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Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

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Qual deve ser a conduta de um pastor na hipótese de ser inclinado a criar uma nova denominação?

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Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Zilton Alencar em Sex 02 Jan 2009, 12:17

É inevitável que ocorram divisões denominacionais dentro do universo evangélico.

É comum ouvirmos uma conversa antiga, do tipo: "pastor fulano rebelou-se... dividiu a igreja..." Não sei se todas as denominações usam esses mesmos termos, mas no fim, sai quase isso. Desde a reforma protestante aos dias de hoje, a maioria dos crentes já se deslocaram de uma igreja para outra. E nos dias de hoje, tornou-se prática comum mudar de igreja, de sorte que é raro encontrarmos crentes com mais de cinco anos de permanência em uma mesma denominação. É uma espécie de "divórcio religioso"...

Há pastores que recebem uma visão ministerial de Deus e não tem como desenvolvê-lo estando subordinados ao ministério de onde são oriundos e ao qual estão ligados. Isto ocorre muito entre obreiros de igrejas ditas tradicionais, e que recebem uma experiência pentecostal; fica difícil permanecer subordinado a uma doutrina cessacionista, no que diz respeito aos dons carismáticos dispostos em 1 Co 12.

Outros, fazem parte de igrejas não muito ortodoxas, e ao enxergarem certos erros e não obterem êxito em uma "reforma interna", buscam a abertura de sua própria denominação. Foi, ao que me parece, o caso da Igreja Mundial do Poder de Deus, do ap. Valdemiro Santiago, que era ligado à IURD e de lá saiu supostamente por não concordar com os rumos tomados pela sua cúpula.

Outros ainda, dividem a igreja por mera sede de poder. Na nova denominação, que é "de sua propriedade", podem se auto-intitular do cargo eclesiástico que melhor lhes massagear o ego, e em alguns casos cria-se até neologismos, títulos que não existem nas Escrituras, mas que lhes satisfazem e, como são inquestionáveis servos do Deus altíssimo, os porta-vozes absolutos da vontade de Deus, não serão questionados por isso...

Portanto, infelizmente as divisões sempre vão existir em nosso meio.

Eu jamais defenderia a rebelião, até porque a própria palavra "rebelar" já denota insoburdinação e desobediência. A primeira grande rebelião foi do diabo, e esta é a marca mais legítima de sua queda. Mas nas igrejas cada caso é um caso. Não podemos pegar todos os episódios de transição de irmãos, obreiros e pastores, que mudaram de ministério, denominação, convenções, e colocarmos todos num pacote carimbados com a palavra "rebelados" e virarmos as costas para os motivos que os levaram a optar pela mudança. Até porque muitos declaram ter recebido ordem expressa de Deus de formar uma nova igreja. Não questionamos aqui a veracidade e/ou a autenticidade desta "revelação"; apenas consideramos um fato. Ningué, afinal de contas, em sua sã consciência vai dividir a igreja por vontade própria, antes foram direcionados por Deus para isso...

Aqui no Brasil, que tem se transformado em um enorme emaranhado de denominações evangélicas, o cristão encontra inúmeras igrejas para servir a Deus, a Paulo, a Apolo, a Cefas, etc... São todos de Cristo, e Cristo de Deus. Um planta, o outro rega, e por aí vai. Uma denominação tem sua atuação mais ligada à pregação e ao ensina da Palavra; outra, à manifestação de dons espirituais; outra, a curas e maravilhas; outras ao ministério missionário, etc. Afinal, todas são membros do Corpo de Cristo, apesar de trerem funções diferentes entre si, tanto os crentes individualmente, como também as denominações.

Como bem disse Paulo:
1 Coríntios 12:14-27 escreveu:Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo. Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser. Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato? Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve. Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo? O certo é que há muitos membros, mas um só corpo. Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós. Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários; e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra. Mas os nossos membros nobres não têm necessidade disso. Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha, para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros. De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam. Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo.
Isto também poderia se aplicar a denominações?

