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    Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

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    Frei Leonei
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    Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Frei Leonei em Ter 24 Mar 2009, 10:52

    A Esposa de Cristo, portadora da Graça e da Caridade só pode ser e é Uma só, Jesus não tem várias esposas, sua Esposa. Aqueles que se dizem cristãos e não pertencem a Igreja Visível, pertencem a igreja invisível, que, acredito, não possui a plenitude de meios para conduzir à salvação.

    O Cristianismo não brota do nada, nem a Igreja. Ela nasceu do lado transpassado de Cristo e recebeu como tutor o próprio Espírito Santo em Pentecostes, este Espírito continua a iluminar a Igreja Visível desde a era apostólica até hoje, isso acontecerá até a sua consumação na glória. Quem não for oriundo desta verdade de fé, perde automaticamente a graça e a caridade. Se o Espírito Santo não ilumina a Igreja Visível, como iluminará a invisível?

    Se o protestantismo e evangelismo dos novos cristãos, possuem realmente a consciência de quem receberam a fé, mas optaram por fazer parte somente da Igreja invisível sem todos os meios, arquem com a consequência desta escolha. Porém, quando são validamente batizados na Trindade, não perdem a graça santificante que Jesus Cristo concedeu a sua Esposa, mesmo que não abrassem a totalidade do Evangelho. Pois, nós não poderíamos considerar ateus aqueles que são fiéis a Cristo, mesmo que parcialmente pois lhes falta critérios. Quais seriam estes critérios?

    Para ser Igreja visível, uma denominação deve possuir tudo aquilo que Jesus Cristo pede a sua Igreja, algumas denominações não estão dentro destes critérios. A fé vem da pregação e a pregação é pela palavra de Cristo. Damos ouvidos aquela que é a Esposa de Cristo de quem herdamos a fé guardada como em um depósito? “Quão maravilhosos os pés dos que anunciam boas notícias.” (Rm 10,15).
    “Outra parte, finalmente caiu em terra fértil, germinou e deu fruto ao cêntuplo.” (Lc 8,8 ). “Pois a Palavra de Deus é viva, eficaz e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes; penetra até dividir a alma e espírito, junturas e medulas. Ela julga as disposições e as intenções do coração.” (Heb 4,12). O rosto se reflete na água e o homem em sua própria consciência, é de livre consciência que alguns optaram e aderiram congregações cismáticas?

    Até quando é possível ser fiel a Cristo negando os mártires e santos da Igreja? São Francisco de Assis configurou-se tanto ao Senhor crucificado que recebeu em seu corpo as chagas de Jesus Cristo, não nos move tal exemplo de santidade? Por acaso não somos chamados a refletir a glória do Senhor através de uma vida santa, somos transfigurados nessa mesma imagem cada vez mais resplandecente, pela ação do Senhor, que é Espírito. (cf. 2 Cor 3,18 e 4,6). A ação santificadora de Deus acontece através da Igreja autêntica e seus sacramentos, desmerecer estes sacramentos todos não é incorrer em infidelidade ao Evangelho?



    Falta aos que se desconsideram a tradição apostólica: O cânon completo, as mais preciosas doutrinas e atos celebrativos (ritos). Orientações biográfico-históricas, tais como a visita de Paulo à Tarragona ou a de Tiago à Galícia, o dia da Páscoa, os dogmas cristológicos e mariológicos. Sobre Maria, revelam estranheza ao que os pais da Igreja escreveram com convicção, a celebração litúrgica dos sacramentos, as profissões de fé, os costumes atribuídos a Igreja apostólica, o batismo de crianças antes do uso da razão (delas é o Reino dos céus), a celebração do Domingo em vez do Sábado, como dia de Páscoa semanal, é indicada na Escritura, mas realizadas pela própria vida da Igreja apostólica, a série dos pais da Igreja gregos e latinos, os mais de cinqüenta concílios, os relatos dos martírios e testemunhos de fé.

    No entanto, a Igreja Católica em sua doutrina, vida e culto, perpetua e transmite a todas as gerações, tudo o que ela mesma é, tudo o que ela mesma crê (DV 8 ) Isso, também progride pela assistência do Espírito Santo, pela contemplação, pelo estudo, pela penetração sapiencial das coisas espirituais, pela pregação... tudo isso faz tender à plenitude da verdade divina de fé, o depósito que os que protestam não possuem, sem este seguro a Igreja Católica estaria ameaçada pela fabilidade e impossibilidade de renovar-se e santificar-se. Reconhecemos também a Igreja Ortodoxa pela contribuição que dá na conservação dos pais gregos, pois a Escritura é um texto para interpretar, só interpreta corretamente a comunidade de fé que possui o depósito ( 1 Timóteo 6,20). Mesmo que alguns digam que a sua interpretação não é sua, mas de seu pastor ou grupo religioso, a quebra da sucessão e a falta de mediações lhes tornam deficitários e falíveis pela falta de todas as mediações, ainda que possuem lampejos de verdade, pois o Espírito Santo sopra onde quer. Mas a plenitude dos meios, não temos que admitir que são poucas que possuem?

    Presbítero Waldir Alves
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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Presbítero Waldir Alves em Qua 25 Mar 2009, 13:07

    A VERACIDADE DA PALAVRA DE DEUS

    A maior prova da veracidade da Bíblia está em alguns fatos incontestáveis:

    1º - O Tanach (Antigo Testamento da Bíblia) dos judeus, foi escrito em épocas diferentes, em circunstâncias diferentes e por homens que viveram distantes um dos outros e que em muitos casos nem se conheceram. A cópia destes escritos proféticos e Bíblicos, eram escritos com muito zelo e dedicação dos escribas e até para escrever o TETRAGRAMATON (YHWH) - nome Divino, eles banhavam-se antes, por uma liturgia de zelo e temor de não errarem o nome Divino e nada que estava contido em sua Palavra.

    Se errassem ou deixassem cair tinta no pergaminho, aí queimavam ou enterravam o mesmo, pois aí a terra iria decompor o mesmo, para não serem profanados. Quando os rolos de pergaminhos envelheciam, então eles o enterravam após fazer outro idêntico.

    Até alguns erros de números que alguns escribas cometeram no passado, ao fazer estas cópias de cópias, ficaram como tal, e por isto constam até hoje em nossas versões, sem no entanto perderem a inspiração e veracidade da Palavra de Deus, sendo possíveis sua interpretação, pois existem geralmente a versão correta por exemplo - em "I, II Reis" e o possível erro (de escriba) em Crônicas.

    >>> Os manuscritos do "mar morto" descrevem e comprovam a veracidade da septuaginta (versão usada pelos judeus, por Jesus e pelos Apóstolos no seu tempo) e que comprovam exatamente o zelo dos escribas ao copiar fielmente os textos, sem alterá-los; comprovando assim a fidelidade da Septuaginta (versão dos setenta para o grego).

