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Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

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Norberto
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto em Qua 25 Fev 2015, 16:48

.
Clébio,

Quanto ao que você escreveu no final da sua mensagem, anterior a esta: "não cheguei à conclusão da Trindade por inferência, o que te fiz foi uma pergunta, não uma afirmação. Peço que releia e me responda o que foi perguntado, se assim o desejar..."

Reli e reconheço meu equívoco. Interpretei mal suas palavras finais naquela mensagem.

Gilcimar
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Gilcimar em Qua 25 Fev 2015, 19:02

Parabéns Clébio...

Você está trabalhando conclusões  sobre um TODO e isso é o caminho mais seguro  para esclarecermos tudo embora um debate como esse  não faz sentido onde cada um conta sua versão da história ou aquilo que sinceramente ouviram dizer ou leram de terceiros...

Mas se criaram o tópico é importante que alguém fale....

Abraços..!

Edison
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Edison em Qua 25 Fev 2015, 19:37

Clébio escreveu:
“Foi Cristo que, do monte Horebe, falou a Moisés, dizendo: “EU SOU O QUE SOU…. Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” Êxo. 3:14. Foi esse o penhor da libertação de Israel. Assim, quando Ele veio “semelhante aos homens”, declarou ser o EU SOU. O Infante de Belém, o manso e humilde Salvador, é Deus manifestado “em carne”. I Tim. 3:16. ”

Ellen White AFIRMA que Jesus é o Deus “Eu Sou” que falou com Moisés – o Eterno – e que Ele é “Deus manifesto em carne”, como afirma 1 Timóteo 3:16!

Norberto escreveu:

Há muita incoerência aí.

O Deus revelado a Moisés é o Pai de Jesus. Portanto Jesus, não poderia ser o Pai.

O Deus que se manifestou em carne, seria o Pai? Como pode ser Jesus outra pessoa na Trindade, se foi o Pai que se manifestou em carne segundo a visão apresentada acima?

A profetisa Ellen White, segundo o texto do Clébio, afirma que foi Cristo quem falou no monte Horebe "Eu Sou o que Sou", ou "Eu serei o que Serei", não importa agora discutir se é "Eu Sou" ou "Eu Serei", o que precisamos saber é: Era Cristo falando ou não?

Na verdade era realmente Cristo falando. Era a Plenitude da Divindade falando. Era "Aquele que é antes de todas as coisas" (Col. 1:17). Era aquele que "em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós" (I Pe 1:20).

Imaginemos o que é Ser antes de todas as coisas.

A Bíblia diz que "Ele criou todas as coisas visíveis, invisíveis e que tudo foi criado por ele e para ele" (Col. 1:16).

Estamos falando de Jesus? Ainda não. Estamos falando do Pai de Jesus. Estamos falando do Pai da Eternidade.
Estamos falando Daquele que é antes de todas as coisas.

Consideremos esse "todas as coisas". Imaginemos o que conseguirmos imaginar, Ele é antes. Imagine todas as coisas invisíveis (anjos, arcanjos, querubins, serafins, tronos, dominações, principados, potestades), Ele é antes.
Imaginemos todas as coisas visíveis (planeta Terra, Lua, nosso sistema solar, a Via Láctea nossa galaxia, outras galaxias conhecidas, galaxias não conhecidas, etc. etc. etc.), Ele é antes.
Ele é antes do "haja luz". Ele é antes das moléculas, dos átomos, dos gases, enfim "Ele é antes de TODAS AS COISAS".

Isso é Cristo, a Unção, o Logos, que estava com Deus e era o próprio Deus (Jo 1:1). Cristo, o Filho-Palavra, foi o primeiro movimento de Deus vindo a visibilidade. Ele é a imagem do Deus invisível (Col. 1:15). Ele não é a imagem do Deus invisíveis apenas pós Maria. Ele é a imagem do Deus invisível antes de todas as coisas.

Agora, isso tudo é muito fino, muito delicado, é muito melindroso, tem que ser manejado com cautela para não cairmos em nenhum extremo.

Jesus é o Filho de Deus. Jesus não é pai de Si mesmo. No entanto, Deus fez de Jesus, Senhor e Cristo.

E nos precisamos de Luz Divina para sabermos como isso se estabelece no Reino de Deus.

Certa ocasião o salmista Davi escreveu o Salmo 24. Todos sabemos que o salmista era um homem em quem habitava o Espírito Santo (Sal. 51:11).
Nesse salmo ele glorifica o Eterno atribuindo a Ele vários adjetivos como: Senhor, Deus da salvação, Deus de Jacó, Senhor Forte, Senhor Poderoso, Senhor dos Exércitos e também REI DA GLÓRIA.

Então, séculos depois, outro profeta em quem também habitava o mesmo Espírito Santo diz:
“Todavia falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam;
Mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória;
A qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória
” (1 Coríntios 2:6-Cool.

O apóstolo está dizendo que quem foi crucificado foi o Rei da Glória. Ora, todos sabemos que quem foi crucificado foi Jesus, um homem.
E unindo o que Davi falou com o que Paulo falou, fica explícito que o Rei da Glória crucificado era o Deus de Jacó, ou seja, o Deus de Israel.

Mesmo assim continuo afirmando que Jesus não era pai de si mesmo. Contudo afirmo que Jesus era o Rei da Glória o Deus de Jacó.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto em Qui 26 Fev 2015, 10:29

.
Clébio, na sua mensagem 180, página anterior deste tópico, você citou exemplos em que Ellen G. White teve crenças que mudaram em alguns assuntos, tais como:

- Ellen G. White observava o domingo até que aprendeu sobre o sábado.

Porém gostaria de saber qual escrito dela diz sobre a Trindade. Ou seja, dela ter passado a reconhecer a Trindade.

Até então, Clébio, você trouxe textos dela declarando que o Espírito Santo enviado é o próprio Jesus. Se um é o outro, já se prejudica aqui o número de pessoas na Trindade, passando de 3 para 2, ou seja o Pai e o Espírito Santo, sendo este último o próprio Jesus.

Foi por isso que eu observei que há incoerência nessa declaração de Ellen G. White que, em nada, favorece a crença na Trindade.