Irônico é que algumas igrejas taxam de "rebelde" os que saem de suas congregações. Mas os que deixam outras igrejas e se agregam a eles, é porque "Deus enviou". Muito conveniente.

Em outra ocasião, quando algum pastor se sente não correspondido pelo apoio e confiança de um determinado número de membros, surgem sermões de duplo sentido, maliciosos, amedrontadores, do tipo: "A árvore vai balançar e os frutos podres vão cair...fiquem ligados, irmãos... Deus vai tirar de nosso meio as 'pedras de tropeço...'". Ou seja: fique, de olho; quem saiu, ou quem sair, é porque era fruto podre, e quem ficou era fruto bom.

Vale lembrar um detalhe: o diabo não saiu do céu. Ele foi EXPULSO de lá. E o motivo, todos que lêem a Bíblia sabem. A rebeldia está em sentimento de ciúmes, invejas, contendas criadas direta ou indiretamente, por quem parece até mesmo ser muito manso e humilde. Logo jamais poderíamos associar a saída de algum irmão para outra igreja como uma "síndrome de lúcifer", apesar de que esta tem sido, inegavelmente, a gênese de muitas igrejas novas, mormente as neopentecostais. O alvo de alguns é ser pastor-presidente, ou bispo, ou mesmo apóstolo. Para isto, nada mais fácil que fundar sua própria denominação.

Desentendimentos sempre existiram no seio do evangelicanismo, e sempre existirão. No livro de Atos, Paulo e Barnabé tiveram um dos bem feios, de sorte que foi um pra cada lado. Mas nem por isso um dos dois veio a se tornar "rebelde" por não se aliar as determinações e opiniões, seja de Paulo ou de Barnabé. Todos dois continuaram inegavelmente sendo homens de Deus.

Muito ao contrário dos valores de alguns líderes contemporâneos, a Bíblia Sagrada nos ensina uma independência e liberdade em Cristo, para fazermos a obra de Deus sem estarmos debaixo do jugo do homem. Isso nos é claramente mostrado quando Jesus não se agregou a nenhum grupo religioso da época, denunciando os vendilhões do templo, cujo os únicos motivos de estarem ali era pelo dinheiro. Quando desmascarou os escribas fariseus hipócritas, que pensavam servir a Deus com suas vestes talares, Jesus os chamou de sepulcros caiados.

Mas a questão é: quais são os limites éticos que um pastor deve se auto-submeter nesta questão de divisão denominacional?


Texto adaptado, baseado em artigo, recebido por e-mail, do Pr. Denis de Oliveira

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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pr. Francisco Belvedere em Sab 03 Jan 2009, 09:03

Eu sou contra fundar uma nova denominação, sendo que já existem tantas. Eu creio que se eu saisse da minha denominação, o que so ocorreria por motivo de força maior, procuraria outra denominação historica para me filiar. Mas so faria isso se não houvesse possibilidade nenhuma de eu permanecer onde estou. Se por alguma motivo eu partisse para um trabalho independente, sairia sozinho, sem proviocar divisão, não fazendo proselitismo com os membros de minha ex-denominação. Mas tendo como objetivo alcançar perdidos e pessoas sem um lar espirital (crentes sem igreja ou não muito contentes onde estão). Mas essa opção seria a ultima, dentre as ultimas.
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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Devaney em Sab 03 Jan 2009, 11:04

Concordo, Belvedere.

Se alguém quer sair, que saia para alguma com quem já tenha identificação, pois é CERTEZA que, dentre as centenas de denominações existentes, alguém já pense como essa pessoa.

Eu saí da Metodista atrás de Atos 2 e entrei para a Assembléia, quadradona, cheia de costumes, mas imensamente agradável para meu jeito de ser e de onde nunca mais pretendo sair, enquanto vivo.