    >>> As profecias e achados arqueológicos comprovam a veracidade dos textos e existências de cidades citadas no Tanach. Ex. disto, é a cidade de "Ur" dos caldeus, onde Abraão viveu e achados arqueológicos da mesma. O próprio "Jesus" histórico é prova de muitas destas profecias em sua rejeição pelos judeus que perdurariam até os tempos finais (em breve isto findará e irá se cumprir Zacarias 12:10).

    2º - O Brit Chadashá (Novo Testamento) chegou hoje em nossas mãos após muitas perseguições e heresias que se levantaram contra "a verdade" do Evangelho de Jesus, tanto por parte dos judeus, como pelo império romano. No entanto, foram preservados os autógrafos e cópias dos escritos Apostólicos e Evangélicos, sendo os mesmos compilados e reunidos em uma só obra, e no entanto, nenhum dos livros se contradizem entre si e se complementam em perfeita harmonia, são chamados sinóticos exatamente devido a sua harmonia e perfeita compreensão sendo impossível terem sido manipulados e elaborados por homens de forma tão precisa e verdadeira.

    >>> Os escritos espúrios e apócrifos do Novo Testamento, estão cheios de conceitos do gnosticismo do século II e que se contradiziam entre si, com citações e heresias que contrariavam os ensinos Apostólicos.

    >>> Muitos dizem ter sido o catolicismo e o papado quem manipulou os livros que deveriam compor o Novo Testamento e que os inventou, mas isto é facilmente desmascarado, pois como iriam criar livros que denunciam ao próprio sistema como pagão e herege???

    Quem estuda a Bíblia e o Novo Testamento sentem sua inspiração e não se deixam enganar por tantas heresias e mentiras papais que são facilmente refutadas pelas doutrinas e ensinos de Jesus.

    3º - A plena harmonia entre o Tanach (Antigo Testamento) e o Brit Chadashá (Novo Testamento) e um não pode existir sem o outro, pois se complementam!

    >>> Você jamais entenderá Deus ou a sua Palavra (isto vale até para judeus) se não assimilarem que: Em Jesus se cumpre toda a lei e os profetas!

    Sem o Novo Testamento, acontecerá até mesmo uma incompreensão total de planos e atitudes de Deus no passado!

    Deus é Fiel!

    Sua Palavra é Fiel!

    E você fará o que com esta Palavra???? Será fiel??? Ou infiel???

    Como costumo dizer: "Para se ter o nome escrito no "Livro da Vida" nos céus, é preciso viver de acordo com os ensinos do "Livro da vida" da terra: A Bendita Palavra de Deus!

    Contextualizada, é claro no "Novo Testamento", pois seu autor é: O VERBO DE DEUS!

    João 1: E O VERBO SE FÊZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS...

    A salvação portanto, vem de um judeu – Jesus – E os Apóstolos e todos os escritores da Bíblia são judeus, logo, a verdade teológica precisa estar embasada numa fé judaico-bíblica-cristã e não numa teologia alemã-protestante ou católica romana.


    QUAL A DIFERENÇA DAS BÍBLIAS "CATÓLICAS" E "EVANGÉLICAS"?

    Adicionando-lhe os Apócrifos

    Poucos sabem que em 1.546, no Concílio de Trento, o clero católico adicionou à Bíblia sete livros apócrifos. Eles já vinham fazendo isso desde o século V, contudo, o reconhecimento oficial e definitivo desses livros por parte da Igreja Católica se deu a partir do século XVI.
    A adição dos apócrifos à Bíblia se deu pela seguinte razão: Prover aos padres recursos para “provar” pela “Bíblia” que o Catolicismo é ortodoxo. 2 Macabeus, capítulo 12, versículos 44 a 46 diz que é certo rezar pelas almas dos mortos. Nenhum livro da Bíblia manda rezar pelos mortos, só 2 Macabeus o faz.

    O leitor não desconfia de nada? Ademais, se esse expediente produzisse algum efeito positivo, o tormento eterno para os ímpios deixaria de existir, visto que então esvaziaríamos o Inferno. Talvez alguns católicos tentem se defender dizendo que a religião deles não ensina a rezar pelos que estão no Inferno, mas sim, pelos que estão no purgatório. Porém, caso eles apresentem esse possível argumento, podemos replicar das seguintes maneiras:

    Cremos que 1 e 2 Macabeus são livros históricos importantíssimos, embora não sejam a Palavra de Deus e contenham vários equívocos.

    Outra prova de que realmente esse livro não é a Palavra de Deus, é o fato de constar, no último capítulo de 2 Macabeus, um pedido de perdão por possíveis falhas que os leitores viessem a encontrar. Isto prova a humildade do autor, bem como a falta de inspiração divina. Deus não pede perdão: “... Porei aqui fim à minha narração. E se ela está bem organizada e como convém à história, isso é também o que eu desejo; mas se pelo contrário foi escrita com menos dignidade, deve-se-me perdoar”.

    A rigor, os apócrifos não foram citados por Jesus, e a mera citação não seria prova de inspiração divina, salvo se Cristo informasse estar citando a Palavra de Deus, usando termos mais ou menos assim: “Está escrito..., as Escrituras contêm..., assim dizem as Escrituras..., assim diz a Palavra de Deus...”. Portanto, se os clérigos católicos disserem que há citações dos apócrifos no Novo testamento, não precisamos entrar no mérito dessa questão para provarmos a inconsistência desse “argumento”. Basta perguntarmos aos padres por que não adicionaram à Bíblia o livro apócrifo intitulado A Vida de Enoque, já que Judas o citou nos versículos 14 e 15?

    Quando o Senhor Jesus nasceu, o Antigo Testamento já estava todo escrito. Os fatos provam que na opinião popular, bem como na dos rabinos, os livros que o clero católico reconheceu como canônicos em 1.546, embora já existissem, não eram parte integrante do que eles chamavam de Escritura. Uma prova disso é que os judeus, por não crerem que Jesus é o Messias, não aceitam o Novo Testamento; e, como por tradição, os apócrifos nunca foram aceitos como canônicos, a Bíblia deles só contém o Antigo Testamento. E este é tal qual o das Bíblias protestantes.

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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Norberto em Qua 25 Mar 2009, 21:54

    Presbítero Waldir Alves escreveu:A salvação portanto, vem de um judeu – Jesus – E os Apóstolos e todos os escritores da Bíblia são judeus, logo, a verdade teológica precisa estar embasada numa fé judaico-bíblica-cristã e não numa teologia alemã-protestante ou católica romana.

    Presbítero Waldir Alves,

    O ruim é nos depararmos com alguns seguimentos religiosos que "pregam" o Evangelho como que sua denominação fosse a detentora da Verdade, como se uma igreja/organização visível fosse a peça chave para atingirmos à salvação eterna.