Veja mais uma vez parte do que você trouxe ao nosso conhecimento:


"O Espírito Santo é Ele [Jesus] mesmo, despojado da personalidade humana e independente dela" (Ellen G. White).
.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Qui 26 Fev 2015, 13:31

Norberto escreveu...

Porém gostaria de saber qual escrito dela diz sobre a Trindade. Ou seja, dela ter passado a reconhecer a Trindade.

O desenvolvimento da compreensão da Divindade por Ellen White

Três evidências são especialmente significativas para reconstruir o contexto histórico das mais antigas referências de Ellen G. White à Divindade: a atuação dos “espiritualizadores” no milerismo pós-desapontamento, as controvérsias de Tiago e Ellen G. White contra esses “espiritualizadores”, e um credo metodista contemporâneo que os White (e outros dos primeiros adventistas) repetidamente citavam para apoiar sua rejeição ao trinitarianismo tradicional.

No período do pós-desapontamento, em 1845, muitos exmileritas “espiritualizaram” a segunda vinda, interpretando as profecias bíblicas do retorno de Cristo como tendo um significado espiritual, não literal. Por isso, os “espiritualizadores” podiam crer que Jesus viera em 22 de outubro de 1844, não literal, mas “espiritualmente”. Esta opinião levou a uma onda de comportamentos extravagantes. Entre os fanáticos mais acentuados estavam os que eram contra o trabalho, os quais acreditavam que o sétimo milênio já tinha sido inaugurado como um sábado de perpétuo descanso, e que a maneira de demonstrar fé salvadora era a abstenção de todo trabalho. Outros dos “espiritualizadores” se envolveram com o “mesmerismo”, juntaram-se aos sha-kers, ou mesmo se tornaram seguidores do espiritualismo oculto.

Tiago e Ellen G. White criam que este ensino é falso, porque lançava mão de uma doutrina bíblica que eles acreditavam que devia ser compreendida como claramente “literal” e a tornava não-literal ou “espiritual”. A crença central do adventismo milerita era o segundo advento literal, corpóreo e pré-milenial. Partindo desta perspectiva, se o segundo advento não é o retorno literal e corpóreo do mesmo Jesus divino-humano que ascendeu, mas é, de preferência, alguma “revelação” espiritual subjetiva ao coração ou mente individual, então o ensino do seu retorno literal não foi apenas modificado, mas destruído – donde o verbo “espiritualizar”. “Espiritualizar” significa tomar algo que se compreende como literal e chamá-lo de “espiritual”, mudando radicalmente o conceito, de sorte que não tenha mais nenhum significado objetivo.

Por este motivo Tiago e Ellen G. White cedo chegaram à convicção de que deviam se opor a esta “espiritualização” como heresia. As controvérsias da sra. White contra esta doutrina e seus comportamentos resultantes são bem conhecidas. Tiago também escreveu repetidamente no Day-Star pós-milerita contra essas tendências “espiritualizantes”.

Uma das controvérsias de Tiago White contra os “espiritualizadores” incluía uma observação antitrinitariana que implicava uma comunhão de crença entre os “espiritualizadores” e os trinitarianos. Evidentemente, alguns dos “espiritualizadores” estavam apoiando seu erro pela referência ao que Tiago chamou de “o velho credo trinitariano não escriturístico”. Tiago acusou que tanto os “espiritualizadores” quanto os trinitarianos tradicionais “espiritualizavam a existência do Pai e do Filho, como duas pessoas distintas, literais [sic], tangíveis”.

Defendendo que o Pai e o Filho são pessoas reais, literais, os White não duvidavam de que “Deus é espírito” (Jo 4:24), mas insistiam que como espírito, Deus é, contudo, alguém real, tangível e literal; não irreal, efêmero ou imaginário. Eles sentiam que os termos usados para a Trindade nos credos e definições que conheciam faziam Deus parecer tão abstrato, teórico e impessoal que Ele não era mais percebido como um ser real, solícito e amoroso. Desse modo, a tentativa de torná-lo “espiritual” em vez de literal realmente o “espiritualizava”, isto é, destruía o verdadeiro conceito do que Ele é e sua semelhança.

Uma terceira evidência confirma que Tiago estava realmente ligando os “espiritualizadores” com os trinitarianos tradicionais – um grupo que era praticamente adversário teológico dos “espiritualizadores”. Um credo metodista do mesmo período – e a maneira como esse credo era citado e refutado por outros dos primeiros escritores adventistas apóia a sugestão de terreno comum entre as primeiras declarações de Ellen G. White acerca da(s) pessoa(s) de Deus e o antitrinitarianismo de seu esposo (embora ela na imprensa nunca denunciasse o trinitarianismo como ele fazia). A sugestão de que aqui há uma ligação dual – “espiritualizadores” com trinitarianos filosóficos, e o conceito da sra. White de um Deus pessoal com o antitrinitarianismo de Tiago – pode parecer artificial para muitos leitores. Mas contra os antecedentes dos “espiritualizadores” pós-mileritas, considere o fraseado de um típico credo trinitariano da época. Um aspecto do trinitarianismo tradicional aceito por alguns grupos protestantes, mas rejeitado pelos primeiros adventistas, era a declaração um tanto curiosa de que “há somente um Deus vivo e verdadeiro, eterno, sem corpo ou membros”. Os primeiros adventistas refutavam isto vigorosamente, citando várias passagens bíblicas que retratavam a Deus como tendo “corpo” e “membros”.

Evidentemente, esta questão estava também na mente de Ellen G. White. Duas vezes nas primeiras visões de Jesus, ela lhe fez perguntas relacionadas com a “forma” e “pessoa” de Deus. Em uma primeira visão, ela “viu um trono, sobre o qual se assentavam o Pai e o Filho”. “Olhei para a face de Jesus”, diz ela, “e admirei sua amável pessoa. Não pude contemplar a pessoa do Pai, porque uma nuvem de gloriosa luz o cobria. Perguntei a Jesus se o seu Pai tinha uma forma semelhante à dele. Afirmou que sim, mas que eu não podia contemplá-la, porque, disse Ele, “se uma vez contemplares a glória de sua pessoa, deixarás de existir”.

