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Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

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Antonio
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Antonio em Qua 18 Fev 2015, 20:51

AS DECLARAÇÕES DOS PIONEIROS ADVENTISTAS CONTRA A TRINDADE



Para sabermos em que criam os pioneiros teremos que pesquisar e analisar suas declarações nos artigos que escreveram.
O principal e mais importante periódico da Igreja Adventista do Sétimo Dia chamava-se “The Advent Review and Sabbath Herald”, conhecido popularmente como “Review and Herald”, e equivale a nossa Revista Adventista atual.
As declarações estão expostas em ordem cronológica.
Analisemos uma a uma:

JOSEPH BATES - 1827

Joseph Bates wrote regarding his conversion in 1827, “Respecting the trinity, I concluded that it was impossible for me to believe that the Lord Jesus Christ, the Son of the Father, was also the Almighty God, the Father, one and the same being.”


TRADUÇÃO:
Joseph Bates escreveu com relação a sua conversão em 1827, “Com respeito à Trindade eu concluí ser impossível acreditar que o Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai, como também o Todo Poderoso Deus, o Pai, são um e o mesmo Ser.”

Analise o contexto de onde a declaração acima foi tirada:
“Meus pais eram membros de muitos anos da igreja Congregacional, com quase todas as crianças convertidas desde o inicio. E ansiosamente esperavam que eu também me unisse a eles. Mas eles abraçaram alguns pontos na fé que eu não podia entender. Eu só nomearei dois destes pontos: o modo de batismo por aspersão, e a doutrina da Trindade.
Meu pai, que tinha sido diácono por muitos anos na igreja, esforçou-se para me convencer que eles tinham razão em seus pontos doutrinários. … Com respeito à Trindade, eu concluí que era uma impossibilidade acreditar que o Senhor Jesus Cristo, o Filho do Pai, também era o Deus Todo-poderoso, o Pai, um e o mesmo ser. Eu disse a meu pai: “Se o senhor puder me convencer que nós somos a mesma pessoa dentro deste conceito, o de que você é meu pai, e eu seu filho; e também que eu seja seu pai, e você meu filho, então eu posso acreditar na Trindade.” Joseph Bates, 1868, A Autobiografia do Ancião Joseph Bates (The Autobiografyhy of Elder Joseph Bates), pág. 204.
Em uma carta que Joseph Bates escreveu para Guilherme Miller, ele disse:
“Uma coisa mais: Muita zombaria é feita sobre esses que estão em nossa companhia e que participam do grupo dos Shakers. Eu digo que é primeiro uma vergonha para eles, ter orado tão claramente e distintamente pela breve vinda pessoal de nosso Senhor Jesus Cristo para juntar os santos - e assim mesmo acompanham os Shakers em sua crença de que Ele (Jesus) entrou espiritualmente na Mãe deles, Ann Lee, mais de setenta anos atrás. Isto, sem dúvida em minha mente, é devido ao ensino prévio dado a eles, e a convicção que eles têm de uma doutrina chamada Trindade. Como você pode achar falta na fé deles enquanto você estiver ensinando a mesma essência disso. Esta doutrina que nunca será entendida? Para o conforto e fé deles, e claro que para o seu próprio, você diz ‘Cristo é Deus, e Deus é amor.’ Como você não deu nenhuma explicação, nós entendemos que isto veio de você como uma exposição literal da palavra; …
Nós acreditamos que Pedro e Seu Mestre dele resolveram esta questão definitivamente, Mat. 16:13-19; e eu não posso ver por que Daniel e João não tem completamente confirmado que Cristo é o Filho, e nem Deus o Pai. Como pode então Daniel explicar a visão dele do 7º capítulo de seu livro, se ‘Cristo era Deus.’ Aqui ele vê um ‘como o Filho (e não pode ser provado que era outra pessoa) do homem, e havia determinado e foi dado Ele Domínio, e Glória, e um Reino;’ pelo Ancião de Dias. O mesmo Ancião João descreve sentado em um trono com um livro na mão direita dele, e ele viu a Jesus distintamente diante do trono, e tirou o livro da mão dele que assentado estava no trono. Agora se é possível fazer estas duas transações completamente diferentes aparecer em uma pessoa, então eu poderia acreditar que Deus morreu e foi enterrado em vez de Jesus, e Paulo estava enganado quando ele disse, ‘Agora o Deus de paz que trouxe novamente da morte o Senhor Jesus que é o grande pastor da ovelha’; e que Jesus também não quis dizer o que ele disse quando ele afirmou que ele veio de Deus, e ia para Deus, etc; e muito mais, se necessário, para provar o absoluto absurdo de tal fé.” - Uma carta escrita por Joseph Bates a William Miller, 1848, Experiência Passada e Presente (A letter written by Joseph Bates to William Miller, Past and Present Experience) Página 187. Tradução: Davi Souto.

JAMES WHITE – 24 de janeiro de 1846, ESCREVEU:

A forma espiritualista pela qual negam a Deus como o único Senhor, e Jesus Cristo está numa primeira posição, constitui um antigo credo trinitariano, fora das escrituras; que Jesus é Deus eterno. No entanto não existe passagem das escrituras que dê suporte isso. Temos testemunhos bíblicos em abundância que ele é Filho do Eterno Pai.


J.N. ANDREWS – 05 de agosto de 1852, escreveu:


“... está tão longe da verdade como a velha e absurda doutrina trinitariana na qual diz que Jesus é verdadeiramente o Deus eterno”
J.B. FRISBIE – 04 de abril de 1854


“Razões Católicas Para Guardar o Domingo”

1. Porque também é chamado na antiga denominação Romana o “Dies Solis”, o dia do sol o qual era sagrado.
2. Porque é em louvor à santíssima Virgem Maria.
3. Porque é o dia dedicado pelos apóstolos em louvor à Santa Trindade.
4. Porque Jesus nasceu num domingo.
5. Porque Jesus ressuscitou dos mortos num domingo.

J.N. ANDREWS – 06 de março de 1855


A doutrina da Trindade foi estabelecida na igreja pelo concílio de Nicéia 325 AD. Essa doutrina destrói a personalidade de Deus e seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor. A forma infame como foi imposta à igreja, aparece nas páginas da história eclesiástica, que causa aos que acreditam na doutrina corar de vergonha.

JAMES WHITE – 11 de dezembro de 1855, escreveu:

“Mas, a fábula Pagã e Papal da natural imortalidade, fez do maior inimigo do homem, a morte, a porta para a felicidade eterna, e deixa a ressurreição como uma coisa de pequena significação. É a base do espiritualismo moderno.
Aqui nos devemos mencionar a Trindade que acaba com a personalidade de Deus, e de seu Filho Jesus Cristo, e o batismo por aspersão que em vez de sepultar em Cristo no batismo, em significado da sua morte. Mas nós saímos destas fábulas para encontrar outra, que é sagrada para quase todos os cristãos, católicos e protestantes. É a, (5.) a mudança do sábado do quarto mandamento, do sétimo para o primeiro dia da semana. O festival pagão do domingo ... ”

JAMES WHITE – 07 de fevereiro de 1856, escreveu:

“A grande falta da Reforma foi que os reformadores pararam de reformar. Se tivessem levado avante, não teriam deixado nenhum vestígio do papado atrás, tal como a natural imortalidade, batismo por aspersão, a trindade, a guarda do domingo, e a igreja agora estaria livre de erros escriturísticos.”
Esta é uma publicação bem do início da Igreja Adventista. Trata-se de uma seção de perguntas e respostas e no final da resposta está a sigla J.W.
O redator da Revista era Urias Smith e os editores correspondentes: J.N.Andrews, James White, J.H.Waggoner, R.F.Cottrell e Stephen Pierce. A sede da publicadora era em Battle Creek, Michigam. A pergunta formulada pelo leitor é a seguinte:
“M.H. Porque a igreja caiu em muitos erros depois dos dias dos apóstolos? Não é porque ela não andou na luz da palavra? Certamente não é porque a Bíblia ou seus autores mudaram. ...”