    Creio eu, posso estar enganado, que o Frei Leonei, no texto de abertura deste tópico, está querendo dizer que a salvação somente é possível com o conhecimento da verdade e cumprimento dos sacramentos que somente são ensinados, segundo o catolicismo, na Igreja Apóstolica Católica Romana. Resumindo: temos que ser membro da Igreja Católica para conhecimento da verdade.

    Aí é que o catoliscimo era, restringindo o poder de Deus para salvação.
    .

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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Frei Leonei em Qua 25 Mar 2009, 22:37

    Há algumas resalvas a se fazer até então. Em primeiro lugar os amigos não responderam as indagações e nem sugeriram bases sólidas que negassem o que afirmei, ou seja, jogaram no lixo todos os critérios.

    O primeiro a responder, limitou-se a afirmações que não é o objetivo dos questionamentos aqui, não estamos falando de cânon, mas de progresso da Revelação sob a assistência do Espírito Santo. Colar interpretações aqui não foi uma alternativa louvável. Engraçado, muito engraçado é que Waldir faz todo um enrredo para falar muito bem e por sina da Setenta (septuaginta) e depois diz que os livros deutero-canônicos foram só aceitos por Trento. Ai é brincar com minha inteligência. Amigo se você aceita a Setenta, aceita todos os livros que o Catolicismo diz que são revelados, e se não me engano a Setenta era usada dois séculos antes de Cristo por judeus de Alexandria.

    É muito fácil jogar palavras ao ar. Por exemplo, o papado diz mentiras e ensina mentiras. Os papas sempre foram fiéis ao que sempre se ensinou na Igreja, e quando a igreja povo de Deus, através de seu sensus fidelium acredita em alguma coisa a Igreja é a última a confirmar, para não errar, ademais, Jesus prometeu o Advogado para que a Igreja não erre em doutrina e moral.

    A fé tem que ser bíblica e cristã, sim, exato, o Cristianismo tem uma história, não pode ser reinventado a cada século e ao gosto do fregues.

    A Salvação e a Verdade é Cristo Jesus. Portanto, Deus não precisa de nós, mas quer precisar de nós, e isso acontece através dos meios de santificação que não deixam de ser os sacramentos. Eu não estou afirmando que todos devem ser membros da Igreja Católica, mas como temos critérios para sermos mais autenticamente fiéis a Palavra e ao Evangelho, acreditamos que os cristãos não devem ser diferentes quanto a estes critérios, pois sem os mesmos critérios carecem de vitalidade e meios para conduzir à Verdade.

    Uma coisa não consigo entender. De onde os novos cristãos tiram suas doutrinas? Como evitar todas as heresias que ao longo da história a Igreja Católica combateu? Como manter uma fidelidade estrita a Palavra sem a ajuda dos pais da Igreja, dos doutores, místicos, concílios????????? Já fiz esta pergunta a um Metodista, eles dizem que não aceitam os últimos concílis da Igreja Católica mas muitos sim. Não parece estranho?

    A Salvação é graça de Deus e de graça, porém Deus provê através de sua Esposa a Igreja meios para nos manter na graça, e para que estes meios sejam eficazes é necessário uma doutrina sólida e infalível, coisa que alguns não aceitam.

    Denis
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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Denis em Qua 25 Mar 2009, 23:39

    Frei Leonei escreveu:
    A fé tem que ser bíblica e cristã, sim, exato, o Cristianismo tem uma história, não pode ser reinventado a cada século e ao gosto do fregues.

    A Salvação e a Verdade é Cristo Jesus. Portanto, Deus não precisa de nós, mas quer precisar de nós, e isso acontece através dos meios de santificação que não deixam de ser os sacramentos. Eu não estou afirmando que todos devem ser membros da Igreja Católica, mas como temos critérios para sermos mais autenticamente fiéis a Palavra e ao Evangelho, acreditamos que os cristãos não devem ser diferentes quanto a estes critérios, pois sem os mesmos critérios carecem de vitalidade e meios para conduzir à Verdade.

    Uma coisa não consigo entender. De onde os novos cristãos tiram suas doutrinas? Como evitar todas as heresias que ao longo da história a Igreja Católica combateu? Como manter uma fidelidade estrita a Palavra sem a ajuda dos pais da Igreja, dos doutores, místicos, concílios????????? Já fiz esta pergunta a um Metodista, eles dizem que não aceitam os últimos concílis da Igreja Católica mas muitos sim. Não parece estranho?

    A Salvação é graça de Deus e de graça, porém Deus provê através de sua Esposa a Igreja meios para nos manter na graça, e para que estes meios sejam eficazes é necessário uma doutrina sólida e infalível, coisa que alguns não aceitam.


    Olha , eu não iria participar deste tópico mas, diante deste post, gostaria de fazer algumas considerações..

    Leonei,

    - Posso até entender a razão de sua defensiva, mas não entendo a razão de sua razão.

    Você nos diz que o "cristianismo não pode ser reinventado", então nos explique o porque de sua constante reinvenção por parte da igreja romana . Como introdução de imagens e questões como: celibato, indulgências, limbo, aborto, camisinhas, holocausto judeu, inquisição... etc

    Tudo isso denota reinvenção e falibilidade, bem longe do conceito de solidez !!!

    - O cristianismo não precisa de história secular. Veja que ninguém pregou o Evangelho ao apóstolo Paulo :

    GL 1
    11 Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
    12 Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.


    Obviamente isso não é uma regra, mas mostra que não dependemos de história secular.

    - Quanto aos critérios para a santificação , eles não existem. É Deus quem separa ( santifica ). Não depende de quem corre , mas de Deus com a SUA Graça. Os tais "sacramentos" provem de Deus, unica e exclusivamente. Não sendo assim , Graça não é Graça.

    - O que nos mantem em fidelidade com Deus é a presença do Espírito Santo de Deus em nossas vidas:

    JO 14
    26 Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito.


    - A Igreja só tem um Pai , Jesus, o Cristo !!!

    - Heresia = contrário às Escrituras !!

    - Não existem meios para nos manter na Graça. Graça é Graça!!!

    Frei Leonei
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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Frei Leonei em Qui 26 Mar 2009, 10:19

    Se algumas coisas dentro do Cristianismo Católico são invenções, muito mais invenções são as doutrinas das mais de 33.800 denominações que existem. Nisso é que não vejo seguridade.

    Se Jesus Cristo amou, santificou e deu o Espírito Santo a sua Igreja, acreditar que este mesmo Espírito Santo que inspirou so profetas e apóstolos não fez nada no Cristianimo é desmerecer a eficácia do mesmo Espírito Santo. A Igreja não é uma imagem a ser polida de vez em quando, ela progride em convicções e interpretações de fé. Quando estamos falando em sacramentos, eles estão todos bem evidenciados nos Evangelhos. Não preciso ficar aqui dando referências sobre isso.