Também por volta de 1850 ela relatou: “Tenho visto muitas vezes o amorável Jesus, que é uma pessoa. Perguntei-lhe se seu Pai era uma pessoa e tinha a mesma forma que Ele. Disse Jesus: ‘Eu sou a expressa imagem da pessoa de meu Pai.’ Assim, a visão que ela teve confirmou o texto que seu esposo havia escrito no Day-Star em 1846, dizendo que o Pai e o Filho são “duas pessoas distintas, literais e tangíveis”. No que se refere à questão trinitariana, isto é ambíguo. Por si mesmo não contém nada contraditório em relação ao primitivo antitrinitarianismo adventista, embora também não ofereça nenhuma contradição relativamente a suas declarações explicitamente trinitarianas do início de 1900.

Outras sugestões de suas primeiras visões vieram em 1858 com a publicação do primeiro volume de Spiritual Gifts. Sua crença no Espírito Santo não está em discussão, porque ela liga o Pai, o Filho e o Espírito Santo na narrativa do batismo de Cristo. Mas não menciona o Espírito Santo em conexão com os concílios divinos acerca da criação e do plano da salvação. Estas declarações, como as declarações de 1850, são também ambíguas. Elas podiam ser lidas sem conflito por todos os primeiros adventistas, independentemente de suas inclinações trinitarianas ou antitrinitarianas.

Talvez seu primeiro depoimento claramente dissonante da posição de seus colegas antitrinitarianos tenha surgido em 1869, em um capítulo que é um ponto de referência, “Os sofrimentos de Cristo”. No parágrafo inicial desse texto, ela afirma com base em Hebreus 1:3, Colossenses 1:19 e Filipenses 2:6, que Cristo em sua preexistência era “igual a Deus”. A esta altura, torna-se evidente que se ninguém mais estava ouvindo, seu esposo estava. As primeiras declarações de Tiago White sobre a Trindade são uniformemente negativas, mas em 1876 e 1877 ele seguiu sua orientação. Em uma comparação editorial das crenças dos adventistas do sétimo dia com as dos batistas do sétimo dia, ele incluía a Trindade entre as doutrinas que “nem [os adventistas do sétimo dia, nem os batistas do sétimo dia] consideram como testes do caráter cristão”. “Os adventistas mantêm a divindade de Cristo tão perto dos trinitarianos”, observou Tiago White, “que não apreendemos aqui nenhuma provação [controvérsia].” Tiago estava claramente se afastando de suas primeiras controvérsias contra o trinitarianismo. Um ano depois, ele proclamou na Review que “Cristo é igual a Deus.” Ele não era ainda um trinitariano, mas um outro ponto de referência no mesmo artigo mostrava que ele simpatizava com certos aspectos do trinitarianismo. “A inexplicável Trindade que torna a Divindade três em um e um em três é muito má”, escreveu ele, “mas o ultra-unitarianismo que torna Cristo inferior ao Pai é pior”. Afirmando a igualdade de Cristo com o Pai, Tiago estava ecoando o que sua esposa havia escrito oito anos antes. Para outra evidência de que ela estava conduzindo seus colegas, note-se que suas asserções de que Cristo era não-criado precederam por mais de duas décadas a aceitação deste conceito publicada por Uriah Smith.

Bloco por bloco conceitual (talvez sem mesmo estar ciente disto), ela estava devagar mas firmemente demolindo a subestrutura da opinião antitrinitariana e construindo um ponto de vista trinitariano. Em outro claro rompimento com o consenso semi-ariano prevalecente, ela declarou em 1878 que Cristo era o “Filho eterno”. Ellen G. White não compreendia sua eterna filiação como significando derivação do Pai. A filiação em sua preexistência denotava que Ele era da mesma natureza do Pai, em unidade e íntimo relacionamento com o Pai; mas isto não sugeria que Cristo tivera um princípio, porque ao assumir a carne humana Cristo tornou-se o Filho de Deus “em um novo sentido.” Partindo da perspectiva de sua humanidade, pela primeira vez Ele teve um “princípio”, e também, como um ser humano, iniciou uma nova relação de dependência do Pai.

Em sua encarnação Ele adquiriu em um novo sentido o título de Filho de Deus. Disse o anjo a Maria: “A virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra, pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.” Conquanto Filho de um  ser humano, Ele tornou-se o Filho de Deus em um novo sentido. Assim, Ele esteve em nosso mundo – o Filho de Deus, todavia aliado por nascimento à raça humana.

Desde toda a eternidade Cristo esteve unido com o Pai, e quando Ele tomou sobre si a natureza humana, ainda era um com Deus [ênfase suprida].

Um afastamento ainda mais fundamental da “antiga opinião” surgiu em 1888, no contexto da luta sobre a lei em Gálatas (3:19-3:25), emergindo um ponto de vista mais claro de justificação por meio da expiação substituta. Ellen G. White e outros chegaram à percepção de que um conceito mais amplo da expiação e da justiça pela fé demanda a plena Divindade de Cristo. “Se os homens rejeitam o testemunho das Escrituras inspiradas concernente à divindade de Cristo”, escreveu ela, “é vão arguir com eles sobre este ponto; pois nenhum argumento, por mais conclusivo, poderia convencê-los. [1Co 2:14, citado] Pessoa alguma que alimente este erro pode ter exato conceito do caráter ou missão de Cristo, nem do grande plano de Deus para a redenção do homem” [ênfase suprida]. Ela proclamou que Cristo “era um com o eterno Pai – um na natureza, no caráter e no propósito”, “igual ao Pai em poder e autoridade”, “o único ser que poderia penetrar em todos os conselhos e propósitos de Deus”.46 O contexto mostra que sua frase “o único ser” contrasta com os anjos. Contudo, esta declaração precede a mais plena exposição da função do Espírito Santo.