D.W. Hull – 10 de novembro de 1859,escreveu:

A Doutrina Bíblica da Divindade de Cristo
“A inconsistente posição mantida em relação à Trindade, sem dívida é a causa de muitos outros erros. Errôneos pontos de vista da divindade de Cristo, levam a erros quanto à expiação. Vendo a expiação num quadro arbitrário, (e todos devem acreditar assim, os que acreditam que Jesus é Deus eterno) levam a conclusões arbitrárias a uma ou duas classes de pessoas: Os que crêem na predestinação e universalismo, (e correlatos).
A doutrina que propomos examinar foi estabelecida pelo concílio de Nicéia, 325 AD. e desde esse período, as pessoas que não acreditam nela são denunciadas pelos sacerdotes e papas como perigosos heréticos. Isso para tornar anátema os chamados arianos. (os que acreditavam na doutrina de Ário) AD 513.
Nós não conseguidos seguir para trás essa doutrina, que teve origem no “Homem do Pecado” e nós encontramos esse dogma estabelecido através da força, ao contrário do direito de investigar nas Escrituras esse assunto.
Aqui encontramos uma pergunta que é freqüentemente feita: Você acredita na divindade de Cristo? Inquestionavelmente, a maioria de nós acredita. Mas nós não acreditamos como a igreja M. E. que ensina, que Cristo é verdadeiramente o Deus eterno, e ao mesmo tempo homem; ...”
Observe o termo “Homem do Pecado” tirado de II Tessalonicenses capítulo 2 e verso 3 usado em relação à invenção da doutrina da trindade.
J.N. Lougborough – 05 de novembro de 1861

“Esta doutrina da Trindade foi trazida para a igreja no mesmo tempo em que a adoração de imagens, e a guarda do domingo e não é mais do que a doutrina dos persas remodelada.”

JAMES WHITE – 10 de novembro de 1863, escreveu:


A Doutrina da Trindade Degrada a Expiação

O grande equívoco dos trinitarianos, ao argumentarem esse assunto, parece ser esse: Eles não fazem diferença entre negar a Trindade e negar a divindade de Cristo. Eles só vêem os dois extremos em que está a verdade; tomam cada expressão referente à preexistência de Cristo como uma prova da Trindade. As Escrituras ensinam abundantemente a preexistência de Cristo e a sua divindade, mas são inteiramente silenciosas quando à Trindade. A declaração que o divino Filho de Deus não morre, está tão longe dos ensinamentos da Bíblia como as trevas da luz. Eu perguntaria aos trinitarianos: A qual das duas naturezas devemos a redenção? A resposta seria obviamente a natureza que morre e que derramou seu sangue por nós; “pela qual tivemos redenção pelo seu sangue”. Então fica evidente que unicamente a natureza humana morre, e o nosso redentor é unicamente humano. O divino Filho de Deus não teve parte na nossa salvação, pela qual não morreu e nem sofreu. Eu estava certo, quando disse que a doutrina da Trindade degrada a expiação, trazendo o sacrifício, o sangue pelo qual fomos comprados, para baixo num padrão de comprometimento.

R.F. Cottrell – 06 de julho de 1869,escreveu:



“Sustentar a doutrina da Trindade, não é mais que uma evidência da intoxicação pelo vinho que todas as nações beberam. O fato dessa ser uma das principais doutrinas, senão a principal, pela qual o bispo de Roma foi exaltado ao papado, não recomenda muito em seu favor. Isto deveria fazer alguém investigar por si mesmo, como quando os demônios fazem milagres para provar a imortalidade da alma. Se eu nunca duvidei antes, agora eu tenho que ir até o fundo para provar .... ”
O Pastor Cotrell era redator da Revista Adventista e era quem preparava as primeiras lições da escola sabatina.

JAMES WHITE – 06 de julho de 1869,escreveu:

“Que uma pessoa seja três pessoas, e que três pessoas sejam uma só pessoa, é uma doutrina que nós podemos proclamar ser um doutrina contrária à razão e ao senso comum.”


Não parece que existe algo de estranho?
Ellen White fez uma guerra contra o livro do Dr. Kelloggs, por descaracterizar Deus pelo panteísmo, e nunca disse uma palavra sequer reprovando esses pioneiros que combatiam a Trindade?
Supondo a Trindade como uma concepção correta sobre Deus, por que ela nunca procurou corrigir o pensamento destes homens, entre eles seu esposo, que eram tão enfáticos em denunciar a Trindade como uma mentira inventada pelo papado?
Mas o que encontramos de Ellen G. White são estas orientações:
“Deus me tem dado luz acerca dos nossos periódicos. O que é isto? Ele falou que os mortos hão de falar; como? As suas obras os seguirão. Nós estamos repetindo as palavras dos pioneiros em nosso trabalho; de quem sabe quanto custa procurar pela verdade como um tesouro escondido. Eles avançaram passo por passo sob a influência do Espírito de Deus. Um por um desses pioneiros já morreu. A palavra que me foi dada é: Faça com que, o que esses homens escreveram no passado, torne a ser escrito.”
“Quando o homem vier mover um alfinete do nosso fundamento o qual Deus estabeleceu pelo seu Santo Espírito, deixe os homens de idade que foram os pioneiros no nosso trabalho falar abertamente, e os que estiverem mortos falem também, reimprimindo os seus artigos das nossas revistas. Juntemos os raios da divina luz que Deus tem dado, e como Ele guiou seu povo, passo a passo no caminho da verdade. Esta verdade permanecerá pelo teste do tempo e da experiência.”
24 de Maio de 1905 - Manuscript Release Vol. 1 pág. 55.

FONTE: http://nitrogricerinapura2010.blogspot.com.br/2011/04/as-declaracoes-dos-pioneiros.html

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Antonio em Qui 19 Fev 2015, 07:25

Vejam essa declaração de Waggoner acerca da trindade e a expiação:

Joseph Waggoner sobre a Trindade

Doutrina da Trindade
subversiva da Expiação

Joseph WaggonerÉ, sem dúvida, parecem muitos para ser irreverente de falar assim da doutrina da trindade. Mas achamos que eles devem ver o assunto sob uma luz diferente se eles vão com calma e franqueza analisar os argumentos que iremos apresentar. Sabemos que escrever com os mais profundos sentimentos de reverência para com as Escrituras, e com o maior respeito por todas as doutrinas Escritura e verdade das Escrituras. Mas reverência para com as Escrituras não necessariamente abraçar reverência para com pareceres das Escrituras dos homens.