    Estamos dialogando, é claro que no diálogo há afirmações e o debate sempre é mais caloroso quando há controversas. Sigamos debatendo.

    Os próprios Apostolos tinham conhecimentos e faziam aplicações práticas sobre o que o Senhor havia lhes dito, é claro que nem tudo foi escrito. Estes Apóstolos deixaram sucessores que continuaram indicando os caminhos da verdade, eu nunca vejo um evangélico ou protestante falando de Inácio de Antioquia, Agostinho de Tagaste entre outros que contribuiram para que o Cristianismo tivesse uma história e hoje tivesse suas convicções. Alguns pegam aquilo que lhes convém, por exemplo, eu duvido quem tenha uma lucidez concreta sobre a questão Trinitária sem os Concílios Católicos. Então, isso não serve para nada não é?

    Algumas coisas são ensinamentos não doutrinas:celibato (fundamentação bíblia e teológica que comprova que é possível viver esta escolha, logo ela não é anti-bíblica), indulgências (formas de reparar penas capitais, ou será que o pecado não prococa nada a ser reparado?) limbo (nunca foi doutrina, mas explicação temporal), aborto (se tua religião não te ensina a lutar sempre pela vida, de nada ela serve), camisinhas (se o cristão não consegue ser fiel em sua sexualidade, consegue ser fiel em outras coisas?) holocausto judeu (não foi a Igreja quem o provocou), inquisição ( A Igreja era o tribunal que julgava, quem aplicava as penas era o Estado) Ainda bem que ela não é mais tribunal - julgar a história é uma forma de injustiça) etc

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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Monica P. em Qui 26 Mar 2009, 11:55

    Invenção é invenção se lá se cá como diz a Bíblia á Anatema, graças a DEUS esses 33.800 denominações não são evangelicas por que nós não inventamos apenas seguimos a Bíblia. E quanto a Inácio de Antioquia, Agostinho de Tagaste, se ajudaram na propagação do evangelho glória a DEUS pela vida deles mas nunca ouvi nehum mas nehunzinho catolico sita-los,mas tambem pra que se eles fizeram o que eles fizeram foi para a gloria de DEUS e não da deles assim como nós não estamos procurando nossa gloria tambem acho que eles não estavam, é realmente desnecessário acrescentar pessoas ou dogmas ao evangelho ele é completo como está.

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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Denis em Qui 26 Mar 2009, 16:08

    OK , Leonei..

    - Pelo que entendi, você começou se esquivando da infalibilidade e da solidez. Isso é bom !!
    Encerrando-nos todos debaixo do pecado , fica mais fácil debater. Po aí se vê que não há seguridade fora do Evangelho,seja em que igreja for.

    - Sim , a igreja romana tem uma história que, infelizmente, passou por um processo de corrupção humana que a tornou uma instituição política. Infelizmente, mais uma vez, esta igreja sobrevive na dependência desta história. Fria , sem sinais, sem avivamento, sem a manifestação de Deus. Alguns grupos tentam voltar ao primeiro amor, como os carismáticos, por exemplo. Quem tem feito um grande trabalho, buscando a manifestação do Evangelho e não apenas a letra.
    O deus da igreja romana está morto e pregado numa cruz, Leonei. Conseguiram colocar um homem falho de carne e osso no seu lugar e ainda o chamam de Pai. Personificaram Deus na pessoa de um pobre coitado , cego e nú como eu, e usam o bordão de pontífice para disfarçar.

    - Celibato é DOUTRINA na igreja romana, Leonei. O que o Vaticano faz com um sacerdote que contrai matrimônio?

    A igreja não queria arcar com o sustento de herdeiros e sim, angariar terras e poder. Ao entrar para o sacerdócio, a pessoa passava a não ter bens, eram todos transferidos para a igreja. Assim, era a tradição que o filho mais novo fosse sacerdote, pois o primogênito herdava a propriedade. Na hipótese de todos morrerem sem herdeiros, os bens revertiam-se para a igreja. POLÍTICA!!!

    Por causa deste capricho vemos os sacerdotes , padres, cada vez mais se perderem em problemas de ordem sexual, como a questão da pedofilia, etc. Isso não é nada cômico, Leonei, é trágico, é triste!!! Vários templos estão se fechando em todo o mundo , como nunca antes ocorreu, e o pai dos católicos está lá sentado no seu trono de ouro fazendo vista grossa. No máximo ,um discurso aqui e outro acolá.

    - Penitência não existe na Bíblia, na Nova Aliança, isso é instituição de homem .
    - Deus não vende perdão !!
    - O limbo tanto foi uma doutrina que esta igreja precisou alterar os seus altos e oficializar a "nova concepção".
    - Ao falar da inquisição, você mesmo declarou o erro

    Vamos lá, Leonei. A igreja romana está espiritualmente morta. Leia o que era a igreja nas cartas e epístolas, em Atos, etc. Onde está Deus nesse negócio hoje , Leonei ? E o Espírito Santo? Virou "santo"?
    Onde estão os dons as curas , a alegria, a Graça, os sinais, os prodígios, as maravilhas feitas por meio das pessoas que crêem ??? Hoje Deus age apenas por meio do gesso, ou do barro ou da madeira??

    Presbítero Waldir Alves
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    Se a RELIGIÃO CATÓLICA é APOSTÓLICA, de onde ela tirou tantos dogmas jamais ensinados pelos...

    Mensagem por Presbítero Waldir Alves em Qui 26 Mar 2009, 16:30

    Apóstolos?

    A igreja "formulou" e "inventou" a seu bel-prazer documentos falsos e declarações falsas de discípulos dos discipulos, como também algumas pseudo-afirmações de que Tiago Menor tenha declarado algo sobre Maria. Ou seja, verborragias sem nenhum fundamento cristão ou ensino apostólico, para assim validar suas dissertações e dogmas oriundos de costumes e praticas pagãs.

    Agora, de uma coisa eu tenho certeza, a religião católica é ROMANA, pois foi através da assimilação do poder estatal em consonância com a "centralização" do bispo de Roma como "pontex maximus" do cristianismo, que originou-se então a religião daquele que mais tarde se tornaria "papa".

    Desde então, surgiu então a religião romana, mas jamais apostólica.

    Detalhe: A igreja cristã é apostólica, pois vive de acordo com os ensinos e doutrinas apostólica, já a "religião romana" se diz apostólica se valendo de distorção de dois versículos bíblicos, para "verborragicamente" atribuir-se a si-própria a prerrogativa de ser "apostólica", sem contudo, em sua essência e prática, vivenciar nada do que os Apóstolos ensinaram em suas epístolas.

    E a "PETRA" era Cristo!

    Efésios 2:

    20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra da esquina;

    21 no qual todo o edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor,

    22 no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus no Espírito.

