Pastoral (Ed. Paulinas)
“... Na pessoa de Abraão submeteu ao dízimo até mesmo Levi ...” A Bíblia de Jerusalém. Observe que de uma forma ou de outra essas versões tentaram resgatar a idéia de passividade em respeito a forma grega.

O dízimo neste capítulo de Hebreus de fato, pouco tem haver com sustento, embora seja esta sua finalidade instituída na Lei de Moisés. O fato é que esta passagem nada tem haver com ordenança no Novo Testamento, o dízimo aqui, é um elemento de comparação que apresenta o rei de Salém superior a Abraão, e permite mostrar superioridade do sacerdócio de Cristo em relação ao que tempos depois seria instituído.

A cobrança do dízimo baseado em Hebreus parte da seguinte premissa: “Se Cristo é sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, e a Melquisedeque foi dado o dízimo, devemos por conseguinte dar o dízimo a Cristo.” Esse silogismo parece bom mas há uma falha grave nele, testificada pela vida de Jesus aqui na terra. O campo de atuação sacerdotal de Cristo não se reveste da mesma liturgia ou necessidade que envolvia os antigos sacerdotes de Israel. Para eles existiam uma legislação pentatêutica própria. A vida de Jesus, registrada nos Evangelhos, prova que Ele JAMAIS recebeu uma semente de coentro sequer de quem quer que seja como oferta de dízimo, ora Cristo veio para cumprir a Lei, e esse cumprir tem sentido amplo; a Lei determinava que os dízimos deveriam ser dados aos levitas, dar o dízimo a Cristo seria descumprir a Lei, Abraão não descumpriu nem cumpriu, porque simplesmente a Lei ainda não existia quando ele deu o dízimo a Melquisedeque. Assim, essa premissa nos leva a uma conclusão falsa pelo simples fato de não se poder associar Cristo a dízimos, muito menos a forma como se cobra hoje.

O próprio texto de Hb. 7, no verso 12 ao dizer “Porque mudando-se o sacerdócio necessariamente se faz mudança de lei” prova que a cobrança do dízimo hoje está fundamentada em uma idéia equivocada com passagens bíblicas fora de seus contextos, como Ml. 3.10, Mt. 23.23 etc, por ventura seria possível alguém concluir que todas as leis concernentes ao sacerdócio foram mudadas, ou extintas, menos a Lei do sustento que estipulava dez por cento da renda alheia?

Sendo o dízimo uma Lei inerente ao sacerdócio levítico, e o texto diz que Cristo assumiu o sacerdócio eterno e diferente daquele, fez-se necessário assim a mudança da lei, que não seria uma nova edição da Lei de Moisés, claro! mas, como o próprio escritor aos Hebreus diz em 7.16 “... segundo a virtude da vida incorruptível.” e, considerando que esse novo sacerdócio não exige dízimos para si pois não precisa de mantimentos; “vive para sempre”, Hb. 7.24, podemos afirmar seguramente que não há qualquer fundamentação bíblica para se cobrar dízimos após a morte de Cristo, momento em que o antigo pacto com seu sacerdócio e todo o complexo legislativo que o envolvia, passou.