Não é nosso propósito de apresentar qualquer argumento sobre a doutrina da Trindade, mais longe do que ele tem uma influência sobre o assunto em questão, ou seja, sobre a Expiação. E estamos dispostos, com confiança dispostos a deixar a decisão sobre a questão com todos os que se leia atentamente nossas observações, com um esforço para despojar-se de preconceitos, se infelizmente possuí-la. As inconsistências da trinitários, que devem ser apontadas para livre a doutrina Bíblica da Expiação de injúrias sob as quais ela tem muito tempo deitado, são a consequência necessária do seu sistema de teologia. Não importa o quão capazes são os escritores a quem nos referiremos, eles nunca poderiam libertar-se de inconsistências sem corrigir sua teologia.

Muitos teólogos realmente acha que a Expiação, no que diz respeito à sua dignidade e eficácia, repousa sobre a doutrina da trindade. Mas nós não vemos qualquer ligação entre os dois. Ao contrário, os defensores da doutrina que realmente cair na dificuldade que eles parecem preocupados em evitar. Sua dificuldade consiste nisto: Eles tomam a negação de uma trindade para ser equivalente a uma negação da divindade de Cristo. Se fosse esse o caso, devemos agarrar-se a doutrina da trindade como tenazmente como qualquer pode; mas não é o caso. Eles que leram nossas observações sobre a morte do Filho de Deus sabe que nós acreditamos firmemente na divindade de Cristo; mas não podemos aceitar a idéia de uma trindade, como é realizada por trinitários, sem abrir mão da nossa reivindicação sobre a dignidade do sacrifício feito para a nossa redenção.

E aqui é mostrado como notavelmente os mais amplos os extremos se tocam em teologia. Os mais altos e mais baixos trinitários Unitários se encontram e são perfeitamente unidos na morte de Cristo -a fé de ambas as quantidades para Socinianism. Unitários crer que Cristo era um profeta, um professor inspirado, mas meramente humana; que sua morte foi a de um corpo humano só. Trinitários sustentam que o termo "Cristo" compreende duas naturezas distintas e separadas: uma que era meramente humano; a outra, a segunda pessoa da Trindade, que habitava na carne por um breve período, mas não poderia sofrer, ou morrer; que o Cristo que morreu foi apenas a natureza humana em que a divindade havia habitado. Ambas as classes têm uma oferta humano, e nada mais. Não importa o quão exaltado o Filho preexistente foi; não importa o quão glorioso, quão poderoso, ou mesmo eterna; se a masculinidade só morreu, o sacrifício era apenas humano. E até agora como a morte vicária de Cristo está em causa, este é Socinianism. Assim, a observação é apenas, que a doutrina da Trindade degrada a Expiação, apoiando-o apenas em uma oferta humana como base. Algumas citações irá mostrar a justeza desta afirmação. (JH Waggoner, 1884, A Expiação Na Luz da Natureza e da revelação, páginas 164, 165)

Nós confio que temos mostrado para a plena convicção de cada um que "treme com a palavra" do Senhor, que o Filho de Deus, que estava no princípio, por quem os mundos foram feitos, sofreu a morte por nós; as declarações reiteradas de escritores teológicos que um mero corpo humano morreram são, pelas Escrituras, revelou-se falso. Esses escritores tomar a doutrina da Trindade para a sua base, e assumir que Cristo é a segunda pessoa da Trindade, e não podia morrer. Mais uma vez, eles assumem que a morte não é a cessação da vida; e entre as duas hipóteses não bíblicas eles se envolvem em inúmeras dificuldades, e carregar a doutrina da Expiação de contradições não razoáveis. Nós não nos colocar desnecessariamente em oposição aos sentimentos religiosos de qualquer classe, mas, a fim de limpar a doutrina da Expiação das consequências destas premissas, somos compelidos a notar alguns dos argumentos apresentados em favor proeminentes da doutrina da trindade.

No "Manual da Expiação," 1 João 5:20 é citado como contendo mais evidências conclusivas de uma trindade e da Divindade Suprema de Cristo. É lá alegou que ele é chamado de "o verdadeiro Deus ea vida eterna." O todo versículo diz assim: "E sabemos que o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para que possamos saber o que é verdadeiro, e nós estamos naquele que é verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus ea vida eterna. " A pessoa deve ser fortemente associada a uma teoria que pode ler este verso e não vejo a distinção nele contida entre o verdadeiro Deus e Filho de Deus. "Nós estamos naquele que é verdadeiro. "Como? ". Em seu Filho Jesus Cristo" A distinção entre Cristo e o verdadeiro Deus é mais claramente demonstrado pelas próprias palavras do Salvador em João 17: 3: "Que eles te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, ea Jesus Cristo, aquele que tu enviou. "

Muita ênfase é colocada sobre Isa. 9: 6, como prova de uma trindade, que temos antes citado, como se referindo ao nosso Sumo Sacerdote, que derramou seu sangue por nós. Os defensores da teoria que vai dizer que ele se refere a uma trindade, porque Cristo é chamado de Pai da Eternidade. Mas, para isso, com os outros, nós afirmamos que ele pode ter nenhuma referência a uma trindade. Cristo é o Pai na trindade? Se sim, como é que ele o Filho? ou se ele é pai e filho, como pode haver uma trindade? para uma trindade é três pessoas. Para reconhecer uma trindade, a distinção entre o Pai eo Filho deve ser preservada. Cristo é chamado de "a segunda pessoa da Santíssima Trindade;". Mas se este texto revela uma trindade, ou refere-se a ele em tudo, isso prova que ele não é o segundo, mas o primeiro E se ele é o primeiro, que é o segundo? É muito claro que este texto não tem nenhuma referência a tal doutrina. (JH Waggoner, 1884, A Expiação Na Luz da Natureza e da revelação, páginas 167-169)

Como antes observado, o grande erro de trinitários, em discutir este assunto, é o seguinte: eles não fazem distinção entre a negação de uma trindade e uma negação da divindade de Cristo. Eles vêem apenas os dois extremos, entre os quais está a verdade; e tomar todas as expressões referindo-se a pré-existência de Cristo como prova de uma trindade. As Escrituras ensinam abundantemente a pré-existência de Cristo e de sua divindade; mas eles são totalmente silencioso no que diz respeito a uma trindade. A declaração, que o divino Filho de Deus não podia morrer, é tão longe dos ensinamentos da Bíblia como a escuridão é da luz. E gostaríamos de pedir a trinitária, para qual dos duas naturezas estamos endividados para a redenção? A resposta deve, naturalmente, ser, para que aquele que morreu ou derramar o seu sangue por nós; para "temos a redenção, pelo seu sangue". Então, é evidente que, se apenas a natureza humana morreu, nosso Redentor é apenas humano, e que o divino Filho de Deus não tomou parte na obra da redenção, pois ele nem poderia sofrer nem morrer. Certamente, dizemos direito, que a doutrina da Trindade degrada a Expiação, trazendo o sacrifício, o sangue de nossa compra, até o padrão de Socinianism. (JH Waggoner, 1884, A Expiação Em A luz da natureza e Apocalipse, página 173) (Isso também é encontrada em Review & Herald, 10 de novembro de 1863, vol. 22, página 189)

"A divindade e pré-existência de nosso Salvador são mais claramente provado por essas escrituras que se referem a ele como" o Verbo ". "No princípio era o Verbo, eo Verbo estava com Deus, eo Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito foi "João 1: 1-3.. Isto expressa claramente uma divindade pré-existente. O mesmo escritor diz novamente: "O que era desde o princípio, ... o Verbo da vida." 1 João 1: 1. O que João chama o Word, nestas passagens, Paulo chama de "Filho", em Hebreus. 1: 1-3. "Deus ... nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo; O qual, sendo o resplendor da sua glória, ea expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder. "Em outros lugares nesta carta esta mesma exaltado é chamado de Jesus Cristo. Nestas passagens encontramos a divindade ou "natureza superior" de nosso Senhor expressa. De fato, a linguagem não poderia mais claramente expressá-la; por isso, é necessário chamar outro testemunho para provar isso, ele já está sendo suficientemente provada.