Em 1890, ela reforçou sua afirmação de 1888 da unidade de Cristo com o Pai (em natureza, caráter e propósito) sendo, talvez, sua última declaração importante que ainda pode ser lida ambiguamente. “O Filho de Deus partilhava do trono do Pai, e a glória do Ser eterno, existente por si mesmo, rodeava a ambos.” Retrospectivamente, esta frase se harmoniza perfeitamente com suas declarações posteriores (especialmente em O Desejado de Todas as Nações, 530) de que Cristo é “existente por si mesmo” e de que sua Divindade não é “derivada” do Pai. É também possível, contudo, ler a sentença de uma perspectiva binitariana, ou mesmo semi-ariana, de que Jesus, exaltado ao trono do Pai na presença dos anjos, estava “rodeado” “pela glória do Ser eterno, existente por si mesmo”, isto é, o Pai.  Patriarcas e Profetas, onde aparece a frase, foi uma amplificação de uma obra anterior, Spirit of Prophecy, vol. 1 (1870), onde a frase correspondente diz simplesmente: “O Filho estava assentado no trono com o Pai.” O contexto circunjacente é semelhante em ambas as obras, refletindo sua perspectiva anterior, ao passo que a nova frase, “a glória do Ser eterno, existente por si mesmo, rodeava a ambos”, reflete sua crescente compreensão em 1890.

Um panfleto publicado em 1897 trazia o próximo componente importante de sua doutrina de Deus em desenvolvimento: o de que o Espírito Santo é “a terceira pessoa da Divindade.” Esse conceito receberia maior atenção e forma mais permanente em O Desejado de Todas as Nações (1898), onde ela repetiu e tornou enfáticos os dois pontos anteriores: “Em Cristo há vida original, não emprestada, não derivada”, e o Espírito Santo é a “terceira pessoa da Divindade”.50 Em 1899, ela confirmou o outro lado do paradoxo, de que em “pessoa” Cristo era “distinto” do Pai. Aqui o paradoxo essencial trinitariano da unidade de Deus em uma pluralidade de pessoas é claramente enunciado, e seu trinitarianismo está essencialmente completo. Tudo o que resta para suas declarações terminantes de 1901 e 1905 é afirmar mais explicitamente que os três “eternos dignitários celestiais”, os “três maiores poderes do Céu”, as “três pessoas vivas do trio celestial”, são um em natureza, caráter e propósito, mas não em pessoa.

Destarte, há uma clara progressão do simples para o complexo, sugerindo que a compreensão de Ellen G. White cresceu e mudou à medida que ela recebia luz adicional. Fernando Canale salientou que esta progressão é semelhante àquela apresentada no Novo Testamento. Nos evangelhos, o primeiro desafio foi convencer os discípulos de que Cristo era um com o Pai. Tendo uma vez seu conceito de monoteísmo se expandido para aceitar “um Deus” em duas pessoas divinas, foi comparativamente fácil levá-los a reconhecer o Espírito Santo como a terceira pessoa divina.

Fonte: http://centrowhite.org.br/pesquisa/artigos/ellen-g-white-e-a-compreensao-da-trindade/


Norberto escreveu...

Até então, Clébio, você trouxe textos dela declarando que o Espírito Santo enviado é o próprio Jesus. Se um é o outro, já se prejudica aqui o número de pessoas na Trindade, passando de 3 para 2, ou seja o Pai e o Espírito Santo, sendo este último o próprio Jesus.

Prezado irmão, me desculpe mas acho que quem trouxe essa informação foi o Valdomiro na post 175. É isso mesmo?

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto em Qui 26 Fev 2015, 18:28

.
Correto Clébio. É da mensagem 175 que pode ser lida clicando aqui.

Leia a parte que destaquei em vermelho. Apenas essa parte e faça suas considerações caso queira:

Valdomiro, na mensagem 175 escreveu:Apresentamos abaixo o texto do original, Manuscrito 66, obtido no site oficial do Ellen G. White Estate:

"The Lord instructed us that this was the place in which we should locate, and we have had every reason to think that we are in the right place. We have been brought together as a school, and we need to realize that the Holy Spirit, who is as much a person as God is a person, is walking through these grounds, that the Lord God is our keeper, and helper. He hears every word we utter and knows every thought of the mind." Manuscript Releases, Vol. 7, page 299 / Manuscript 66, 1899
Tradução:

“O Senhor nos instruiu de que este era o lugar no qual deveríamos estar, e nós temos tido razão para pensar que estamos no lugar certo. Nós fomos colocados juntos como uma escola, e precisamos reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa, está andando por estes terrenos, que o Senhor Deus é nosso mantenedor e ajudador. Ele ouve cada uma de nossas palavras e sabe cada pensamento da mente.”
Compare agora o texto original acima, com o texto do livro “Evangelismo”, que repetimos abaixo:

Manuscrito 66 original:o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa,
Livro Evangelismo: o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o próprio Deus

Enquanto o original diz que o Espírito Santo é tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa, o texto adulterado, mudado, do livro “Evangelismo” diz que o Espírito Santo é o próprio Deus. O original não disse que o Espírito Santo é um Deus, e sim que este é uma pessoa como Deus é uma pessoa. Quem é esta pessoa, segundo Ellen G. White? Em um outro texto ela esclarece quem é o Espírito Santo, que é uma pessoa como Deus é uma pessoa:

 “Impedido por Sua humanidade, Cristo não poderia estar em todos os lugares pessoalmente; então foi para benefício deles (os discípulos) que Ele deveria deixa-la, ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser seu sucessor na terra. O Espírito Santo é Ele mesmo, despojado da personalidade humana e independente dela. Ele Se representaria como estando presente em todos os lugares por Seu Espírito, como Onipresente. Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, ele vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito (João 14:26). “Mas digo-vos uma verdade: Convém que Eu vá, porque se não fosse, o Consolador não viria a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei.” (João 16:7).” Manuscript Releases Volume Fourteen, Page 23, 24

Perceba que Ellen G. White cria, e por tanto escreveu, que o Espírito Santo, que era tanto uma pessoa quanto Deus é uma pessoa, é Cristo mesmo, despojado da personalidade humana. Pastores infiéis, quando produziram o livro “Evangelismo”, que é um compilado de livros de Ellen G. White, 31 anos após a sua morte, mudaram, ou sejaadulteraram, o texto, para dar a entender que ela cria na Trindade. Como você mesmo pode constatar ela nunca escreveu que o Espírito Santo é um Deus, e sim que Ele “é Cristo mesmo, despojado da personalidade humana”. O texto no qual ela escreve isto
(Manuscript Releases Volume Fourteen, Page 23, 24)
.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Seg 02 Mar 2015, 11:57

Norberto ... escreveu:

Correto Clébio. É da mensagem 175 que pode ser lida clicando aqui.