Vale a pena ressaltar que o dízimo no Novo Testamento não sofreu alteração de conceito, ele foi abolido mesmo, ou seja se deve ser dado que seja aos levitas e que seja pelos demais israelitas. A epístola aos Hebreus foi escrita talvez antes da destruição de Jerusalém ocorrida no ano 70 d.C, e diz em 8.4 “...Ora, se ele [Jesus] estivesse na terra, nem tão pouco sacerdote seria, havendo ainda sacerdotes que oferecem dons segundo a Lei” (grifei). Logo se vê claramente que a pratica sacerdotal foi continuada pelos judeus e, naquela época, ainda existia o serviço dos levitas, embora, segundo plano de Deus, fosse completamente desnecessário, isso é mais uma prova contra a cobrança de dízimos à Igreja; o cap. 7 e verso 5 revela a intrínseca relação: Levi, sacerdócio, dízimo, tribos de Israel: “ E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio tem ordem, segundo a Lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos...” (os grifos são meus). Perguntamos quem, na época da epístola aos Hebreus, recebiam dízimos? Está claro que eram os levitas que recebiam do POVO, não de todos os povos, pois isso seria desobedecer a Lei sob a qual estavam, eles recebiam de seus irmãos, ou seja das tribos que herdaram a terra de Canaã, está muito claro nesta passagem que “irmãos” não se refere a irmãos espirituais que nos tornamos ao aceitar a Cristo, logo dispensa maiores comentários. O fato é que não se pode desassociar, a exemplo do sábado, o dízimo bíblico de Israel, por conseguinte os homens que tomam dízimos, não são outros senão os próprios Levitas, do mesmo modo que o povo que deve este tipo de contribuição não é outro senão as demais tribos de Israel, o v. 9 prova isso.

Fui mas amplo que o necessário, mas acredito que ajuda a elucidar as coisas que envolvem a epístola aos Hebreus no que tange a dízimo.

Na Paz!
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Devaney em Qui 12 Fev 2009, 22:47

Valdomiro, eu concordaria, desde que houvesse Lei de Dízimo no tempo de Abraão. Mas não existia lei alguma e ele estipulou 10%. Se estava errado ou não, não me compete decidir. O que eu quis ressaltar é que a contribuição semelhante à de Abraão, foi confirmada em Hebreus como sendo devida ao sacerdócio de Melquisedeque, que não se acabou.

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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por José Herminio em Qui 12 Fev 2009, 23:54

Zilton Alencar escreveu:
Norberto escreveu:Aquele que não vê o dízimo como obrigação na igreja, e venha estabelecer a si próprio - sem imposição de outrem, que sua oferta deva ser de, no mínimo, 10%, acho válida. Essa pessoa, sempre que possível, ofertará mensalmente, no mínimo 10%, porque foi isso que ela propôs de coração a ofertar.
Norberto, você postou exatamente aquilo que eu entendo ser a postura mais coerente.

Quando eu falo em "tomar a lei dos dízimos como referencial" quero transmitir exatamente a idéia de que o dízimo deve servir de "piso" para as minhas ofertas, sem limite de "teto". Assim, se os meus ganhos mensais são de R$ 1 mil, ao invés de eu ter a obrigação de "devolver" R$ 100, eu tenho o referencial de que as minhas ofertas naquele mês devem ser de R$ 100, podendo este valor ser ultrapassado de conformidade com a minha prosperidade e a minha liberalidade (generosidade para com a Ora do Senhor).

Eu costumo fazer assim. Contudo, para não haver escândalo eu dou as minhas ofertas no envelope de dízimos da igreja, e tudo fica em paz!

Dessa forma você tira a voluntariedade da oferta, pois pelo que disse você coloca um teto mínimo e não é isso que Paulo ensina sobre as ofertas.

No meu caso, eu não dou mais dízimo no envelope até pode causar algum escândalo, simplesmente eu dou ofertas e não fixo teto mínimo em 10 % do que eu recebo!

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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por José Herminio em Sex 13 Fev 2009, 00:07

Devaney escreveu:Valdomiro, eu concordaria, desde que houvesse Lei de Dízimo no tempo de Abraão. Mas não existia lei alguma e ele estipulou 10%. Se estava errado ou não, não me compete decidir. O que eu quis ressaltar é que a contribuição semelhante à de Abraão, foi confirmada em Hebreus como sendo devida ao sacerdócio de Melquisedeque, que não se acabou.

Sim mas Abrãão deu do despojo de guerra e não deu nada dos seus bens, não era devida mas espontânea, e seguindo esse raciocínio nos dia de hoje, o dízimo é dado 10% dos bens de posses e não é espontâneo.