A primeira das citações acima diz que o Verbo era Deus, e também o Verbo estava com Deus. Agora não precisa de prova de verdade, é auto-evidente, que a Palavra de Deus, não era o Deus a quem ele estava com. E como não há, mas "um só Deus", o termo deve ser usado em referência à palavra em um sentido subordinado, o que é explicado por Paulo está chamando a mesma pessoa pré-existente, o Filho de Deus. Isso também é confirmado por João dizendo que a Palavra 1 João 1 "estava com o Pai.": 2; também chamando a Palavra "seu Filho Jesus Cristo." O versículo 3. Agora, é razoável que o Filho deve conter o nome e título de seu Pai, especialmente quando o Pai faz dele o seu representante exclusivo para o homem, e reveste-o com tal poder- "por quem fez o universo." Que o termo Deus é usado em tal sentido também é comprovado por Paul, citando Ps. 45: 6, 7, e aplicá-lo a Jesus. "Mas, do Filho, diz: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre, ... por isso Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria mais do que a teus companheiros." Heb. 1: 8, 9. Aqui, o título de Deus é aplicada ao Filho e seu Deus ungiu. Este é o título mais alto que ele pode suportar, e é, evidentemente, utilizado aqui num sentido subordinado à sua aplicação ao seu Pai.

Muitas vezes, é afirmado que este exaltado veio à terra e habitava um corpo humano, que ele deixou na hora da sua morte. Mas as Escrituras ensinam que este exaltado era a pessoa idêntica que morreu na cruz; e nisto consiste o imenso sacrifício feito para o homem-o maravilhoso amor de Deus e condescendência de seu único filho. João diz: "A Palavra de vida", "o que era desde o princípio", "que estava com o Pai", que exaltou, Uma pré-existente ", o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que nós temos contemplado, e as nossas mãos tocaram. "1 João 1: 1, 2." (JH Waggoner, 1884, a expiação Na Luz da Natureza e da revelação, páginas 152-154)

"Ques. O que é domingo, ou dia do Senhor, em geral?

Ans. É um dia dedicado pelos Apóstolos para a honra da Santíssima Trindade, e na memória que Cristo, nosso Senhor ressuscitou dos mortos após domingo, enviou o Espírito Santo em um domingo, & c .; e por isso é chamado o Dia do Senhor. É também chamado de domingo a partir da antiga denominação romana de dies Solis, o dia do sol, ao qual foi sacred.- Douay Catecismo, página 143. "(JH Waggoner, 18 de julho de 1854, Review & Herald, vol. 5 , 24 no., página 86, par. 16-18)


FONTE: http://www.thethirdangelsmessage.com/joseph_waggoner_trinity.php
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Seg 23 Fev 2015, 13:26

Amados,

É bem verdade que os pioneiros rejeitavam um trinitarianismo baseado em credos, que contêm elementos não apoiados pela Bíblia. Com o passar do tempo, à medida em que pesquisavam sobre o assunto, o ensino aclarava-se em suas mentes.

Na verdade, toda pessoa que tem o mínimo conhecimento da história do desenvolvimento da doutrina Adventista sabe que a crença na Trindade não é recente. Em 1913, por exemplo, F.M. Wilcox, editor do mais influente periódico denominacional e um dos cinco depositários de Ellen G. White, pôde escrever na Review and Herald, sem medo de ser contraditado pela profetisa, que “os adventistas do sétimo dia crêem: 1. Na divina Trindade. Essa divina Trindade consiste do Pai eterno… do Senhor Jesus Cristo… e do Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade” (Wilcox, “The Message for Today, Review and Herald, 9 de outubro de 1913).

Outra coisa: o amadurecimento da crença teve pelo menos cinco fases. Por isso, dizer que em todas elas houve o predomínio de uma “maioria”, que não acreditava no Deus Triúno, beira o absurdo. Recomendo que leia o livro “A Trindade” (Casa Publicadora) e ficará a par do assunto.

Quanto a Tiago White e Urias Smith – eles vieram da Conexão Cristã – igreja evangélica que não aceitava o Trinitarianismo. Portanto, normal o posicionamento deles. Tiago White aceitou a Divindade de Cristo perto do final da vida dele. Ele (e outros líderes) viveu segundo a luz que tinha.

Lembre-se que o Adventismo não é o resultado da união membros de apenas UMA igreja. O número de pessoas que veio da Conexão Cristã é insignificante levando-se em conta que nosso movimento foi formado por Batistas, Metodistas, Anglicanos, Presbiterianos, Católicos, Assembleianos, etc… Ou seja: a GRANDE maioria dos nossos pioneiros acreditava na Trindade (as igrejas mencionadas eram puramente Trinitarianas!)

TODOS vieram de suas igrejas com respectivas crenças. O assunto não era a prioridade deles naquele momento, mas o da volta de Jesus (que havia sido esquecido). Na década de 80 a igreja tomou o voto sobre a doutrina – voto esse que foi apenas ampliado com maiores detalhes da doutrina, pois, já havia sido tomado décadas antes.

Os pioneiros acreditavam que o conhecimento da Verdade é PROGRESSIVO, com base em Provérbios 4:18 e João 16:12. Os dissidentes não têm a mesma opinião que nossos pioneiros nesse sentido…

Se vocês fizerem uma entrevista entre os irmãos Calvinistas, por exemplo, verá o quanto eles diferem na forma de compreenderem a predestinação. A confusão existente no Calvinismo de hoje (e o desconhecimento do tema. Veja depoimento do ex presbiteriano, irmão J. Osiris, que tem irmãos que são pastores presbiterianos) é maior que a “confusão” que havia entre nossos pioneiros – que vieram de várias denominações evangélicas.

Assim, sendo, isso em nada desmmerece nossa denominação, como querem alguns que não honram a sua inteligência. Pelo contrário: mostra que, diferente das Testemunhas de Jeová, somos abertos ao conhecimento e, por não ter tido mais luz quanto ao assunto, respeitamos na época a opinião dos que tinham vindo de uma igreja antitrinitariana.

Ainda tem mais...

Clébio
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto em Seg 23 Fev 2015, 14:47

.
Clébio escreveu:Na verdade, toda pessoa que tem o mínimo conhecimento da história do desenvolvimento da doutrina Adventista sabe que a crença na Trindade não é recente. Em 1913, por exemplo, F.M. Wilcox, editor do mais influente periódico denominacional e um dos cinco depositários de Ellen G. White, pôde escrever na Review and Herald, sem medo de ser contraditado pela profetisa, que “os adventistas do sétimo dia crêem: 1. Na divina Trindade. Essa divina Trindade consiste do Pai eterno… do Senhor Jesus Cristo… e do Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade” (Wilcox, “The Message for Today, Review and Herald, 9 de outubro de 1913).