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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Frei Leonei em Qui 26 Mar 2009, 17:56

    Impressionante, aplausos, vede como se amam. Eu admiro os protestantes só pela sua originalidade, nunca pelos motivos que os tornam diferentes. Seria inédito encontrar louvores na boca dos que se afastaram da doutrina cristã católica, jamais isso acontece, pois suas crenças fundamentam-se em supostos erros do catolicismo. A Igreja é temporal e passajeira, tem sua finalidade e seu fim. O Reino porém não terá fim. A organização temporal da Igreja é algo necessário. A não ser que não seja necessária a quem levantou sua cabaninha "alto ieri" antes de ontém.

    Mas voltemos ao nosso assunto, que estas páginas não sirvam para despejos de mágoas contra o catolicismo, uma pessoa de mais idade tem mais coisas a se penitenciar do que uma inocente criança. Eu não estou tratando de heresias neste tópico, por enquanto não, pois se for analisar bem de perto o que chamam de doutrinas hoje, garanto que sobraria muito pano para manga.

    A Revelação divina não tem sua base somente na Sagrada Escritura. Afinal, já existia Revelação antes que fosse escrita a primeira lina da Bíblia. No caso do Novo Testametno, por exemplo, basta recordar que o livro mais antigo - A Primeira Carda de São Paulo aos Tessalonicenses - foi escrito somente vinte anos depois da morte e ressurreição de Cristo. E, contudo, os primeiros cristãos nã foram privados do Evangelho de Jesus quando não havia, ainda, textos escritos. Não está escrito em nenhum lugar na Bíblia que ela é a única fonte de verdade salvífica. O evangelista São João chegou a testemunhar que "muitos outros sinais ainda fez Jesus na presença dos discípulos, mas não foram escritos neste livro..." (Jo 20,30). E, por não ter sido escritos, não teriam valor? Afinal, o valor estaria no fato de serem sinais de Jesus ou no fato de ter sido escritos?

    O apóstolo São Paulo afirma explicitamente: "Ficai firmes e conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavras seja por carta" (2 Ts 2,15). Portanto, também o que ele ensinou por palavras tinha valor.

    Queremos conhecer a verdade de Deus e , em vista disso, lemos a Bíblia. Ora, nem sempre temos a mesma opinião sobre o que ali encontramos. Mais: os desacordos entre Igrejas e seitas que professam ser guiadas pela mesma Palavra de Deus comprovam-nos que nem semrpe os que seguem a Bíblia pensam da mesma forma. Temos necessidade, pois de uma autêntica interpretação é de responsabilidade da Comunidade Eclesial, a quem o Senhor deu a missão de ensinar, prometendo a assistência do Espírito Santo ( cf. Mt 28,19 Jo 14,16). Se o Espírito Santo não conduziu e não aprovou o Cristianismo até hoje, realmente não aprova nada que se reinvente do dia para a noite.

    A Bíblia é Palavra de Deus, sim, mas é também um livro tecido por Deus por meio da Igreja. Tomemos, por exemplo, os evangelhos: "Os autores sagrados escreveram os quatro evangelhos, escolhendo certas coisas das muitas transmitidas ou oralmente ou já por escrito, fazedo síntese de outrs ou explanado-as com vistas à situação das Igrejas" (DV 19).

    Não se pode aceitar que seja minimizado o lugar da Igreja na salvação. A Bíblia - e particularmente os escritos de Paulo - nos mostra que somos chamados a ser filhos do mesmo Pai. Será que é isso que percebemos nas palavras atestadas em acusação ao catolicismo ai em cima? Quem não é cristão vê e pode afirmar: "Hum, vede como se amam".

    Somente Cristo salva, sim, mas como Saulo aprendeu no caminho de Damasco, Jesus identifica-se com a Igreja (cf. At 9,4-5), que é o seu Corpo (cf. 1 Cor 12, 12; Ef 5,30).

    Não é a rejeição dos pais da Igreja que nos faz mais ou menos Igreja, isso é verdade, mas será que não estamos desafiando a Deus quando achamos que as palpitações históricas são o cerne do cristianimso que se manteve vivo no Catolicismo? Ora, os originais que existem foram copiados e conservados até hoje graças ao seu uso na liturgia Romana, muito fácil pegar a Bíblia prontinha e acreditar que ela caiu do céu.

    O trabalho de evangelização dependerá muito da unidade entre nós cristãos. Não foi sem razão que em sua última oração Jesus pediu que fôssemos "um". Nossa unidade será, como no princípio do cristianismo, uma extraordinária força de atração. Nossos contemporâneos, ao olhar pra nós, dirão, o mesmo que os pagãos diziam ao olhar para os primeiros cristãos: "Vede coo eles se amam" (Tertuliano - Apolog. 39,7). E desejarão integrar-se em nossas comunidades para nelas viverem a experiência de Cristo ressuscitado.

    Mas, isso será difícil se alguns se apegam a questões periféricas, tipo, qual a organização é mais evangélica ou não, a organização é temporária, todos, mais cedo ou mais tarde acabam elegendo as suas lideranças.

    Se o cristianimo do qual os protestanes e evangélicos se desligaram, não só por questão de fé, mas por questões políticas, não for verdadeiro, então também não é verdadeira as suas tentativas frustradas de fidelidade só a Bíblia, o que gera mais divisão. A nossa principal preocupação é pregar o Evangelho, não fundar novas crenças. Possso admitir que hajam crenças diferentes sobre a mesma Palavra, o que não posso admitir que se construam crenças em supostos erros de outras, isso não é identidade, isso é ideologia.

    Ninguém tem autoridade para julgar o que é ou não inspiração de Deus na Igreja a não ser a própria Igreja, não existe fé que seja livre de um contexto eclesial, sem a Igreja não há interpretação verdadeira, e uma Igreja que carece de um sólido embasamento histórico do memorial apostólico, tem muitas e mais facilidades de incorrer em heresias. Ou será que o povo de Deus, ao pedir que a Igreja proclame aquilo que eles acreditam não é iluminado pelo Espírito Santo que habita em seus peitos por intermédio do batismo? Engraçado, eram as lideranças religiosas que afirmavam, este povo é maldito.

    A maior idolatria que existe hoje em dia e a falsa idéia de Deus passada por alguns, colocando-o a serviço de curandores, a devoção à Maria é preceito Bíblico Evangélico, vamos cuidar ao fazer afirmações. O papado é liderança católica a serviço da evangelização, um papa nunca proclamou alguma coisa que o sensus fidelium não tenha vivido e desejado com muita antecedência.