Outra situação é que na Igreja primitiva não há um indicio se quer da pratica do dizimo, note e veja que se fosse com base no sacerdócio de Melquisedeque o continuísmo do dízimo não pela lei, a igreja primitiva estaria em falta com o sacerdócio maior de Jesus Cristo.

Hebreus 7 não é incentivo ao dízimos, e sim uma ilustração de mostrar a superioridade do sacerdócio de Cristo,

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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Márcio Gomes em Sex 13 Fev 2009, 01:17

Irmão Devaney,

Note que assim como o dízimo (ainda que voluntário e singular), Abraão circuncidou-se:

Livro de Gênesis 17:26, 27
“ Neste mesmo dia foi circuncidado Abraão e Ismael seu filho.
E todos os homens da sua casa, o nascido em casa, e o comprado por
dinheiro do estrangeiro, foram circuncidados com ele. “


Assim como o dízimo, a circuncisao foi incorporada a Lei de Moisés.

Como o irmão sabe, a circuncisão, foi abolida junto com a Lei, ou seja não retornamos a "antiga" cirscuncisão por causa disto.

Se formos atentar bem quando se circuncidava um filho seja na Lei ou antes da Lei estava se consagrando este filho para Deus, ou seja separando e entregando para Deus este filho. Quando Abraão entregou o dízimo para Melquisedeque ele estava separando e entregando para Deus coisas materiais, ou seja, Ele reconhecia que essas coisas materiais pertenciam a Deus.
Então se Abrahão praticou estes dois atos, não seria, baseado na sua interpretação, mais coerente manter também a circuncisão? Já que ele está consagrando algo de muito mais valor para Deus?

Não quero mudar o assunto do tópico, apenas citei, este exemplo para ajuda-lo a refletir, pois o meu entendimento é o mesmo do irmão Valdomiro.
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Valdomiro em Sex 13 Fev 2009, 11:04

Paz amados irmãos!

Assino em baixo das postagens de Hermínio e Márcio.

Além do mais Jesus é o único sacerdote que, biblicamente falando, nunca recebeu dízimo. Nada se fala de dízimo para Jesus, quando na terra, após a ressurreição e no por vir.

É preciso ficar registrado que ninguém que entende a não obrigatoriedade do dízimo é contra a prática, mas, apenas, contra a cobrança. Os moldes atuais não são bíblicos.

Na Paz!
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Devaney em Sex 13 Fev 2009, 13:10

Márcio Gomes escreveu:Irmão Devaney,

Note que assim como o dízimo (ainda que voluntário e singular), Abraão circuncidou-se. Então se Abrahão praticou estes dois atos, não seria, baseado na sua interpretação, mais coerente manter também a circuncisão? Já que ele está consagrando algo de muito mais valor para Deus?

Márcio, não penso assim por dois motivos:

- Hebreus não diz que a circuncisão é vinculada ao novo Sacerdócio. Pelo contrário, a circuncisão é claramente abolida em textos específicos do NT.
- O dízimo foi mencionado contendo essa vinculação ao Sacerdócio de Melquisedeque, e relacionando o próprio Cristo.

Acho que o mal estar que está sendo causado é porque acham que eu tomo como LEI OBRIGATÓRIA dizimar. Não é bem isso. No Novo Testamento - e eu e você defendemos essa tese juntos - existe a Lei do Amor, a Lei de Cristo, que Paulo fala. E somente ela.

Mas eu sinto paz no meu íntimo em cooperar com a Obra com um valor que foi verificado antes da Lei, e sobre o qual não há peso de Lei.

E também acho que Deus está interessado sim em abençoar-nos materialmente, contanto que também façamos a nossa parte. Eu leio o profeta AGEU e sei que no coração de Deus existe a premissa de abençoar os que cooperam na Obra de uma maneira constante e abnegada.