Leia a parte que destaquei em vermelho. Apenas essa parte e faça suas considerações caso queira:

   Valdomiro, na mensagem 175 escreveu:Apresentamos abaixo o texto do original, Manuscrito 66, obtido no site oficial do Ellen G. White Estate:

   "The Lord instructed us that this was the place in which we should locate, and we have had every reason to think that we are in the right place. We have been brought together as a school, and we need to realize that the Holy Spirit, who is as much a person as God is a person, is walking through these grounds, that the Lord God is our keeper, and helper. He hears every word we utter and knows every thought of the mind." Manuscript Releases, Vol. 7, page 299 / Manuscript 66, 1899
   Tradução:

   “O Senhor nos instruiu de que este era o lugar no qual deveríamos estar, e nós temos tido razão para pensar que estamos no lugar certo. Nós fomos colocados juntos como uma escola, e precisamos reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa, está andando por estes terrenos, que o Senhor Deus é nosso mantenedor e ajudador. Ele ouve cada uma de nossas palavras e sabe cada pensamento da mente.”
   Compare agora o texto original acima, com o texto do livro “Evangelismo”, que repetimos abaixo:

   Manuscrito 66 original:o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa,
   Livro Evangelismo: o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o próprio Deus

   Enquanto o original diz que o Espírito Santo é tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa, o texto adulterado, mudado, do livro “Evangelismo” diz que o Espírito Santo é o próprio Deus. O original não disse que o Espírito Santo é um Deus, e sim que este é uma pessoa como Deus é uma pessoa. Quem é esta pessoa, segundo Ellen G. White? Em um outro texto ela esclarece quem é o Espírito Santo, que é uma pessoa como Deus é uma pessoa:

    “Impedido por Sua humanidade, Cristo não poderia estar em todos os lugares pessoalmente; então foi para benefício deles (os discípulos) que Ele deveria deixa-la, ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser seu sucessor na terra. O Espírito Santo é Ele mesmo, despojado da personalidade humana e independente dela. Ele Se representaria como estando presente em todos os lugares por Seu Espírito, como Onipresente. Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, ele vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito (João 14:26). “Mas digo-vos uma verdade: Convém que Eu vá, porque se não fosse, o Consolador não viria a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei.” (João 16:7).” Manuscript Releases Volume Fourteen, Page 23, 24

   Perceba que Ellen G. White cria, e por tanto escreveu, que o Espírito Santo, que era tanto uma pessoa quanto Deus é uma pessoa, é Cristo mesmo, despojado da personalidade humana. Pastores infiéis, quando produziram o livro “Evangelismo”, que é um compilado de livros de Ellen G. White, 31 anos após a sua morte, mudaram, ou seja, adulteraram, o texto, para dar a entender que ela cria na Trindade. Como você mesmo pode constatar ela nunca escreveu que o Espírito Santo é um Deus, e sim que Ele “é Cristo mesmo, despojado da personalidade humana”. O texto no qual ela escreve isto (Manuscript Releases Volume Fourteen, Page 23, 24).

Prezado amigo, será que realmente Ellen White diz que o Consolador é o próprio Jesus?

Não bastasse, o texto do livro DTN, 644 (11ª. Ed, 1979) no qual diz que o Espírito Santo é “o mesmo” Jesus foi adulterado?

Segundo a Bíblia o Espírito Santo é outro Consolador. Basta ler João 14, 15, 16. No entanto, considerando a representação de Jesus pelo Espírito Santo podemos dizer que a presença do Espírito é a de Jesus. Isso mesmo se pode dizer do Pai que era representado por Jesus quando do seu ministério na Terra. O Espírito Santo, porém, não é a mesma pessoa que Jesus Cristo porque:

1. Jesus é levado ao deserto pelo Espírito. Não por si mesmo.

2. Jesus é cheio do Espírito. Não cheio de si mesmo.

3. O Espírito desce sobre Jesus. Não é Jesus quem desce sobre si mesmo.

4. O Espírito Santo substitui a Cristo. Não é Cristo que substitui a si mesmo.

5. O Espírito é outro. Jesus não é o outro de si mesmo!

6. A blasfêmia contra Jesus será perdoada, mas contra o Espírito não será perdoada. Com pode Jesus ser o Espírito?

7. No mesmo capítulo 73 do DTN, Ellen White declara que o Espírito é outro, sucessor e está para Jesus como Jesus está para o Pai. Jesus atua através do Espírito que vem para a Terra enquanto Jesus vai ao céu.

8. Ser representante é, biblicamente, estar no lugar da pessoa, disse Jesus: “Quem vê a mim vê ao Pai”. “Quem vos recebe, me recebe”. “Quem dá aos pobres dá a mim”. “Saulo por que me persegues?” (referindo-se à igreja).

9. Se você traduzir por Ele mesmo – terá que entender dentro do contexto do mesmo parágrafo em questão – que é Ele mesmo no sentido de sucessor e intermediário pois diz o parágrafo: ele opera pelo Espírito. Representação e não confusão de identidades!

10. As ideias de uma tradução e mesmo da redação dos escritos de EGW devem estar de acordo com o contexto bíblico e daquilo que ela mesma escreveu. A citação abaixo deixa claro mais uma vez que Jesus e o Espírito Santo são duas pessoas distintas com mediações diferentes:

“Cristo, nosso Mediador e o Espírito Santo estão constantemente intercedendo em favor do homem, mas o Espírito não pleiteia por nós como faz Cristo, que apresenta Seu sangue, derramado desde a fundação do mundo; o Espírito opera em nosso coração, extraindo dele orações e penitência, louvor e ações de graças. A gratidão que dimana de nossos lábios é resultado de tocar o Espírito as cordas da alma em santas memórias, despertando a música do coração.”