    Pereira
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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Pereira em Dom 07 Jun 2009, 12:01

    Amados, denominações não são na realidade Igreja, A Igreja é verdadeiramente Corpo invisível do Messias de Yaohushua

    Agora, no Messias Yaohushua, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue do Ungido chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos contidos em ordenanças, para criar, em si mesmo, dos dois um novo homem, assim fazendo a paz, e pelo madeiro reconciliar ambos com ULHIM em um só corpo, tendo por ela matado a inimizade; e, vindo, ele evangelizou paz a vós que estáveis longe, e paz aos que estavam perto; porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Rúkha. Assim, pois, não sois mais estrangeiros, nem forasteiros, antes sois concidadãos dos separados e membros da família de ULHIM, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Messias Yaohushua a principal pedra da esquina; no qual todo o edifício bem ajustado cresce para templo separado no Odmorul, no qual também vós juntamente sois edificados para morada de ULHIM no Rúkha. (Efésios 2:13-22)

    Edison
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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Edison em Dom 07 Jun 2009, 12:58

    Interpretar as Escrituras não compete à Igreja.

    A interpretação das Escrituras é exclusividade do Autor das Escrituras.

    Jefté
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    Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Jefté em Seg 08 Jun 2009, 16:52

    Frei Leonei

    Desde quando a igreja católica ou qualquer outra igreja tenha sido ordenada por Cristo?
    Creio que os únicos que foram ordenados por Cristo foram os apóstolos, mas esses em momento algum durante suas vidas deixaram como que um legado de transferência de poder a outros.
    Tudo o que aconteceu, aconteceu pela fé e não em matéria de poder temporal.
    Um bom exemplo disso, foi na escolha dos irmãos sobre alguém para assumir o lugar de Judas Iscariotes; eles até escolheram, nomeando, porém o Senhor escolheu outro (no meu entender) e escolheu-o sem que os outros tivessem essa ciência (de maneira até de duvidar que era discípulo). No entanto o Senhor o fortaleceu e instruiu tanto que suas espístolas são base fundamental p/ o entendimento do Cristianismo.

    Segundo a história os apóstolos foram mártires, todos, e nenhum deles incumbiu dirigentes a assumir um poder visível e temporal do cristianismo.

    Quem fez e faz essa escolha sempre foi e será o próprio Senhor; o Espírito Santo, como diz Atos dos Apóstolos 20:28 - "Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue."

    Portanto, definir uma igreja de poder temporal como representante do Senhor e de seus apóstolos é demonstrar que está se crendo em conto de fadas, ou seja, no conto de todos os que se dizem ser os autorizados por Cristo a pregar o Cristianismo, só que todos professam isso! Cada qual conforme o que lhe favorece na história como prova de "sua verdade".

    Porém o evangelho diz: "Nem todo o que me diz Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus".

    Outra vez diz: "Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns com os outros".

    E com relação ao tempo em que uma igreja subsiste ou sua antiguidade (como por exemplo a igreja católica), vejamos o que o diz Paulo: "Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema." (Gal. 1:8 )

    Então, segundo o apóstolo Paulo, mesmo que ele tenha sido chamado e enviado por Cristo, se viesse pregando outro evangelho devia ser anátema.
    Isto nos mostra que, o que nos faz ser autorizados e verdadeiros, não é uma ordenação antiga como que Pedro me dando a chave do reino de Deus, para que eu a desse a outro e assim por diante - chegando até nossos dias.
    Mas que, somente crendo e seguindo o evangelho e toda a Escritura é que podemos conhecer a Deus e sermos conhecidos Dele.

    -----------------------------------------------------

    Outra coisa: Jesus não deixou catolicismo, batista, presbiteriano, metodista.
    O Senhor nos deixou o evangelho, o Novo Testamento, e os seguidores de Cristo parassaram a ser chamados de cristãos, isto é, seguidores de Cristo.
    Então se houve no passado homens e mulheres que foram fiéis ao Cristianismo em suas vidas, não era por sercatólicos ou não, mas por ser cristão.
    Só Cristo torna um homem fiel, só Cristo nos faz obter a vitória sobre o mal.
    Lembrando que o próprio Lutero era um católico; Jon Huss era católico.
    E enfrentou a morte como um cristão, porque era cristão!


    Anamim
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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Anamim em Ter 09 Jun 2009, 14:50

    Caro Frei Leonel,

    Muita calma nessa hora... O senhor tão afeito a santos deveria ir mais devagar com o andor quando este for de barro.

    O Sr faz uma pergunta objetiva, e até incisiva, como título do seu post. Para apresentá-la começa a discorrer uma arenga em apologia ao seu catolicismo que por acaso é o romanista. E ai reclama quando se começa a arengar também em sua resposta à falta de objetividade?

    A propósito, o Sr quis partir e chegar ao mesmo tempo? É o ponto final mais longo que eu já vi...

    Mas para o Sr. não dizer que ficou sem respostas e sair por ai blasonando dos seus "amigos" protestantes, essa horda de ignorantes (e/ou impostores) que o Sr. conhece bem (não é mesmo? Quem sabe não sendo um próprio ex-protestante?) que o Sr. não se cansa de abordar (desancar), como relatou que fez com um "metodista" que, como sói ocorrer, ficou sem resposta, vou tentar responder, posso?

    Deixa ver se eu consigo esticar o seu ponto final. Vamos ver se fazemos dele pelo menos um traço, quem sabe um travessão. E por que não a partir de um travessão abrir um diálogo que talvez, mercê de sua “romana” condescendência, ultrapasse ao simples e definitivo "roma locuta causa finita"?

    Your question is: "sua Igreja possui critério para interpretar a Escritura?”

    Por que o Sr. colocou “Igreja” em maiúsculo? Estou certo que o Sr. quer se referir à igreja/denominação, correto? A sua denominação é Igreja Católica Apostólica Romana – ICAR, a congênere desta a qual pertenço é Igreja Presbiteriana do Brasil – IPB, congênere de outra na Itália, que o Sr. deve conhecer bem, a Chiesa Evangeliche Valdesi e de outras que, descontado o seu exagero, são uma a mais em termos de igrejas cristãs, no número de “33.800”. No caso, então, as igrejas cristãs teriam o impressionante número de 33.803, do qual, a bem da verdade, a sua denominação seria a de número 3, já que a de número 1 é a nossa Igreja Cristã Primitiva e a de número 2 seria a Igreja Católica Ortodoxa que veio existir distintamente no Oriente a partir do Século XI.

    Bem, a minha denominação, como a sua, possui critério para interpretar a Escritura, sim senhor. E por que não teria? E qual a dúvida?

    A minha igreja juntamente com uma “pá” de outras, diferentemente talvez, de uma “carrada” de outras, não se identifica enquanto um grupo que talvez deseja ser representativo do protestantismo, como a “Igreja”. Mas ensina que a Igreja está presente aonde dois ou três se reúne em nome de Cristo. E mesmo uma pessoa individual representa a Igreja toda. E logicamente esse membro da Igreja deve possuir critério para interpretar a Escritura. O Sr. acha que não isso não existe? Que a Escritura é interpretada sem critério pelos protestantes individualmente e pelos seus grupos? O que leva a crer nisso?