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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pr. Francisco Belvedere em Sab 03 Jan 2009, 11:56

Pois é Devaney, eu encontrei na Metodista a igreja dos meus sonhos. Eu estudei em Colegio catolico, tive formação adventista, e andei por varias igrejas: Batista, Assembleia, Presbiteriana, Quadrangular... mas foi na Metodista que achei o lugar que eu procurava. Sei que não é uma igreja perfeita (creio que igreja perfeita so a Triunfante, que é presidida pelo Próprio Cristo.) mas é oque posso chamar de minha casa. Deixar de ser metodista para mim, é como trocar meu sobrenome. E eu defendo o protestentismo histórico, no qual incluo a AD, que é uma Igreja com mais de 100 anos de tradição e que prega com zelo a Palavra de Deus e o Evangelho de Jesus Cristo.
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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Le Fernandes em Seg 05 Jan 2009, 09:11

Na maioria dos casos eu não aprovo a propagação indiscriminada de denominações, pelos motivos já expostos aqui. Porém há casos e casos... Na minha humilde opinião, acredito que isto só contribui para a disseminação de heresias e divisões em nosso meio...

Shalom e feliz 2009...
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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Clovis em Seg 05 Jan 2009, 09:26

Amados,

Eu entendo que há apenas dois motivos que justificam a separação: expulsão e heresia grave. Muitas vezes, por defender a verdade, alguns irmãos são expulsos de sua igreja. Isso ocorre principalmente onde o sistema congregacional é distorcido e o pastor acaba exercendo um poder que não lhe diz direito. E abusa desse poder.

Por outro lado, às vezes uma denominação abraça uma heresia e permanecer nela implica apoio tácito à mesma. Não estou falando de questões periféricas ou adiáforas, mas de heresia que corrói como gangrena. Neste caso, o irmão pode e deve sair dela.

Porém, há uma diferença enorme entre apartar-se de uma igreja e fundar outra. Eu sou contra a criação de novas denominações, totalmente contra. Apenas se não houver uma igreja verdadeira a que possam se juntar é aceitável a criação de uma denominação. Como sou batista na eclesiologia, não vejo problemas em se formar uma igreja local, ligada por laços fraternos e de cooperação com outras igrejas. Mas não criar uma nova denominação onde o líder torna-se presidente e expõe seu nome na placa como "fundador".

Em Cristo,

Clóvis
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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pedro`G3 em Ter 06 Jan 2009, 22:02

Watchman Nee, em "A Vida Cristã Normal da Igreja" responde a essa pergunta nos seguintes termos:

No Novo Testamento só há um método, e somente um, de dividir a Igreja em igrejas, e esse método ordenado por Deus tem por base a localidade. Todo e qualquer outro método é manufaturado pelo homem, e não dado por Deus. ( 1.ed., p. 85)

[...]

Deus proíbe qualquer divisão com base doutrinária. Alguns crêem que o arrebatamento ocorrerá antes da tribulação; outro, que será após a tribulação. Alguns crêem que todos os santos entrarão no reino; outros, que apenas parte deles entrará. Alguns crêem que o batismo é por imersão; outros, que por aspersão. Alguns crêem que as manifestações sobrenaturais devem acompanhar o batismo do Espírito Santo, ao passo que outros não. (...) Embora alguns possam ser corretos ou errados, Deus não autoriza nenhuma divisão com base em diferença de tais crenças. Naturalmente, não tratamos aqui dos fundamentos da fé, as doutrinas essenciais das Pessoas divinas, a fé em Cristo, a expiação, etc., e, sim, questões subsequêntes. (p.124)

[...]