Sem mais...

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Seg 02 Mar 2015, 14:11

ESCLARECIMENTO PARA TODOS QUE TÊM DÚVIDAS SOBRE A TRINDADE NO INÍCIO DO ADVENTISMO

Por que a maioria dos pioneiros não cria na doutrina da Trindade e por que esse assunto não foi totalmente revelado no princípio?

A resposta possui três aspectos pelo menos:

a) HAVIA, ENTRE OS PIONEIROS, DIFERENÇAS DOUTRINÁRIAS EM VÁRIOS ASSUNTOS.

A igreja ASD não foi o resultado de uma divisão de outra igreja que já possuía um corpo de doutrinas completo. Também não resultou de algum líder carismático e autoritário que determinou desde o início o que se devia acreditar, já fornecendo um corpo completo de doutrinas. Se assim fosse TODOS já iniciariam na Igreja Adventista do Sétimo Dia crendo a mesma coisa, sem divergências de pensamento. O Movimento Millerita, iniciado por William Miller, pregador BATISTA (que não fundou e nunca foi membro da IASD, morrendo nos arraiais batistas), foi logo seguido por pastores e membros de VÁRIAS denominações (metodistas, presbiterianos, Conexão Cristã, etc.).

Antes que se dissolvesse (1844) como movimento que esperava a volta de Jesus para aquele ano, somente uma doutrina ocupava-lhes a mente: preparar-se para a volta do Senhor.

Assim, ERA NATURAL que tivessem pontos de vista diferentes sobre a Trindade (e outros temas), pois procediam de igrejas com concepções distintas sobre essa doutrina. Por outro lado, como não havia, ainda, uma declaração de crenças, cada um deles mantinha opiniões pessoais diferentes sobre vários assuntos. Somente depois de décadas de estudo das Escrituras e oração várias doutrinas foram se tornando consenso e puderam ser consideradas crenças oficiais da igreja.

Felizmente a história ASD não tem a marca do cisma religioso e nem do autoritarismo doutrinário. A doutrina amadureceu através dos anos em intensos encontros nos quais a participação, oração e estudo das Escrituras determinaram o seu corpo de doutrinas bíblicas. O que faria tanta gente com crenças tão diferentes permanecerem juntas buscando a união de pensamento e fé a não ser o Espírito Santo da comunhão? (II Cor. 13:13)

b) NOSSA BASE DOUTRINÁRIA NÃO É A CRENÇA TRAZIDA PELOS PIONEIROS DE SUAS IGREJAS DE ORIGEM.

Perguntar por que a maioria dos pioneiros não cria na Trindade dá a impressão que APENAS NESSE PONTO havia diversidade entre eles. Como já foi dito acima, a própria origem dos líderes da futura IASD (1863) fazia deles pessoas com VÁRIAS crenças diferentes. Se tivermos que questionar as doutrinas nas quais não havia harmonia COMO NO CASO DA TRINDADE, então nossa base já não seria mais a Bíblia e sim as doutrinas que os pioneiros trouxeram “na bagagem”. E qual grupo de pioneiros deveríamos seguir?

Felizmente a Bíblia corrigiu e unificou as opiniões até que chegassem à unidade doutrinária. A pergunta correta seria: Por que tantas diferenças de opiniões sobre tantas doutrinas? A resposta já foi dada acima.

c) AS DOUTRINAS NA IASD LEVARAM ANOS AMADURECENDO – O MESMO OCORREU NO PASSADO COM A IGREJA PRIMITIVA.

Obviamente que por um processo de amadurecimento, discussão, estudo da Bíblia e oração a unidade doutrinária não ocorreria de uma hora para a outra tanto na teoria quanto na prática.
A Palavra de Deus em Provérbios 4:18 declara que:

“A vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.”

Exemplos de conhecimento progressivos tirados da história bíblica:

1. Circuncisão e justificação pela fé - Jesus morre no ano 34, mas questões como circuncisão e justificação pela fé somente se decide “oficialmente” no Concílio de Jerusalém no ano 50 AD (16 anos depois).

2. Pregação aos gentios - Jesus mandou pregar aos gentios (Mt 28:19) no ano 34, mas Pedro somente entendeu isso em Atos 10 (38 AD) e a Primeira Viagem Missionária de Paulo somente ocorre em Atos 13 no ano 45 AD.

3. A pessoa e obra do Messias - Deus anunciou o Messias a Moisés (1440 AC), mas apenas se compreendeu melhor sua obra com Isaías (ca 770 AC?) e somente foi entendida por UMA PARTE do seu povo quase 800 anos depois com o próprio Jesus e depois de Jesus ainda não se entendia direito o que Paulo lutava por explicar: a salvação no nome de Jesus para Judeus e gentios.

4. O entendimento do livro de Daniel - O livro de Daniel foi dado ao povo de Deus, mas sua compreensão somente seria alcançada séculos depois. Deus deu a mensagem, mas ela estaria selada (Dan 12:9).

Assim, nem sempre as Escrituras são entendidas de imediato pelo seu povo. Pode levar tempo até que a mensagem alcance sua luz plena. Isso tudo não significa que Deus não esteja dirigindo sua igreja.

Exemplos de conhecimento progressivos tirados da história na IASD:

1. Trindade – doutrina plenamente desenvolvida no conceito de Ellen White em 1892-1898.

2. Dízimo - progressivo entendimento também - recomendado e adotado em 1870.

3. Justificação pela fé – progressivo entendimento ainda em debate devido a “muitos pioneiros” que não entendiam e nem aceitavam como a ensinamos pelas Escrituras – plenamente aceita somente após 1888.

4. Organização da Igreja – somente aceita e consolidada em 1863.

Se tivéssemos de voltar a este “ensino de alguns pioneiros” a acusação de legalistas seria justa.
Isso nos mostra que nem sempre as ideias “originais” dos pioneiros e líderes, embora evangélicos de procedência, eram corretas. Eles mesmos mudaram quando perceberam seus erros aos quais alguns parecem querer retornar.

