Onisciência: Conhecimento perfeito de eventos passados e futuros
Livre arbítrio: Liberdade para escolher alternativas sem coerção externa.
Paradoxo: Leis, estipulados, proposições ou eventos que possuem caracteristicas contraditórias e inconsistentes.
Proposta:
Evangélicos não podem alegar a onisciência de deus e ao mesmo tempo alegar que os humanos possuem livre arbítrio. Tal alegação constitui um paradoxo claro e impossível de ser resolvido.
Razão:
Se deus é onisciente então antes mesmo de nosso nascimento, ele já teria o conhecimento completo de todas as decisões que iremos tomar. Qualquer decisão que tomemos em relação a aceitação ou não de deus ou jesus como salvador é predeterminada. Isto é algo que deve ser uma máxima para o funcionamento do argumento da onisciencia de deus. Em termos práticos, não existe qualquer espaço para escolhas. O que entendemos por “livre arbítrio” é uma ilusão. Nossas escolhas foram pré-determinadas desde que nós fomos criados, e todos sem exceção, agimos de acordo com os desígnios divinos.
Por outro lado se o argumento do livre arbítrio é válido, significa que algumas decisões que tomamos não são
pré-determinadas; o que automaticamente elimina a hipótese da onisciência divina já que ele deveria saber de antemão nossas decisões.
Pergunta:
Se deus sabe a decisão de cada individuo diante do ato da escolha mesmo antes deste nascer relacionado a aceitação de jesus como salvador, porquê ele iria criar dois tipos de indivíduos; um destinado ao paraíso e outro destinado ao inferno? Isto soa injusto, perverso e particularmente demoníaco.
Conclusão:
Se deus é onisciente então os seres humanos não possuem livre arbítrio e a arbitrariedade com que deus escolhe quem condenar ao inferno e quem não condenar; é malévola e demoníaca, o que derruba outra característica atribuída a deus:
- deus não possui a propriedade da onibenevolência e portanto, não é digno de atenção ou confiança.
Por outro lado, se os seres humanos possuem o livre arbítrio, deus não pode ser onisciente. Se ele não é onisciente, então também não poderia ser onipresente já que um dos pré-requisitos para a ação total é justamente a onisciência. Sem tais características, deus não pode ser denominado deus. Logo, deus, não existe.
Em qualquer uma das hipóteses, da onisciência ou do livre arbítrio, mas sempre levando em conta os conceitos de céu e inferno; automaticamente, a hipótese da existencia de deus nos tranforma apenas em bonecos nas mãos de um monstro demoníaco aos quais a maioria das pessoas, chamam de “deus” (!!!!)
Livre arbítrio: Liberdade para escolher alternativas sem coerção externa.
Paradoxo: Leis, estipulados, proposições ou eventos que possuem caracteristicas contraditórias e inconsistentes.
Proposta:
Evangélicos não podem alegar a onisciência de deus e ao mesmo tempo alegar que os humanos possuem livre arbítrio. Tal alegação constitui um paradoxo claro e impossível de ser resolvido.
Razão:
Se deus é onisciente então antes mesmo de nosso nascimento, ele já teria o conhecimento completo de todas as decisões que iremos tomar. Qualquer decisão que tomemos em relação a aceitação ou não de deus ou jesus como salvador é predeterminada. Isto é algo que deve ser uma máxima para o funcionamento do argumento da onisciencia de deus. Em termos práticos, não existe qualquer espaço para escolhas. O que entendemos por “livre arbítrio” é uma ilusão. Nossas escolhas foram pré-determinadas desde que nós fomos criados, e todos sem exceção, agimos de acordo com os desígnios divinos.
Por outro lado se o argumento do livre arbítrio é válido, significa que algumas decisões que tomamos não são
pré-determinadas; o que automaticamente elimina a hipótese da onisciência divina já que ele deveria saber de antemão nossas decisões.
Pergunta:
Se deus sabe a decisão de cada individuo diante do ato da escolha mesmo antes deste nascer relacionado a aceitação de jesus como salvador, porquê ele iria criar dois tipos de indivíduos; um destinado ao paraíso e outro destinado ao inferno? Isto soa injusto, perverso e particularmente demoníaco.
Conclusão:
Se deus é onisciente então os seres humanos não possuem livre arbítrio e a arbitrariedade com que deus escolhe quem condenar ao inferno e quem não condenar; é malévola e demoníaca, o que derruba outra característica atribuída a deus:
- deus não possui a propriedade da onibenevolência e portanto, não é digno de atenção ou confiança.
Por outro lado, se os seres humanos possuem o livre arbítrio, deus não pode ser onisciente. Se ele não é onisciente, então também não poderia ser onipresente já que um dos pré-requisitos para a ação total é justamente a onisciência. Sem tais características, deus não pode ser denominado deus. Logo, deus, não existe.
Em qualquer uma das hipóteses, da onisciência ou do livre arbítrio, mas sempre levando em conta os conceitos de céu e inferno; automaticamente, a hipótese da existencia de deus nos tranforma apenas em bonecos nas mãos de um monstro demoníaco aos quais a maioria das pessoas, chamam de “deus” (!!!!)