    O Sr. talvez queira se referir que o critério da ICAR seja o assentimento por parte do seu corpo governante monárquico, o que impede as interpretação pessoais dissonantes? Se é assim, o Sr. pode até criticar o nosso critério, mas este também passa pelo assentimento de um corpo governante, mais democrático, chamados de concílios, aonde as variantes de interpretações pessoais são discutidas. O que não se admite, e com isso rompemos nos gloriosos idos de 1517, com a ditadura papal de tutelar a compreensão do povo, de exigir fé implícita em interpretações aberrantes como aquelas que afirmam a própria infalibilidade papal, as rogações pelos falecidos, o purgatório, as indulgências, a transubstanciação, as múltiplas intercessões etc. todas em afronta até ao claro ensino da Palavra de Deus.

    A ditadura é tanta que quando não havia essa divina pluraridade e laicidade, quem pensava diferente era réu de crime cuja pena, capital, era a fogueira, pela qual passaram tantos, Wiclif, Huss, Savanalora... Quando o movimento libertário da Reforma ganhava corpo a ditadura religiosa armava contra-movimentos como aquele que redundou no assassinato de mais de 80 mil de seus “amigos” na Noite de São Bartolomeu. Ditadura monopolista que negava até o chão para o descanso do cadáver que em vida um dia ousou dissentir.

    Livre exame da Escritura, “errais não conhecendo as Escrituras e o poder de Deus”, “examinai as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, pois testificam de mim” e “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, eita verdade maravilhosa, facho de luz que tirou a humanidade das trevas! Foi a partir disso que Galileu começou a examinar livremente outros postulados da ciência, por ai foi Copérnico e foi inspirado nisso que antes da Reforma Gutemberg inventou a imprensa e fez publicar em primeiro lugar a Bíblia.

    O livre exame não foi invenção da Reforma, outros ousaram a entestar a ditadura papal e pagaram o preço, mas até o seu “São” Bernardo de Claravaux havia dito uma frase que gosto muito “a Escritura é a adega do vinho do Espírito Santo”. Então o vinho do Espírito Santo somente deveria ser sorvido na boca do padre para este depois vomitar, já um tanto quanto, azedado, na boca simples fiel que não faz parte da elite, do clero? Não pode ser!

    Livre Exame: Essa é a verdade que reafirmamos. Mas isso não implica em ausência de critério. É isso que estão ensinando nos seminários católicos, hoje em dia?

    Agora vamos “livremente” examinar a sua entrada ao recinto com as palavras que secundaram a sua pergunta:

    O Sr. escreveu:

    “A Esposa de Cristo, portadora da Graça e da Caridade só pode ser e é Uma só, Jesus não tem várias esposas, sua Esposa. Aqueles que se dizem cristãos e não pertencem a Igreja Visível, pertencem a igreja invisível, que, acredito, não possui a plenitude de meios para conduzir à salvação”.


    Eu:
    Concordo plenamente com a parte que o sr. diz “a Esposa de Cristo, portadora da Graça e da Caridade só pode ser e é Uma só, Jesus não tem várias esposas, sua Esposa”. Só não concordo com a identificação desta com qualquer uma das 33.803 denominações existentes. Não concordo com a sua reinvindicação em razão da sua Igreja, como não concordo da idêntica reinvindicação que fazem os da, com todo o mesmo respeito, Igreja Adventista do Sétimo Dia, Congregação Cristã no Brasil.Sociedade Torre de Vigia de Folhetos e Tratados “Testemunhas de Jeová”, Igreja Católica Ortodoxa Grega, Antioquina e outros sectários e exclusivistas, ainda que mitigados, exclusivistas condescendentes.

    Não concordo com o termo de sua assertiva “aqueles que se dizem cristão e não pertencem a [ICAR]...” Perai essas pessoas apenas se dizem elas são de fato cristãs se de fato estão em união com Cristo. E todos quanto estão em união com Cristo estão com a plenitude de Cristo. “Eis que estou com vocês até a consumação dos séculos”. Quer dizer que se estão em união com uma denominação cristã exclusivista, não precisam estar em união com Cristo? Ou uma união com a pressupõe necessariamente a outra? Então o sr. admite que os padres pdeófilos estão em melhores condições espirituais do que os seus “amigos” protestantes pelo único fato de estarem unidos à igreja? E em que sentido eles estão unidos com o Santo Cristo? Perai, padre...

    O Sr escreveu:

    O Cristianismo não brota do nada, nem a Igreja. Ela nasceu do lado transpassado de Cristo e recebeu como tutor o próprio Espírito Santo em Pentecostes, este Espírito continua a iluminar a Igreja Visível desde a era apostólica até hoje, isso acontecerá até a sua consumação na glória. Quem não for oriundo desta verdade de fé, perde automaticamente a graça e a caridade. Se o Espírito Santo não ilumina a Igreja Visível, como iluminará a invisível?


    Eu:

    Mais uma vez eu concordo com as suas palavras e discordo da confusão que o sr. faz, corroborando o entendimento da sua denominação cristã exclusivista, num português, direto, da sua seita. É lógico que a igreja universal, una e santa e apostólica deve ser visivel atavés de marcas que infelizmente passam ao largo da sua denominação. A fiel pregação da Palavra, a correta administração dos sacramentos e a fiel aplicação da disciplina. Isso vem em primeiro lugar, Isso é essencial. O resto é firula: sucessão apostólica, luxo e resplendor, dinheiro a dar com pau...

    O Sr escreveu:
    Se o protestantismo e evangelismo dos novos cristãos, possuem realmente a consciência de quem receberam a fé, mas optaram por fazer parte somente da Igreja invisível sem todos os meios, arquem com a consequência desta escolha. Porém, quando são validamente batizados na Trindade, não perdem a graça santificante que Jesus Cristo concedeu a sua Esposa, mesmo que não abrassem a totalidade do Evangelho. Pois, nós não poderíamos considerar ateus aqueles que são fiéis a Cristo, mesmo que parcialmente pois lhes falta critérios. Quais seriam estes critérios?




    Eu:
    Que esttória éessa de “abrassem a totalidade do evangelho”? A totalidade do Evangelho é morrer com Cristo e ressuscitar para uma nova vida de fé e de piedade, de mortificação dos pecados da carne, de renúncia do mundo. Pertecimento a uma denominaçao cristã exclusivista seja ela uma mega e globolizada como a ICAR seja ela de fundo de quintal não vale de nada. Muitos desses padres pedófislos, e de pastores idem,pais-de-santo ibedem, vão ver o fgo do terrivel inferno que os aguarda. Eles poderão constar que esse pertecimento a uma ICAR, ou a uma IASD, ou a um Primeiro Terreiro de Candomblé da Mãe Meninnha do Gastois, vale a mesmissima coisa, se não estão em Cristo!