5. O mesmo se poderia dizer da Reforma de Saúde, guarda do Sábado, Dom Profético, inferno, etc. Nenhuma delas “apareceu” pronta. TODAS tiveram sua fase de desenvolvimento, amadurecimento e confirmação bíblica e apenas após DÉCADAS algumas se tornaram consenso. Assim, somente em 29 de dezembro de 1930 a igreja pôde VOTAR a primeira Declaração de Fé que foi publicada em 1931 no yearbook e no ano seguinte no Manual da Igreja. As declarações anteriores tinham sido de caráter particular.

Finalmente, cremos no ensino dos pioneiros, MAS QUANDO APOIADOS NA BÍBLIA, como é o caso da Trindade.

6. Algum descrente poderia perguntar: por que o Deus da Justificação pela fé não revelou essa doutrina logo? Por que o Deus do Sábado não a revelou logo? Por que ficaram séculos sem serem conhecidas por milhões de crentes? Onde estava o Deus da Temperança que não a revelou desde o começo? Por que tantos séculos sem que milhões tivessem a oportunidade de conhecer sobre saúde Sábado, lei de Deus, Justiça pela fé, Dom de profecia, etc., etc?

Tais perguntas revelam a tendência de ver erro em como o Senhor age e desconhecimento de sua obra.

Acusar o não surgimento da doutrina da Trindade logo no início da igreja serve, para MUITAS VEZES, acusar todas as demais doutrinas.

Sem mais...

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto em Ter 07 Abr 2015, 16:41

.
Clébio, não estou disposto a me prolongar no tema se Ellen White cria que o Espírito Santo é o próprio Jesus ou não, pois estaremos andando em círculo.

No entanto, considerando que "Trindade" é que o tema mais apropriado, peço que nos traga aqui, um trecho de qualquer escrito da Ellen White que diz respeito à Trindade declarando-a, claramente, como uma verdade.

Li uma vez que nem o termo "trinity" foi mencionado por Ellen em seus escritos. Isso é verdadeiro?
.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Qua 08 Abr 2015, 14:41

Norberto escreveu:No entanto, considerando que "Trindade" é que o tema mais apropriado, peço que nos traga aqui, um trecho de qualquer escrito da Ellen White que diz respeito à Trindade declarando-a, claramente, como uma verdade.

Li uma vez que nem o termo "trinity" foi mencionado por Ellen em seus escritos. Isso é verdadeiro?

Norberto,

Talvez essa sua pergunta seja em razão das multidões de perguntas que são feitas na net, e uma delas é a seguinte e oportunamente respondendo à tua pergunta...

Por que Ellen White nunca utilizou a palavra Trindade (Trinity), mas Godhead (divindade) em seus textos e livros, e mesmo assim os tradutores da CPB se sentiram livres para verter esse termo (Godhead) como “Trindade” no livro Evangelismo e outros? Não é esta uma clara comprovação da manipulação de textos supostamente inspirados a fim de favorecer uma doutrina não bíblica?

Resposta:

Nada há de manipulação pelas seguintes razões:

1. O que diz o dicionário - A palavra Godhead de acordo com o dicionário Webster significa: divindade, qualidade de Deus, e TAMBÉM se refere às três pessoas que compõem a divindade. Dois exemplos:

a) “Godhead. 1. divine nature and essence:DIVINITY; 2. a: GOD; b: The nature of God esp. as existing in three persons.”

b) Tradução: Godhead. 1. natureza divina e essência:DIVINDADE. 2. a: DEUS; b: A natureza de Deus especialmente como existindo em três pessoas.”

c) “Godhead. 1. The quality or state of being devine: DEITY (…). 2. a: GOD, DEITY. (…); b: The nature of God esp. when regarded as triune: TRINITY (The external relations within the Godhead itself) (…).”

Tradução: 1. A qualidade ou condição de ser divino: DEIDADE (...) 2. a: DEUS, DEIDADE. (...); b: A natureza de Deus especialmente quando considerado como triuno: TRINDADE (As relações externas dentro da própria Godhead).

O mesmo dicionário Webster, volume III, à página 2.446 no verbete “trinity” declara que trindade é a união de três pessoas numa só “godhead” (divindade), Portanto, a tradução como trindade está correta.

2. Apenas problema de tradução - Como já está claro pela própria pergunta, o aparente “erro” não está nos livros publicados pela igreja como demonstra o original em inglês, mas na tradução em português. Assim, o máximo que se poderia dizer, uma vez que a tradução para Trindade tem apoio do dicionário, é que o termo em português contempla mais de perto o contexto específico do que no inglês e não contradiz o pensamento mais amplo que se encontra nos livros de Ellen White. E se fosse erro? Problemas de tradução ocorrem em qualquer tradução, até mesmo ao traduzir a Bíblia.

3. A idéia do termo “trindade” está em Ellen White - A palavra Trindade é um termo teológico, mas que expressa perfeitamente o pensamento de Ellen White. É um termo criado para tentar expressar a idéia BÍBLICA de que Deus é apresentado como Pai, Filho e Espírito Santo. (Veja textos mais adiante). A IDÉIA/DOUTRINA é o que importa e ela encontra-se na Bíblia. O mesmo ocorre com o termo Milênio que não está na Bíblia, mas está o seu equivalente “mil anos” (Apoc. 20:1-2).

Ellen White usa o equivalente a Trindade (trio, três, tríplice) e DEFENDE A IDÉIA de que a DIVINDADE (GODHEAD) é composta de TRÊS PESSOAS como veremos mais adiante, e é isso que importa, assim como a Bíblia, que apresenta também três pessoas numa mesma divindade.

4. Textos de Ellen White demonstram idéia de uma divindade em três pessoas (não são três e nem dois deuses) - Observe os textos em inglês sobre Deus em três pessoas e sua tradução em português:

a) “Sin could be resisted and overcome only through the mighty agency of the Third Person of the Godhead, who would come with no modified energy, but in the fullness of divine power.”

Tradução:

· “Ao pecado só se poderia resistir e vencer por meio da poderosa operação da terceira pessoa da Trindade, a qual viria, não com energia modificada, mas na plenitude do divino poder.”