Tenho testemunhos pessoais e oportunamente estarei postando no grupo devido... Amém ?

Por favor, não julgo a ninguém que queira somente ofertar, pois para mim não cola essa história de que "quem não dá dízimos, rouba a Deus (segundo Malaquias) e os ladrões não entram no céu (segundo apóstolo João)". Isso é de uma infantilidade enorme, e parte geralmente de quem não conhece o poder da salvação que há em Cristo.
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Bruno em Sex 13 Fev 2009, 13:50

É Devaney,

Pior ainda, é discriminar os membros ou líderes por não o fazerem.
Ou dizer que as portas do céus não se abriram...e blah blah blah.

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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por José Herminio em Sex 13 Fev 2009, 15:31

.
Devaney,

Leia também nas cartas de Paulo sobre as ofertas e as bençãos de Deus, sobre aqueles que, ofertam por amor a obra, e mais, eu creio que Deus nos abençoa sem a necessidade de fazer a nossa parte da contribuição, pois nosso Deus vai mais afundo nisso, a matemática dEle é diferente, aquele que por fé oferta e não espera retorno, é muito mais abençoado, por menor que seja a contribuição.

Eu entendo que nós não podemos contribuir no intuito de receber algo em troca, as bençãos de Deus vêem naturalmente, pois Ele sabe quais sãos as nossas necessidades e o que é melhor para nós.

[]s.

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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Márcio Gomes em Sab 14 Fev 2009, 17:03

Devaney escreveu:
Márcio Gomes escreveu:Irmão Devaney,

Note que assim como o dízimo (ainda que voluntário e singular), Abraão circuncidou-se. Então se Abrahão praticou estes dois atos, não seria, baseado na sua interpretação, mais coerente manter também a circuncisão? Já que ele está consagrando algo de muito mais valor para Deus?

Márcio, não penso assim por dois motivos:

- Hebreus não diz que a circuncisão é vinculada ao novo Sacerdócio. Pelo contrário, a circuncisão é claramente abolida em textos específicos do NT.
- O dízimo foi mencionado contendo essa vinculação ao Sacerdócio de Melquisedeque, e relacionando o próprio Cristo.

Acho que o mal estar que está sendo causado é porque acham que eu tomo como LEI OBRIGATÓRIA dizimar. Não é bem isso. No Novo Testamento - e eu e você defendemos essa tese juntos - existe a Lei do Amor, a Lei de Cristo, que Paulo fala. E somente ela.

Mas eu sinto paz no meu íntimo em cooperar com a Obra com um valor que foi verificado antes da Lei, e sobre o qual não há peso de Lei.

E também acho que Deus está interessado sim em abençoar-nos materialmente, contanto que também façamos a nossa parte. Eu leio o profeta AGEU e sei que no coração de Deus existe a premissa de abençoar os que cooperam na Obra de uma maneira constante e abnegada.

Tenho testemunhos pessoais e oportunamente estarei postando no grupo devido... Amém ?

Por favor, não julgo a ninguém que queira somente ofertar, pois para mim não cola essa história de que "quem não dá dízimos, rouba a Deus (segundo Malaquias) e os ladrões não entram no céu (segundo apóstolo João)". Isso é de uma infantilidade enorme, e parte geralmente de quem não conhece o poder da salvação que há em Cristo.


Irmão Devaney,

A graça e a paz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Entendo e aprovo a sua prática e a entendo como um excelente propósito de seu coração quando faz a obra de Deus no que tange a contribuição, sustento da obra, caridade aos pobres e necessitados e expansão do Reino de Deus.

Mas embora, esse texto da carta aos Hebreus dá, de certa forma, um entendimento de vínculo ao sacerdócio de Melquisedeque, o contexto pelo menos não é claro sobre isso, pois como sabemos o contexto é a comparação entre o sacerdócio, registrando a superioridade do sacerdócio de Cristo.

