A PROVA LÓGICA DA EXISTÊNCIA DE DEUS
Eu existo, você existe e o universo existe. Como os filósofos apontam, esse é o problema: algo existe. Mas, o existir agora, não quer dizer que tudo sempre existiu. O pensador Evangélico R.C. Sproul equaciona bem as implicações e deduções dessa questão. Ele coloca que temos somente três alternativas distintas diante do fato da existência do universo: ou o universo é auto-criado; ou o universo é eterno; ou o universo foi criado por algo eterno.
>> Destas, a única alternativa que elimina uma causa eterna é o universo ser auto-criado. Mas, afirmar que o universo é auto-criado, é um absurdo lógico. Para algo criar a si mesmo, esse algo teria que existir antes de si mesmo. E, implícito nessa proposta, vem o outro equívoco de se dizer que o universo surgiu por “acaso”, isto é, não existe e nem é preciso uma causa. Mas, “acaso” é uma abstração sem valor real. Causa e justificativas de um fato podem até ser desconhecidas, mas nunca inexistentes.
>> Se o universo não é auto-criado, então a alternativa seria que ele é eterno. Mas, um universo eterno não é aceito pelo paradigma da ciência atual. O paradigma científico fala em princípio do universo. A matéria é contingente, limitada e mutável. Tempo e espaço passaram a existir somente com o surgimento do universo. Portanto, se o universo não é eterno, e nem auto-criado, então é necessário que exista algo criador, distinto do universo, que explique e dê origem à existência desse universo.
>> Sendo distinto do universo, essa causa de tudo pode ser eterna, por pertencer a outra realidade, e pode então ser infinita. E se essa entidade primeira é a causa de tudo, então ela não só pode, mas é, necessariamente, infinita, por não pertencer à realidade do começo e fim, qualidades comuns a matéria e tempo (senão se retorna ao problema lógico acima). E, eliminado o conceito de “acaso”, essa entidade, sendo iniciadora de tudo, tem que ser criativa; portanto, ela é uma personalidade.
E mais, como existe inteligência na criação, essa entidade criadora também tem que ser inteligente, porque, somente a inteligência pode criar inteligência; um universo físico/mecânico não pode produzir inteligência.
E mais, como existe vida no universo, essa entidade criadora também tem que ser viva, porque só a vida pode criar vida, como a realidade demonstra (ainda que insistam no contrário, baseados ou na especulação teórica, sem nenhuma prova; ou baseados em experimentos manipulados por cientistas, provando apenas que vida surge do físico quando for guiada por uma inteligência criadora).
Assim, a conclusão inevitável é que, não sendo o universo eterno e nem auto-criado, é necessário que haja uma entidade criadora infinita, transcendente, soberana e pessoal; ou seja, essa entidade acaba tendo uma definição igual ao do Deus da Bíblia, conforme crê o Cristianismo. A verdade é que, não importa que passos se tome mais atrás para tentar “explicar” a realidade como algo “natural”, Deus sempre acaba aparecendo. Ainda bem, porque senão, tudo, inclusive minha existência, seria um mero acidente cósmico, ou seja, minha existência seria um absurdo.
E o mais maravilhoso é que esse tremendo Criador é também misericordioso; Ele me chama para um relacionamento eterno com Ele no seu perdão e amor em Cristo, dando assim um significado e sentido para minha vida.
Eu existo, você existe e o universo existe. Como os filósofos apontam, esse é o problema: algo existe. Mas, o existir agora, não quer dizer que tudo sempre existiu. O pensador Evangélico R.C. Sproul equaciona bem as implicações e deduções dessa questão. Ele coloca que temos somente três alternativas distintas diante do fato da existência do universo: ou o universo é auto-criado; ou o universo é eterno; ou o universo foi criado por algo eterno.
>> Destas, a única alternativa que elimina uma causa eterna é o universo ser auto-criado. Mas, afirmar que o universo é auto-criado, é um absurdo lógico. Para algo criar a si mesmo, esse algo teria que existir antes de si mesmo. E, implícito nessa proposta, vem o outro equívoco de se dizer que o universo surgiu por “acaso”, isto é, não existe e nem é preciso uma causa. Mas, “acaso” é uma abstração sem valor real. Causa e justificativas de um fato podem até ser desconhecidas, mas nunca inexistentes.
>> Se o universo não é auto-criado, então a alternativa seria que ele é eterno. Mas, um universo eterno não é aceito pelo paradigma da ciência atual. O paradigma científico fala em princípio do universo. A matéria é contingente, limitada e mutável. Tempo e espaço passaram a existir somente com o surgimento do universo. Portanto, se o universo não é eterno, e nem auto-criado, então é necessário que exista algo criador, distinto do universo, que explique e dê origem à existência desse universo.
>> Sendo distinto do universo, essa causa de tudo pode ser eterna, por pertencer a outra realidade, e pode então ser infinita. E se essa entidade primeira é a causa de tudo, então ela não só pode, mas é, necessariamente, infinita, por não pertencer à realidade do começo e fim, qualidades comuns a matéria e tempo (senão se retorna ao problema lógico acima). E, eliminado o conceito de “acaso”, essa entidade, sendo iniciadora de tudo, tem que ser criativa; portanto, ela é uma personalidade.
E mais, como existe inteligência na criação, essa entidade criadora também tem que ser inteligente, porque, somente a inteligência pode criar inteligência; um universo físico/mecânico não pode produzir inteligência.
E mais, como existe vida no universo, essa entidade criadora também tem que ser viva, porque só a vida pode criar vida, como a realidade demonstra (ainda que insistam no contrário, baseados ou na especulação teórica, sem nenhuma prova; ou baseados em experimentos manipulados por cientistas, provando apenas que vida surge do físico quando for guiada por uma inteligência criadora).
Assim, a conclusão inevitável é que, não sendo o universo eterno e nem auto-criado, é necessário que haja uma entidade criadora infinita, transcendente, soberana e pessoal; ou seja, essa entidade acaba tendo uma definição igual ao do Deus da Bíblia, conforme crê o Cristianismo. A verdade é que, não importa que passos se tome mais atrás para tentar “explicar” a realidade como algo “natural”, Deus sempre acaba aparecendo. Ainda bem, porque senão, tudo, inclusive minha existência, seria um mero acidente cósmico, ou seja, minha existência seria um absurdo.
E o mais maravilhoso é que esse tremendo Criador é também misericordioso; Ele me chama para um relacionamento eterno com Ele no seu perdão e amor em Cristo, dando assim um significado e sentido para minha vida.