Clébio,

A primeira vista, nos parece convincente. Ainda bem que você não trouxe literatura adulterada que acrescentaram o termo "Trinity". Este não foi o caso. No entanto há algo a ser considerado conforme a fonte indicada abaixo.


Antes, eis a página do artigo:




O parágrafo em questão:




Agora, algumas considerações e traz dúvidas:

O responsável por esta publicação foi o editor da Revista Review and Herald e diretor de publicações na época, F.M.Wilcox. Em poucas linhas ele apresenta os seus pensamentos doutrinários dos quais a crença numa trindade fazia parte (Um pouco acima deste item 1 estava escrito: “Os Adventistas do Sétimo Dia crêem,-”).



Alguns usam esta publicação como uma prova para a aceitação de Ellen White quanto à trindade, pois quando este parágrafo foi publicado (1913), ela ainda estava viva. Argumentam que se a trindade fosse uma heresia católica, ela certamente teria se manifestado contra tal declaração.

Tal conclusão é questionável! Quando este parágrafo foi publicado num canto da página 21 em letras minúsculas dentro da revista Review and Herald, Ellen White estava com 86 anos de idade em sua chácara em Elmshaven na Califórnia, já afastada de qualquer atividade. Quem pode garantir com absoluta precisão que ela leu este artigo?


O livro “Trindade” traz na página 218 (versão em Inglês):

“Neste período um dos destacados líderes e editor da mais importante revista dos ASD, a Review and Herald, F. M. Wilcox – um dos cinco depositários indicados por Ellen White para cuidar do patrimônio literário dela, escreveu uma síntese das crenças dos ASD. E no ano de 1913 (Note que Ellen White estava viva e não contradisse o que ele escreveu) Wilcox escreveu na Review: “Os Adventistas do Sétimo Dia crêem na Divina Trindade. Esta Trindade consiste do eterno Pai... O Senhor Jesus Cristo.... e o Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade.”

Mas os autores do livro “Trindade” não mencionam que este mesmo diretor de publicações, F.M.Wilcox, no ano seguinte (1914) publicou o Year Book com os “Princípios Fundamentais” sem a inclusão da doutrina da trindade.

Isto deixa bem claro que o seu “insignificante” artigo na Review and Herald não passava de sua opinião pessoal sobre a questão, e não refletia o pensamento de toda a denominação que continuava a afirmar suas crenças da mesma maneira como foram aprovadas naquela representativa e oficial assembléia em 1894.

A argumentação de que se este pequeno parágrafo foi escrito e Ellen White que estava viva (86 anos) não o refutou, levando a conclusão de que ela concordou com ele, parece ser e desproporcional quando colocamos este pequeno parágrafo ao lado de todos os 10 Year Books onde as Crenças Fundamentais dos adventistas foi repetida.

A pergunta não é se Ellen White sabia e concordou ou não com este parágrafo escrito por F.M.Wilcox, mas sim se Ellen White sabia e concordou com as Crenças Fundamentais expressas nos 10 Year Books ao longo de 25 anos (1889-1914).

O que você considera mais lógico e provável?

Fonte: AQUI.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Ter 24 Fev 2015, 13:52

Norberto escreveu...

Tal conclusão é questionável! Quando este parágrafo foi publicado num canto da página 21 em letras minúsculas dentro da revista Review and Herald, Ellen White estava com 86 anos de idade em sua chácara em Elmshaven na Califórnia, já afastada de qualquer atividade. Quem pode garantir com absoluta precisão que ela leu este artigo?

O fato não é se ela leu ou deixou de ler caro amigo e irmão. O fato é que ele já possivelmente sabia sobre a crença da Sra. White na doutrina da Trindade. Tanto é que ela pronunciou em alguns dos seus livros. E para tanto, vamos a alguns textos do livro “O Desejado de Todas as Nações:

O Desejado de Todas as Nações, pág. 530:

“EM CRISTO HÁ VIDA ORIGINAL, NÃO EMPRESTADA, NÃO DERIVADA”.

Vamos reler, juntos: Em Cristo há vida original [Ele não se originou do Pai], não emprestada [o Pai não emprestou a vida a Ele], não DERIVADA [a vida de Cristo não derivou do Pai].

Como provar o contrário?


O Desejado de Todas as Nações, pág. 20:

“No princípio, Deus Se manifestava em todas as obras da criação. Foi Cristo que estendeu os céus, e lançou os fundamentos da Terra. Foi Sua mão que suspendeu os mundos no espaço e deu forma às flores do campo. “Ele converteu o mar em terra firme.”
Sal. 66:6. “Seu é o mar, pois Ele o fez.” Sal. 95:5. Foi Ele quem encheu a Terra de beleza, e de cânticos o ar. E sobre todas as coisas na terra, no ar e no firmamento, escreveu a mensagem do amor do Pai”.

Perceba que Ellen White aplicou a JESUS o Salmo 66:6 e o 95:5 – que fala de Javé!


O Desejado de Todas as Nações, pág. 24:

“Foi Cristo que, do monte Horebe, falou a Moisés, dizendo: “EU SOU O QUE SOU…. Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” Êxo. 3:14. Foi esse o penhor da libertação de Israel. Assim, quando Ele veio “semelhante aos homens”, declarou ser o EU SOU. O Infante de Belém, o manso e humilde Salvador, é Deus manifestado “em carne”. I Tim. 3:16. ”

Ellen White AFIRMA que Jesus é o Deus “Eu Sou” que falou com Moisés – o Eterno – e que Ele é “Deus manifesto em carne”, como afirma 1 Timóteo 3:16!

Portanto, é impossível dizer que Ellen White não cria na Trindade e na Divindade de Cristo!

Precisamos analisar todos os textos dela sobre o mesmo assunto para não corrermos o risco de interpretar de forma errada, suscitar heresias e trazer para si a perdição eterna.

Além do mais querido amigo e irmão, em análise ao livro “A Igreja em Perigo – O ômega da apostasia predita por Ellen White”, do Dr. José Carlos Ramos (Casa Publicadora Brasileira). O renomado Dr. Ramos pronunciou de forma bastante clara sobre o assunto envolvendo a Sra. White sobre a Trindade, veja:

Saudando 1881, Ellen White encerrou sua mensagem de ano novo registrando as palavras do CÂNTICO TRINITÁRIO que várias de nossas igrejas costumam cantar como doxologia no culto aos sábados, aquele que precede imediatamente a ‘invocação’, e que dissidentes, por uma questão de coerência, não cantam; mas, A SERVA DO SENHOR CANTAVA. Suas palavras foram: ‘… consagremos a Ele tudo o que somos e tudo o que temos, e, então, que todos nos unamos no cântico – Praise God, from whom all blessing flow; praise him, all creatures here below; praise hum above, ye heavenly host; praise Father, Son, and Holy Ghost”, que em português corresponde ao número 581 do Hinário Adventista do Sétimo Dia: “A Deus supremo Criador, vós, anjos e homens, daí louvor; a Deus, o Filho, a Deus, o Pai, a Deus, Espírito, glória daí”. Uma tradução literal é como se segue: ‘Louvai a Deus, de quem todas as bênçãos fluem; louvai-O todas as criaturas cá embaixo; louvai-O acima, vós exército celestial; louvai ao Pai, Filho e Espírito Santo’”.