Se há uma Terceira Pessoa na Divindade (com a plenitude do poder divino), o que é essa Divindade senão uma Trindade? A melhor tradução, neste parágrafo (de Godhead) que confere com o contexto, e tem o apoio do dicionário Webster, é Trindade.

b) “When you gave yourself to Christ, you made a pledge in the presence of the Father, the Son, and the Holy Spirit – the three great personal Dignitaries of heaven. ‘Hold fast’ to this pledge.”

Tradução:

· Quando você se entregou a Cristo você fez uma promessa na presença do Pai, do Filho e o Espírito Santo – os três grandes Dignitários pessoais do céu. ‘Sê fiel’ a essa promessa”.

Aqui NÃO HÁ ALTERNATIVA DE TRADUÇÃO. São TRÊS (THREE, em inglês) os dignitários do Céu; Eles são pessoas; Eles são o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Somente uma conclusão óbvia: Deus é uma Trindade.

c) “In the name of the Father, the Son, and the Holy Spirit, man is laid in his watery grave, buried with Christ in baptism, and raised from the water to live the new life of loyalty to God. The three great powers in heaven are witnesses; they are invisible but present.”

Tradução:

· “No nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo o homem é colocado em sua sepultura líquida, sepultado com Cristo no batismo, e ressuscitado da água para viver a nova vida de lealdade a Deus. Os três grandes poderes no céu são testemunhas; eles estão invisíveis, mas presentes”.

São TRÊS os PODERES do céu igualmente grandes.

d) “The work is laid out before every soul that has acknowledged his faith in Jesus Christ by baptism, and has become a receiver of the pledge from the three persons – the Father, the Son, and the Holy Spirit”.

Tradução:

· “A obra é posta diante de cada alma que reconheceu sua fé em Jesus Cristo pelo batismo e se tornou um receptor da garantia que vem das três pessoas – o Pai, o Filho, e o Espírito Santo”.

A promessa e garantia divina originam-se em TRÊS PESSOAS.

e) “Christ made baptism the entrance to His spiritual kingdom. He made this a positive condition with which all must comply who wish to be acknowledged as under the authority of the Father, the Son, and the Holy Ghost. Those who receive the ordination of baptism thereby make a public declaration that they have renounced the world, and have become members of the royal family, children of the heavenly king.”

Tradução:

“Cristo tornou o batismo a entrada para Seu reino espiritual. Ele o tornou uma positiva condição com a qual devem concordar todos os que desejam ser reconhecidos como sob a autoridade do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Aqueles que recebem a ordenança do batismo fazem uma declaração pública de que renunciaram ao mundo e se tornaram membros da família real, filhos do rei celestial.”

Há UM rei celestial que é apresentado como TRÊS pessoas que têm AUTORIDADE.

f) “Those who are baptized in the threefold name of the father, the Son, and the Holy Ghost, at the very entrance of their Christian life declare publicly that they have accepted the invitation, ‘Come out from among them, and be ye separate, saith the Lord, and touch not the unclean thing; and I will receive you, and will be a Father unto you, and ye shall be my sons and daughters, saith the Lord Almighty.”

Tradução:


“Aqueles que são batizados no tríplice nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, no momento de sua entrada na vida cristã declara publicamete que aceitaram o convite, ‘Saí do meio deles, separai-vos, diz o Senhor, e não toqueis nada imundo; e Eu voz receberei, e serei um Pai para vós, e vós sereis meus filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso”.

O Senhor Todo-poderoso (singular) é UM TRÍPLICE (plural) nome.

g) “The Father, the Son, and the Holy Ghost, powers infinite and omniscient, receive those who truly enter into covenant relation with God.”

Tradução:

· “O Pai, o Filho e o Espírito Santo, poderes infinitos e oniscientes, recebem aqueles que verdadeiramente entram em relações de concerto com Deus”.

Deus = Pai, Filho e Espírito Santo que são infinitos e oniscientes.

· Outras citações em português com o mesmo ensino no livro Evangelismo, páginas 614-617.

Ellen White refere-se à Divindade (Godhead) como sendo, TRÊS, TRIO, TRÍPLICE. Pessoas onipotentes e oniscientes e que chamamos de DEUS no singular, embora sendo TRÊS PESSOAS.

É só para o momento...

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Antonio em Dom 15 Nov 2015, 20:00

Que esses Adventistas estão voltando para ROMA estão!!! E não adiantam desculpar com historinhas! Vejam que "Festa dos 100 anos do Unasp: Cruz ecumênica com M de Maria foi a atração principal" :

http://www.adventistas.com/2015/07/21/festa-dos-100-anos-do-unasp-cruz-ecumenica-com-m-de-maria-foi-a-atracao-principal/

Ai no site tem vários artigos que mostra que estão abraçando a velha mãe!

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Antonio em Ter 15 Dez 2015, 20:16

.
Clébio a sra White era politeísta? Desculpe a pergunta, mas o que ela falou em evangelismo pag. 616 da para entender claramente que ela cria em um triteísmo, ou seja, politeísmo disfarçado! Vamos ver o texto:

“Há três pessoas vivas pertencentes à trindade celeste; em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – os que recebem a Cristo por fé viva são batizados”. No original inglês o texto usa “trio”, uma palavra mais forte do que trindade.


Clébio, aqui ela entregou o ouro! Veja bem o que ela afirma e me diga se isso não é um claro politeísmo? Ela disse assim que "...em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo..." , três grandes poderes!!! Que é isso hein? Aqui está bem claro o grande mistério da trindade que White decifrou!

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Antonio em Sex 25 Dez 2015, 07:42

A Igreja Adventista entrou no trem de Roma!

Basta ver o vídeo nesse link e confirmar os fatos irrefutáveis! São filho da velha mãe! Vejam:


https://www.youtube.com/watch?v=bddGUxe1vMo


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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Antonio em Dom 21 Ago 2016, 14:17

O adventismo parece de certa forma defender a crença trinitariana de unhas e dentes, mas será que realmente eles creem na trindade conforme as crenças das igrejas evangélicas? O exame de suas declarações oficiais nos levará a uma compreensão melhor se eles são realmente trinitarianos ou são triarianos!
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Tzaruch em Seg 21 Ago 2017, 23:34

.
Olá a todos.





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