Por favor, entenda a colocação que se segue como um parenteses neste post:No evento propriamente dito, quando Abraão, tirou o dízimo dos despojos de guerra e entregou para o rei e sacerdote de salém, entendo que Abrahão assim o fez porque foi conduzido por Deus para assim o fazê-lo, pois, lendo fontes seculares, descobrimos que mesmo antes de Abrahão o dízimo já era praticado por outros povos pagãos, sendo que o dízimo em algumas culturas era um assunto puramente político, um imposto pago ao rei pelo povo, ou cobrado pelo conquistador de nações conquistadas, e em outros lugares era uma combinação do secular com o sagrado. Na Babilônia, durante o reinado de Nabucodonosor II, todos, inclusive o rei, pagavam um dízimo da terra ao templo, e, ao mesmo tempo, os reis babilônios cobravam o dízimo de todas as importações (C.H.W.Johns, Babylonian and Assyran Laws, Contracts and Letters, 1904, xi, 205-206). Os sátrapas persas também exigiam o dízimo das importações (Aristót., Oecon. 134b; 135b).
Há, outrossim, numerosos exemplos na literatura secular do dízimo como questão exclusivamente religiosa, um sacrifício devido à divindade somente: Agamenon conquistou Micena e dedicou um dízimo aos deuses (Diod. Sic., 11, 65). Ao conquistarem os etruscos, diz-se que os lipários dedicaram um dízimo em Delfos (ibid. 5,9; Hdt., 7, 132; ver W.B.D. Rouse, "Tithes (Greek)", ERE XII 350-51, para evidência adicional abundante do dizimar entre os gregos).
Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento
Dentro desse contexto melquisedeque, rei de sálem e sacerdote do Deus altíssimo recebeu aquele dízimo de Abraão


Voltando ao assunto:

O autor da carta aos Hebreus não está ensinando sobre como praticar o dízimo sob o sacerdócio de Cristo. Ele apenas citou para registrar a superioridade desse sacerdócio que é perpétuo e não passageiro.

Ao lermos as cartas de Paulo, que é o apóstolo que mais fala sobre contribuições financeiras na Igreja, não encontramos nenhuma referência a este modelo de contribuição.

Paulo escreve acerca do repartir as - posses materiais para cuidar das necessidades dos pobres (1 Co 16:1-3; 2 Co 8:9-7;Ef 4:28 ) e para sustentar o ministério cristão (1 Co 9). Insiste na generosidade e a recomenda (2 Co 9:6; 8:1-5) mas nunca exige, nenhuma só vez, como mandamento da parte de Deus, que qualquer montante específico seja dado.
Paulo mandava, porém, que suas igrejas levantassem coletas para os santos, para os cristãos na igreja-mãe em Jerusalém (1 Co 16:1-3; 2 Co 8:4; 9:1, 12). Sendo que a palavra LOGEIA, que aqui se emprega, pode significar uma cobrança de - impostos bem como contribuições voluntárias coletadas no culto para fins caridosos (Liddell-Scott, 1055; A. Deissmann, Light from the Ancient East, 1927, 105)
O cristão contribui conforme resolveu no seu coração (2 Co 9:7) e conforme Deus o prosperou (1 Co 16:2). Contribui, porque tem consciência de ser o - escravo (doulos, Rm 6:16; 1 Co 7:22; Ef 6:6; 1 Pe 2:16) de Deus (Cristo); sabe que nem ele nem suas posses são realmente dele mesmo para empregar como deseja (1 Co 6:20); que, essencialmente, é um mordomo encarregado com o manejar responsável dos bens do seu mestre (1 Pe 4:10) e que, afinal das contas, deve prestar contas daquilo que faz com estes bens (Rm 14:12).
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Se ele tivesse a intenção de ensinar o dízimo como um mandamento da Lei de Cristo ( sem o uso malaquias) seria uma boa oportunidade para introduzi-lo nessas passagens citadas acima.