Como a carne gostaria de incluir apenas os que têm os mesmos pontos de vista que temos, e excluir aqueles cujos pontos de vista diferem dos nossos! Associar-nos constante e intimamente com pessoas cuja interpretação das Escrituras não necessariamente corresponde à nossa é difícil para a carne, mas bom para o espírito. Deus não usa a divisão para resolver o problema; ele usa a cruz. (...) Podemos ter pontos de vista corretos, mas Deus nos dá oportunidade de exibir uma atitude correta; podemos crer corretamente, mas Deus nos põe à prova para ver se amamos corretamente. (p.125)

Face ao retro exposto, a conclusão não pode ser outra, senão:

Quando um servo de Deus chega a um novo lugar, sua primeira tarefa é fundar uma igreja local, a menos que já haja uma ali. Nesse caso, sua única preocupação deve ser ajudar a igreja. (p.147)

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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pr. Francisco Belvedere em Ter 06 Jan 2009, 22:57

a Visão de Nee nessa questão até que convrsge coma nossa, a de parar de divir. Mas, seu sobrinho Witness Lee, é que radicalizou de um jeito a ponto de condenar as demominações. Apesar que não sou chegado na visçao de nenhum dos dois.
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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pedro`G3 em Ter 06 Jan 2009, 23:04

Se tem que parar de dividir, significa que isso sequer deveria ter começado...

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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pr. Francisco Belvedere em Ter 06 Jan 2009, 23:13

Pedro, não tem como. Pense um, cre em Predestinação, outro Não. Um Crê que o Governo da Igreja deve ser Episcopal, outro cre que deve ser presbiteriano, ainda há o que acha que deve ser congregacional. Ainda tem os que querem batizar seus filhos receme nascidos, e os que são contra isso.

Veja que a divisão acaba sendo o camnho natural.
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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pedro`G3 em Ter 06 Jan 2009, 23:30

A divisão sem dúvida é o caminho mais fácil, mas não é bíblico.

Não há qualquer autorização na Palavra para os que se afirmam "de Paulo" se apartarem dos "de Pedro", dos "de Apolo" e dos "de Cristo". Pelo contrário. A recomendação bíblica é de que haja convivência, apesar das diferenças.

É claro que é difícil restaurar um erro arraigado no cristianismo há tanto tempo. Mas nós devemos nos guiar pelo padrão elevado da Palavra, em que pese a dificuldade do problema.

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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pr. Francisco Belvedere em Qua 07 Jan 2009, 00:26

Pedro seu discurso, é bem parecido com o dos ecumenicos. O que vc acha então de voltarmos todos para Roma, e considerar a reforma protestente um "terrivel pecado"?

Me diz uma coisa, não sei de que igreja vc é,. Mas se sua igreja começasse aceitar casamento entre pessoas do mesmo sexo. Vc permaneceria nela?
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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pedro`G3 em Qua 07 Jan 2009, 00:32

Não se trata de ecumenismo de minha parte não.

O que divide os cristãos ditos evangélicos são questões muito menos graves do que essas expostas por você. São coisas secundárias mesmo, pura perfumaria.

Veja que no texto de Watchman Nee, o qual citei, ele diz "Naturalmente, não tratamos aqui dos fundamentos da fé, as doutrinas essenciais das Pessoas divinas, a fé em Cristo, a expiação, etc., e, sim, questões subsequêntes".
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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Devaney em Sex 09 Jan 2009, 21:07

Pedro, mas tenho que concordar com o Belvedere quando ele cita a Reforma Protestante...e eu acrescentaria novas denominações como a dele, a Metodista, que se ramificou do Anglicanismo quando foi impedido de pregar o Evangelho dentro dos templos.

Wesley praticamente morreu aconselhando seus seguidores que não formassem uma nova denominação, mas não dava para ficar ligado ao Anglicanismo, uma vez que este mesmo rejeitou o movimento metodista.

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Re: Divisões Denominacionais - Qual é o limite?

Mensagem por Pr. Francisco Belvedere em Sab 10 Jan 2009, 00:47

a maioria das denominações historicas saiu da igreja anglicana. Batistas, congregacionais e os presbiterianos são oriundos dos puritanos. Os "não conformistas". Um partido separatista dentro da Igreja da Inglaterra.

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