Val, lamento por não conhecer nem a sua prórpia história. Estude um pouco do custume e crença dos protestantes daquela época, pelos menos, de muitos daquela época.
Val, obrigado por postar esses comentários.
1, 2, 3, 4) Verdade, não cremos que o Pai de Jesus seja o Espírito Santo. Mas, de fato, como dizem as escrituras, incluindo a Bíblia, Jesus Cristo é Filho de Deus Pai, Ele não é Filho do Espírito Santo, esse é o Terceiro Membro, que dá testemunho do Pai e do Filho.
5) Cremos que o nascimento de Jesus Cristo foi natural.
Deus é o Pai de Jesus Cristo na carne! Na concepção de Jesus, a virtude do Espírito Santo envolveu Maria, para protegê-la e para que dela fosse fecundado um filho, mesmo que ela permanecesse virgem (Lucas 1:28-35).
Mas, sei o que vocês tentam fazer, distorcem algumas frases de alguns profetas de Deus, para chocar as pessoas, com frases do tipo: “Os Mormons dizem que Deus teve relações sexuais com Maria”. Assim, tentam distanciar as pessoas da verdade, nos colocando como estranhos e bizarros. UUUUUUU, uma seita. sr
Concebido e nascido de uma forma natural, não fala de “fecundado” naturalmente, ou relação sexual. Ao afirmar que o curso dos eventos foi normal, apenas significa que após receber a semente da deidade o zigoto se desenvolveria normalmente até a concepção. Cristo receberia seu cromossomo Y de Deus e o seu X do óvulo de Maria. Uma partenogênese humana ou qualquer outra hipótese teria de explicar como Cristo obteve o seu cromossomo Y, o que seria uma forma bem antinatural do desenvolvimento do bebê Jesus.
Joseph F. Smith:
“Nosso Senhor é a única pessoa mortal que nasceu de uma virgem, porque ele é a única pessoa mortal que já teve um Pai imortal. Maria, sua mãe, “foi arrebatada no Espírito” (I Néfi 11: 13-21), foi “envolvida” pelo Espírito Santo, e a concepção que aconteceu “pelo poder do Espírito Santo” resultou no surgimento do literal e pessoal Filho de Deus o Pai. (Alma 7:10; 2 Néfi 17:14; Isaías 7:14; Mateus 1:18-25; Lucas 1: 26-38) Cristo não é o Filho do Espírito Santo, mas do Pai. (Doutrinas de Salvação, vol. 1, pp. 18-20)