Contextualizando tudo, podemos entender que a forma de contribuição da Nova Aliança, transcende a forma de contribuição tanto da cultura Hebréia, quanto da cultura pagã.

Assim como a circuncisão do cristão transcende a circuncisão, praticada nos tempos antes da Lei de Moisés, por Abrahão e também pelos povos pagãos e depois praticado na Lei de Moisés, que consistia de um sinal no corpo. O modelo de contribuição também transcende aos 10%.

Acho que o mal estar que está sendo causado é porque acham que eu tomo como LEI OBRIGATÓRIA dizimar. Não é bem isso. No Novo Testamento - e eu e você defendemos essa tese juntos - existe a Lei do Amor, a Lei de Cristo, que Paulo fala. E somente ela.

O irmão concorda que tanto quem entrega 10% com alegria, como quem dá qualquer outro percentual com alegria está cumprindo a Lei de Cristo?

Mas eu sinto paz no meu íntimo em cooperar com a Obra com um valor que foi verificado antes da Lei, e sobre o qual não há peso de Lei.

Amém! Glória a Deus! O Senhor certamente se agrada de sua atitude e certamente fará com que o que você está semeando seja proporcionalmente colhido no resultado da onde for empregado esses valores, bem como lhe dará bençãos na área financeira para que o amado tendo sempre possa continuar honrando o seu Nome.

E também acho que Deus está interessado sim em abençoar-nos materialmente, contanto que também façamos a nossa parte. Eu leio o profeta AGEU e sei que no coração de Deus existe a premissa de abençoar os que cooperam na Obra de uma maneira constante e abnegada.

Amém!

Tenho testemunhos pessoais e oportunamente estarei postando no grupo devido... Amém ?

Amém!

Por favor, não julgo a ninguém que queira somente ofertar, pois para mim não cola essa história de que "quem não dá dízimos, rouba a Deus (segundo Malaquias) e os ladrões não entram no céu (segundo apóstolo João)". Isso é de uma infantilidade enorme, e parte geralmente de quem não conhece o poder da salvação que há em Cristo.

Amado, aí mora um grande problema. A minha denominação, a sua denominação, a maioria das denominações, por mais abençoadas que são, comete essa infantilidade enorme...e nós fazemos vista grossa.

Quando em outras palavras falam que quem não dá o dízimo é ladrão e o fim dos ladrões é o inferno, ficamos calados. Se por acaso, o nosso pastor, começar a ensinar que devemos guardar o sétimo dia e se assim o não fizermos estaremos quebrando o quarto mandamento e quem não obedece a "lei moral" vai pro inferno ou não herdará o reino (de uma forma mais light), provavelmente não ficaríamos calados.

Porque ficamos calado com a pregação do Dízimo de malaquias e com o sábado do sétimo dia da LEI de Moisés não ficamos?
- Eu acho que a resposta é que chamamos um de infantilidade enorme e o outro chamamos de Heresia. O grande problema é que tanto um ensinamento quanto outro manda pro inferno vidas pela qual Cristo pagou um alto preço.
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Devaney
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Devaney em Sab 14 Fev 2009, 20:35

Ah, sim, Marcio, mas dentro de minha congregação não vejo mais o povo falando isso. Eu já compartilhei a minha opinião dentro da casa de Deus. No nosso povo, tem gente que dá mais que 10%, gente que dá menos, gente que não dá nada. E nem por isso são excluídos do rol de membros ou disciplinados.
Esse período de "cabresto" passou faz tempo.

Márcio Gomes
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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

Mensagem por Márcio Gomes em Sab 14 Fev 2009, 20:53

Irmão Devaney,

Glória a Deus!

Não tenho palavras para descrever o quão maravilhoso considero esta notícia!

Gostaria de saber se isto está acontecendo localmente aí na AD de Taubaté ou se já há alguma recomendação por parte da convenção?

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Re: O Dizimo e a Nova Aliança

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