Eis a referência de onde o Dr. José Carlos Ramos tirou essa PROVA: Ellen White, “The New Year”, Review and Herald, 1º de abril de 1881, pág. 5.

Se era necessário demonstrar com meios mais sólidos a posição da Sra. White em relação às nossas crenças e sobretudo sobre doutrina da Trindade, podemos negar o hino Trinitariano cantado por ela?
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Ter 24 Fev 2015, 14:04

Norberto,

Acrescentando...

O que Ellen White tem a dizer sobre o Espírito Santo?

“O Consolador que Cristo prometeu enviar depois de ascender ao Céu, é o Espírito em toda a plenitude da Divindade, tornando manifesto o poder da graça divina a todos quantos recebem e crêem em Cristo como um Salvador pessoal. Há três pessoas vivas pertencentes à trindade celeste; em nome destes três grandes poderes – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – os que recebem a Cristo por fé viva são batizados, e esses poderes cooperarão com os súditos obedientes do Céu em seus esforços para viver a nova vida em Cristo”. Special Testimonies, Série B, Nº 7, págs. 62 e 63.

“Os eternos dignitários celestes – Deus, Cristo e o Espírito Santo – munindo-os [aos discípulos] de energia sobre-humana, … avançariam com eles para a obra e convenceriam o mundo do pecado”. Manuscrito 145, 1901.

“Personalidade do Espírito Santo
Precisamos reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o próprio Deus, está andando por esses terrenos”. Manuscrito 66, 1899.

“O Espírito Santo é uma pessoa, pois dá testemunho com o nosso espírito de que somos filhos de Deus. Uma vez dado esse testemunho, traz consigo mesmo sua própria evidência. Em tais ocasiões acreditamos e estamos certos de que somos filhos de Deus”. Evangelismo.p.616

” O Espírito Santo tem personalidade, do contrário não poderia testificar ao nosso espírito e com nosso espírito que somos filhos de Deus. Deve ser também uma pessoa divina, do contrário não poderia perscrutar os segredos que jazem ocultos na mente de Deus. “Por que qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus.” I Cor. 2:11. Manuscrito 20, 1906.

O Poder de Deus na Terceira Pessoa

“O príncipe da potestade do mal só pode ser mantido em sujeição pelo poder de Deus na terceira pessoa da Trindade, o Espírito Santo”. Special Testimonies, Série A, nº 10, pág. 37.

Em Cooperação com os Três Poderes Mais Altos
“Cumpre-nos cooperar com os três poderes mais altos no Céu – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – e esses poderes atuarão por nosso intermédio, fazendo-nos coobreiros de Deus”. Special Testimonies, Série B, nº 7, pág. 51.

Abçs...

Clébio


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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Edison em Ter 24 Fev 2015, 14:28

Clébio escreveu:
Em Cooperação com os Três Poderes Mais Altos
“Cumpre-nos cooperar com os três poderes mais altos no Céu – o Pai, o Filho e o Espírito Santo – e esses poderes atuarão por nosso intermédio, fazendo-nos coobreiros de Deus”. Special Testimonies, Série B, nº 7, pág. 51.

Não seria isso a Cúpula Redentora Celestial defendida pelo forista Pereira?

Me parece que os adventistas têm muito bem incrustado em suas mentes essa ideia de três pessoas distintas quando dizem: o Deus Pai é para cuidar das coisas do céu. O Deus Filho é para cuidar das coisas da terra. E o Deus Espírito Santo é para cuidar dos nossos corações.

Só que o apóstolo Paulo explica isso de uma maneira revelada a ele por Jesus.

Veja: "Há UM só Deus e Pai, o qual é sobre todos (ofício de Pai), e por todos (ofício de Filho), e em todos (ofício de Espírito Santo)" (Ef. 4).

A trindade é de ofícios, de ministérios e não de deuses distintos.

Não há revelação mais clara que isso.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto em Ter 24 Fev 2015, 15:41

.
Clébio,

Da sua mensagem 170 gostaria de fazer uma observação: você nada comentou sobre o seguinte:

A pergunta não é se Ellen White sabia e concordou ou não com este parágrafo escrito por F.M.Wilcox, mas sim se Ellen White sabia e concordou com as Crenças Fundamentais expressas nos 10 Year Books ao longo de 25 anos (1889-1914).

Veja: a publicação que você trouxe na mensagem 168, Review and Herald, 9 de outubro de 1913, fica praticamente sozinha em citar a Trindade em 1913 sendo que publicações de 25 anos, até 1914, que expressavam as Crenças Fundamentais em nada dizem respeito à Trindade.

O que teria mais valor? Um citação da Review and Herald de 1913 que traz o que pode ser uma opinião do sr. Wilcox OU a publicação das Crenças Fundamentais por 25 anos seguidos?

Ou devemos crê que a Trindade não foi considerada uma "Crença Fundamental" pelo Adventismo?

E mais, o livro "A Trindade" nada diz respeito a esta publicação da Review and Herald de 1913. Bem que poderia ter tido uma pequena nota para explicar o porquê das Crenças Fundamentais publicada em 1914, não ter citado nada sobre a Trindade, isso um ano depois da Review and Herald de 1913.

Depois comento mais...
.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto em Ter 24 Fev 2015, 17:31

.
Ainda sobre a mensagem 170 do Clébio:

Clébio, na mensagem 170 escreveu:O Desejado de Todas as Nações, pág. 24:

“Foi Cristo que, do monte Horebe, falou a Moisés, dizendo: “EU SOU O QUE SOU…. Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.” Êxo. 3:14. Foi esse o penhor da libertação de Israel. Assim, quando Ele veio “semelhante aos homens”, declarou ser o EU SOU. O Infante de Belém, o manso e humilde Salvador, é Deus manifestado “em carne”. I Tim. 3:16. ”

Ellen White AFIRMA que Jesus é o Deus “Eu Sou” que falou com Moisés – o Eterno – e que Ele é “Deus manifesto em carne”, como afirma 1 Timóteo 3:16!

Há muita incoerência aí.

O Deus revelado a Moisés é o Pai de Jesus. Portanto Jesus, não poderia ser o Pai.

O Deus que se manifestou em carne, seria o Pai? Como pode ser Jesus outra pessoa na Trindade, se foi o Pai que se manifestou em carne segundo a visão apresentada acima?

Gostaria de fazer uma observação aqui: estive pesquisando sobre adulterações de escritos por parte da Igreja Adventista e a cada dia fico mais convencido de que Ellen G. Wite nada escreveu sobre Trindade, afirmando-a como verdade, me desculpe.

Voltando à questão do "Eu Sou", vejam outras incoerências:

Se a Ellen White afirmou o que citei (quotei) acima então ela errou feio.

Como já sabemos as expressões "Eu sou" dita por Deus e o "Eu sou" dita por Jesus são diferentes tanto em hebraico quanto em grego.

O "Eu sou" de E.x 3.14, em hebraico, é ""Ehyeh" (eu serei) e o "Eu Sou" de Jo. 8.58, em hebraico, é "Ani Hu" (eu sou).

O "Eu sou" de Ex. 3.14 em grego, é "HO ON" (O que é) e o "Eu Sou" de Jo. 8.58, em grego, é "Ego Eimi" (eu sou).