    O sr escreveu:

    Para ser Igreja visível, uma denominação deve possuir tudo aquilo que Jesus Cristo pede a sua Igreja, algumas denominações não estão dentro destes critérios. A fé vem da pregação e a pregação é pela palavra de Cristo. Damos ouvidos aquela que é a Esposa de Cristo de quem herdamos a fé guardada como em um depósito? “Quão maravilhosos os pés dos que anunciam boas notícias.” (Rm 10,15).
    “Outra parte, finalmente caiu em terra fértil, germinou e deu fruto ao cêntuplo.” (Lc 8,8 ). “Pois a Palavra de Deus é viva, eficaz e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes; penetra até dividir a alma e espírito, junturas e medulas. Ela julga as disposições e as intenções do coração.” (Heb 4,12). O rosto se reflete na água e o homem em sua própria consciência, é de livre consciência que alguns optaram e aderiram congregações cismáticas?


    Eu:

    Não vejo mais cismático do que a ICAR. Essa igreja papal abandonou o primeiro amor. Encastelou-se nos antigos basileus pagãos e herdou todo a sua estrutura monarquica e datatorial. Não sou obrigado a me aderir a ela. E ponto. Assim pensam também os ortodoxos. E não estou me negando a ter comunhão com vocês.

    A Reforma surgiu e provocou uma reforma dentro da ICAR,por que se constatou que ela não ia bem das pernas. E parece que continua assim, mal das pernas, Existe Máfia na Itália, nas barbas do Papa e nunca se soube de uma excomunhão de um mafioso. Muito pelo contrário, a Màfia parece estar entranhada até na hierarquia da Igreja. Tem mais gente que defende a comunhão com os padres pedófilos, do que quem, hesitantemente, defende que eles seja excomungados. Que Igreja é essa? Tem alguma igreja ai que pode fazer essa reivindicação? Desconheço?

    Até quando é possível ser fiel a Cristo negando os mártires e santos da Igreja? São Francisco de Assis configurou-se tanto ao Senhor crucificado que recebeu em seu corpo as chagas de Jesus Cristo, não nos move tal exemplo de santidade? Por acaso não somos chamados a refletir a glória do Senhor através de uma vida santa, somos transfigurados nessa mesma imagem cada vez mais resplandecente, pela ação do Senhor, que é Espírito. (cf. 2 Cor 3,18 e 4,6). A ação santificadora de Deus acontece através da Igreja autêntica e seus sacramentos, desmerecer estes sacramentos todos não é incorrer em infidelidade ao Evangelho?


    Tai, vamos pregar isso e viver isso... Tem muitos mesmo que entre os protestantes que negam os nossos “santos e mártires”, alguns vitimados nas fogueiras do romanismo. Viva Francisco de Assis! Só não o faço intermediário entre Deus e os homens porque assim estará comprando briga com outro santo, São Paulo que escrevendo a São Timoteo diz “há um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem”. Estamos conversados. Pelo que me consta São Franscisco de Assis não foi pedófilo, nem adúltero, nem merdandejava a fé... Sigamos sim o seu exemplo.

    A ICAR deveria ser menos mesquinha e não monopolizar tanto os seus santos. Bem que os idolatrem, problemas de vocês. Mas porque não dar uma beiradinha para nós admirarmos os “santos” que eles apropriaram.Aliás, São Franscico é santo cristão, como Calvino, Lutero, Wicliff e tão santo como o São Anamim e o São Frei Leonal... Dá uma corona no seu santo que eu dou uma corona no meu. O Sr.sabia que estamos comemorando 500 anos do nascimento de Calvino. Aleluia, irmão?

    O sr. escreveu:

    Falta aos que se desconsideram a tradição apostólica: O cânon completo, as mais preciosas doutrinas e atos celebrativos (ritos). Orientações biográfico-históricas, tais como a visita de Paulo à Tarragona ou a de Tiago à Galícia, o dia da Páscoa, os dogmas cristológicos e mariológicos. Sobre Maria, revelam estranheza ao que os pais da Igreja escreveram com convicção, a celebração litúrgica dos sacramentos, as profissões de fé, os costumes atribuídos a Igreja apostólica, o batismo de crianças antes do uso da razão (delas é o Reino dos céus), a celebração do Domingo em vez do Sábado, como dia de Páscoa semanal, é indicada na Escritura, mas realizadas pela própria vida da Igreja apostólica, a série dos pais da Igreja gregos e latinos, os mais de cinqüenta concílios, os relatos dos martírios e testemunhos de fé.


    Eu:
    Não falta mais... Vamos examinar. Vamos seguir o que está certo..Mas, vade retro com colocar tudo no mesmo grau de AUTORIDADE. Sabe por que? O Sr. estará não elevando a diginidade destes escritos, mas rebaixando a Palavra de Deus. Assim que a gente pensa...

    O Sr, escreve:

    No entanto, a Igreja Católica em sua doutrina, vida e culto, perpetua e transmite a todas as gerações, tudo o que ela mesma é, tudo o que ela mesma crê (DV 8 ) Isso, também progride pela assistência do Espírito Santo, pela contemplação, pelo estudo, pela penetração sapiencial das coisas espirituais, pela pregação... tudo isso faz tender à plenitude da verdade divina de fé, o depósito que os que protestam não possuem, sem este seguro a Igreja Católica estaria ameaçada pela fabilidade e impossibilidade de renovar-se e santificar-se. Reconhecemos também a Igreja Ortodoxa pela contribuição que dá na conservação dos pais gregos, pois a Escritura é um texto para interpretar, só interpreta corretamente a comunidade de fé que possui o depósito ( 1 Timóteo 6,20). Mesmo que alguns digam que a sua interpretação não é sua, mas de seu pastor ou grupo religioso, a quebra da sucessão e a falta de mediações lhes tornam deficitários e falíveis pela falta de todas as mediações, ainda que possuem lampejos de verdade, pois o Espírito Santo sopra onde quer. Mas a plenitude dos meios, não temos que admitir que são poucas que possuem?


    Eu:
    Tisc, tisc, tisc.... Não existe coruja que se preza que não gabe o seu próprio toco. Eu gabo o meu: É Cristo... Com Cristo e por Cristo... Em unidade, que não prejudique a verdade e pureza do verdadeiro Evangelho.

    Um grande abraço, Frei

    Anamim Lopes Silva

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    Re: Sua Igreja possui critérios para interpretar a Escritura?

    Mensagem por Rondinelly em Ter 09 Jun 2009, 20:54

    Anamim, só queria dizer que, desde a época da lista cristãos reformados, discordo de tudo que escreve, mas adimiro muito a forma como escreve. Grande abraço.

      Data/hora atual: Ter 07 Set 2010, 21:34