Alguém aqui no fórum pode colaborar, criticando ou elogiando ou complementando o que eu escrevi abaixo? Será que estou certo?
O ATEU CONVICTO OU O CRENTE ILUDIDO NUNCA CHEGARAM A SER SANTOS?
Ser santo, tem qual significado para mim? É claro que, santidade exige uma definição mais complexa, porém, em uma opinião não acadêmica, mas, meramente pessoal, significa estar no caminho, prosseguir no caminho da verdade, da pureza e da vida espiritual, apresentando em si mesmo uma conduta ou estilo de vida diferente de quando se vive no pecado.
Santidade tem tudo haver com quem eu sou e com o que eu faço, ou seja, em santidade sou uma nova criatura, um novo ser em novidade de vida.
Há, no entanto, uma pergunta especial que sempre deveríamos fazer a nós mesmos. Esta pergunta especial trata-se de uma avaliação pessoal que é “Como posso saber se quem eu sou e o que eu faço estão realmente transformados?”. Podemos chegar à resposta, apenas analisando as nossas obras, os frutos de nossa fé? Uma vez que, nosso coração pode ser surpreendentemente enganoso, que melhor forma de tirar a prova, senão, averiguando os resultados de nossa caminhada?
Entretanto, alguém que se engana em estar no caminho certo, isto é, alguém que acredite ser uma nova criatura que está caminhando em santidade, será capaz de avaliar a si mesmo? Será capaz de analisar os seus resultados/frutos? E se a membresia estiver na mesma situação, isto é, no engano, não seria o caso de “cegos guiando cegos”?
Existe hoje no mundo religioso, muitos movimentos que publicam e cultuam ilusões no sentido de “arrependimento fácil”, “fé fácil” e “salvação fácil” que facilitam o crescimento e expansão de igrejas. É claro que, o resultado disso não é menos do que desastroso. Em oposição existe um movimento cristão que prega a “salvação pelo senhorio”, uma vez que, Cristo não é apenas salvador, mas, também é Senhor e exige que guardemos seus mandamentos. Ao contrária da “salvação fácil” que ignora este detalhe, permitindo-se viver da forma que bem entender.
Mas, voltando ao assunto. Como serei santo sem antes compreender a santidade? E antes de compreender a santidade, será que é preciso compreender algo mais? Acredito que sim. Acredito que antes que eu seja capaz de entrar em um estado de santidade, será necessário de que eu me compreenda, de que eu conheça a mim mesmo.
Será que tenho consciência de quem eu sou e das coisas que faço? Como poderei chegar ao conhecimento de mim mesmo ao ponto de habilitar o caminho em rumo a santidade? De fato, não sou capaz disso, não tenho poder para despertar tal conhecimento de mim mesmo. Entretanto, se não fosse pela ação do Espírito Santo de convencer o homem de seus pecados, para que assim, o homem obtenha a consciência de que é pecador, então, estaríamos eternamente alienados da verdade.
Uma vez que o homem é convencido pelo Espírito Santo, o caminho para santidade é habilitado mediante a consciência do que é o pecado e de que é pecador. Então, o caminho em santidade se revela ao homem diante do seu arrependimento, cujo todo processo é parte integrante da salvação mediante Jesus Cristo.
É importante observar que, todo o processo da salvação pode não ocorrer quando o arrependimento não é verdadeiro. Portanto, não haverá santidade fundamentada em falsos arrependimentos. O que pode haver é uma espécie de teatro em que o homem acredita que é salvo e vive sua vida como se fosse salvo, tornando-se até pastor não só da sua família, mas, também de igreja.
– –
OBS: Poderia continuar o texto, mas, ficaria muito grande. Eu tenho dúvidas quanto aos meus frutos que não tem sido muito bons. Será possível que eu seria um crente iludido?
O ATEU CONVICTO OU O CRENTE ILUDIDO NUNCA CHEGARAM A SER SANTOS?
Ser santo, tem qual significado para mim? É claro que, santidade exige uma definição mais complexa, porém, em uma opinião não acadêmica, mas, meramente pessoal, significa estar no caminho, prosseguir no caminho da verdade, da pureza e da vida espiritual, apresentando em si mesmo uma conduta ou estilo de vida diferente de quando se vive no pecado.
Santidade tem tudo haver com quem eu sou e com o que eu faço, ou seja, em santidade sou uma nova criatura, um novo ser em novidade de vida.
Há, no entanto, uma pergunta especial que sempre deveríamos fazer a nós mesmos. Esta pergunta especial trata-se de uma avaliação pessoal que é “Como posso saber se quem eu sou e o que eu faço estão realmente transformados?”. Podemos chegar à resposta, apenas analisando as nossas obras, os frutos de nossa fé? Uma vez que, nosso coração pode ser surpreendentemente enganoso, que melhor forma de tirar a prova, senão, averiguando os resultados de nossa caminhada?
Entretanto, alguém que se engana em estar no caminho certo, isto é, alguém que acredite ser uma nova criatura que está caminhando em santidade, será capaz de avaliar a si mesmo? Será capaz de analisar os seus resultados/frutos? E se a membresia estiver na mesma situação, isto é, no engano, não seria o caso de “cegos guiando cegos”?
Existe hoje no mundo religioso, muitos movimentos que publicam e cultuam ilusões no sentido de “arrependimento fácil”, “fé fácil” e “salvação fácil” que facilitam o crescimento e expansão de igrejas. É claro que, o resultado disso não é menos do que desastroso. Em oposição existe um movimento cristão que prega a “salvação pelo senhorio”, uma vez que, Cristo não é apenas salvador, mas, também é Senhor e exige que guardemos seus mandamentos. Ao contrária da “salvação fácil” que ignora este detalhe, permitindo-se viver da forma que bem entender.
Mas, voltando ao assunto. Como serei santo sem antes compreender a santidade? E antes de compreender a santidade, será que é preciso compreender algo mais? Acredito que sim. Acredito que antes que eu seja capaz de entrar em um estado de santidade, será necessário de que eu me compreenda, de que eu conheça a mim mesmo.
Será que tenho consciência de quem eu sou e das coisas que faço? Como poderei chegar ao conhecimento de mim mesmo ao ponto de habilitar o caminho em rumo a santidade? De fato, não sou capaz disso, não tenho poder para despertar tal conhecimento de mim mesmo. Entretanto, se não fosse pela ação do Espírito Santo de convencer o homem de seus pecados, para que assim, o homem obtenha a consciência de que é pecador, então, estaríamos eternamente alienados da verdade.
Uma vez que o homem é convencido pelo Espírito Santo, o caminho para santidade é habilitado mediante a consciência do que é o pecado e de que é pecador. Então, o caminho em santidade se revela ao homem diante do seu arrependimento, cujo todo processo é parte integrante da salvação mediante Jesus Cristo.
É importante observar que, todo o processo da salvação pode não ocorrer quando o arrependimento não é verdadeiro. Portanto, não haverá santidade fundamentada em falsos arrependimentos. O que pode haver é uma espécie de teatro em que o homem acredita que é salvo e vive sua vida como se fosse salvo, tornando-se até pastor não só da sua família, mas, também de igreja.
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OBS: Poderia continuar o texto, mas, ficaria muito grande. Eu tenho dúvidas quanto aos meus frutos que não tem sido muito bons. Será possível que eu seria um crente iludido?