Portanto, não existe paralelo real entre Ex. 3.14 e Jo. 8.58 nas línguas originais. Só nas traduções. E como todos já bem sabe, cada tradutor puxa a sardinha para sua própria brasa não é mesmo?

Por fim, repito o que muitos adventistas não sabem é que muitos escritos de Ellen White foram adulterados.
.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Valdomiro em Qua 25 Fev 2015, 09:22

Beto, Paz!

E não é só isso, ainda que hajam sites adventistas tentando afirmar que os escritos de Ellen White não foram modificados há outros que trazem os textos para mostrar


Apresentamos abaixo o texto do original, Manuscrito 66, obtido no site oficial do Ellen G. White Estate:

"The Lord instructed us that this was the place in which we should locate, and we have had every reason to think that we are in the right place. We have been brought together as a school, and we need to realize that the Holy Spirit, who is as much a person as God is a person, is walking through these grounds, that the Lord God is our keeper, and helper. He hears every word we utter and knows every thought of the mind." Manuscript Releases, Vol. 7, page 299 / Manuscript 66, 1899
Tradução:

“O Senhor nos instruiu de que este era o lugar no qual deveríamos estar, e nós temos tido razão para pensar que estamos no lugar certo. Nós fomos colocados juntos como uma escola, e precisamos reconhecer que o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa, está andando por estes terrenos, que o Senhor Deus é nosso mantenedor e ajudador. Ele ouve cada uma de nossas palavras e sabe cada pensamento da mente.”
Compare agora o texto original acima, com o texto do livro “Evangelismo”, que repetimos abaixo:

Manuscrito 66 original:o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa,
Livro Evangelismo: o Espírito Santo, que é tanto uma pessoa como o próprio Deus

Enquanto o original diz que o Espírito Santo é tanto uma pessoa como Deus é uma pessoa, o texto adulterado, mudado, do livro “Evangelismo” diz que o Espírito Santo é o próprio Deus. O original não disse que o Espírito Santo é um Deus, e sim que este é uma pessoa como Deus é uma pessoa. Quem é esta pessoa, segundo Ellen G. White? Em um outro texto ela esclarece quem é o Espírito Santo, que é uma pessoa como Deus é uma pessoa:

 “Impedido por Sua humanidade, Cristo não poderia estar em todos os lugares pessoalmente; então foi para benefício deles (os discípulos) que Ele deveria deixa-la, ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser seu sucessor na terra. O Espírito Santo é Ele mesmo, despojado da personalidade humana e independente dela. Ele Se representaria como estando presente em todos os lugares por Seu Espírito, como Onipresente. Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, ele vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito (João 14:26). “Mas digo-vos uma verdade: Convém que Eu vá, porque se não fosse, o Consolador não viria a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei.” (João 16:7).” Manuscript Releases Volume Fourteen, Page 23, 24

Perceba que Ellen G. White cria, e por tanto escreveu, que o Espírito Santo, que era tanto uma pessoa quanto Deus é uma pessoa, é Cristo mesmo, despojado da personalidade humana. Pastores infiéis, quando produziram o livro “Evangelismo”, que é um compilado de livros de Ellen G. White, 31 anos após a sua morte, mudaram, ou seja, adulteraram, o texto, para dar a entender que ela cria na Trindade. Como você mesmo pode constatar ela nunca escreveu que o Espírito Santo é um Deus, e sim que Ele “é Cristo mesmo, despojado da personalidade humana”. O texto no qual ela escreve isto (Manuscript Releases Volume Fourteen, Page 23, 24)


Para ver a postagem completa de onde esse quote foi retirado clique AQUI

Obs. O que trago não significa que endosso ou não o pensamento de White, apenas estou indicando onde identificaram adulterações.

Paz!
Valdomiro.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Qua 25 Fev 2015, 14:54

Edison escreveu...

Me parece que os adventistas têm muito bem incrustado em suas mentes essa ideia de três pessoas distintas quando dizem: o Deus Pai é para cuidar das coisas do céu. O Deus Filho é para cuidar das coisas da terra. E o Deus Espírito Santo é para cuidar dos nossos corações.

Não querido amigo, não são só os adventistas que tem defendido a doutrina da Trindade mas há diversas outras religiões que têm defendido a Santíssima Trindade por ela ser bíblica.

Afinal, de onde você tirou essa ideia que os defensores da Trindade apoiam a ideia que o Pai é para cuidar das coisas do Céu, o Filho é para cuidar das coisas da Terra e o Espírito Santo é para cuidar dos nossos corações?

Se Jesus não é Deus, que tipo de criatura ele é? Ou melhor, que tipo de natureza ele possui? Ou melhor ainda: que significa dizer que Cristo é filho do Deus vivo? Qual é tua opinião?

Fique na paz...

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Qua 25 Fev 2015, 14:57

Norberto escreveu...

O que teria mais valor? Um citação da Review and Herald de 1913 que traz o que pode ser uma opinião do sr. Wilcox OU a publicação das Crenças Fundamentais por 25 anos seguidos?

Ou devemos crê que a Trindade não foi considerada uma "Crença Fundamental" pelo Adventismo?


Prezado amigo, a regra de fé dos Adventistas do 7o Dia é a Bíblia ou a compreensão que os pioneiros tinham de algumas doutrinas em determinado momento? Claro que é a Bíblia! Medite nisso.

Conquanto os pioneiros tivessem sido pessoas sinceras e que muito, mas muito mesmo contribuíram para a formação de nossa doutrina (especialmente a do Santuário), não devemos esperar que eles fossem os detentores absolutos de todas as verdades, sendo que o conhecimento da verdade é progressivo e eles estavam aprendendo.

Deus usou-os em sua esfera de ação e hoje usa-nos na nossa; isto significa que se temos um conhecimento privilegiado em relação a eles relacionado à Trindade, então vamos difundi-lo. Se aqueles poucos pioneiros tivessem tido maior luz sobre este assunto, certamente teriam mudado seus conceitos, do modo como o fez, por exemplo, Tiago White, que passou a aceitar a Divindade de Cristo por influência de Ellen White.

Fique na paz...

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Qua 25 Fev 2015, 15:01

Norberto escreveu...

O Deus revelado a Moisés é o Pai de Jesus. Portanto Jesus, não poderia ser o Pai.

O Deus que se manifestou em carne, seria o Pai? Como pode ser Jesus outra pessoa na Trindade, se foi o Pai que se manifestou em carne segundo a visão apresentada acima?


Caro amigo, se para você então Jesus não é Deus, por favor me responde às indagações abaixo:

Pergunta 01

Quem foi o Deus "PREGADO AOS GENTIOS" segundo o texto abaixo?

( ) Deus Pai
( ) Jesus

Justifique sua resposta...

"E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, PREGADO AOS GENTIOS, crido no mundo, recebido acima na glória."1 Timóteo 3:16


Pergunta 02

Há alguma coisa que limitaria o Deus TODO PODEROSO e que somente o Filho poderia fazer?


Pergunta 03

Jesus sempre foi servo?

Veja:

"Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos." (Mt 20:28)

Se na encarnação Ele, Jesus, tornou-se servo, então entende-se que antes não o era.

Se Jesus não era servo antes da encarnação, então o Pai não era Seu Senhor. Porque Cristo não tinha Senhor antes?


Pergunta 04

Qual é a natureza de Jesus?


Pergunta 05

Analisemos...

"E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra."

Este texto sugere que o homem foi feito à imagem de Deus e de mais alguém.

Porém no verso posterior Moisés explica que o homem foi feito à imagem de Deus apenas:

"E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou."

E "Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez."

E Deus, em seu diálogo com Noé, fala sobre o homem e de qual imagem ele foi feito:

"Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem."

A qual conclusão chego, por inferência? O próprio Deus atesta que somos feito à sua imagem, mas quando fomos feitos, Ele disse "à nossa imagem". Deus neste caso é composto? É triúno?

Fique na paz...

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto em Qua 25 Fev 2015, 16:11

.
Clébio, não tenho muito a comentar então só farei breves observações onde achei relevante e que não foge do tema.

As diversas perguntas que você fez, já temos em outros tópicos e muitas delas já respondidas com exaustão de ambas as partes, de quem defende e de quem não defende a Trindade.

Começando, da sua mensagem 177 extraí o seguinte:

"Tiago White, (...) passou a aceitar a Divindade de Cristo por influência de Ellen White."

Mas como Tiago White poderia ter influência de Ellen White se esta tinha um entendimento peculiar sobre quem era Cristo, conforme mensagem 175 postada pelo Valdomiro? Veja:

“Impedido por Sua humanidade, Cristo não poderia estar em todos os lugares pessoalmente; então foi para benefício deles (os discípulos) que Ele deveria deixa-la, ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser seu sucessor na terra. O Espírito Santo é Ele mesmo, despojado da personalidade humana e independente dela. Ele Se representaria como estando presente em todos os lugares por Seu Espírito, como Onipresente. Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, ele vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito (João 14:26). “Mas digo-vos uma verdade: Convém que Eu vá, porque se não fosse, o Consolador não viria a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei.” (João 16:7).” Manuscript Releases Volume Fourteen, Page 23, 24

Perceba na parte que negritei quem é o Espírito Santo na revelação de Ellen White. O Espírito Santo é o próprio Jesus.

Para chegar nesse entendimento a pessoa não pode crê na Trindade, mas sim ter o Pai como único Deus verdadeiro. E acredito que Ellen White cria no Deus único, o Pai. Caso contrário não poderia revelar o que revelou, que o Espírito Santo é Jesus.

Então Clébio, acho muito difícil que Tiago White aprendeu sobre Trindade com a Ellen White.


Da sua mensagem 178 extraí o seguinte:

A qual conclusão chego, por inferência? O próprio Deus atesta que somos feito à sua imagem, mas quando fomos feitos, Ele disse "à nossa imagem". Deus neste caso é composto? É triúno?

Noto algo interessante. Você chega à conclusão de que Deus é composto, que é triúno com base em inferência.

Quando eu defendia a Trindade eu mesmo cria que dessa forma, por inferência, poderia sustentar a crença em um Deus composto, um Deus triúno.

Se sairmos das inferências, a Trindade fica duvidosa para não falar que fica inválida em defendê-la.
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Clébio
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Clébio em Qua 25 Fev 2015, 16:29

Norberto escreveu...

Perceba na parte que negritei quem é o Espírito Santo na revelação de Ellen White. O Espírito Santo é o próprio Jesus.

Para chegar nesse entendimento a pessoa não pode crê na Trindade, mas sim ter o Pai como único Deus verdadeiro. E acredito que Ellen White cria no Deus único, o Pai. Caso contrário não poderia revelar o que revelou, que o Espírito Santo é Jesus.

Então Clébio, acho muito difícil que Tiago White aprendeu sobre Trindade com a Ellen White.


Alguns afirmam que Ellen G. White não mudou seu ponto de vista no que se refere à Trindade, que ela ou sempre foi trinitariana ou nunca foi trinitariana. Existe ampla evidência, porém, de que suas crenças mudaram em vários outros assuntos, de sorte que é inteiramente plausível que ela cresceu também na sua compreensão da Divindade. Quando ela declarou em 1849: “Sabemos que temos a verdade”, estava se referindo às crenças que os adventistas sabatistas mantinham e que diferiam de outros grupos cristãos. Ela não queria dizer que não havia mais verdade a ser descoberta e que os adventistas jamais precisariam mudar qualquer de suas opiniões.

O argumento de que seus pontos de vista não mudaram baseia-se na visão de que em cada estágio de sua vida o conhecimento de Deus e de sua vontade foi uma combinação do que ela havia aprendido por meios comuns tais como ensinamento dos pais, frequência à igreja, estudo bíblico e experiência pessoal, e – após dezembro de 1844 – o que ela recebeu por meio de visões. Além disso, ela mesma considerava suas visões como um processo educacional que continuou de maneira cumulativa por muitos anos. Consequentemente, sua compreensão pessoal, especialmente nos primeiros anos, continha muitos elementos não plenamente em harmonia com suas crenças posteriores, porque nem seu estudo bíblico pessoal, nem suas visões haviam ainda lhe chamado a atenção para esses elementos inconsistentes.

Por exemplo, depois de sua primeira visão em dezembro de 1844, ela continuou a observar o domingo por mais quase três anos. Ela ainda não havia aprendido acerca do sábado do sétimo dia. Um segundo exemplo de uma opinião mudada foi a descoberta do “tempo para iniciar o sábado”, em 1855. Nove anos depois que eles aceitaram o sábado do sétimo dia, os White e muitos dos adventistas sabatistas ainda observaram o sábado das 18h de sexta-feira às 18h de sábado. Não foi senão depois que J. N. Andrews, em 1855, demonstrou pelas Escrituras que o sábado bíblico começava no pôr-do-sol, que Ellen White reconheceu com relutância que por nove anos os adventistas tinham estado em ignorância quanto ao tempo bíblico para o início do sábado.

E assim foi o desenrolar do aprendizado da Sra. White...

Para uma melhor elucidação, deixo o link abaixo onde terá sua resposta de forma mais clara e satisfatória, onde tirei este pequeno comentário sobre o assunto em questão:

http://centrowhite.org.br/pesquisa/artigos/ellen-g-white-e-a-compreensao-da-trindade/


Norberto escreveu...

Noto algo interessante. Você chega à conclusão de que Deus é composto, que é triúno com base em inferência.

Querido amigo eu não cheguei à conclusão da Trindade por inferência, o que te fiz foi uma pergunta, não uma afirmação. Peço que releia e me responda o que foi perguntado, se assim o desejar...

Paz seja contigo...

Clébio
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Norberto em Qua 25 Fev 2015, 16:48

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Clébio,

Quanto ao que você escreveu no final da sua mensagem, anterior a esta: "não cheguei à conclusão da Trindade por inferência, o que te fiz foi uma pergunta, não uma afirmação. Peço que releia e me responda o que foi perguntado, se assim o desejar..."

Reli e reconheço meu equívoco. Interpretei mal suas palavras finais naquela mensagem.
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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

Mensagem por Gilcimar em Qua 25 Fev 2015, 19:02

Parabéns Clébio...

Você está trabalhando conclusões  sobre um TODO e isso é o caminho mais seguro  para esclarecermos tudo embora um debate como esse  não faz sentido onde cada um conta sua versão da história ou aquilo que sinceramente ouviram dizer ou leram de terceiros...

Mas se criaram o tópico é importante que alguém fale....

Abraços..!

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Re: Unitarismo no início do Adventismo - regressão ou não crendo como Roma?

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